quarta-feira, 25 de julho de 2012

Carta do padre João


Olá Luís!
Já estou cá em Portugal e está a ser excelente reencontrar a família e os amigos.
Estive a ler o nosso jornal, que está muito bom. Vocês fazem um trabalho excelente. Nunca deveriam deixar esse trabalho de promoção da nossa terra, que é boa em muita coisa, até na bola.
Vou estar pela Golpilheira durante alguns períodos este Verão. Já tive o gosto de celebrar com vocês algumas vezes e voltarei na altura das festas de S. Bento. Por agora, vou até Itália para formação.
Deixo alguns material sobre o meu trabalho novo e mando também mais uma carta que trouxe de São Paulo, com o agradecimento pela colaboração para as crianças mais carentes da nossa paróquia mais pobre do Jardim Peri. A escola chama-se Padre Bernardo Gora, um sacerdote alemão muito meu amigo que já faleceu e deixou aquela obra que a Consolata assumiu como trabalho social com os mais pobres.
Acredito que, a partir de agora, o que vier como ajuda da comunidade da Golpilheira podemos encaminhar para a nova obra onde eu estou agora inserido, ou seja, as três casas para as crianças, adolescentes e jovens com sida. Temos umas trinta, os gastos são enormes e a paróquia dá mensalmente metade do que se recolhe.
Vale a pena este sacrifício, porque estas crianças, adolescentes e jovens não têm ninguém no mundo. Só têm mesmo a nós. A fé sem obras é morta e por isso vamos continuar com esta obra onde a sociedade local pode ver concretamente a nossa fé, olhando para a nossa obra. Ainda nos falta uma outra casa, para quem resiste aos vírus e já tem mais que 22 anos. Não podemos deitá-los fora, na rua, desamparados. Viveram vários anos connosco e agora? Esse vai ser outro desafio difícil) para nós, os dois padres missionários da Consolata que ali trabalhamos.
Aproveito esta carta para agradecer a todos os colaboradores, amigos, familiares, que têm ajudado mensalmente a campanha “Pão para as crianças do P. João”. Podeis ficar certos de que a oração ligada às obras é um testemunho visível desta Igreja invisível que continua a sua missão na simplicidade e com muita coragem, convencida da proposta de Jesus “não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua mão direita”.
Em Setembro voltarei para esta minha nova realidade e vou cheio de esperança, porque confio que na retaguarda ficam muitos amigos e que a realidade da Igreja missionária vai salvando pessoas, corpo e alma.
Mando, com muita alegria, a minha bênção sacerdotal a todos e todas.
Amigo P. João, missionário
nas terras do Brasil

Caríssimos familiares e amigos do Pe. João Monteiro,

Eu, padre Luiz Andriolo, em nome dos Missionários da Consolata, agradeço de coração a doação de 2.820 euros para manutenção e educação de crianças carentes. Esta doação é através do Pe. João Monteiro da Felícia, que religiosamente re-passou à Creche Pe. Bernardo Gora.
Esta creche mantida pelos Missionários da Consolata atende 100 crianças da periferia de São Paulo para que as mães possam trabalhar e sair da situação de pobreza e dar uma vida melhor para seus filhos. O papel da creche é auxiliar as famílias e dar uma educação formando o cidadão.
Peço a Deus que abençoe cada um de vocês com paz, segurança, alegria e prosperidade.
Com as bênçãos de Nossa Mãe Consolata,
Pe. Luiz Andriolo
Ecónomo Regional



Pão para as crianças do padre João

Campanha de solidariedade

O padre João Monteiro da Felícia, missionário da Consolata natural da Golpilheira, está em missão no Brasil, onde oferece o seu amor a Jesus Cristo no serviço aos mais desfavorecidos. Aqueles que, ainda antes da fé, precisam de pão para a boca. Desde 2006, o Jornal da Golpilheira tem uma campanha permanente para ajuda ao seu trabalho. Neste momento, será para as três casas de acolhimento a crianças e jovens com Sida na sua paróquia, em S. Paulo.
Desde 2006, já enviámos um total de 5230 euros.
Este mês recebemos:
- Vítor Martins - 100 euros

Colabore! Seja solidário... contacte:
• CRG - R. Baçairo, 856 - 2440-234 GOLPILHEIRA
• Pe. José Gonçalves (Pároco da Batalha)
• António Monteiro Rosa (Casal Mil Homens)

...e poupe nos impostos!
Os Missionários passam recibo da sua oferta, que poderá deduzir no IRS. Basta que junte ao donativo o seu nome, morada e o n.º de contribuinte.


:)


As torradas 

A mãe leva o filho ao médico, pois a pilinha dele é muito pequena. O médico examina o rapaz receita-lhe muitas torradas. No dia seguinte, a mulher faz monte de torradas. Quando o rapaz vai tomar o pequeno-almoço, a mãe grita-lhe:
- Tira só duas!... O resto é para o teu pai.

A religiosa

Miquelina estava atrasada para o trabalho e não conseguia um lugar para estacionar. Desesperada, faz uma oração:
- “Meu Deus, tem pena de mim. Se me arranjares um lugar para estacionar passarei a ir à missa todos os domingos até ao fim dos meus dias e não farei mais sexo, nem fumarei, nem beberei álcool!”
Como que por milagre, aparece um lugar. Ela olha então para o céu e diz:
- “Esquece o que eu disse! Já encontrei um!”

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Edição 180 - Junho de 2012


180 - Editorial | Festas e Tradições


Apesar do vai-e-vem do sol e da chuva, o Verão chega no calendário e, com ele, um tempo propício a períodos de descanso, de férias, de festas e tradições.
A nossa freguesia é rica de eventos de convívio, de festas e de iniciativas que ganharam, com o tempo, um enraizamento na dinâmica tradicional da sua agenda social. Essa é uma das suas riquezas e uma demonstração da sua força. Mas pode também ser um factor de “travão” ao desenvolvimento de novas ideias e motivo para desânimo e fraqueza.
Em princípio, é sempre bom manter as tradições das nossas gentes. Mas não podemos deixar de olhar com objectividade para a sua realidade actual. Até que ponto algumas se justificam? Será que ainda cumprem o papel que as tornou importantes? Ajudam a enriquecer a união da comunidade ou são meras expressões em decadência de actos que já não significam nada para a grande maioria? Podem ser reformuladas para renascerem, ou chegou a hora de as deixar morrer com (ainda) alguma dignidade?
Estas são algumas questões que não podemos deixar de fazer. São perguntas que não devem ser vistas como “derrotistas” ou mal intencionadas, mas sim como ajuda a uma reflexão sobre o que fazemos e o que somos como comunidade, para crescermos, fazermos melhor, chegarmos mais além.
Podia falar de várias dessas iniciativas, mas dou apenas como exemplo a oração no mês de Maria e o respectivo encerramento (ver notícia na pag. 3).
O facto é que esta é, nitidamente, uma tradição esmorecida. Ainda não há muitos anos, era uma ocasião para uma grande concentração de pessoas, juntas na oração, generosas nas ofertas, animadas no convívio. Hoje em dia, não passa de um pequeno encontro, muito circunscrito a algumas famílias e pessoas mais devotas de Nossa Senhora.
Vários são os motivos que podemos encontrar para esta realidade. Para começar, é evidente que a prática religiosa está mais reduzida, as pessoas dão menos importância à oração comunitária e aproveitam os fins-de-semana para actividades de lazer, para os passeios familiares, para saírem da rotina que lhes causa enorme stress durante a semana.
Por outro lado, os domingos de Maio e de Junho estão já preenchidos com inúmeras actividades na região e até na freguesia, como as Tasquinhas do Rancho, a FIABA, a Primeira Comunhão e a Comunhão Solene, a festa paroquial da Santíssima Trindade, a Feira do Livro na Batalha, a Feira dos ATL, os encerramentos de ano lectivo e ano desportivo, etc. São várias iniciativas, às vezes nos mesmos dias, que causam dispersão e cansaço nas pessoas, sobretudo nas famílias com crianças. Como dizia, pode ser sinal positivo de dinamismo social, mas pode resultar em excesso de oferta e atropelo de organizações.
A agravar esta situação, tem-se insistido em fazer a oração todos os domingos na Golpilheira e em S. Bento. No ano passado, a Comissão da Golpilheira resolveu não a fazer, convidando as pessoas interessadas a irem a S. Bento. Afinal, a freguesia e a comunidade cristã são só uma, a população é a mesma e não se justifica a divisão em dois grupos de um número já tão reduzido de participantes. Houve quem não concordasse e, este ano, voltou a haver oração mariana nos dois locais. O resultado foi o que se viu: pouca gente em ambos. Apesar de haver um convite especial às crianças da catequese para dinamizarem esta oração na Golpilheira, foram pouco mais de meia dúzia as que apareceram no encerramento. Com tantas actividades, nem o pároco pôde estar presente.
Estas e outras razões levam-nos a questionar se esta “tradição” deve continuar a ser organizada da mesma forma. Não seria mais proveitoso organizar uma oração comunitária mais bem organizada e concentrada apenas num ou dois domingos de Maio, com o envolvimento activo das catequeses, do grupo coral, dos acólitos e de outros agentes da pastoral? Não seria melhor juntar as pessoas num só local, podendo até combinar-se a realização alternada nas duas igrejas (podia ser domingo sim, domingo não; podia ser o primeiro domingo num lado e o último noutro; podia ser um ano numa igreja e outro noutra)? Afinal, o que é mais importante, a insistência numa tradição para dizer que se faz, ou a alteração da sua fórmula de modo a servir melhor os ritmos e as disponibilidades dos fiéis?
Esta é a reflexão que partilho com os leitores neste início de Verão, quando algumas outras situações do género poderão ser motivo da mesma análise. Como disse, espero que sirva apenas como proposta para, em conjunto, pensarmos caminhos de futuro, de crescimento e de união entre todos.

Festa dos 43 anos do CRG


Nos dias 14, 15 e 16 de Julho

Mais um aniversário do Centro Recreativo da Golpilheira vai ser festejado, como habitual, a meio do mês de Julho. Assim, nos próximos dias 14, 15 e 16, a colectividade faz o convite especial à participação dos sócios, amigos e população em geral nestes festejos (ver cartaz abaixo).
No primeiro dia, a partir das 21h30, o serão será iniciado com o XXIII Festival de Folclore organizado pelo nosso rancho folclórico “As Lavadeiras do Vale do Lena”, que este ano convidou os ranchos de Gouveia (Serra da Estrela), Santo Isidoro (Marco de Canaveses) e Viegas (Alcanede). A noite fechará com o espectáculo de Elisabete Serra.
O domingo começará com a Missa das 09h30 por alma dos sócios falecidos, realizando-se a partir das 16h00 aquela que é já a 12.ª edição da corrida de rolamentos “Rodas de Aço”. À noite, actuará a Banda Rytmos.
Na segunda-feira, os habituais jogos tradicionais começam pelas 19h00, estando a animação do serão a cargo do Duo Renascer.
Escusado será dizer que durante os festejos estará em funcionamento um esmerado serviço de restaurante, bar, quermesse e ainda algumas animações para crianças e outras surpresas.



Convocatória para Assembleia-Geral Ordinária


No dia 7 de Julho de 2012, pelas 20h30, reúne-se a Assembleia Geral Ordinária, pelo que convoco todos os sócios a assistirem à reunião com a seguinte ordem de trabalhos:.
1 - Relatório da Direcção, Contas do Exercício de 2011 e Parecer do Conselho Fiscal.
2 - Outros assuntos de interesse para a Colectividade.
Nos termos dos estatutos, não comparecendo a maioria dos associados à hora marcada, será a reunião efectuada às 21h30 do mesmo dia, com qualquer número de sócios, não podendo os restantes discordar daquilo que foi deliberado. Dada a importância da reunião, agradecemos a comparência de V/ Ex.as.
Com os nossos cumprimentos,
O Presidente da Mesa da Assembleia, Pedro José Meneses Monteiro

Festa do Pai Nosso das Crianças do 2.º ano da catequese




No passado dia 27 de Maio, o segundo ano da catequese celebrou a Festa do Pai Nosso.
A cerimónia foi às 18h00, na Igreja Matriz da Batalha. Num ambiente caracterizado pela alegria das crianças, reuniram-se cerca de 60 meninos e meninas da paróquia da Batalha, entre os quais onze crianças da Golpilheira.
Cristina Agostinho

Comissão de festas de S. Bento organizou 1.º Festival de Sopas




A comissão da festa em honra de Nossa Senhora da Esperança, que irá realizar-se nos dias 18, 19 e 20 de Agosto de 2012, em São Bento, organizou o 1.º Festival de Sopas. Decorreu no passado dia 16 de Junho e contou com a presença de cerca de 400 pessoas, que, além de 18 sopas, tinham ao seu dispor uma grande variedade de salgados, bolos e doces, e o tradicional café da avó, acompanhado com as filhós.
A comissão de festas agradece aos restaurantes e pessoas particulares que colaboraram com as sopas, com bolos e com salgados, nomeadamente, os restaurantes Tó Santo, A Negra, O Jota, Vale Grande, Pensão Vitória, O Churrasco, Burro Velho, O Celeiro, Aldeia de Santo Antão, Bys - Nova Leira (Rosa Rama), Cafetaria Pedro, Forja, Restaurante Etnográfico da Golpilheira, Pastelaria Arqueiro e Padaria Carimano (Simão), e os particulares Daniel e Sérgio, Elisabete (Maceira), Júlia Pereira, Luísa Ferraz e António Valério.
Este grupo de jovens, nascidos em 1977, agradece, também, a todos os que participaram neste 1.º Festival de Sopas, contribuindo, assim, para o seu enorme sucesso, e deixa já o convite para participarem, também, no encerramento do mês de Maria, que se realizará no próximo dia 1 de Julho, em São Bento.
Comissão da Festa

Comissão de festas da Golpilheira organizou almoço de porco no espeto





A comissão de festas em honra do Senhor Bom Jesus dos Aflitos, composta pelos quarentões da freguesia, nascidos em 1972, organizou um almoço de convívio no passado domingo 17 de Junho, com o objectivo de angariar fundos para os trabalhos de preparação da festa.
O prato principal foi o porco no espeto e o caldo verde, mas não faltaram variadas sobremesas e as tradicionais filhós com o café da avó, que foram repasto para várias centenas de pessoas que por ai passaram desde o almoço até ao final da tarde.
Foi ocasião de convívio para a população, a antecipar os festejos que se realizarão na Golpilheira, nos dias 28, 29 e 30 de Julho de 2012.

Programa da TSF veio à Batalha: “Encontros com o Património”


O programa “Encontros com o Património” da rádio TSF – que passa aos sábados entre as 12h00 e as 13h00, retransmitido à 01h00 de domingo  – teve como tema o novo “Centro de Interpretação do Mosteiro da Batalha” (CIMB), no passado dia 26 de Maio.
Dirigido pelo jornalista Manuel Vilas-Boas, este programa abordou questões relacionadas com os estudos subjacentes à elaboração de um equipamento desta natureza e às acções de intervenção e restauro realizadas neste contexto, tendo como convidados alguns dos interveniente no processo, como os historiadores Pedro Redol e Saul Gomes e os arquitectos João Seabra e Francisco Vieira de Campos.
Recordamos que o CIMB abriu ao público a 22 de Março, permitindo ao visitante um conhecimento mais alargado sobre este monumento, classificado como Monumento Nacional desde 1907 e inscrito na Lista do Património da Humanidade em 1983.

Ciclo entre Junho e Setembro: Música nos Mosteiros


No âmbito da Rede de Mosteiros Portugueses Património da Humanidade (Batalha, Tomar, Alcobaça e Jerónimos), o IGESPAR está a promover um ciclo de concertos que decorrerá entre Junho e Setembro.
A primeira ronda começou este mês, com 4 concertos de Música Barroca por Os Músicos do Tejo, com a direcção musical de Marcos Magalhâes. No dia 9 estiveram em Alcobaça, no dia 10 na Batalha, e seguem agora para o Mosteiro dos Jerónimos (dia 22, 21h30) e Convento de Cristo em Tomar (dia 23, 18h00).
Foi pena termos recebido esta informação, como acontece com outras sobre a programação cultural do Mosteiro da Batalha, tão em cima da hora, sem hipótese de divulgação atempada, que seria na última edição.
Ainda não estão disponíveis as próximas datas, pelo que poderá vir a acontecer o mesmo com os concertos de Julho, Agosto ou Setembro. Os interessados poderão sempre ir espreitando o sítio www.igespar.pt.

Férias de Verão no MCCB


Duas semanas de actividades

O Museu da Comunidade Concelhia da Batalha (MCCB) vai promover duas semanas de actividades lúdicas e pedagógicas destinadas ao público mais jovem, a decorrer nestas férias de Verão. Entre os dias 10 e 13 de Julho, o programa é dirigido às crianças com idades entre os 6 e os 9 anos. Na semana seguinte, de 17 a 20 de Julho, são convidadas a participar as crianças dos 10 aos 12 anos. 
Durante as datas indicadas, os mais novos participarão em divertidas actividades temáticas e didácticas, que incluem visitas-jogo, oficinas de expressão plástica e passeios temáticos. No programa de visitas, estão incluídos diversos espaços culturais do concelho, nomeadamente, o Mosteiro de Santa Maria da Vitória, o Museu Etnográfico da Alta Estremadura, a Reserva Arqueológica do Município e o Eco-Parque Sensorial da Pia do Urso.
Natureza e biodiversidade, património e turismo, arqueologia e paleontologia serão as temáticas que irão nortear as diversas actividades a decorrer ao longo das tardes quentes de Julho. Aprender de forma divertida, sensibilizar para o património e educar para a cidadania são os grandes objectivos pretendidos pela equipa do MCCB no desenvolvimento destas actividades.
As inscrições são limitadas, podendo ser feitas até ao dia 5 de Julho. O custo será de 22 euros por semana, ou 7,50 euros por dia, com lanche e seguro incluídos.

Visita guiada dia 1 de Julho
No domingo 1 de Julho, o Museu da Comunidade Concelhia da Batalha (MCCB) dá continuidade ao programa de visitas guiadas, a decorrer sempre nos primeiros domingos de cada mês. Com encontro marcado às 11h30, estas visitas são dirigidas a todo o público interessado em conhecer e aprofundar conhecimentos sobre o Museu e as suas colecções.
Info: 244 769 878 ou www.museubatalha.com

Jornal da Golpilheira apoia campanha da Cap Magellan


José Carlos Malato apadrinha Segurança Rodoviária “Sécur’été 2012”

A Cap Magellan, principal associação de jovens lusodescendentes de França, organiza pelo 10.º ano consecutivo uma campanha de Segurança Rodoviária intitulada “Sécur’été”, que tem contado nos últimos anos com o apoio do Jornal da Golpilheira.
Esta é uma campanha dirigida especialmente aos portugueses residentes em França que se deslocam de carro a Portugal nas férias de Verão. Decorre em três países – França, Espanha e Portugal – e tem como principal objectivo a redução do número de acidentes durante os trajectos longos e depois das saídas nocturnas.
Com esta campanha, a Cap Magellan procura sensibilizar o público para os perigos das viagens longas (fadiga, excesso de velocidade, etc.) e para as precauções a ter (preparação do veículo, parar de 2 em 2 horas para descansar, etc.). Pretende também informar os automobilistas sobre dos códigos da estrada dos países atravessados (velocidades autorizadas, álcool, coletes reflectores, etc.). Por último, quer alertar os jovens para os perigos da condução sob efeito do consumo de álcool e/ou de drogas, nomeadamente aquando das saídas nocturnas.
As acções de sensibilização são desenvolvidas por equipas de voluntários ao longo de todo o percurso, principalmente no sul de França e norte de Espanha, em algumas das áreas de serviço das auto-estradas mais frequentadas pelos automobilistas que rumam a Portugal, e ainda nas principais fronteiras portuguesas, entre a segunda quinzena de Julho e inícios de Agosto.
Também serão desenvolvidas acções de sensibilização junto dos jovens, em locais de diversão nocturna (discotecas e festivais), em várias cidades portuguesas.
José Carlos Malato aceitou o convite da Cap Magellan para ser padrinho da iniciativa em  2012 e já confirmou a presença no lançamento em Paris, a 6 de Julho.

Munícipio da Batalha recebe importante distinção nacional


Prémio pelo apoio ao associativismo

O Município da Batalha recebeu da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) a atribuição do reconhecimento e mérito de “Comunicação Associativa”, uma das mais importantes distinções conferidas em Portugal ao nível do movimento associativo. 
A distinção foi atribuída no dia 3 de Junho, por ocasião da celebração do 88.º aniversário da CPCCRD, em Almada, onde decorreu o fórum subordinado ao tema “Mulheres e Jovens debatem o futuro das colectividades” e que contou com a participação de Catalina Pestana, Hermínio Loureiro, Nuno Delgado, Odete Santos, entre outros oradores.
A distinção atribuída ao Município da Batalha baseia-se no “trabalho empenhado e contínuo que esta autarquia tem levado a cabo em prol do apoio e da comunicação dirigida às associações culturais, recreativas e desportivas existentes no Concelho”, refere nota da autarquia.
Os dirigentes da CPCCRD salientaram, na atribuição da distinção, a realização anual do Fórum do Associativismo do Concelho da Batalha, em que a grande generalidade dos responsáveis das colectividades participa, ou a realização, a expensas da autarquia, de um seguro de responsabilidade civil que abrange todos os responsáveis pelas associações.
Mais do que os valores financeiros atribuídos por esta edilidade às cerca de 30 colectividades existentes no Concelho, a CPCCRD distinguiu e enfatizou, na essência, “a ligação estreita e profícua que o Município da Batalha tem sabido manter para com estes agentes de desenvolvimento locais”.
Para António Lucas, presidente da edilidade batalhense, a atribuição desta distinção “assume grande importância para a Batalha e demonstra o trabalho objectivo que tem sido realizado em prol das colectividades concelhias”.
Entendendo que as associações são espaços de desenvolvimento cultural, social e desportivo, António Lucas salienta que esta distinção é também uma responsabilidade acrescida, pois “nunca como agora, é de todo necessário o papel activo e empenhado destas estruturas voluntárias de desenvolvimento”.

“Criatividade” do comércio batalhense


Dia da criança e outras datas aproveitadas para combater a crise

Nos últimos tempos têm sido muito badaladas algumas campanhas agressivas que as grandes superfícies comerciais levam a efeito para atrair clientes. As alturas de crise são propícias a essas estratégias de criatividade comercial, para combater o menor consumo e aumentar as vendas.
O desafio às pequenas empresas é, por isso, maior e obriga a que os seus responsáveis não fiquem parados e procurem também novas formas de cativar e fidelizar clientes. O comércio tradicional batalhense parece estar atento ao fenómeno e tem mostrado algum dinamismo interessante.
Já aqui referimos, em Dezembro, a iniciativa das lojas da rua Filipa de Lencastre, no centro da vila, em se unirem para a ornamentação e iluminação natalícia da sua zona comercial. Ao mesmo tempo, criaram uma campanha conjunta de descontos, rendidos à evidência de que a união faz a força e pode dar bons resultados.
Mas a sua estratégia não ficou por aí e, aproveitando outras ocasiões, como o Dia da Criança ou o Europeu de Futebol que está a decorrer, voltaram a promover a decoração e algumas iniciativas de animação naquela rua, tornando-a mais convidativa a uma visita de lazer e… de compras.
Outro exemplo veio da “Pizzaria Tentazione”, que desenvolveu uma vasta campanha publicitária por ocasião da FIABA, com distribuição de balões e cupões de descontos nos seus produtos. O mesmo restaurante aproveitou também o Dia da Criança para proporcionar aos clientes uma refeição diferente. Com a sala ampla para os mais novos poderem brincar e correr, até um insuflável foi instalado no interior, não faltando balões, pinturas faciais e outras animações para um verdadeiro ambiente de festa. A mesa estava recheada de iguarias variadas, com serviço à descrição para todos e o bónus de ser grátis para as crianças.
Estes são exemplos de como é importante ser criativo e não baixar os braços em momentos de maior dificuldade para o negócio. E não deixar de confiar que melhores dias virão para todos, comerciantes e clientes.

“Estratégia 2020 para a região”


CIMPL - Comunidade Intermunicipal do Pinhal Litoral

A Comunidade Intermunicipal do Pinhal Litoral (CIMPL) está a iniciar o processo de construção do quadro de referência regional para o período 2014-2020, respondendo ao desafio lançado pela Comissão Europeia para que as novas estratégias territoriais de desenvolvimento comecem a ser definidas regional e localmente.
Constituída pelos municípios de Batalha, Leiria, Marinha Grande, Pombal e Porto de Mós, a CIMPL, em reunião de Conselho Executivo, decidiu unanimemente dar início à reflexão e programação do próximo quadro comunitário de apoio, orientado pelas directrizes da “Estratégia Europa 2020”.
A construção do quadro de referência regional, que deverá ter por base as orientações da Comissão Europeia, sustentadas também no Quadro Estratégico Comum 2014-2020, passará por um “trabalho intensivo de mobilização de todos os agentes de desenvolvimento, locais e regionais”, liderado pela CIMPL. Pretende-se, em primeiro lugar, “identificar objectivos e metas de sucesso e definir os projectos mobilizadores para cumprir as novas prioridades: crescimento inteligente, crescimento sustentável e crescimento inclusivo”. Tal permitirá à região “preparar-se para a negociação do novo programa quadro e do Contrato de Parceria Regional que o sustentará”.
Segundo um comunicado da CIMPL, como metodologia de trabalho, “será constituído um grupo de acção regional, com representantes de todos os agentes de desenvolvimento do Pinhal Litoral”, procurando enfatizar “a corresponsabilização de todos pelo desenvolvimento do nosso território, com a definição de metas e resultados claros e objectivos que contribuam para que a região seja uma referência em termos de crescimento económico, sustentabilidade e inclusão”.
LMF

ADLEI pede mais dos cidadãos no poder local


A ADLEI – Associação para o Desenvolvimento de Leiria emitiu um comunicado em que defende uma maior “participação cívica política” dos cidadãos nos órgãos do poder local, afirmando que “está longe de ser óptima” e apontando algumas medidas para esse objectivo.
Uma via seria as juntas de freguesia e municípios fornecerem mais informação sobre as suas assembleias e actos público, não apenas pelos “editais, afixados nos espaços habituais, do modo tradicional”, mas com recurso às actuais “tecnologias da informação e comunicação”. Dá como exemplo a criação de uma “newsletter” com subscrição aberta aos munícipes para receberem “as datas, locais e ordens de trabalhos de cada assembleia”, bem como a publicação online de “informação sobre os direitos e modos disponíveis para que os cidadãos possam participar activamente em cada um dos actos públicos”.
Apontando que estas propostas seriam “de fácil implementação” e poderiam contribuir para uma “cidadania participativa”, a ADLEI espera que possam ser consideradas e venham a contribuir para “o desenvolvimento da própria democracia e suas práticas na região”.

Inovação e investigação em debate na NERLEI


“Diálogos com a Região”

No âmbito do ciclo de tertúlias “Diálogos com a Região”, a NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria recebe no próximo dia 20 de Junho, pelas 18h00, a nona tertúlia subordinada ao tema “Inovação e Investigação – Um Activo da Região?”.
Serão convidados desta sessão Fernando Cardoso de Sousa (“Inovação e Criatividade – Uma Questão de Atitude?”, Paulo Bártolo (“A Investigação e as Empresas”) e Joaquim Martins (“A Inovação e a Competitividade. Experiência da Famolde”).
As actividades de investigação e desenvolvimento são fundamentais para o progresso do bem-estar económico e social das pessoas e organizações. Através da inovação, as organizações tornam-se capazes de gerar riqueza tornando-se ou mantendo-se competitivas nos seus mercados. Com esta tertúlia pretende-se dar a conhecer o desempenho da região ao nível da investigação e da inovação e que valor acrescentando traz ao tecido empresarial; saber como se procede à transferência de tecnologia para as empresas; e conhecer as tecnologias que se apresentam com maior potencial de valorização empresarial.

Moção da CIMPL: Municípios contra retenção de 5% do IMI


A Comunidade Intermunicipal do Pinhal Litoral (Batalha, Leiria, Marinha Grande, Pombal e Porto de Mós) aprovou uma moção contra a portaria 106/2012 de 18/04, que define a retenção de 5% da receita dos municípios relativa ao imposto municipal sobre imóveis (IMI) do ano de 2011.
Acusando o Governo de “promover a asfixia da autonomia financeira do Poder Local” com mais este corte de “milhões de euros em receita”, que seriam aplicados “no desenvolvimento dos territórios” e na “melhoria da qualidade de vida das populações, num período de grandes dificuldades financeiras, agravadas com as intoleráveis medidas de redução das transferências do Orçamento de Estado”.
A CIMPL considera ainda que a portaria “não é clara quanto à finalidade da verba retida” e deliberou, em moção aprovada por unanimidade, no passado dia 24 de Maio:
- “Repudiar esta medida da Administração Central, sem que tenha havido qualquer diálogo prévio com as autarquias”;
- “Reivindicar junto do Governo um novo modelo de financiamento das autarquias, baseado em todos os impostos do Estado, no quadro da autonomia do Poder Local consagrada constitucionalmente”.

Festival Pinhal das Artes volta a S. Pedro de Moel


Música para bebés e crianças

A SAMP - Sociedade Artística Musical dos Pousos organiza, nos próximos dias 26 de Junho a 1 de Julho, a 6.ª edição do Festival Pinhal das Artes, a decorrer no Pinhal do Rei, em S. Pedro de Moel.
O Festival Pinhal das Artes é um evento dirigido a crianças entre os 0 e os 6 anos e familiares, que pretende incentivar à criação e produção artística, promovendo a criatividade em família e o diálogo entre a arte e a natureza.
Além de inúmeros espetáculos de teatro, dança e música, a cargo de companhias portuguesas e estrangeiras, de Itália e Bélgica, o festival vai contar com diversas atividades lúdicas e pedagógicas: observação de pássaros; passeios de carroça; brinquedos da floresta; construção de instrumentos com materiais reciclados; cantinho de sons, permacultura, entre muitas outras que vão preencher seis dias de encantar bebés e suas famílias.
Verdadeiramente, a não perder!

800 anos de paróquia e freguesia: Feira antiga no Souto da Carpalhosa


O Souto da Carpalhosa vai voltar aos tempos mais antigos, com a recriação de uma feira antiga, inserida no programa anual das comemorações dos 800 anos desta freguesia e paróquia.
Assim, no dia 24 de Junho, entre as 10h00 e as 18h00, o adro e zona envolvente da igreja paroquial vão transformar-se numa feira de comércio típica, com cerca de meia centena de feirantes e representantes das mais variadas artes e ofícios.
Para além da mera recriação de momentos sociais e culturais, o evento permitirá também a venda e troca de bens, que vão desde os produtos hortícolas e frutícolas, passando pelas alfaias, roupas ou até mesmo animais, como uma feira que se preze. Do programa faz parte também a celebração da missa, às 11h30, usando-se os paramentos antigos e onde os fiéis são convidados a vestir ao jeito da época.

AeroLiz – Fly-In 2012


No aeródromo de Leiria


O Aeroclube de Leiria vai organizar, no dia 30 de Junho, a partir das 10h00, o “AeroLiz - Fly-In 2012”. A decorrer no aeródromo de LPJF -  Leiria, o evento incluirá actividades como uma exposição estática, o Fly-In, actividades interactivas, baptismos de voo, introdução à pilotagem e demonstração de aeronaves.
A organização espera cerca de 3.000 pessoas, atendendo ao público dos últimos três eventos. Está assegurada a presença de vários pilotos com as suas aeronaves, que aceitaram o convite para participar, reforçando assim a dinâmica do evento. Também irá estar presente o novo modelo de ultraleves – BRISTELL NG5.

Paróquia e freguesia: Reguengo do Fetal festeja 500 anos


A Junta de Freguesia do Reguengo do Fetal organiza, nos próximos dias 23 e 24 de Junho, uma temporada festiva com diversas iniciativas inseridas nas comemorações dos 500 anos da criação da paróquia/freguesia (ver cartaz abaixo).
Destaca-se, no dia 23 de Junho, o concerto com a conhecida banda do Norte do País, “Santa Maria”, às 22h30, no adro da Senhora do Fetal, com abertura de tasquinhas a partir das 20h00.
No domingo, o programa começa pelas 14h30, com uma conferência do historiador Saul António Gomes, no Centro Pastoral Nossa Senhora dos Remédios, sobre a obra que entretanto será editada com alguns dos mais importantes documentos históricos sobre esta paróquia criada no século XVI.
Às 16h00, será celebrada a Missa Solene, presidida pelo Bispo da diocese de Leiria-Fátima, D. António Marto, seguindo-se a inauguração, no largo da Praça da Fonte, de um monumento evocativo dos 500 anos da criação da paróquia.
Os festejos terminarão em convívio, com animação de Sílvia Alcobia.



Breves desportivas...


Torneio de Futsal da Batalha 2012

Esta a decorrer, entre 11 de Junho e 7 de Julho, a IX edição do Torneio de Futsal do Município da Batalha.
Esta grande manifestação desportiva junta, na presente edição, 14 equipas constituídas por atletas do concelho da Batalha, a saber: ARB, Alcaidaria, Alcanadas, Amarense, Calvaria de Baixo, Clube Shotokan da Batalha, Demó, Garruchas, Golpilheira, Jardoeira, Pinheiros, Quinta do Sobrado, Rebolaria e Relvense.
Os jogos decorrem no campo de jogos da Sociedade Recreativa Relvense, equipa que venceu a última edição do torneio. As partidas decorrem de segunda a sexta-feira, das 21h00 às 24h00.
Todos os desenvolvimentos do torneio podem ser seguidos através do Facebook.


BAC organizou Festa do Andebol

Decorreu no dia 10 de Junho, junto à estátua de D. Nuno Álvares Pereira, mais uma edição do FESTAND, organizada pelo Batalha Andebol Clube (BAC).
O evento contou com a presença de alguns atletas de renome nacional, como João Ferreirinho, do Benfica, Pedro Portela, do Sporting, e Maria Pereira, da Selecção Nacional.
De salientar a realização de um jogo amigável de andebol adaptado, com a participação de uma equipa da Cercilei e outra da ANDDI/C. Gaia, que foi o primeiro jogo a nível nacional de deficiência intelectual.
Destacou-se ainda, na programação desta festa do andebol, a conferência “Do comportamento à diferença”, na sede do BAC, contando com a participação, entre outros, de Carlos Resende, treinador do ABC de Braga.


Quim Roscas e Zeca Estacionâncio na Quinta do Sobrado

O Centro Cultural e Recreativo da Quinta do Sobrado e Palmeiros vai organizar, na sexta-feira 22 de Junho, a partir das 22h00, uma festa de encerramento da época desportiva com a presença da famosa dupla de cómicos Quim Roscas e Zeca Estacionâncio e ainda os DJ Miss Lala e Mc Guy.

Pais oferecem mais materiais ao Agrupamento de Escolas da Batalha




Depois de termos noticiados no mês passado a oferta de cacifos para os alunos dos 5.º e 6.º anos da escola sede da Batalha, a Associação de Pais deste agrupamento continua a quer melhorar as condições no local e, desta vez, ociação de Pais ofereceu alguns materiais para instalação de canteiros de plantas no bloco B. O resultado já está à vista. Parabéns a todos pela bela horta/jardim...

Agrupamento da Batalha foi à final do “100% Nacional” no DNescolas




A equipa “100% Nacional” (Ana Beatriz Vieira, Ana Carolina Silva, Bernardo Carapito, Carolina Cordeiro e Pedro Cerejo), do 10.º A do Agrupamento da Batalha, depois de um longo período de selecção, incorporou o grupo de 18 finalistas que se defrontaram na Grande Final do concurso DNescolas, a 23 de Maio, no Cinema S. Jorge, em Lisboa.
A grande jornada de informação decorreu em seis salas, divididas por editorias, com três convidados, que responderam às questões com especial enfoque na juventude. As sessões decorreram em simultâneo, durante hora e meia, em salas distintas, cada uma com as três equipas de cada editoria e um painel de jurados que avaliou a sua prestação.
O grupo representante da nossa escola estava inserido na editoria de economia e entrevistou os convidados Dra. Eduarda Luna Pais, Dr. Miguel Luís e Dr. Rogério Cação, sobre o tema “O Empreendedorismo, o Cooperativismo e as Networks. Que soluções?”. Para além disso, a equipa teve o prazer de ser acompanhada por toda a sua turma e pelas professoras Fátima Gaspar, Célia Ferreira e Manuela Silva.
Apesar de a vitória não ter sido alcançada, a experiência foi fantástica, num ambiente extremamente educativo, didáctico e dirigido aos jovens. Para mais, este concurso revelou-se bastante importante no desenvolvimento dos participantes enquanto cidadãos activos.
A equipa “100% Nacional” agradece todo o importante apoio da comunidade escolar e concelhia no acesso à final do concurso. Neste contexto, apresenta-se o comentário do professor Marcelo Rebelo de Sousa em relação ao projecto: “Foi sensacional! Mais de 300 jovens e professores, mais de três horas, a debaterem tudo sobre a marca Portugal, a crise, as saídas, a escola, o desemprego e as perspectivas de futuro, as médias e o seu papel. Tudo muito bem organizado, mas com uma dose de improviso e de inesperado que enriqueceu uma tarde inesquecível na Batalha. Parabéns ao DN e à escola nossa anfitriã!”
Ana Carolina Carreira Rebelo Silva

Escola da Torre vai manter-se


Conselho Municipal de Educação apoia Associação de Pais


A todos os envolvidos nesta acção em defesa daquilo que julgamos ser o superior interesse dos nossos educandos, onde se insere toda a comunidade educativa concelhia e, em especial, as gentes da Torre, o agradecimento da Associação de Pais, pela elementar justiça que foi feita, com a manutenção por mais um ano, quer da escola básica, quer do jardim de infância.
Contudo, caberá aos pais e encarregados de educação, localmente, a preservação destas unidades educativas, cuja única forma é inscreverem as suas crianças, qualquer que seja a localidade visada com os encerramentos que o Ministério da Educação/Direcção Regional de Educação do Centro tem vindo a efectuar.
Na sequência da posição tomada pela Associação de Pais, relativamente ao reordenamento da rede escolar, o Conselho Municipal da Educação (CME) foi convocado para o dia 4 de Junho, permitindo auscultar a posição dos membros deste conselho, no que concerne ao encerramento dos estabelecimentos de ensino para o próximo ano lectivo, conforme orientações do ME/DREC. Estas orientações, de resto, visavam o encerramento das escolas do 1.º Ciclo do Casal Vieira e da Torre, sendo que nesta localidade se colocava em risco imediato a continuidade do jardim de infância local, não só pelo facto de ter menos de 20 crianças, como também por questões de racionalidade de recursos humanos e financeiros.
Se, por um lado, a escola do 1.º CEB de Casal Vieira terá como opção o novo Centro Educativo de S. Mamede, no caso da Torre, a sede de freguesia no Reguengo do Fetal não possui condições para que possa acolher mais uma turma, sem que sejam efectuadas obras de melhoramento, o que acontecerá durante este e o próximo anos, para que seja possível iniciar com melhores condições já no ano lectivo 2013/2014.
Relativamente ao jardim de infância, com o encerramento da Escola do 1.º CEB da Torre, o Reguengo do Fetal deixará de ter oferta pública neste sector, tendo como única alternativa “O Trevo”, agregado ao Centro Paroquial de Assistência do Reguengo do Fetal (IPSS).
De resto, esta questão poderá doravante colocar-se aos jardins de infância da Faniqueira e da Quinta do Sobrado, pelo registo decrescente de inscrições que se tem vindo a verificar, ano após ano. Mas, tendo em atenção o contexto em que as mesmas estão a funcionar, não será expectável que o Município e Agrupamento de Escolas consigam inviabilizar o respectivo funcionamento (manutenção), considerando a inexistência de alternativas na sede do concelho, gorada que foi a construção da “sonhada” escola projectada pela Parque Escolar.
A posição secundada pelos membros do CME, em sintonia com a do Município da Batalha, foi no sentido do encerramento da escola do 1.º CEB do Casal Vieira, pela alternativa de melhor oferta, e manutenção da escola do 1.º CEB da Torre e consequentemente o jardim de infância, enquanto não forem criadas condições para que ao respectivo encerramento possam ser proporcionadas melhores condições na escola da sede de freguesia.
A rede de transportes escolares, assunto em análise, será mantida nos moldes até aqui assegurados entre o Município e a rede pública, assim como a componente de apoio à família (CAF) e ATL continuarão a ser garantidos pela autarquia, ainda que sob o desígnio da contenção e maior rigor de apoios e subsídios sociais, visando uma equidade na respectiva atribuição, face aos constrangimentos financeiros no actual contexto da crise e respectivas limitações orçamentais do município.
Relativamente ao balanço do 2.º período do corrente ano lectivo, quanto ao rendimento escolar, verificam-se bons índices de aproveitamento do 1.º Ciclo, com um registo mais baixo no 2.º e 3.º ciclos, comparados com anos anteriores, preocupação registada pela direcção do Agrupamento, mas cujo balanço final determinará se as medidas correctivas entretanto preconizadas surtiram efeito, no sentido de serem acautelados e invertidos, através do Projecto Fénix, que visa corrigir o problema da equidade e da inclusão educativa, a ser posto em prática no próximo ano lectivo.
Ainda nesta reunião, o Agrupamento de Escolas fez sentir ao CME a necessidade de alertar a tutela para a urgência de serem efectuadas obras de beneficiação e apetrechamento essenciais ao bom funcionamento da escola, nomeadamente, um conjunto de reparações nos edifícios depauperados e equipamentos de apoio pedagógico indispensáveis e que acabaram por ser relegados pela perspectiva anunciada da construção de uma nova escola.
Associação de Pais da Batalha

Município da Batalha cancelou “férias desportivas”


Ao contrário do que tem acontecidos últimos anos, este Verão não serão organizadas as férias desportivas organizadas pelo Município da Batalha.
Em declarações ao Jornal da Golpilheira, o presidente da autarquia refere que “o Município teria que recorrer a horas extraordinárias, uma vez que se trata de um período de férias também para os nossos colaboradores, não esquecendo que esta divisão tem ao seu serviço sete pessoas, com a responsabilidade do funcionamento da biblioteca fixa e pólo de S. Mamede, biblioteca itinerante, museu e toda a área administrativa, que envolve eventos, preparação do novo ano lectivo ao nível dos transportes escolares, etc.”.
António Lucas refere ainda que “o Museu desenvolve um espaço de ocupação dos miúdos em período de férias e os ATL estarão em funcionamento contínuo, durante 11 meses”, podendo ainda os pais recorrer a “entidades privadas que prestam esse serviço”.
Sobre os custos desta acção, o autarca refere que o resultado da actividade em 2011 foi de 7.000 euros negativos.

Golpilheira nas 4 melhores do País


Taça Nacional de Futsal Feminino


A equipa de Futsal Feminino Sénior do Centro Recreativo da Golpilheira está de parabéns, ao conseguir passar à fase final da Taça Nacional da modalidade, sendo uma das quatro equipas de topo a nível nacional que continuam a disputar a prova.

Golpilheira – 5
Belmonte – 0
Como tínhamos alertado na última edição, este jogo decidia a equipa que passava à segunda fase. O jogo foi disputado no pavilhão da Batalha, no passado dia 26 de Maio. Estiveram presentes muitos adeptos e simpatizantes da nossa equipa, que a galvanizaram para a vitória.
Apesar do resultado dilatado, construi-lo não foi nada fácil. A equipa adversária defendeu muito junto à sua área, dificultando a tarefa das nossas atletas. A sua preocupação era apenas defender. As nossas jogadoras começaram a ficar nervosas, uma vez que o primeiro golo não surgia. Depois de tanta insistência, Rita Eusébio conseguiu abrir o activo. Tínhamos de marcar mais golos. O segundo surgiu ainda antes do intervalo, por Irina. A margem era escassa. Precisávamos de mais discernimento na segunda parte. O fado foi o mesmo. Uma equipa que só atacava e outra que apenas se preocupava em defender, para sofrer o menor número de golos. Mas, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura” e, com persistência, conseguimos marcar mais dois golos por Irina e Sandra.
Estávamos a poucos minutos do final, quando se soube que o Vilaverdense tinha ganho por 4-2 ao Núcleo Sportinguista de Leiria. Para garantirmos a passagem, tínhamos de marcar mais um golo. Nesta altura, Teresa Jordão colocou a guarda-redes volante e, passados alguns momentos, esta estratégia surtiu efeito. Numa entrada oportuna, Jéssica marcou o quinto golo, que nos garantia o primeiro lugar no grupo. Foi o delírio total no pavilhão. Agora era controlar o jogo, fazendo retenção de bola para não correr riscos desnecessários.
Finalmente, chegou o apito final. Estava conseguido mais um objectivo: passar à segunda fase da Taça Nacional.

Fase final da Taça Nacional

Passaram a esta fase as três equipas vencedoras das séries do Continente e a equipa dos Açores. Golpilheira (AF Leiria), Quinta dos Lombos (AF Lisboa), Vermoim (AF Braga) e Posto Santo (AF Angra do Heroísmo) estão a disputar um campeonato entre elas, para apurar a campeã. Neste momento já se disputaram quatro jogos, faltando apenas dois.

Golpilheira – 1
Vermoim – 3
O jogo disputado no dia 3 de Junho, na Batalha, foi contra uma equipa já nossa conhecida e actual campeã em título, vencedora da Taça Nacional de 2010/2011. Batemo-nos muito bem, fazendo uma excelente primeira parte, onde tivemos várias oportunidades de golo que não conseguimos concretizar. Fomos para intervalo empatados a zero.
No segundo tempo, a equipa adversária, sem ter um grande ascendente sobre a nossa, aproveitou as oportunidades que teve e marcou dois golos. Fomos à procura do nosso primeiro golo. Viemos a consegui-lo, por Pisko, numa recarga, já dum ângulo bastante difícil. Este golo deu algum ânimo às nossas atletas, que foram à procura do empate. Tiveram oportunidade para isso. Mas foi o Vermoim que, num rápido contra-ataque, obteve o terceiro golo, que decidiu o jogo, uma vez que já estávamos perto do final.

Posto Santo – 1
Golpilheira – 6
O jogo disputado no dia 7 de Junho, em Angra do Heroísmo, cifrou-se numa expressiva vitória por seis golos contra um. A nossa toada atacante foi constante e a história do jogo fica contada pelos golos.

Quinta dos Lombos – 4
Golpilheira – 1
No encontro disputado no dia 10 de Junho, no pavilhão da Quinta dos Lombos, sabíamos que estávamos perante uma equipa muito forte, talvez a possível vencedora desta Taça Nacional. As nossas jogadoras não se intimidaram, jogaram de igual para igual, sem complexos e com muita bravura, mas a equipa da casa conseguiu marcar um golo na primeira parte.
O intervalo foi bom conselheiro para as nossas jogadoras, que sem medo foram para cima da equipa da casa e, numa dessas insistências, conseguiram empatar o jogo, por Jéssica. Competia à Quinta dos Lombos tomar a iniciativa do jogo. As nossas jogadoras batiam-se galhardamente, respondo com contra-ataques que só não deram mais golos por mera infelicidade. Basta lembrar uma bola que foi aos dois postes e não entrou. O tempo passava e o marcador não se alterava. Faltavam cerca de sete minutos para terminar, quando Licas vê o segundo amarelo e é expulsa. Jogámos durante dois minutos com apenas quatro atletas. Não sofremos qualquer golo neste período, mas causou um desgaste tremendo às jogadoras em campo. Faltavam apenas quatro minutos para terminar o jogo e o empate persistia. E foi durante estes quatro minutos que a equipa claudicou, aproveitando a equipa da casa a marcar mais três golos. Por tudo aquilo que fizemos, merecíamos outro resultado, pelo menos o empate. Foi um dos melhores jogos da Taça Nacional

Vermoim – 6
Golpilheira – 3
No dia 16, foi a vez de o Vermoim receber a Golpilheira e novamente aquela equipa levou a melhor no confronto directo. Soubemos do resultado em cima do fecho da edição, sem podermos adiantar mais pormenores sobre o decorrer do jogo.
A equipa da Golpilheira já não poderá aspirar ao primeiro lugar, mas ainda tem dois jogos para mostrar o seu valor, sobretudo no último jogo, contra a grande favorita à vitória. Por isso, não deixemos de ir apoiar as nossas atletas nestas provas:
- Dia 23, 18h00 (Batalha – Golpilheira / Posto Santo
. Dia 30, 18h00 (Batalha – Golpilheira / Q. Lombos.

Manuel Carreira Rito

5º Grande Prémio Município da Batalha passou pela Golpilheira

Com organização da Câmara Municipal da Batalha e apoio técnico da Associação de Ciclismo de Santarém, disputou-se no dia 10 de Junho, o 5º Grande Prémio Município da Batalha, aberto às categorias de elites e veteranos A, B, C e femininos. Considerada “uma das melhores e mais duras provas velocipédicas destinada a amadores”, foi disputada em 9 voltas a um circuito de 9,5 quilómetros, no total de 84,5 Kms, com 76 ciclistas na linha de partida e numeroso público ao longo da estrada a assistir e a aplaudir os ciclistas. De referir que, como tem sido hábito, parte do percurso atravessou a freguesia da Golpilheira, onde teve também alguns apreciadores da prova.

Logo nos quilómetros iniciais, três atletas saíram do pelotão, Luis Alexandre da Xyami/Fagor/Nova Vida, André Filipe dos Sintra C. Ciclismo/Viveiros V. Lourenço e Bruno Sousa da Casa do Benfica de Almodôvar/Peçalmodôvar, uma fuga que foi ganhando um tempo considerável.
No pelotão, um dos atletas mais inconformado era David Rosa da Carboom, que quando chegava às subidas impunha um ritmo forte e fazia com que o pelotão, aos poucos, fosse perdendo unidades. Na 5.ª volta, onde estava instalado o prémio de montanha, David Rosa ataca forte e só alguns atletas o conseguiram acompanhar, como Vítor Lourenço e Luís Machado dos Viveiros, Paulo Oliveira e Ivo Santos da Xyami, David Costa do C. C. Litoral Alentejano/Caixa Agrícola e Ricardo Gaspar, do C. C. Centro/Vulcal.
No pelotão, havia ficado um dos candidatos, Rui Rodrigues do Peçalmodôvar, mas, inconformado por várias vezes tentou chegar-se à frente, até que conseguiu isolar-se, tendo conseguido com o decorrer dos quilómetros apanhar o grupo de atletas da frente.
A duas voltas do fim, a fuga de três elementos que vinha desde o início foi anulada pelo grupeto perseguidor, devido ao trabalho da equipa Viveiros V. Lourenço e de David Rosa, que sempre que o terreno subia impunha um andamento muito forte. Só que Luís Alexandre (Xyâmi) contra-atacou, ganhando quase um minuto a este grupo, obrigando a um esforço suplementar aos seus adversários, vindo apenas a ser apanhado na subida após da meta. Aí, foi o seu colega de equipa, Paulo Oliveira, que, tirando partido do desgaste dos seus adversários, contra-atacou e ganhou cerca de meio minuto. Os Viveiros ainda encetaram uma perseguição, primeiro  por André Filipe, depois por Luís Machado, tentando anular a fuga e lançar a corrida para Vítor Lourenço, mas mostraram-se incapazes de anular a fuga e Paulo Oliveira conseguiu aguentar a vantagem que trazia, ganhando com 2´´ de vantagem para o 2.º classificado, Rui Rodrigues do Peçalmodôvar, que bateu ao Sprint Vítor Lourenço dos Viveiros.
Nota muito positiva para a Xyami. A equipa sedeada em S. Jorge mostrou mais uma vez ser um bloco muito forte, andando sempre na frente da corrida e conseguindo ganhá-la, apesar de estar privada de quatro importantes elementos, empenhados na Taça de Portugal de Maratonas, em Manteigas.
Célia Vieira, sem adversárias à altura, venceu na categoria feminina.

2.º Torneio Convívio do Relvinha Park


12 equipas e muita animação



Decorreu nos dias 31 de Maio e 1 e 2 de Junho de 2012 o 2.º Torneio Convívio do Relvinha, com a participação de 12 equipas de grupos e empresas que frequentam durante o ano o Relvinha Park, em S. Antão, Batalha. Foram elas: Noxohottel, Casino Royal, Gilsport, Nata, Borracholas, Anonimus, Perfitec, Refugo, Quarta Team, ARB, CR Pinheiros e Tarados da Estrada. A vencedora foi a ARB.
Foi um evento bastante animado, tendo decorrido em paralelo um “torneio do bar”, saindo vencedora destacada a equipa Borracholas, fazendo justiça ao nome.
Ao final da tarde de sábado, após a disputa da final e a entrega de prémios, todos conviveram à volta do porco no espeto e entraram pelo serão com uma divertida e muito participada sessão de karaoke.
A organização refere que foi “um convívio animado e salutar que esperamos repetir por mais anos”. A participação correspondeu às expectativas, com muitos adeptos a virem apoiar as suas equipas, pelo que “temos de agradecer a colaboração de todos os atletas, patrocinadores e outras pessoas envolvidas no sucesso desta iniciativa”, referiram ao Jornal da Golpilheira os administradores do Relvinha Park.

Há 14 que se faz: Jantar “Campeões de 97/98”





Decorreu no passado dia 9 de Junho este tradicional convívio, que vai no seu 14.º ano. A organização deste ano esteve a cargo do Paulo Rito, Zeca e José Felício.
Infelizmente, daqueles que partilharam aquela brilhante vitória, alguns já partiram. Partiram, mas não foram esquecidos. Fez-se uma romagem ao cemitério da Golpilheira, onde se rezou e se colocaram flores nas campas de Joaquim Almeida, Júlia e Adriano Santos.
Depois desta simples homenagem, fomos para o Restaurante Etnográfico do C. R. Golpilheira, onde foi fornecida uma excelente refeição. Houve tempo para conversar, recordar alguns momentos caricatos daquela finalíssima, no antigo Estádio Dr. Magalhães Pessoa.
Foi um serão de muito convívio e muita amizade. Após a distribuição das lembranças e do discurso dum representante da organização, foi altura de fazer as contas à moda do Porto. Para o próximo ano, os responsáveis por este convívio são o Álvaro Rito e o Jorge Rito.
MCR

Veteranos de Futebol 11 da Golpilheira organizaram III Torneio Amizade




Realizou-se no passado dia 16 de Junho o III Torneio da Amizade, organizado pela secção de Veteranos do Centro Recreativo da Golpilheira, com a participação das equipas de Trujillo (Espanha), Régua, Concha Azul e equipa anfitriã. O evento contou com o apoio do Município da Batalha e da Junta de Freguesia da Golpilheira. 
Os jogos foram disputados no Municipal Sintético da Batalha, com grande desportivismo por todos os atletas e com as equipas bastante equilibradas. No primeiro jogo, a Régua ganhou por 4-1 à Concha Azul. No segundo, a Golpilheira impôs igual resultado a Trujillo. O jogo de disputa pelo 3.º e 4.º lugares terminou empatado a 1 bola, tendo ganho Trujillo nas grande penalidades, com 4 golos contra 3 da Concha Azul. Na final, a Golpilheira também terminou empatada por 1-1 com a Régua, sagrando-se vencedora nas grandes penalidades, também por 4-3. Os guarda-redes foram, portanto, elementos fundamentais da decisão. As equipas de arbitragem também estiveram à altura deste torneio.
Foi uma excelente manhã de convívio, onde não faltaram as bifanas e a tradicional imperial. Depois dos jogos, dirigimo-nos para o salão de festas da nossa colectividade, onde nos esperava o almoço. Aperitivos, sopa da pedra, bebidas, onde a imperial era rainha, porco no espeto, fruta e sobremesas.
Depois de bem tratados chegou a altura da entrega dos troféus e outras lembranças. Para a entrega destes troféus, estiveram presentes o presidente da Câmara da Batalha António Lucas, o vereador Carlos Henriques, Rui Cunha da secção cultural do Município, Carlos Santos, presidente da Junta da Golpilheira, e a direcção dos Veteranos. Foram chamados ao palco um responsável de cada equipa, que foram unânimes em afirmar que tinham sido bem recebidos e bem tratados e que esperavam retribuir quando os visitássemos.
Antes de terminar, António Lucas agradeceu a presença das três equipas convidadas, em especial a de Trujillo, concelho com o qual a Batalha está geminada há 20 anos. Salientou as novas amizades que se criam nestes encontros, importantes para a vida de cada um. Por fim, desejou que todos tivessem uma boa viagem de regresso.
Manuel Carreira Rito

Feira de ATL da Batalha




“Povos e Culturas do Mundo”


Insufláveis, caracterização facial, oficinas de pintura e trabalhos manuais, jogos tradicionais, música e muita animação foram os ingredientes de mais uma Feira de ATL, que decorreu no domingo 17 de Junho, na praça Mouzinho de Albuquerque, este ano com o tema “Povos e Culturas do Mundo”.
Desde há oito anos, esta é uma organização conjunta da rede concelhia de Actividades de Tempos Livres (ATL) e do Município da Batalha, onde se festeja em conjunto o final de mais um ano lectivo e se promove a partilha de experiências entre os vários centros de ATL, a saber: Brancas, EB1 Batalha, Casais dos Ledos, Quinta do Sobrado, Rebolaria, Reguengo do Fetal, Faniqueira, Centro Escolar, Jardim de Infância da Golpilheira, EB1 Golpilheira, Torre, S. Mamede e Casal Vieira.
Todos eles tiveram oportunidade de passar pelo palco a mostrar a suas artes musicais e dançantes. E nas barraquinhas várias eram as propostas de jogos, concursos e também de mostras dos seus trabalhos artísticos.
O programa ficou completo com a actuação da banda “Metamorphosis” e com a transmissão em ecrã gigante do jogo do Euro 2012 entre Portugal e a Holanda, com a nossa vitória a coroar de festa este dia.

Chegaram as férias grandes




Encerramento do ano lectivo


A chegada das férias grandes, no final de mais um ano escolar, é um momento sempre aguardado pela pequenada. Por isso, é normal que esta festa de fim de ano tenha um sabor especial, já a adivinhar os dias de sol que aí virão, os passeios, jogos e muitas brincadeiras.
Mas a festa, no passado dia 15 de Junho, foi ainda tomada muito a sério, com uma mostra de ginástica artística, muita música, dança, fantoches, teatro e outros talentos a passarem pelo palco e a conquistarem os aplausos do salão, repleto de familiares e amigos.
Um momento sempre especial é a entrega de pastas aos “finalistas” do 4.º ano, que se despedem desta escola e irão no próximo ano para outro patamar da sua formação. Trajados a rigor, de capa e chapéu, receberam os parabéns da professora e um diploma de bom aproveitamento.
No final, os pais ofereceram aos professores e auxiliares uma lembrança de agradecimento pelo seu trabalho durante o ano, e todos conviveram à volta da mesa recheada de petiscos que trouxeram para partilhar.

Bicicletas antigas invadiram a Batalha




Junta de Freguesia organizou


A vila da Batalha foi invadida, no passado dia 10 de Junho, pela I Concentração de Bicicletas Antigas. A iniciativa foi da Junta de Freguesia da Batalha, inserida no âmbito das comemorações dos 500 anos da criação da paróquia e freguesia, e apesar do tempo chuvoso ao início da manhã, contou com 323 participantes inscritos.
Depois da concentração junto ao pavilhão multiusos, a comitiva partiu em passeio pelas Cancelas, Brancas, Arneiro e parou para um reforço de energias na Golpilheira, junto à colectividade. Depois, regressou ao ponto de partida, pela zona ribeirinha do Lena, concluindo com entrega de prémios e almoço de porco no espeto oferecido aos “atletas”.
Para além do convívio e da oportunidade para apreciar as paisagens naturais da região, esta foi também uma interessante mostra cultural, não só pelas relíquias de duas rodas que apareceram, mas também porque muitos participantes fizeram questão de envergar trajos tradicionais e equipar os veículos com alfaias agrícolas e outros adereços usados na altura em que este era um meio de locomoção diário dos nossos antepassados.
Houve prémios para os melhor trajados, para os que vieram de mais longe (perto de Esposende), e para a bicicleta mais antiga, uma preciosidade da marca Quadrant, de 1890, com um curioso travão de calços.  LMF

Jantar de encerramento da época das Escolas de Futebol do CRG





A secção de Escolas de Futebol do CRG organizou um jantar de encerramento da época desportiva, no passado dia 9 de Junho, com a presença de todos os atletas benjamins e sub-13, treinadores, equipas técnicas, pais e familiares.
Depois da agradável refeição, o presidente desta secção, José Carlos Nunes, agradeceu o trabalho que todos desenvolveram durante a época, a começar pelos pequenos atletas e seus treinadores e passando pelos pais e outros amigos que os acompanharam.
Deu depois a palavra aos treinadores, Luís Rito dos benjamins, Nuno Bagagem e Tiago Teixeira dos sub-13, que também manifestaram o seu contentamento pela forma como decorreu a época e anunciaram para o próximo ano a continuação dos benjamins e a formação de uma equipa de iniciados, pois não teremos número suficiente para uma equipa sub-13. “Será um esforço maior para os mais novos, mas terão também oportunidade de aprender mais e adaptar-se melhor a este escalão no futuro”, sublinhou o treinador Nuno Bagagem.
No final, todos os miúdos receberam uma lembrança desta época e o presidente da colectividade, Belarmino Videira, reiterou o agradecimento a todos os que estiveram envolvidos durante o ano na formação desportiva destes jovens e pediu aos pais que continuem a apoiar cada vez mais esta secção, para ajudar à construção do futuro destes jovens.

Benjamins do CRG chegaram à fase final do Torneio no Pilado e Escoura





A equipa de benjamins do Centro Recreativo da Golpilheira foi convidada para participar no II Torneio de Benjamins do CDR Pilado e Escoura, que juntou 14 equipas nos dias 9, 10 e 16 de Junho.
Na primeira fase, a nossa equipa perdeu um, empatou outro e venceu o último do seu grupo, tendo passado às fases finais pela diferença de golos. E aí perdeu por 2-1 com a equipa dos Marrazes.
Mas mais importante do que os resultados foi a oportunidade para praticar o futebol, para aprender mais um pouco e para o convívio com outros atletas. Isso mesmo salientou no primeiro dia o futebolista Bilro, ex-jogador da União de Leiria que foi o patrono deste evento desportivo. “É importante aprender a jogar bem, tentar imitar os melhores e chegar mais longe, mas o mais importante é crescer como pessoas, respeitar as regras, os colegas e outros elementos do jogo e, sobretudo, divertirem-se no campo”, resumiu Bilro numas breves palavras que dirigiu aos participantes antes do início do torneio.

Encerramento da época no Estádio Magalhães Pessoa: Benjamins distritais em festa





À semelhança do que tem acontecido nos últimos anos, a Associação de Futebol de Leiria promoveu uma festa de encerramento da época desportiva para as equipas distritais de infantis, no passado dia 3 de Junho.
O palco foi o estádio municipal de Leiria, que recebeu centenas de jogadores das escolinhas e muitos adeptos, familiares e amigos numa verdadeira tarde festiva, onde não faltou a equipa da Golpilheira.
Os torneios proporcionaram a todos dois jogos no campo relvado, mas o principal ponto de interesse foi o convívio entre os pequenos atletas, cujo desfile final encheu por completo a pista em redor do recinto de jogo.

Santíssima Trindade na Batalha: Festas com sabor a 500 anos




Tal como referimos na passada edição, as Festas da Santíssima Trindade tiveram este ano um especial significado, estando a decorrer as comemorações dos 500 anos da criação da paróquia da Batalha.
As comunidades responderam ao convite a uma participação mais activa e empenhada, especialmente visível pela presença na procissão das imagens dos padroeiros de todas as igrejas, para além das habituais bandeiras que representam também as instituições paroquiais. Podemos dizer que foi uma grande manifestação pública de fé do nosso povo e também da união das várias localidades que constituem esta Igreja batalhense.
No cortejo final, estiveram também cerca de três dezenas de andores e ofertas, com os tradicionais bolos de ferradura e acompanhados pelo pão para oferta. Não faltaram as pequenas merendeiras para atirar do alto do Carvalho do Outeiro sobre as cabeças da multidão. Uns esforçam-se para as apanhar, outros apanham com elas sem o esperar, mas é de facto um momento de diversão a meio do longo percurso.
As ofertas já foram mais, mesmo em anos mais recentes, diziam algumas pessoas. Mas também já foram muito menos, sobretudo até há uns cinco anos atrás. De qualquer forma, formaram um longo cortejo, a lembrar o brilho que estas festas tiveram em tempos mais remotos, quem sabe se não desde os inícios da paroquialidade, há cinco séculos…
A celebração eucarística, ponto central de toda a festa, foi presidida por monsenhor Luciano Guerra, concelebrada pelo pároco José Ferreira e o padre Raul Carnide, e participada por várias centenas de fiéis de toda a paróquia. Foi também solenizada, com especial preparação do grupo coral, constituído por membros de vários grupos das nossas comunidades, também da Golpilheira.
A imperatriz deste ano foi Catarina Alexandra Pragosa, que assumiu estar à frente de um numeroso grupos de colaboradores, voluntários e prestadores de serviços, para que tudo corresse pelo melhor. Assim, também o arraial correspondeu ao ambiente de convívio alegre entre as pessoas, com restaurante permanente, tascas de jogos, quermesse, café da avó e petiscos, tendo sido também reforçado o programa de animação com espectáculos de música popular todas as noites.
A principal enchente verificou-se, como esperado, na noite de domingo, no espectáculo do famoso artista Quim Barreiros. Mas também o duo Fronteira, no sábado, e o acordeonista Virgílio Pereira, na segunda-feira, animaram dois bons serões de dança e música popular. Destaque, ainda, para a participação na procissão, no cortejo e num concerto no arraial da Banda Filarmónica Avelarense, para o espectáculo de música tradicional do grupo batalhense Sons do Lena, e para o festival de folclore com o Rancho Rosas do Lena e o Grupo Etnográfico do Pessoal dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
Nota final para os prémios que são atribuídos às cinco melhores ofertas do cortejo. Este ano ficaram assim distribuídos: 1.º Carlos Silva Patrocínio (Jardoeira), 2.º Rancho Rosas do Lena (Rebolaria), 3.º Artur Jorge Monteiro (Golpilheira), 4.º Alberto Sousa Moreira (Rebolaria) e 5.º Maria Emília Jordão (Arneiro).
Luís Miguel Ferraz

Encerramento(s) do mês de Maria




Tradição esmorecida


A Comissão da Igreja da Golpilheira organizou a oração do terço nos domingos de Maio e o encerramento do mês de Maria no passado dia 27 de Maio. Cerca de cinquenta pessoas participaram na oração do terço na igreja e fizeram depois uma pequena procissão de oferendas, seguindo-se o leilão e o lanche de convívio onde o prato forte foi o carapau assado.
A Comissão de S. Bento organizou também a reza do terço naquela igreja nos domingos de Maio e agendou a festa do encerramento para o próximo dia 1 de Julho, também com cortejo e leilão de ofertas e uma merenda de convívio.
Esta é a notícia. Os comentários estão feitos no editorial.

FIABA | Muita gente, mas artesãos “notam” a crise





O melhor artesanato, gastronomia... e animação

Mais uma FIABA passou, com muito público a apreciar a mostra de artesanato, a saborear a boa gastronomia regional e a divertir-se com o programa de animação.
Apesar de as tasquinhas terem funcionado com a habitual afluência, alguns artesãos com quem falámos afirmam que a crise se fez notar bastante. As pessoas continuam a ver e a mostrar interesse, mas compram menos. Resta-nos esperar que este ciclo passe. Ainda assim o balanço é positivo, com o recinto a receber vários milhares de pessoas, sobretudo no fim-de-semana.
Na tasca da Golpilheira, o movimento estes sempre em alta nas várias refeições, com o serviço a ser assegurado pela secção de Veteranos de Futebol 11 da nossa colectividade. A nossa freguesia esteve também presente na animação, nomeadamente, com a demonstração de dança hip-hop da Escola de Dança do CRG, na tarde de sábado, e a actuação do rancho “As Lavadeiras do Vale do Lena”, na tarde de domingo.

Fabrico do Papel em Figueiró dos Vinhos no séc. XVII


Livro apresentado em Leiria



Já falámos nesta rubrica do livro “O Fabrico do Papel em Figueiró dos Vinhos no séc. XVII”, de Miguel Portela, lançado no passado mês de Março. A obra foi apresentada, no passado dia 9 de Junho, no Moinho do Papel, em Leiria
O vereador da Cultura do Município de Leiria, Gonçalo Lopes, sublinhou a importância deste estudo para a história do Distrito e do País, e chefe de gabinete do presidente do Município, Acácio de Sousa, enfatizou o trabalho deste autor “enquanto elo de ligação entre o Norte e o Sul do distrito de Leiria, dando a conhecer os valores, a história e o património destas duas regiões e contribuindo assim para a divulgação da sua cultura e das suas potencialidades”. Uma importante “missão cultural” que foi também referida por Carlos Lopes, vereador da Câmara de Figueiró dos Vinhos.
Na sua apresentação, Miguel Portela referiu que a sua obra “documenta a história da indústria portuguesa, num contexto nacional de momentos de impulso tecnológico específicos e localizados em regiões como a que envolve Figueiró dos Vinhos e os concelhos vizinhos”. É também a “história dos empreendedores e das empresas criadas no séc. XVII, numa área de tecnologia arriscada e complexa, mas de grande valia para o reforço da indústria nacional, como era o fabrico do papel”.
Sem estudos anteriores conhecidos, o fabrico do papel em Figueiró dos Vinhos prolongou-se por várias gerações e constituiu uma das formas de investimento económico na região, demonstrando a visão da época, no aproveitamento das apetências que os recursos naturais e a geografia proporcionava. Esta actividade industrial coexistiu, em paralelo com as Ferrarias da Foz de Alge, também em Figueiró dos Vinhos, empreendimento de grande vulto para o país restaurado do séc. XVII, que mobilizou técnicos estrangeiros e nacionais e investimentos consideráveis.
O livro de Miguel Portela demonstra todos estes factos através de documentos inéditos e de descrições circunstanciadas nos respectivos espaços e no decurso da existência dos meios de fabrico e dos fabricantes de papel de Figueiró dos Vinhos.

Declaração de Amor à Língua Portuguesa


Redacção

Vou chumbar a Língua Portuguesa, quase toda a turma vai chumbar, mas a gente está tão farta que já nem se importa. As aulas de português são um massacre. A professora? Coitada, até é simpática, o que a mandam ensinar é que não se aguenta. Por exemplo, isto: No ano passado, quando se dizia “ele está em casa”, “em casa” era o complemento circunstancial de lugar. Agora é o predicativo do sujeito.”O Quim está na retrete” : “na retrete” é o predicativo do sujeito, tal e qual como se disséssemos “ela é bonita”. Bonita é uma característica dela, mas “na retrete” é característica dele? Meu Deus, a setôra também acha que não, mas passou a predicativo do sujeito, e agora o Quim que se dane, com a retrete colada ao rabo.
No ano passado havia complementos circunstanciais de tempo, modo, lugar etc., conforme se precisava. Mas agora desapareceram e só há o desgraçado de um “complemento oblíquo”. Julgávamos que era o simplex a funcionar: Pronto, é tudo “complemento oblíquo”, já está. Simples, não é? Mas qual, não há simplex nenhum, o que há é um complicómetro a complicar tudo de uma ponta a outra: há por exemplo verbos transitivos directos e indirectos, ou directos e indirectos ao mesmo tempo, há verbos de estado e verbos de evento, e os verbos de evento podem ser instantâneos ou prolongados, almoçar por exemplo é um verbo de evento prolongado (um bom almoço deve ter aperitivos, vários pratos e muitas sobremesas). E há verbos epistémicos, perceptivos, psicológicos e outros, há o tema e o rema, e deve haver coerência e relevância do tema com o rema; há o determinante e o modificador, o determinante possessivo pode ocorrer no modificador apositivo e as locuções coordenativas podem ocorrer em locuções contínuas correlativas. Estão a ver? E isto é só o princípio. Se eu disser: Algumas árvores secaram, “algumas” é um quantificativo existencial, e a progressão temática de um texto pode ocorrer pela conversão do rema em tema do enunciado seguinte e assim sucessivamente.
No ano passado se disséssemos “O Zé não foi ao Porto”, era uma frase declarativa negativa. Agora a predicação apresenta um elemento de polaridade, e o enunciado é de polaridade negativa.
No ano passado, se disséssemos “A rapariga entrou em casa. Abriu a janela”, o sujeito de “abriu a janela” era ela, subentendido. Agora o sujeito é nulo. Porquê, se sabemos que continua a ser ela? Que aconteceu à pobre da rapariga? Evaporou-se no espaço?
A professora também anda aflita. Pelo vistos no ano passado ensinou coisas erradas, mas não foi culpa dela se agora mudaram tudo, embora a autora da gramática deste ano seja a mesma que fez a gramática do ano passado. Mas quem faz as gramáticas pode dizer ou desdizer o que quiser, quem chumba nos exames somos nós. É uma chatice. Ainda só estou no sétimo ano, sou bom aluno em tudo excepto em português, que odeio, vou ser cientista e astronauta, e tenho de gramar até ao 12º estas coisas que me recuso a aprender, porque as acho demasiado parvas. Por exemplo, o que acham de adjectivalização deverbal e deadjectival, pronomes com valor anafórico, catafórico ou deítico, classes e subclasses do modificador, signo linguístico, hiperonímia, hiponímia, holonímia, meronímia, modalidade epistémica, apreciativa e deôntica, discurso e interdiscurso, texto, cotexto, intertexto, hipotexto, metatatexto, prototexto, macroestruturas e microestruturas textuais, implicação e implicaturas conversacionais? Pois vou ter de decorar um dicionário inteirinho de palavrões assim. Palavrões por palavrões, eu sei dos bons, dos que ajudam a cuspir a raiva. Mas estes palavrões só são para esquecer. Dão um trabalhão e depois não servem para nada, é sempre a mesma tralha, para não dizer outra palavra (a começar por t, com 6 letras e a acabar em “ampa”, isso mesmo, claro.)
Mas eu estou farto. Farto até de dar erros, porque me põem na frente frases cheias deles, excepto uma, para eu escolher a que está certa. Mesmo sem querer, às vezes memorizo com os olhos o que está errado, por exemplo: haviam duas flores no jardim. Ou: a gente vamos à rua. Puseram-me erros desses na frente tantas vezes que já quase me parecem certos. Deve ser por isso que os ministros também os dizem na televisão. E também já não suporto respostas de cruzinhas, parece o totoloto. Embora às vezes até se acerte ao calhas. Livros não se lê nenhum, só nos dão notícias de jornais e reportagens, ou pedaços de novelas. Estou careca de saber o que é o lead, parem de nos chatear. Nascemos curiosos e inteligentes, mas conseguem pôr-nos a detestar ler, detestar livros, detestar tudo. As redacções também são sempre sobre temas chatos, com um certo formato e um número certo de palavras. Só agora é que estou a escrever o que me apetece, porque já sei que de qualquer maneira vou ter zero.
E pronto, que se lixe, acabei a redacção - agora parece que se escreve redação. O meu pai diz que é um disparate, e que o Brasil não tem culpa nenhuma, não nos quer impor a sua norma nem tem sentimentos de superioridade em relação a nós, só porque é grande e nós somos pequenos. A culpa é toda nossa, diz o meu pai, somos muito burros e julgamos que se escrevermos ação e redação nos tornamos logo do tamanho do Brasil, como se nos puséssemos em cima de sapatos altos. Mas, como os sapatos não são nossos nem nos servem, andamos por aí aos trambolhões, a entortar os pés e a manquejar. E é bem feita, para não sermos burros.
E agora é mesmo o fim. Vou deitar a gramática na retrete, e quando a setôra me perguntar: Ó João, onde está a tua gramática? Respondo: Está nula e subentendida na retrete, setôra, enfiei-a no predicativo do sujeito.
João Abelhudo, 8º ano, turma C (c de c…r…o, setôra, sem ofensa para si, que até é simpática)
In: http://observatorio-lp.sapo.pt 

Padre João vai estar cá estas férias


Carta das famílias da Bahia aos amigos de Portugal


O padre João Monteiro da Felícia, nosso conterrâneo missionário da Consolata no Brasil, já está em Portugal para algumas semanas de férias, onde ficará até ao mês de Setembro. Vai aproveitar para descansar e também para formação, sobretudo, em Lisboa e Fátima.
Por correio electrónico, já nos confirmou que virá visitar a sua terra natal, a Golpilheira, talvez por ocasião das festas da nossa comunidade.
Como ele nos tem dito, continua a enviar uma parte dos donativos que lhe enviamos para S. Paulo, partilhando com a sua antiga paróquia de Jaguarari. Foi daí que nos trouxe uma “carta das famílias da Bahia aos amigos de Portugal”, que nos é dirigida e que passamos a transcrever:
É com muita alegria que nós, que fazemos parte da equipe solidária Paróquia São João Batista de Jaguarari – Bahia vos saudamos.
Queremos agradecer a todos vocês pela colaboração dada com muito carinho às nossas crianças e famílias, pois com a vossa colaboração distribuímos as cestas básicas, tirámos estas famílias da FOME e de DOENÇAS.
As famílias agradecem, mas também nós queremos em nome delas agradecer a vocês. E também agradecer ao nosso querido e irmão Santo Padre João Monteiro da Felícia, que veio para o nosso meio nos trazer alegria e tirar as famílias da miséria, juntamente com a contribuição de vocês.
Se não fosse esse nosso irmão a nos ajudar, como estariam essas famílias? Ainda precisando de ajuda de todos. Junto ao agradecimento vai também a nossa oração por todos vocês e que Deus nosso pai criador lhes dê tudo em dobro.
O padre João, neste 2.º semestre aqui no Brasil, nos ajudou com a quantia de 800 reais (c. 300 euros), o que dá mais ou menos uns 1.650 reais (c. 600 euros) ao ano. Isto vem acontecendo desde que o P. João nos está ajudando.
Agradecemos não só pelo dinheiro e pela ajuda que vocês todos nos dão, mas, pela caridade que fazem com este povo tão carente de nossa cidade que precisa muito de ajudas solidárias como estas.
Temos a certeza que a vossa generosidade vai ainda continuar. Pedimos a Nossa Senhora de Fátima que proteja todos vocês. Aqui rezamos muito por vocês. Não vos esquecemos.
Atenciosamente,
Equipe de caridade
Paróquia São João Batista de Jaguarari Bahia

180 - Fotos do mês


180 - Tintol & Traçadinho


domingo, 24 de junho de 2012

Livros, jogos e tudo à volta…


Decorreu entre 5 e 10 de Junho, na praça Mouzinho de Albuquerque, a XI edição da Feira do Livro e do Jogo da Batalha, iniciativa que contou com a participação de 7 livrarias, representantes de mais de 25 editoras do País, e uma tenda de venda de jogos, a representar algumas das marcas mais conceituadas do mercado nesta área.
Este certame é também marcado por uma diversa oferta de animação cultural, este ano com a participação do contador de histórias Jorge Serafim e dos grupos “Teatro ao Largo” e “NKT Rei sem Roupa - Associação Cultural”. A presença do Teatro Pandora no domingo foi cancelada devido ao mau tempo.

UNESCO e “Fio da Memória”

Na tarde de sábado, houve ainda lugar para a cerimónia de entrega do certificado de pertença da Biblioteca da Batalha à Rede de Bibliotecas Associadas da UNESCO (ver notícia ao lado) e para a inauguração da exposição “A UNESCO em Cartazes”, que ficará patente na galeria Mouzinho de Albuquerque até ao dia 23 de Junho. Uma mostra que permite percorrer toda a história desta importante instituição de educação, cultura e ciência mundial, criada em 1945.
Na mesma ocasião foram ainda divulgados os vencedores da 4.ª edição do concurso literário “O Fio da Memória – O Conto”, dirigido aos alunos dos 2.º e 3.º ciclo e secundário do concelho da Batalha, bem como a apresentação do livro onde se reúnem os contos premiados da edição de 2010.

Rede de Bibliotecas da UNESCO

Nesta feira do livro, a Biblioteca Municipal da Batalha recebeu das mãos da Comissária Nacional da UNESCO, Manuela Galhardo, o diploma de integração na Rede de Bibliotecas Associadas da UNESCO, como reconhecimento do seu trabalho em prol “da cultura, dos valores da cidadania e ainda da inovação de alguns projectos implantados no concelho e na região”.
Criada internacionalmente em 1985, esta Rede visa a promoção da leitura e do livro como ferramentas essenciais para o desenvolvimento do saber, do entendimento e da cooperação internacional. Segundo Manuela Galhardo, “as bibliotecas associadas da UNESCO constituem-se como o meio ideal para a disseminação do conhecimento, desempenhando, por essa razão, um papel fundamental na difusão da informação e no combate à iliteracia”.
Para Cíntia Silva, vereadora da Cultura do Município, esta distinção “é um motivo de orgulho para todos os batalhenses e um sinal claro da dinâmica em prol do livro e da cultura que esta biblioteca regista há anos”.
Como exemplos, refiram-se projectos como o Biblioclube 24 (máquina que empresta livros 24 horas por dia, 365 dias por ano), os percursos diurnos e nocturnos da Biblioteca Itinerante, os diversos projectos de acessibilidade à leitura aprovados pela Fundação Calouste Gulbenkian, a promoção de conferências e sessões temáticas ou a realização desta Feira do Livro e do Jogo.

PLIP - Leitura Inclusiva Partilhada

Nesta edição da Feira do Livro e do Jogo, a Biblioteca Municipal, em parceria com as bibliotecas do agrupamento e com a rede de bibliotecas escolares da Batalha, voltou a apresentar o seu projecto “PLIP – Projecto de Leitura Inclusiva Participada”. Iniciado em 2011, tem por objectivo levar a leitura a todos, incluindo pessoas com incapacidade ou necessidades especiais, ao mesmo tempo que “dá nova vida aos livros que se encontram nas estantes das bibliotecas”.
Para este ano, foi apresentado um conjunto de materiais a disponibilizar nas bibliotecas, sobre a obra “Uma questão de azul-escuro”, da autoria de Margarida Fonseca Santos, que inclui os formatos acessíveis do braille, alto-relevo, áudio-livro, vídeo-livro, língua gestual portuguesa, entre outros.
Na ocasião, foi apresentada esta mesma história pela turma do 8.º D do Agrupamento de Escolas da Batalha, que trabalharam a sua encenação na disciplina de Teatro orientada pela professora Natália Pereira.



sábado, 23 de junho de 2012

Ensemble Vocal Cappella Duriensis


No Mosteiro da Batalha


Tal como já referimos na última edição, o Festival Musica em Leiria voltou a inserir o concelho da Batalha nos palcos da corrente edição. Para desfrutar da oferta deste grande evento regional, poderá aproveitar ainda o concerto do consagrado agrupamento Ensemble Vocal “Cappella Duriensis”, do Porto, com direcção de Jonathan Ayerst. Terá lugar no Mosteiro de Santa Maria da Vitória, no dia 24 de Junho, às 21h30.
Depois, resta o espectáculo das Vivaldianas, na sexta-feira 29 Junho, às 21h30, no m|i|mo de Leiria, e o concerto de encerramento, no sábado 30 Junho, às 21h30, no Teatro José Lúcio da Silva, com Dhafer Youssef Quartet (Dhafer Youssef, oud; Kristjan Randalu, piano; Chris Jennings, baixo; Chander Sardjoe, bateria).


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Golpilheira passa à 2ª fase da Taça Nacional

Fonte: http://golpilhas.blogspot.pt





As nossas Golpilhas estão de PARABÉNS!!! Depois de no passado dia 19 de Maio terem vencido o N.S.Leiria por 7-3 e da equipa do Vilaverdense ter goleado a equipa da Guarda Unida por 19-0, o C.R.Golpilheira necessitava não só de vencer o último jogo como também garantir que nas contas finais tivessem mais 3 golos do que a equipa da Figueira. Isto porque a equipa do Vilaverdense ia para o ultimo jogo com uma vantagem sobre nós de 2 golos e uma vez que as duas equipas estavam empatadas, passava equipa com mais golos marcados.

A ultima jornada foi de muitos nervos e certamente de muita pressão para estas duas equipas que partilhavam do mesmo objectivo...passar à fase seguinte na Taça Nacional.

Enquanto na Figueira o G.R.Vilaverdense defrontava o N.S.Leiria, o C.R.Golpilheira defrontava na Batalha, a Casa do Benfica de Belmonte.

A jogar em casa mas com a cabeça também no resultado na Figueira, as nossas Golpilhas não entraram bem no jogo e golo teimava em não aparecer. A equipa adversária limitava-se a fechar-se bem na sua área e tentava jogar no contra-ataque. O tempo ia passando e na bancada surgiu a noticia que a equipa do Vilaverdense já vencia o N.S.Leiria por 1-0. Apesar da noticia os nossos adeptos não deixaram de acreditar e a partir dai apoiaram cada vez mais a sua equipa. Rita Eusébio leva o publico ao rubro ao inaugurar o marcador, quase ao mesmo tempo que na Figueira a equipa de Leiria empatava o jogo. Ainda assim era necessário que as nossas Golpilhas marcassem por mais duas vezes e o resultado do G.R.Vilaverdense ficasse assim. Tal não aconteceu e ainda antes do intervalo a equipa da Figueira volta a por pressão na Golpilheira ao marcar o 2º golo.

Também na Batalha as nossas Golpilhas não baixavam os braços e depois de algumas falhas que só aconteceram por todo o stress e pressão que estavam a a sentir, Irina Araújo volta a dar esperança à equipa e a todos os que acompanhavam e sofriam com o jogo, levando a equipa de Teresa Jordão a vencer por 2-0 ao intervalo.

O jogo na Figueira estava um pouco mais adiantado que o nosso e logo que começou a 2ª parte na Batalha já o G.R.Vilaverdense vencia por 3-1.

Sempre atrás do "prejuízo" o C.R.Golpilheira nunca deixou de acreditar e 2 minutos após o inicio da 2ª parte e depois de uma boa jogada de equipa, Sandrita faz o 3-0.

Apesar de estar a vencer, este resultado não servia à equipa da casa que precisar marcar mais golos...quantos mais...melhor.

Na Figueira o Núcleo reduzia a vantagem para 3-2 e na Batalha desesperava-se por golos. Golo esse que chegou a 12 minutos do fim novamente por Irina Araújo depois de uma jogada de contra-ataque dirigida por Liliana Salema (Licas). Com este resultado as nossas Golpilhas passavam para frente, mas estava destinado que tínhamos de sofrer até ao fim e a equipa da Figueira marca o 4 golo deixando tudo empatado.

Faltavam ainda 7 minutos para o fim do jogo na Batalha, quando o jogo do G.R.Vilaverdense acabou (4-2).

Tudo dependia de nós...se marcássemos e não sofrêssemos passávamos a fase seguinte...se não marcássemos o Vilaverdense passava por mais golos marcados que nós na fase de grupos. (1 golo a mais).

O tempo passava e o golo não chegava...ou porque a G.Redes da equipa adversária defendia tudo, ou porque as nossas golpilhas estavam cada vez mais ansiosas e não faziam os passes e remates certos...ou porque o poste e a barra estavam lá para impedir o tão desejado golo. Só a 2 minutos do fim o pavilhão "explodiu" de alegria quando Jessica Pedreiras marca o 5 golo da sua equipa e carimba a passagem da Golpilheira à fase seguinte.

A partir daí foi gerir o resultado e esperar pelo apito final para festejar mais um grande feito da equipa de Teresa Jordão que neste momento já é uma das melhores quatro equipas do país.

A todas as pessoas que foram apoiar a nossa equipa..a todos aqueles que juntamente connosco continuam a sonhar e a acreditar em nós...o nosso MUITOOOOO OBRIGADAAAA :)

À equipa do G.R.Vilaverdense desejamos as maiores felicidades...vocês são "gigantes", uma excelente equipa, com uma excelente equipa técnica, com uma excelente equipa de apoiantes e provámos que o FUTSAL é magico quando duas grandes equipas se defrontam. Bem Hajam e continuação de bom trabalho.

Jogos da Fase Final