quarta-feira, 25 de julho de 2012

Demó venceu IX edição do Torneio de Futsal Município da Batalha


A equipa do Centro Recreativo e Jardim Infantil da Demó, da freguesia de São Mamede, sagrou-se vencedora da nona edição do Torneio de Futsal Município da Batalha. Num jogo bastante disputado e muito correcto sob o ponto de vista disciplinar, a final opôs a equipa de São Mamede à Associação Recreativa e Cultural de Alcaidaria, tendo resultado final sido de 3-2.
Num torneio em que a Golpilheira se situou a meio da tabela, o melhor jogador do torneio foi Alexandre Baptista (C. R. Demó) e a Taça Disciplina foi entregue à S. R. Jardoeira.
Conforme dita o regulamento da prova, a X edição do torneio será realizada em 2013 pela equipa vencedora, sendo que será a primeira vez que esta prova se desloca à freguesia de São Mamede.

Classificação Geral
1.º - CR Demó
2.º - ARC Alcaidaria
3.º - CR Rebolaria
4.º - AR Amarense
5.º - AR Batalhense
6.º - SR Relvense
7.º - ACR Calvaria Baixo
8.º - CR Golpilheira
9.º - CCR Qª do Sobrado
10.º - AT Shotokan K.
11.º - CR Pinheiros
12.º - AR Garruchas
13.º - CR Alcanadas
14.º - SR Jardoeira

Mosteiro acolhe encerramento do Estágio Internacional de Orquestra


As Capelas Imperfeitas do Mosteiro da Batalha acolhem, no dia 29 de Julho, domingo, às 18h00, o concerto de encerramento do 9.º Estágio Internacional de Orquestra da Região de Leiria/ Fátima.
O repertório a interpretar inclui composições de Debussy (Prélude à l’après-midi d’un faune, Nocturnes I e II (Nuages e Fêtes) e Berlioz (Symphonie fantastique).
As duas primeiras obras serão dirigidas por alunos de Direcção de Orquestra que integram este estágio, enquanto que a Sinfonia Fantástica será conduzida pelo conceituado maestro Jean-Sébastien Béreau, responsável pelos estágios de orquestra do Orfeão de Leiria.
A entrada é gratuita.



Hot Clube de Portugal na Batalha


Música nos Mosteiros


No âmbito da Rede de Mosteiros Portugueses Património da Humanidade (RMPPH), a Direcção-Geral do Património Cultural apresenta até Setembro um ciclo de concertos denominado “Música nos Mosteiros”.
Este ciclo inscreve-se no plano estratégico da RMPPH, apresentando como parceiros os municípios de Alcobaça, Batalha, Lisboa e Tomar, e contando com co-financiamento comunitário, através do QREN, POCentro e POLisboa e Vale do Tejo.
Neste âmbito, o Mosteiro da Batalha vai receber um concerto de jazz pelo quinteto do Hot Club Portugal, no próximo dia 4 de Agosto, sábado, às 18h00.
A entrada é livre, condicionada à capacidade da sala.



Colóquio/atelier no Mosteiro


“Da Investigação à Comunicação nos Monumentos”


Vai decorrer no Mosteiro de Santa Maria da Vitória, nos dias 13 e 14 de Outubro, um colóquio/atelier sobre a Capela dos Sousas deste Mosteiro, com o mote “Da Investigação à Comunicação nos Monumentos”. Com organização conjunta do Mosteiro, do Museu da Comunidade Concelhia da Batalha e do CEPAE – Centro do Património da Estremadura, a iniciativa terá coordenação científica do historiador Saul António Gomes.
O Mosteiro da Batalha consagrou-se, em grande medida, como panteão régio, de D. João I a D. João II. Esta realidade levou a que quase se esquecesse ter sido esta também a última morada não apenas dos frades pregadores que o habitaram em vida, mas ainda de uma aristocracia de corte. O testemunho mais notável de um tão interessante aspecto da história portuguesa é a Capela dos Sousas, cujo património, hoje disperso, cobre um arco temporal de três séculos (XV a XVII).
Apesar de mal conhecida do público, a história desta capela foi já objecto de estudo por diversos especialistas dos domínios da genealogia, da heráldica e da história da arte, que apresentarão os respectivos contributos num primeiro dia de colóquio.
O segundo dia será dedicado a exercitar competências e a aplicar estratégias comunicativas (visuais e textuais), com o objectivo de apresentar propostas de materiais interpretativos para a Capela dos Sousas. Deseja-se, assim, implicar os participantes na transmissão de conhecimento, dando-lhes um papel activo no resgate memorial deste  importante património.
Este colóquio/atelier encontra-se aberto a todos, podendo interessar, em particular, a gestores e técnicos de património e museus, membros de associações culturais e de património, autarcas, estudantes e professores de história, história da arte, museologia e museografia, entre outros.


181 - Museu de Todos


Fósseis de Elephas Antiquus (c. 30.000 anos)

António José Teixeira | Geólogo/Arqueólogo


As peças que nos trazem hoje a esta nota estão expostas no Museu da Comunidade Concelhia da Batalha (MCCB) e representam um dos últimos elefantes a habitar a nossa região, há acerca de 30.000 anos.
Assim, os elefantes estão presentes em Portugal desde o Miocénico (Terciário – 25 milhões de anos), até ao Pleistocénico (Quaternário – 30 mil anos). Existindo, então, dois tipos de estratificação paleo-ambientais em contextos com restos de elefantes do Pleistoceno, a par de vestígios arqueológicos.
Ora, como se disse atrás, os Proboscidae estão representados desde há muito nos primeiros tempos no registro fóssil português. A maior parte destes registos fosseis encontra-se na região de Lisboa. Por outro lado, a permanência de elefantes no nosso país continua em pleno Quaternário – Plioceno / Pleistocénico – e está documentado por um fragmento de presa de uma Mastodonte encontrado na região de Santarém. Durante o Quaternário, o Elephas Antiquus é registrado no Pleistocénico, em que algumas dessas evidências provêm de estratos em contexto arqueológico.
Quanto aos locais onde foram encontrados restos de Elephas Antiquus e os exemplares expostos no MCCB, eles são os seguintes: 1) Mealhada, um sítio localizado na região central de Portugal, a norte de Coimbra; 2) Santo Antão do Tojal (Loures), um sítio muito importante na área de Lisboa, na margem direita do rio Tejo; 3) Foz do Enxarrique (Vila Velha de Rodão), um sítio localizado no Tejo superior perto de Espanha, que contém um único vestígio do Moustierense – 30.000 anos com as datas mais recentes para a presença de Elephas Antiquus; 4) O sitio da gruta da Figueira Brava, localizado perto da cidade de Setúbal, na zona sul da Serra da Arrábida, onde existem também restos de Homo Neanderthalensis, associados com ossos, que têm sido atribuídos a Mammuthus – Elefantes Antigos.


Município e Escola de Cavalaria organizaram homenagem a Mouzinho de Albuquerque




No dia 21 de Julho, a Batalha voltou a evocar o aniversário da Batalha de Macontene e a homenagear o nascimento de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, que foi o principal dos heróis dessa batalha. A sessão contou com a organização conjunta do Município e da Escola Prática de Cavalaria, de quem este ilustre militar batalhense foi adoptado como patrono.
Na praça com o mesmo nome e que alberga o monumento do seu busto, Mouzinho de Albuquerque foi lembrado pela capacidade de táctica militar, mas também como exemplo de português que amava a sua pátria e não vacilava perante os desafios que lhe eram impostos para a sua defesa.
Para assinalar este acto, perante a formatura militar, as autoridades civis e algumas dezenas de pessoas que ali se juntaram, foi deposta uma coroa de flores junto ao busto e descerrados os sabres de bronze na placa de homenagem.
Manuel Carreira Rito

Prémios Turismo de Portugal: Museu da Batalha foi finalista




Decorreu no passado 26 de Junho, na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, a cerimónia de entrega dos Prémios Turismo de Portugal, uma iniciativa que visou distinguir os projectos turísticos que mais contribuíram para o desenvolvimento e prestígio do sector em 2011. 
O Museu da Comunidade Concelhia da Batalha (MCCB) candidatou-se ao prémio “Novo Projecto Público”, tendo ficado entre os finalistas, junto com o Oceanário de Lisboa. Nesta categoria, saiu vencedor o Chalet e Jardim da Condessa D’Elda, promovido por “Parques de Sintra – Monte da Lua, S.A.”, tendo sido a menção honrosa atribuída ao projecto Valorização das Ruínas Romanas de Tróia, promovido pela Troiaresort – Investimentos Turísticos, S.A.
A preocupação com a acessibilidade e a inclusão do “Museu de Todos” e a valorização da oferta turística da região foram os principais critérios que colocaram o MCCB entre os finalistas. Recorde-se que, em 2007, o projecto do Eco-parque Sensorial da Pia do Urso, também no Concelho da Batalha, acarretou uma menção honrosa pelo Turismo de Portugal, nesta mesma categoria.
De referir ainda que à edição de 2011 concorreram 150 projectos às oito categorias a concurso: Novo Projecto Privado; Novo Projecto Público; Requalificação Projecto Privado; Requalificação Projecto Público; Serviços; Eventos; Sustentabilidade Ambiental; Qualidade do Serviço; às quais se acrescentou ainda o Prémio Especial Prove Portugal.

Rosas do Lena vai aos Açores




Pela segunda vez, o Rancho Folclórico Rosas do Lena vai participar, de 2 a 8 de Agosto, no Festival Nacional da Relva e noutras manifestações etnográficas na ilha de São Miguel, nos Açores.
Esta mais uma actividade deste agrupamento, entre tantas outras que organiza durante o ano, uma das quais a Gala Internacional de Folclore da Batalha, que este ano decorre a  11 de Agosto (ver última página).
Mas nem só de espectáculos se faz o folclore. Ao longo do ano, por exemplo, têm decorrido cursos de concertina, de violão e de cavaquinho, ministrados tanto aos componentes do Rosas do Lena como de outros grupos da região.
Outro âmbito importante da sua actividade relaciona-se com o Museu Etnográfico da Alta Estremadura. Entre fins de Maio e princípios de Julho, quatro alunos do Agrupamento de Escolas da Batalha estagiaram neste museu, onde procederam ao inventário fotográfico das peças expostas e realizaram visitas guiadas e actividades com crianças. No 7º Festibatalha, a 8 de Julho passado, estiveram presentes com trabalhos de divulgação do museu e com jogos tradicionais infantis.

Bodas de Ouro a caminho...

Entretanto, o programa das comemorações do cinquentenário do Rosas do Lena, em 2013, está praticamente elaborado. Entre outras iniciativas, estão previstos colóquios com etnógrafos, etno-musicólogos, historiadores, jornalistas e sociólogos, exposições repartidas por vários espaços na Batalha e na Rebolaria, evocação de mestre António Pereira Marques e, evidentemente, novas edições da Gala Internacional de Folclore da Batalha, do Festibalatalha, do Encontro Nacional de Cantadores e Tocadores de Instrumentos Tradicionais, do Museu ao Vivo, da Adiafa da Cultura, dos Cânticos da Quaresma, dos jogos tradicionais e dos espectáculos etnográficos, etc.

Aniversário do Centro Paroquial do Reguengo


Fado com Joana Amendoeira


Inserida nas comemorações dos 500 anos da paróquia e freguesia do Reguengo do Fetal, realiza-se no dia 27 de Julho, a festa anual do Centro Paroquial de Assistência da paróquia, com os seguintes actos: 17h00 - Eucaristia com coro litúrgico CPA|SAMP; 18h00 – Lanche de convívio; 21h30 – Actuação do CAO da CERCILEI; 22h00 – Grande Noite de Fados com Joana Amendoeira. Inclui ceia com caldo verde, grelhados mistos, bom vinho, filhós e café.

Piscinas do Reguengo do Fetal já em funcionamento


Estão abertas entre Julho e Setembro as piscinas descobertas do Reguengo do Fetal. Os horários de utilização são os seguintes: terça a sexta-feira, das 14h00 às 19h00; sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 19h00.

Manifesto “Um Filho Vale Um”


Contra a discriminação das famílias


Assinalando o Dia Mundial da População, foi apresentado em Lisboa, no passado dia 11 de Julho, o Manifesto “Um Filho Vale Um”, que chama a atenção para o facto de os filhos serem discriminados, não sendo em muitas dimensões legais considerados como uma pessoa.
Preparado com a colaboração de diversas organizações, personalidades e famílias, o texto do manifesto refere que “o Estado reconhece as crianças como cidadãos mas, muitas vezes, ignora a sua existência ou considera-as como uma percentagem variável”. Neste sentido, pede-se que “a capitação dos rendimentos familiares para efeitos fiscais e de acesso aos serviços sociais” seja a regra e termina afirmando: “para os pais um filho vale tudo; para o Estado um filho deve valer um”.
Durante a apresentação, os jornalistas Gabriela Oliveira e João Miguel Tavares identificaram as várias situações em que sentiram algumas das discriminações como pais. João Miguel Tavares comentou mesmo que “não sou muito de assinar manifestos”, mas neste caso “assino este porque é um manifesto que não pede apoio nem benefícios, a única coisa que pede é que não nos discriminem”. E concluiu que “este manifesto é um passo na direcção correcta”. Também Gabriela Oliveira afirma que “as famílias, não só não são apoiadas, como ainda são penalizadas” e pergunta: “Como é possível uma criança não valer um?”. A sua declaração pública foi peremptória: “Se é uma criança, é um cidadão por inteiro! A verdade é que não. As nossas crianças são inteiras e perfeitas, mas o Estado faz o favor de as retalhar, porque não as considera por inteiro quando faz o saldo anual entre o que deve pagar ou reaver”.
O casal Inês e Francisco, ainda sem filhos, fez também uma declaração na ocasião. Apoiam “porque tem um impacto directo na nossa vida e no nosso futuro e, principalmente, na nossa decisão de ter filhos e das condições para os termos”. Certos de representarem muitos “jovens da nossa geração”, querem “antecipar um problema que vamos ter” quando decidirem ter filhos, “problema este que não devia ser problema”, defendem.
O manifesto contava nessa altura com a adesão de mais de três centenas de personalidades, famílias e organizações, entre as quais Luis Villas Boas, Pedro Strecht, Luís Baena, João Miguel Tavares, Luísa Anacoreta Correia, Miguel Palha, Pedro Lomba, Nuno Markl, Ana Galvão, Ruy de Carvalho, Tareca, Santana Lopes, Rosário Carneiro, António Pinto Leite, Miguel Poiares Maduro, Teresa Ribeiro, José Ribeiro e Castro, Helena Roseta e Tozé Martinho. E também o Jornal da Golpilheira!
Mas o número de apoiantes tem vindo a crescer a galope, sendo já 491 no dia do fecho da nossa edição, 21 de Julho. A ideia é continuar e fazer deste um grande movimento que ajude, pelo menos, a criar uma nova consciência para esta questão, tanto na população, como nos decisores políticos.
Veja toda a informação e inscreva-se entre os apoiantes em: www.umfilhovaleum.org.
Luís Miguel Ferraz


Enquadramento

Como todos sabemos, Portugal está a envelhecer a um ritmo preocupante. Desde há 30 anos que não conseguimos assegurar a renovação das gerações! Nascem cada vez menos crianças e estamos a caminho de ser o 2.º país mais envelhecido do mundo, superado apenas pela Bósnia!
Os estudos sobre pobreza em Portugal mostram que as famílias com filhos são as que têm maiores índices de pobreza e as crianças são o grupo etário que sofre de maior privação.
O Estado considera as crianças como cidadãos mas, muitas vezes, ignora a sua existência ou considera-as como uma percentagem variável. Vejamos o que se passa em vários domínios:
- Taxa do IRS – 1 filho vale zero;
- Deduções personalizantes do IRS – cada filho vale cerca de 75%;
- Deduções de educação, saúde… (3.º a 6.º escalão do IRS) – cada filho vale 10%;
- Abono de família – cada filho vale meia pessoa – 50%;
- Taxas moderadoras –  filho vale 0;
- Passe Social Mais – cada filho vale 25%.
Estas situações revestem-se de uma enorme injustiça e acarretam ao País graves consequências, pois comprometem o crescimento económico e a coesão social, nomeadamente, a sustentabilidade da segurança social e do sistema de saúde.
Quando se olha para o rendimento, é justo não esquecer quantas pessoas esse rendimento alimenta e veste. Será que esse rendimento sustenta 2 pessoas? Ou sustentará 3 (pai + mãe + 1 filho), ou 4 (pai+ mãe + 2 filhos), ou 5 (pai + mãe + 3 filhos) ou muitas mais? Justo seria que o rendimento da família fosse avaliado em função do número de pessoas que sustenta. Ou seja, que fosse dividido pelo número de elementos da família! Isso sim, seria justo.
É por essa razão que um grupo de cidadãos e organizações se juntou para lançar o Manifesto “Um Filho Vale Um”.

Manifesto

Todos os dias a sociedade pede mais às famílias. Mais impostos. Mais tempo. Mais responsabilidade e dedicação.
Afinal as famílias são aquela estrutura que está sempre lá. Conta-se com ela para o dia-a-dia e para os momentos extraordinários. É a solidez das famílias que confere resiliência às sociedades. E o que distingue muitas vezes uma crise de uma catástrofe é apenas a existência de redes familiares suficientemente fortes e funcionais para absorverem e reagirem aos diversos problemas e desafios que marcam cada geração.
Mas para que as famílias possam cumprir a sua missão é preciso darmos-lhes condições para que possam resistir, crescer e ter os filhos que desejam. Se a decisão de ter filhos for feita com verdadeira liberdade e responsabilidade, teremos mais crescimento económico, mais capacidade de pagar melhores reformas, saúde e educação.
O nascimento de um filho representa um momento muito especial. Para os pais, um filho tem um valor incomensurável, valerá sempre muito mais do que um. Verdadeiramente o seu valor é tanto que não é possível contabilizá-lo. Sempre assim foi e assim continua a ser. O nosso manifesto, porém, não exige tanto. Pede apenas que cada filho possa ser visto e considerado como aquilo que é: um filho. Um filho tem de valer um!
O Estado reconhece as crianças como cidadãos mas, muitas vezes, ignora a sua existência ou considera-as como uma percentagem variável. Esse equívoco deve ser corrigido. Essa injustiça tem de ser reparada. A capitação dos rendimentos familiares para efeitos fiscais e de acesso aos serviços sociais deve ser a regra. Para os pais um filho vale tudo. Para o Estado um filho deve valer um.




Campanha “Sécur’été 2012” já rola


Fotos: Cap Magellan

Jornal da Golpilheira apoia Cap Magellan


A Cap Magellan organizou uma conferência de imprensa de apresentação da campanha “Sécur’été 2012”, no dia 6 deste mês, Consulado Geral de Portugal em Paris, com a presença de José Carlos Malato, o “padrinho” deste ano.
Como referimos na passada edição, trata-se do 10.º ano desta campanha de dirigida aos portugueses e luso-descendentes residentes em França, que se deslocam de carro a Portugal durante as férias de Verão. Decorre em três países – França, Espanha e Portugal – e tem como principal objectivo a redução do número de acidentes durante os trajectos longos e depois das saídas nocturnas.
Entre as medidas defendidas, procura-se sensibilizar o público para os perigos das viagens longas (fadiga, excesso de velocidade...) e para as precauções a ter (preparação do veículo, parar de 2 em 2 horas para descansar...). Há ainda a informação aos automobilistas sobre os códigos da estrada dos países atravessados (velocidades autorizadas, álcool, coletes reflectores...). Por último, são alertados os jovens para os perigos da condução sob efeito do consumo de álcool e/ou de drogas, nomeadamente durante as saídas nocturnas.
Como habitual, seguiu-se nessa noite o arranque oficial da campanha, na discoteca La Costa. Foi uma ocasião de convívio entre os lusófonos e também de sensibilização para os objectivos da campanha, com distribuição de testes de alcoolemia no fim da noite, bem como o “Guia do Verão 2012” editado anualmente.

A caminho de Portugal

De 27 de Julho a 1 de Agosto, decorre a fase da campanha nas estradas entre França e Portugal. Vários voluntários e membros da equipa da Cap Magellan desenvolverão acções de sensibilização junto dos automobilistas em várias estações de serviço e nas fronteiras, também com a colaboração da associação “Chama”, de Estrasburgo.
Em França, o último fim-de-semana deste mês é anunciado como “negro” em termos de tráfego rodoviário com destino ao Sul do país, nomeadamente, à fronteira com a Espanha. A campanha estará presente nas fronteiras de Vila Verde da Raia e Valença, nos dias 28 e 29 de Julho, das 09h00 às 17h00, e em Vilar Formoso no mesmo período e ainda no dia 30. Nesta última, no dia 29, pelas 11h00, está agendada a visita do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário.
Luís Miguel Ferraz

Agenda em Portugal

Durante as duas primeiras semanas de Agosto, a Cap Magellan continuará a sua campanha, durante o dia, em locais de forte presença de emigrantes portugueses, e durante a noite, à saída de várias discotecas. As principais datas são as seguintes:
- 26 de Julho: acção logística em Viana do Castelo
- 27 de Julho: acção logística em Chaves e Fafe
- 28 e 29 de Julho: Fronteiras Valença, Vila Verde Raia, V. Formoso
- 30 de Julho: Guarda, V. Formoso, Almeida e Fig. Castelo Rodrigo
- 3 de Agosto: Praias e zona Centro Litoral (Peniche, Óbidos...)
- Noite de 3 de Agosto: Bares da praça histórica de Guimarães (Encontro Europeu de Jovens Luso-descendentes)
- 4 de Agosto: Zona Centro (Batalha, Alcobaça, Nazaré) ou Coimbra
- 5 de Agosto: Praias Centro (S. Pedro Moel, Vieira Leiria, Pedrógão)
- 10 de Agosto: Figueira da Foz
- Noite de 10 de Agosto: Discoteca Looks – Chaves
- 11 de Agosto: Praias (S. Pedro Moel, Vieira Leiria, Pedrógão)
- 12 de Agosto: Fátima
- Noite de 13 de Agosto: Discoteca Lagars – Braga
- Noite de 14 de Agosto: Discoteca Palace Kiay – Pombal
- Noite de 14 de Agosto: Discoteca Platz – Chaves
- Noite de 17 de Agosto: Discoteca The Club – Fafe



Entrevista a José Carlos Malato

“Há muitas maneiras de ter adrenalina sem pormos a nossa vida e a dos outros em risco”

José Carlos Malato é dos mais conhecidos apresentadores de televisão portugueses. Aceitou o convite da Cap Magellan para ser padrinho da campanha de segurança rodoviária 2012 e esteve presente no seu lançamento, em Paris. Nessa ocasião deu uma entrevista à equipa organizadora, de que publicamos em seguida alguns excertos.

O que o fez aceitar o convite para apadrinhar a campanha “Sécur’été” deste ano?
Conheci a Cap Magellan através do seu presidente, Hermano Sanches Ruivo, quando apresentava o Portugal no Coração na RTP, já lá vão alguns aninhos. A Associação passou a ser o nosso principal interlocutor sempre que vínhamos a Paris – por representar e defender muito bem a comunidade portuguesa em França – e criámos uma amizade que já ultrapassou o campo estritamente profissional. Essa é uma das motivações que me fez aceitar este convite, que muito me honra, aliado ao facto de me preocupar muito o número de vidas que se perdem nas estradas portuguesas, nomeadamente, de emigrantes que se deslocam ao nosso país nesta altura de férias.

Enquanto apresentador televisivo bastante famoso em Portugal e nas comunidades portuguesas, acha que ser a figura desta campanha terá um efeito positivo?
Eu quero acreditar que sim! A minha posição privilegiada nos meios de comunicação permite-me ampliar certas medidas preventivas que considero elementares para quem conduz e que são, no fundo, as preocupações de todos nós. No entanto, muitas vezes pensamos que o mal só acontece aos outros e temos tendência a diminuir cuidados e atenção. O entusiasmo de chegar também concorre para que se descurem certos pormenores que são vitais para a segurança na estrada. Acredito que tudo vai correr melhor este ano.

Quais as precauções que adopta normalmente ao volante?
Para além das questões mais técnicas – revisão do carro dentro dos prazos, atenção especial aos pneus, luzes e travões – tento não carregar no acelerador. Ando cada vez mais devagar! A velocidade é a principal causa dos acidentes, aliada ao cansaço, ao consumo de álcool, ao mau estado e ao mau desenho de algumas estradas. Se andarmos mais devagar, temos mais tempo de reacção a alguma situação inesperada.

Que conselhos pode dar aos outros condutores e sobretudo aos jovens?
A vida, em geral, é uma corrida, ou melhor, uma correria. A velocidade dá muita adrenalina e os jovens gostam disso. Nesta vertigem do mundo em que vivemos é difícil abrandar, mas se não o fizermos podemos sofrer acidentes e ter deixar a corrida a meio. E arrastar connosco os que mais gostamos num grande sofrimento. Há muitas maneiras de ter adrenalina sem pormos a nossa vida e a dos outros em risco!

181 - Página infantil




Olá a todos!

As despedidas são difíceis, mas… tudo começa e tudo termina.
No passado dia 6 de Julho, assistimos ao final de uma etapa que começou no primeiro dia em que chegaram a este Jardim-de-Infância.
Muitos conhecimentos e muitas histórias ficaram guardados na nossa memória como doces recordações. Fomos aprendendo dia após dia, crescendo, tanto vocês como nós, tentando sempre encontrar a harmonia.
Desfrutámos experiências, partilhámos, solucionámos problemas, promovendo o diálogo, o respeito e a capacidade de escutar o outro.
Assim, estreitámos laços e criámos vínculos sãos. Por isso, muitas das amizades que surgiram aqui, entre as crianças, educadoras, assistentes operacionais e monitoras, se prolongarão no tempo.
Sabemos que são fortes e têm a energia suficiente para enfrentar e superar os desafios que a vida lhes irá pondo no caminho. E, com essa força, continuarão a crescer!
Recordemos que, uma vez, alguém disse:
“Tudo o que tinha que saber, aprendi-o no Jardim de Infância”.
Esperamos que assim tenha sido também para todos vocês finalistas.
Aos que este ano deixam o nosso Jardim, desejamos as maiores FELICIDADES!
Aos que connosco continuam, votos de umas boas férias e até Setembro!
As Educadoras, assistentes operacionais e monitoras

Feira de Stocks na Batalha


Dinamismo do comércio tradicional



Na passada edição, demos conta de algumas iniciativas do comércio tradicional batalhense para atrair clientes e combater, de alguma forma, as campanhas agressivas das grandes superfícies comerciais. Para além de serem um sinal de criatividade e dinamismo comercial, sobretudo em épocas de crise como a que atravessamos, estas acções têm o factor muito positivo de unir os comerciantes em torno de causas e campanhas comuns.
É com satisfação que voltamos a este assunto, a propósito de uma outra iniciativa do género. Trata-se da Feira de Stocks que um conjunto de comerciantes vai organizar nos dias 4 e 5 de Agosto, na praça do Município, no centro da Célula B. Com descontos anunciados “até aos 70%”, será uma boa oportunidade para os consumidores adquirirem produtos de moda, calçado, acessórios, artigos de beleza, papelaria, decoração e até serviços de cafetaria e restauração, cabeleireiro e estética, lavandaria, ortopedia, informática e viagens, etc.
Como se vê, mais variado não podia ser. Será, mesmo, uma raridade encontrar um evento organizado por um grupo de lojistas tão diversificado, o que é, só por si, um motivo de curiosidade para a visita dos potenciais clientes.
Mas há mais motivos de interesse. Durante o funcionamento da feira – dia 4 das 10h00 às 23h00 e dia 5 das 10h00 às 21h00 – haverá insufláveis e animação infantil, para que os mais pequenos estejam entretidos enquanto os pais espreitam as compras. Além disso, no primeiro dia, às 21h00, será apresentada uma demonstração pelo Ginásio O2 e, no segundo dia, das 15h00 às 17h00, actuará o duo Vaskinho e Jony. E mais surpresas haverá, com certeza …
Fica, pois, mais este exemplo de como é importante ser criativo e não baixar os braços em momentos de maior dificuldade para o negócio. E não deixar de confiar que melhores dias virão para todos.



O acordo ortográfico e o futuro da língua portuguesa



Maria Clara Assunção | Bibliotecária



Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam. Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros.
Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas.
É um fato que não se pronunciam. Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se? O que estão lá a fazer? Aliás, o qe estão lá a fazer? Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade.
Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra.
Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s”?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç”.
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som.
Como consequência, também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre e apenas “s”.
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequênsias económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z”.
Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z”.
Quanto ao “c” (que se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nada de “k”.
Não pensem qe me esqesi do som “ch”.
O som “ch” pasa a ser reprezentado pela letra “x”. Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não? O “x” xama-se “xis”. Poix é iso mexmo qe fiqa.
Qomo podem ver, já eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e também a tripla leitura da letra “x”.
Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex. Não, não leiam “simpléqs”, leiam simplex. O som “qs” pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural.
No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente.
Vejamox o qaso do som “j”. Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”. Para qê qomplicar?!?
Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j”. Serto? Maix uma letra muda qe eliminamox.
É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem! Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex? Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade?
Outro problema é o dox asentox. Ox asentox só qompliqam!
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox.
A qextão a qoloqar é: á alternativa? Se não ouver alternativa, pasiênsia.
É o qazo da letra “a”. Umax vezex lê-se “á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado. Nada a fazer.
Max, em outrox qazos, á alternativax.
Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax vezex lê-se “u” e outrax, ainda, lê-se “ô”. Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso! Para qe é qe temux o “u”? Para u uzar, não? Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil! Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.
Já nu qazu da letra “e”, também pudemux fazer alguma qoiza: quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u “e”. U mexmu para u som “ê”. Max quandu u “e” se lê “i”, deverá ser subxtituídu pelu “i”. I naqelex qazux em qe u “e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a”.
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex.
Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til” subxtituindu, nus ditongux, “ão” pur “aum”, “ães” – ou melhor “ãix” - pur “ainx” i “õix” pur “oinx”.
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.
Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu.
Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum?

Fonte: http://abibliotecadejacinto.blogspot.com/2009/08/o-acordo-ortografico-e-o-futuro-da.html

Escolas de Música e Dança do CRG fecharam o ano em festa



As escolas de música e dança do CRG organizaram, no passado dia 29 de Junho, a festa de encerramento do ano lectivo. Com a presença de alunos, pais e professores, as várias turmas passaram pelo palco a mostrar o seu talento numa audição final, antes da partida para férias.


Manuel Carreira Rito



Centro Infantil Moinho de Vento - Mais de 27 anos de excelência




O Centro Infantil Moinho de Vento, propriedade da Associação de Propaganda e Defesa da Região da Batalha, é uma IPSS que funciona na vila da Batalha desde 1985. “Considerado por muitos uma instituição de referência, tem sido por diversas vezes apontado como exemplo pelos serviços da Segurança Social e outras entidades ligadas ao sector da educação pré-escolar”, afirmam os seus responsáveis .
Com uma capacidade global para cerca de 140 crianças, distribuídas pelas valências de creche, pré-escolar e CATL, acrescenta ao seu dia-a-dia diversas actividades integradas, como o ensino do inglês, a ginástica e a música. O seu corpo profissional é constituído por técnicas devidamente formadas (educadoras de infância), auxiliares e também por uma psicóloga a tempo inteiro, que dá apoio em todas as valências.
As centenas de crianças que por ali passaram ao longo de mais de 27 anos, “são o testemunho vivo da qualidade do serviço de educação que é prestado no Moinho de Vento”, acrescenta a direcção da instituição, assegurando que “profissionalismo, simpatia, empenho e os sorrisos das crianças e satisfação dos pais são as marcas mais visíveis de todo o trabalho desenvolvido”.

J.C.Ferraz Seguros amplia instalações



A empresa J. C. Ferraz - Mediação de Seguros, Lda., com sede na Golpilheira, inaugurou no dia 18 deste mês  um escritório totalmente renovado, junto à sua anterior sede, na rua do Outeirinho, paredes meias com o Café Fidalgo. Segundo José Carlos Ferraz, um dos sócios gerentes, esta mudança prendeu-se coma necessidade de “ampliar o espaço para um atendimento ainda mais acolhedor aos clientes”, e  dar resposta ao crescimento da empresa.
Tendo iniciado a actividade seguradora como mediador em nome individual a 29 de Junho de 1989, este empresário cimentou a sua carteira como agente principal da companhia GENERALI. Mais recentemente constituiu a empresa com a esposa, Cristina Fernandes, e o crescimento do negócio veio confirmar o serviço de “aconselhamento e gestão profissional de seguros com a melhor qualidade de serviço, atendimento personalizado e a melhor resposta em caso de sinistro”, refere.
Os sócios referem que este é mais um passo no cumprimento da sua missão de sempre: “Fazer todos os possíveis para que os nossos clientes possam dizer «No fim tudo acaba bem!»”.

Espaço Libris: 8 anos feitos e o olhar no futuro


Empresa de decoração com raízes na Golpilheira


“Ainda há pouco tempo nasceu e já lá vão 8 anos de decoração, profissionalismo, criatividade, inovação e design… com a finalidade principal da satisfação total dos clientes”, refere o golpilheirense Marco Ferraz, um dos sócios gerentes da Espaço Libris – Decoração de Interiores, Lda.
Desde 24 de Julho de 2004, a empresa tem vindo a cumprir os objectivos traçados, “numa estratégia de crescimento paulatino e sustentado, sempre com o cuidado de acompanhar tendências e antecipar formas de ultrapassar as adversidades sócio-económicas de cada época”, acrescenta Paulo Cruz, o outro gerente da sociedade, residente nos Andreus. Presentemente, com dois espaços de atendimento e exposição em Leiria e Lisboa, a Espaço Libris é já uma marca de referência no sector da decoração, actuando em vários âmbitos desde mercado, nomeadamente, na habitação, espaços de público e hotelaria.
Nestes 8 anos de existência, a aposta foi na criação de uma cultura de imagem própria e em conceitos que se tornassem característicos do seu trabalho, mas sem descurar a perspectiva de expansão, tanto a nível nacional, como internacional. Prova disso é a forte campanha de marketing que iniciou este mês e irá decorrer até ao final do ano, em vários meios de comunicação espalhados pelas principais cidades do País.
A participação anual assídua na FIL – Feira Internacional de Lisboa, tem projectado o nome da empresa ao nível do que de melhor existe no País. E, actualmente, o horizonte projecta-se já além fronteiras, em especial, no mercado francês e angolano. Estes passos são “naturais neste rumo de sucesso, na senda de levar a marca e imagem Espaço Libris tão longe quanto possível, sempre com a distinção qualitativa e inovadora com que muitos já nos conhecem”, consideram os gerentes.

Sardinhada e marchas no Centro Hospitalar de Nossa Senhora da Conceição




Decorreu no passado dia 24 de Junho uma sardinhada no Centro Hospitalar de Nossa Senhora da Conceição, da Santa Casa da Misericórdia da Batalha. Foi um animado convívio em que participaram os utentes, familiares, pessoal médico e de enfermagem, pessoal auxiliar, administrativo e gerência.
Depois das sardinhas, bolos e bebidas, ainda houve tempo para ver desfilar uma improvisada marcha popular. Toda a gente marchou. Até as cadeiras de rodas se juntaram.
Foi um dia diferente, especialmente para os utentes desta unidade de cuidados continuados das Brancas. Parabéns à organização.
Texto e fotos: Manuel Carreira Rito


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