quarta-feira, 25 de julho de 2012
Município e Escola de Cavalaria organizaram homenagem a Mouzinho de Albuquerque
No dia 21 de Julho, a Batalha voltou a evocar o aniversário da Batalha de Macontene e a homenagear o nascimento de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, que foi o principal dos heróis dessa batalha. A sessão contou com a organização conjunta do Município e da Escola Prática de Cavalaria, de quem este ilustre militar batalhense foi adoptado como patrono.
Na praça com o mesmo nome e que alberga o monumento do seu busto, Mouzinho de Albuquerque foi lembrado pela capacidade de táctica militar, mas também como exemplo de português que amava a sua pátria e não vacilava perante os desafios que lhe eram impostos para a sua defesa.
Para assinalar este acto, perante a formatura militar, as autoridades civis e algumas dezenas de pessoas que ali se juntaram, foi deposta uma coroa de flores junto ao busto e descerrados os sabres de bronze na placa de homenagem.
Manuel Carreira Rito
Prémios Turismo de Portugal: Museu da Batalha foi finalista
Decorreu no passado 26 de Junho, na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, a cerimónia de entrega dos Prémios Turismo de Portugal, uma iniciativa que visou distinguir os projectos turísticos que mais contribuíram para o desenvolvimento e prestígio do sector em 2011.
O Museu da Comunidade Concelhia da Batalha (MCCB) candidatou-se ao prémio “Novo Projecto Público”, tendo ficado entre os finalistas, junto com o Oceanário de Lisboa. Nesta categoria, saiu vencedor o Chalet e Jardim da Condessa D’Elda, promovido por “Parques de Sintra – Monte da Lua, S.A.”, tendo sido a menção honrosa atribuída ao projecto Valorização das Ruínas Romanas de Tróia, promovido pela Troiaresort – Investimentos Turísticos, S.A.
A preocupação com a acessibilidade e a inclusão do “Museu de Todos” e a valorização da oferta turística da região foram os principais critérios que colocaram o MCCB entre os finalistas. Recorde-se que, em 2007, o projecto do Eco-parque Sensorial da Pia do Urso, também no Concelho da Batalha, acarretou uma menção honrosa pelo Turismo de Portugal, nesta mesma categoria.
De referir ainda que à edição de 2011 concorreram 150 projectos às oito categorias a concurso: Novo Projecto Privado; Novo Projecto Público; Requalificação Projecto Privado; Requalificação Projecto Público; Serviços; Eventos; Sustentabilidade Ambiental; Qualidade do Serviço; às quais se acrescentou ainda o Prémio Especial Prove Portugal.
Rosas do Lena vai aos Açores
Pela segunda vez, o Rancho Folclórico Rosas do Lena vai participar, de 2 a 8 de Agosto, no Festival Nacional da Relva e noutras manifestações etnográficas na ilha de São Miguel, nos Açores.
Esta mais uma actividade deste agrupamento, entre tantas outras que organiza durante o ano, uma das quais a Gala Internacional de Folclore da Batalha, que este ano decorre a 11 de Agosto (ver última página).
Mas nem só de espectáculos se faz o folclore. Ao longo do ano, por exemplo, têm decorrido cursos de concertina, de violão e de cavaquinho, ministrados tanto aos componentes do Rosas do Lena como de outros grupos da região.
Outro âmbito importante da sua actividade relaciona-se com o Museu Etnográfico da Alta Estremadura. Entre fins de Maio e princípios de Julho, quatro alunos do Agrupamento de Escolas da Batalha estagiaram neste museu, onde procederam ao inventário fotográfico das peças expostas e realizaram visitas guiadas e actividades com crianças. No 7º Festibatalha, a 8 de Julho passado, estiveram presentes com trabalhos de divulgação do museu e com jogos tradicionais infantis.
Bodas de Ouro a caminho...
Entretanto, o programa das comemorações do cinquentenário do Rosas do Lena, em 2013, está praticamente elaborado. Entre outras iniciativas, estão previstos colóquios com etnógrafos, etno-musicólogos, historiadores, jornalistas e sociólogos, exposições repartidas por vários espaços na Batalha e na Rebolaria, evocação de mestre António Pereira Marques e, evidentemente, novas edições da Gala Internacional de Folclore da Batalha, do Festibalatalha, do Encontro Nacional de Cantadores e Tocadores de Instrumentos Tradicionais, do Museu ao Vivo, da Adiafa da Cultura, dos Cânticos da Quaresma, dos jogos tradicionais e dos espectáculos etnográficos, etc.Aniversário do Centro Paroquial do Reguengo
Fado com Joana Amendoeira
Inserida nas comemorações dos 500 anos da paróquia e freguesia do Reguengo do Fetal, realiza-se no dia 27 de Julho, a festa anual do Centro Paroquial de Assistência da paróquia, com os seguintes actos: 17h00 - Eucaristia com coro litúrgico CPA|SAMP; 18h00 – Lanche de convívio; 21h30 – Actuação do CAO da CERCILEI; 22h00 – Grande Noite de Fados com Joana Amendoeira. Inclui ceia com caldo verde, grelhados mistos, bom vinho, filhós e café.
Piscinas do Reguengo do Fetal já em funcionamento
Estão abertas entre Julho e Setembro as piscinas descobertas do Reguengo do Fetal. Os horários de utilização são os seguintes: terça a sexta-feira, das 14h00 às 19h00; sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 19h00.
Manifesto “Um Filho Vale Um”
Contra a discriminação das famílias
Assinalando o Dia Mundial da População, foi apresentado em Lisboa, no passado dia 11 de Julho, o Manifesto “Um Filho Vale Um”, que chama a atenção para o facto de os filhos serem discriminados, não sendo em muitas dimensões legais considerados como uma pessoa.
Preparado com a colaboração de diversas organizações, personalidades e famílias, o texto do manifesto refere que “o Estado reconhece as crianças como cidadãos mas, muitas vezes, ignora a sua existência ou considera-as como uma percentagem variável”. Neste sentido, pede-se que “a capitação dos rendimentos familiares para efeitos fiscais e de acesso aos serviços sociais” seja a regra e termina afirmando: “para os pais um filho vale tudo; para o Estado um filho deve valer um”.
Durante a apresentação, os jornalistas Gabriela Oliveira e João Miguel Tavares identificaram as várias situações em que sentiram algumas das discriminações como pais. João Miguel Tavares comentou mesmo que “não sou muito de assinar manifestos”, mas neste caso “assino este porque é um manifesto que não pede apoio nem benefícios, a única coisa que pede é que não nos discriminem”. E concluiu que “este manifesto é um passo na direcção correcta”. Também Gabriela Oliveira afirma que “as famílias, não só não são apoiadas, como ainda são penalizadas” e pergunta: “Como é possível uma criança não valer um?”. A sua declaração pública foi peremptória: “Se é uma criança, é um cidadão por inteiro! A verdade é que não. As nossas crianças são inteiras e perfeitas, mas o Estado faz o favor de as retalhar, porque não as considera por inteiro quando faz o saldo anual entre o que deve pagar ou reaver”.
O casal Inês e Francisco, ainda sem filhos, fez também uma declaração na ocasião. Apoiam “porque tem um impacto directo na nossa vida e no nosso futuro e, principalmente, na nossa decisão de ter filhos e das condições para os termos”. Certos de representarem muitos “jovens da nossa geração”, querem “antecipar um problema que vamos ter” quando decidirem ter filhos, “problema este que não devia ser problema”, defendem.
O manifesto contava nessa altura com a adesão de mais de três centenas de personalidades, famílias e organizações, entre as quais Luis Villas Boas, Pedro Strecht, Luís Baena, João Miguel Tavares, Luísa Anacoreta Correia, Miguel Palha, Pedro Lomba, Nuno Markl, Ana Galvão, Ruy de Carvalho, Tareca, Santana Lopes, Rosário Carneiro, António Pinto Leite, Miguel Poiares Maduro, Teresa Ribeiro, José Ribeiro e Castro, Helena Roseta e Tozé Martinho. E também o Jornal da Golpilheira!
Mas o número de apoiantes tem vindo a crescer a galope, sendo já 491 no dia do fecho da nossa edição, 21 de Julho. A ideia é continuar e fazer deste um grande movimento que ajude, pelo menos, a criar uma nova consciência para esta questão, tanto na população, como nos decisores políticos.
Veja toda a informação e inscreva-se entre os apoiantes em: www.umfilhovaleum.org.
Luís Miguel Ferraz
Enquadramento
Como todos sabemos, Portugal está a envelhecer a um ritmo preocupante. Desde há 30 anos que não conseguimos assegurar a renovação das gerações! Nascem cada vez menos crianças e estamos a caminho de ser o 2.º país mais envelhecido do mundo, superado apenas pela Bósnia!Os estudos sobre pobreza em Portugal mostram que as famílias com filhos são as que têm maiores índices de pobreza e as crianças são o grupo etário que sofre de maior privação.
O Estado considera as crianças como cidadãos mas, muitas vezes, ignora a sua existência ou considera-as como uma percentagem variável. Vejamos o que se passa em vários domínios:
- Taxa do IRS – 1 filho vale zero;
- Deduções personalizantes do IRS – cada filho vale cerca de 75%;
- Deduções de educação, saúde… (3.º a 6.º escalão do IRS) – cada filho vale 10%;
- Abono de família – cada filho vale meia pessoa – 50%;
- Taxas moderadoras – filho vale 0;
- Passe Social Mais – cada filho vale 25%.
Estas situações revestem-se de uma enorme injustiça e acarretam ao País graves consequências, pois comprometem o crescimento económico e a coesão social, nomeadamente, a sustentabilidade da segurança social e do sistema de saúde.
Quando se olha para o rendimento, é justo não esquecer quantas pessoas esse rendimento alimenta e veste. Será que esse rendimento sustenta 2 pessoas? Ou sustentará 3 (pai + mãe + 1 filho), ou 4 (pai+ mãe + 2 filhos), ou 5 (pai + mãe + 3 filhos) ou muitas mais? Justo seria que o rendimento da família fosse avaliado em função do número de pessoas que sustenta. Ou seja, que fosse dividido pelo número de elementos da família! Isso sim, seria justo.
É por essa razão que um grupo de cidadãos e organizações se juntou para lançar o Manifesto “Um Filho Vale Um”.
Manifesto
Todos os dias a sociedade pede mais às famílias. Mais impostos. Mais tempo. Mais responsabilidade e dedicação.Afinal as famílias são aquela estrutura que está sempre lá. Conta-se com ela para o dia-a-dia e para os momentos extraordinários. É a solidez das famílias que confere resiliência às sociedades. E o que distingue muitas vezes uma crise de uma catástrofe é apenas a existência de redes familiares suficientemente fortes e funcionais para absorverem e reagirem aos diversos problemas e desafios que marcam cada geração.
Mas para que as famílias possam cumprir a sua missão é preciso darmos-lhes condições para que possam resistir, crescer e ter os filhos que desejam. Se a decisão de ter filhos for feita com verdadeira liberdade e responsabilidade, teremos mais crescimento económico, mais capacidade de pagar melhores reformas, saúde e educação.
O nascimento de um filho representa um momento muito especial. Para os pais, um filho tem um valor incomensurável, valerá sempre muito mais do que um. Verdadeiramente o seu valor é tanto que não é possível contabilizá-lo. Sempre assim foi e assim continua a ser. O nosso manifesto, porém, não exige tanto. Pede apenas que cada filho possa ser visto e considerado como aquilo que é: um filho. Um filho tem de valer um!
O Estado reconhece as crianças como cidadãos mas, muitas vezes, ignora a sua existência ou considera-as como uma percentagem variável. Esse equívoco deve ser corrigido. Essa injustiça tem de ser reparada. A capitação dos rendimentos familiares para efeitos fiscais e de acesso aos serviços sociais deve ser a regra. Para os pais um filho vale tudo. Para o Estado um filho deve valer um.
Campanha “Sécur’été 2012” já rola
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| Fotos: Cap Magellan |
Jornal da Golpilheira apoia Cap Magellan
A Cap Magellan organizou uma conferência de imprensa de apresentação da campanha “Sécur’été 2012”, no dia 6 deste mês, Consulado Geral de Portugal em Paris, com a presença de José Carlos Malato, o “padrinho” deste ano.
Como referimos na passada edição, trata-se do 10.º ano desta campanha de dirigida aos portugueses e luso-descendentes residentes em França, que se deslocam de carro a Portugal durante as férias de Verão. Decorre em três países – França, Espanha e Portugal – e tem como principal objectivo a redução do número de acidentes durante os trajectos longos e depois das saídas nocturnas.
Entre as medidas defendidas, procura-se sensibilizar o público para os perigos das viagens longas (fadiga, excesso de velocidade...) e para as precauções a ter (preparação do veículo, parar de 2 em 2 horas para descansar...). Há ainda a informação aos automobilistas sobre os códigos da estrada dos países atravessados (velocidades autorizadas, álcool, coletes reflectores...). Por último, são alertados os jovens para os perigos da condução sob efeito do consumo de álcool e/ou de drogas, nomeadamente durante as saídas nocturnas.
Como habitual, seguiu-se nessa noite o arranque oficial da campanha, na discoteca La Costa. Foi uma ocasião de convívio entre os lusófonos e também de sensibilização para os objectivos da campanha, com distribuição de testes de alcoolemia no fim da noite, bem como o “Guia do Verão 2012” editado anualmente.
A caminho de Portugal
De 27 de Julho a 1 de Agosto, decorre a fase da campanha nas estradas entre França e Portugal. Vários voluntários e membros da equipa da Cap Magellan desenvolverão acções de sensibilização junto dos automobilistas em várias estações de serviço e nas fronteiras, também com a colaboração da associação “Chama”, de Estrasburgo.Em França, o último fim-de-semana deste mês é anunciado como “negro” em termos de tráfego rodoviário com destino ao Sul do país, nomeadamente, à fronteira com a Espanha. A campanha estará presente nas fronteiras de Vila Verde da Raia e Valença, nos dias 28 e 29 de Julho, das 09h00 às 17h00, e em Vilar Formoso no mesmo período e ainda no dia 30. Nesta última, no dia 29, pelas 11h00, está agendada a visita do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário.
Luís Miguel Ferraz
Agenda em Portugal
Durante as duas primeiras semanas de Agosto, a Cap Magellan continuará a sua campanha, durante o dia, em locais de forte presença de emigrantes portugueses, e durante a noite, à saída de várias discotecas. As principais datas são as seguintes:- 26 de Julho: acção logística em Viana do Castelo
- 27 de Julho: acção logística em Chaves e Fafe
- 28 e 29 de Julho: Fronteiras Valença, Vila Verde Raia, V. Formoso
- 30 de Julho: Guarda, V. Formoso, Almeida e Fig. Castelo Rodrigo
- 3 de Agosto: Praias e zona Centro Litoral (Peniche, Óbidos...)
- Noite de 3 de Agosto: Bares da praça histórica de Guimarães (Encontro Europeu de Jovens Luso-descendentes)
- 4 de Agosto: Zona Centro (Batalha, Alcobaça, Nazaré) ou Coimbra
- 5 de Agosto: Praias Centro (S. Pedro Moel, Vieira Leiria, Pedrógão)
- 10 de Agosto: Figueira da Foz
- Noite de 10 de Agosto: Discoteca Looks – Chaves
- 11 de Agosto: Praias (S. Pedro Moel, Vieira Leiria, Pedrógão)
- 12 de Agosto: Fátima
- Noite de 13 de Agosto: Discoteca Lagars – Braga
- Noite de 14 de Agosto: Discoteca Palace Kiay – Pombal
- Noite de 14 de Agosto: Discoteca Platz – Chaves
- Noite de 17 de Agosto: Discoteca The Club – Fafe
Entrevista a José Carlos Malato
“Há muitas maneiras de ter adrenalina sem pormos a nossa vida e a dos outros em risco”
José Carlos Malato é dos mais conhecidos apresentadores de televisão portugueses. Aceitou o convite da Cap Magellan para ser padrinho da campanha de segurança rodoviária 2012 e esteve presente no seu lançamento, em Paris. Nessa ocasião deu uma entrevista à equipa organizadora, de que publicamos em seguida alguns excertos.O que o fez aceitar o convite para apadrinhar a campanha “Sécur’été” deste ano?
Conheci a Cap Magellan através do seu presidente, Hermano Sanches Ruivo, quando apresentava o Portugal no Coração na RTP, já lá vão alguns aninhos. A Associação passou a ser o nosso principal interlocutor sempre que vínhamos a Paris – por representar e defender muito bem a comunidade portuguesa em França – e criámos uma amizade que já ultrapassou o campo estritamente profissional. Essa é uma das motivações que me fez aceitar este convite, que muito me honra, aliado ao facto de me preocupar muito o número de vidas que se perdem nas estradas portuguesas, nomeadamente, de emigrantes que se deslocam ao nosso país nesta altura de férias.
Enquanto apresentador televisivo bastante famoso em Portugal e nas comunidades portuguesas, acha que ser a figura desta campanha terá um efeito positivo?
Eu quero acreditar que sim! A minha posição privilegiada nos meios de comunicação permite-me ampliar certas medidas preventivas que considero elementares para quem conduz e que são, no fundo, as preocupações de todos nós. No entanto, muitas vezes pensamos que o mal só acontece aos outros e temos tendência a diminuir cuidados e atenção. O entusiasmo de chegar também concorre para que se descurem certos pormenores que são vitais para a segurança na estrada. Acredito que tudo vai correr melhor este ano.
Quais as precauções que adopta normalmente ao volante?
Para além das questões mais técnicas – revisão do carro dentro dos prazos, atenção especial aos pneus, luzes e travões – tento não carregar no acelerador. Ando cada vez mais devagar! A velocidade é a principal causa dos acidentes, aliada ao cansaço, ao consumo de álcool, ao mau estado e ao mau desenho de algumas estradas. Se andarmos mais devagar, temos mais tempo de reacção a alguma situação inesperada.
Que conselhos pode dar aos outros condutores e sobretudo aos jovens?
A vida, em geral, é uma corrida, ou melhor, uma correria. A velocidade dá muita adrenalina e os jovens gostam disso. Nesta vertigem do mundo em que vivemos é difícil abrandar, mas se não o fizermos podemos sofrer acidentes e ter deixar a corrida a meio. E arrastar connosco os que mais gostamos num grande sofrimento. Há muitas maneiras de ter adrenalina sem pormos a nossa vida e a dos outros em risco!
181 - Página infantil
Olá a todos!
As despedidas são difíceis, mas… tudo começa e tudo termina.
No passado dia 6 de Julho, assistimos ao final de uma etapa que começou no primeiro dia em que chegaram a este Jardim-de-Infância.
Muitos conhecimentos e muitas histórias ficaram guardados na nossa memória como doces recordações. Fomos aprendendo dia após dia, crescendo, tanto vocês como nós, tentando sempre encontrar a harmonia.
Desfrutámos experiências, partilhámos, solucionámos problemas, promovendo o diálogo, o respeito e a capacidade de escutar o outro.
Assim, estreitámos laços e criámos vínculos sãos. Por isso, muitas das amizades que surgiram aqui, entre as crianças, educadoras, assistentes operacionais e monitoras, se prolongarão no tempo.
Sabemos que são fortes e têm a energia suficiente para enfrentar e superar os desafios que a vida lhes irá pondo no caminho. E, com essa força, continuarão a crescer!
Recordemos que, uma vez, alguém disse:
“Tudo o que tinha que saber, aprendi-o no Jardim de Infância”.
Esperamos que assim tenha sido também para todos vocês finalistas.
Aos que este ano deixam o nosso Jardim, desejamos as maiores FELICIDADES!
Aos que connosco continuam, votos de umas boas férias e até Setembro!
As Educadoras, assistentes operacionais e monitoras
Feira de Stocks na Batalha
Dinamismo do comércio tradicional
Na passada edição, demos conta de algumas iniciativas do comércio tradicional batalhense para atrair clientes e combater, de alguma forma, as campanhas agressivas das grandes superfícies comerciais. Para além de serem um sinal de criatividade e dinamismo comercial, sobretudo em épocas de crise como a que atravessamos, estas acções têm o factor muito positivo de unir os comerciantes em torno de causas e campanhas comuns.
É com satisfação que voltamos a este assunto, a propósito de uma outra iniciativa do género. Trata-se da Feira de Stocks que um conjunto de comerciantes vai organizar nos dias 4 e 5 de Agosto, na praça do Município, no centro da Célula B. Com descontos anunciados “até aos 70%”, será uma boa oportunidade para os consumidores adquirirem produtos de moda, calçado, acessórios, artigos de beleza, papelaria, decoração e até serviços de cafetaria e restauração, cabeleireiro e estética, lavandaria, ortopedia, informática e viagens, etc.
Como se vê, mais variado não podia ser. Será, mesmo, uma raridade encontrar um evento organizado por um grupo de lojistas tão diversificado, o que é, só por si, um motivo de curiosidade para a visita dos potenciais clientes.
Mas há mais motivos de interesse. Durante o funcionamento da feira – dia 4 das 10h00 às 23h00 e dia 5 das 10h00 às 21h00 – haverá insufláveis e animação infantil, para que os mais pequenos estejam entretidos enquanto os pais espreitam as compras. Além disso, no primeiro dia, às 21h00, será apresentada uma demonstração pelo Ginásio O2 e, no segundo dia, das 15h00 às 17h00, actuará o duo Vaskinho e Jony. E mais surpresas haverá, com certeza …
Fica, pois, mais este exemplo de como é importante ser criativo e não baixar os braços em momentos de maior dificuldade para o negócio. E não deixar de confiar que melhores dias virão para todos.
O acordo ortográfico e o futuro da língua portuguesa
Maria Clara Assunção | Bibliotecária
Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam. Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros.
Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas.
É um fato que não se pronunciam. Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se? O que estão lá a fazer? Aliás, o qe estão lá a fazer? Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade.
Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra.
Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s”?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç”.
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som.
Como consequência, também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre e apenas “s”.
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequênsias económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z”.
Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z”.
Quanto ao “c” (que se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nada de “k”.
Não pensem qe me esqesi do som “ch”.
O som “ch” pasa a ser reprezentado pela letra “x”. Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não? O “x” xama-se “xis”. Poix é iso mexmo qe fiqa.
Qomo podem ver, já eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e também a tripla leitura da letra “x”.
Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex. Não, não leiam “simpléqs”, leiam simplex. O som “qs” pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural.
No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente.
Vejamox o qaso do som “j”. Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”. Para qê qomplicar?!?
Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j”. Serto? Maix uma letra muda qe eliminamox.
É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem! Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex? Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade?
Outro problema é o dox asentox. Ox asentox só qompliqam!
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox.
A qextão a qoloqar é: á alternativa? Se não ouver alternativa, pasiênsia.
É o qazo da letra “a”. Umax vezex lê-se “á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado. Nada a fazer.
Max, em outrox qazos, á alternativax.
Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax vezex lê-se “u” e outrax, ainda, lê-se “ô”. Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso! Para qe é qe temux o “u”? Para u uzar, não? Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil! Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.
Já nu qazu da letra “e”, também pudemux fazer alguma qoiza: quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u “e”. U mexmu para u som “ê”. Max quandu u “e” se lê “i”, deverá ser subxtituídu pelu “i”. I naqelex qazux em qe u “e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a”.
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex.
Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til” subxtituindu, nus ditongux, “ão” pur “aum”, “ães” – ou melhor “ãix” - pur “ainx” i “õix” pur “oinx”.
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.
Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu.
Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum?
Fonte: http://abibliotecadejacinto.blogspot.com/2009/08/o-acordo-ortografico-e-o-futuro-da.html
Escolas de Música e Dança do CRG fecharam o ano em festa
As escolas de música e dança do CRG organizaram, no passado dia 29 de Junho, a festa de encerramento do ano lectivo. Com a presença de alunos, pais e professores, as várias turmas passaram pelo palco a mostrar o seu talento numa audição final, antes da partida para férias.
Manuel Carreira Rito
Centro Infantil Moinho de Vento - Mais de 27 anos de excelência
O Centro Infantil Moinho de Vento, propriedade da Associação de Propaganda e Defesa da Região da Batalha, é uma IPSS que funciona na vila da Batalha desde 1985. “Considerado por muitos uma instituição de referência, tem sido por diversas vezes apontado como exemplo pelos serviços da Segurança Social e outras entidades ligadas ao sector da educação pré-escolar”, afirmam os seus responsáveis .
Com uma capacidade global para cerca de 140 crianças, distribuídas pelas valências de creche, pré-escolar e CATL, acrescenta ao seu dia-a-dia diversas actividades integradas, como o ensino do inglês, a ginástica e a música. O seu corpo profissional é constituído por técnicas devidamente formadas (educadoras de infância), auxiliares e também por uma psicóloga a tempo inteiro, que dá apoio em todas as valências.
As centenas de crianças que por ali passaram ao longo de mais de 27 anos, “são o testemunho vivo da qualidade do serviço de educação que é prestado no Moinho de Vento”, acrescenta a direcção da instituição, assegurando que “profissionalismo, simpatia, empenho e os sorrisos das crianças e satisfação dos pais são as marcas mais visíveis de todo o trabalho desenvolvido”.
J.C.Ferraz Seguros amplia instalações
A empresa J. C. Ferraz - Mediação de Seguros, Lda., com sede na Golpilheira, inaugurou no dia 18 deste mês um escritório totalmente renovado, junto à sua anterior sede, na rua do Outeirinho, paredes meias com o Café Fidalgo. Segundo José Carlos Ferraz, um dos sócios gerentes, esta mudança prendeu-se coma necessidade de “ampliar o espaço para um atendimento ainda mais acolhedor aos clientes”, e dar resposta ao crescimento da empresa.
Tendo iniciado a actividade seguradora como mediador em nome individual a 29 de Junho de 1989, este empresário cimentou a sua carteira como agente principal da companhia GENERALI. Mais recentemente constituiu a empresa com a esposa, Cristina Fernandes, e o crescimento do negócio veio confirmar o serviço de “aconselhamento e gestão profissional de seguros com a melhor qualidade de serviço, atendimento personalizado e a melhor resposta em caso de sinistro”, refere.
Os sócios referem que este é mais um passo no cumprimento da sua missão de sempre: “Fazer todos os possíveis para que os nossos clientes possam dizer «No fim tudo acaba bem!»”.
Espaço Libris: 8 anos feitos e o olhar no futuro
Empresa de decoração com raízes na Golpilheira
“Ainda há pouco tempo nasceu e já lá vão 8 anos de decoração, profissionalismo, criatividade, inovação e design… com a finalidade principal da satisfação total dos clientes”, refere o golpilheirense Marco Ferraz, um dos sócios gerentes da Espaço Libris – Decoração de Interiores, Lda.
Desde 24 de Julho de 2004, a empresa tem vindo a cumprir os objectivos traçados, “numa estratégia de crescimento paulatino e sustentado, sempre com o cuidado de acompanhar tendências e antecipar formas de ultrapassar as adversidades sócio-económicas de cada época”, acrescenta Paulo Cruz, o outro gerente da sociedade, residente nos Andreus. Presentemente, com dois espaços de atendimento e exposição em Leiria e Lisboa, a Espaço Libris é já uma marca de referência no sector da decoração, actuando em vários âmbitos desde mercado, nomeadamente, na habitação, espaços de público e hotelaria.
Nestes 8 anos de existência, a aposta foi na criação de uma cultura de imagem própria e em conceitos que se tornassem característicos do seu trabalho, mas sem descurar a perspectiva de expansão, tanto a nível nacional, como internacional. Prova disso é a forte campanha de marketing que iniciou este mês e irá decorrer até ao final do ano, em vários meios de comunicação espalhados pelas principais cidades do País.
A participação anual assídua na FIL – Feira Internacional de Lisboa, tem projectado o nome da empresa ao nível do que de melhor existe no País. E, actualmente, o horizonte projecta-se já além fronteiras, em especial, no mercado francês e angolano. Estes passos são “naturais neste rumo de sucesso, na senda de levar a marca e imagem Espaço Libris tão longe quanto possível, sempre com a distinção qualitativa e inovadora com que muitos já nos conhecem”, consideram os gerentes.
Sardinhada e marchas no Centro Hospitalar de Nossa Senhora da Conceição
Decorreu no passado dia 24 de Junho uma sardinhada no Centro Hospitalar de Nossa Senhora da Conceição, da Santa Casa da Misericórdia da Batalha. Foi um animado convívio em que participaram os utentes, familiares, pessoal médico e de enfermagem, pessoal auxiliar, administrativo e gerência.
Depois das sardinhas, bolos e bebidas, ainda houve tempo para ver desfilar uma improvisada marcha popular. Toda a gente marchou. Até as cadeiras de rodas se juntaram.
Foi um dia diferente, especialmente para os utentes desta unidade de cuidados continuados das Brancas. Parabéns à organização.
Texto e fotos: Manuel Carreira Rito
Ver mais fotos em: http://plus.google.com/photos/101213681298238008593/albums/5768887534094371985?authkey=CP2R26Plvsrq7QE
181 - Economia
A partir de 2013, famílias podem deduzir no IRS até 250 euros de IVA
Cristina Agostinho, docenteA partir de 2013, as famílias poderão deduzir, na declaração de IRS, 5% do IVA pago, com o tecto máximo a ser fixado nos 250 euros por família. Cabeleireiros, empresas de manutenção e reparação automóvel, alojamento, restauração e similares serão os primeiros sectores a serem incluídos nas alterações.
Com esta medida, o Governo pretende combater a fraude e a evasão fiscal. Por isso, pedir factura quando se compram produtos ou se contratam serviços poderá valer benefícios fiscais. O objectivo é “promover a equidade e justiça fiscal” e “reduzir a concorrência desleal”, afirmou Paulo Núncio, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.
Esta reforma entrará em vigor no próximo dia 1 de Janeiro de 2013, para que os prestadores de serviços e os contribuintes se possam “preparar” para as alterações que serão introduzidas. A intenção de implementar este tipo de medidas já é conhecida desde Outubro do ano passado, quando foi solicitado um pedido de autorização legislativa para o efeito. Assim, o Governo optou por implementar de forma gradual e faseada estas alterações, pelo que no primeiro ano, em 2013, “apenas se aplicará aos sectores de manutenção e reparação de automóveis, alojamento, restauração, cabeleireiros e similares”, explicou o responsável.
Ausência de factura vale multa de até 3.750 euros
Outra medida será “a obrigatoriedade de factura, independentemente da sua solicitação”, sendo que “qualquer agente económico passa a estar obrigado à emissão de factura”, sublinhou Paulo Núncio.
“Os agentes económicos deixam de poder emitir documentos que não sejam facturas para titular qualquer tipo de serviço. A emissão que não seja uma factura determinará uma violação da lei e ficará sujeita às penalidades previstas na lei”, acrescentou este responsável, sendo que a legislação determina que “a violação ficará sujeita a penalidades legais que podem ascender a 3.750 euros por infracção”.
Quanto ao impacto destas medidas, Paulo Núncio afirmou que “o Governo está convencido de que esta reforma terá um impacto significativo no combate à evasão e que, a longo prazo, poderá ter um impacto significativo no acréscimo da base tributável”.
Parece que, assim, os dias em que fazer o pedido de uma factura trazia por acréscimo um “comboio” de problemas, terão chegado ao fim. Finalmente, não são as pessoas que são obrigadas a pedir a factura; quem presta o serviço é que fica obrigado a emiti-la.
Fonte: www.jornaldenegocios.pt
181 - A vinha - Castas

Casta de uvas Grenache
José Jordão Cruz | Engenheiro Técnico AgrárioJá temos uma encomenda desta casta de uvas tintas para a plantação do próximo ano de 2013, para a zona de Alpiarça. É uma casta que se adapta bem em solos arenosos, calcários, graníticos. É também uma casta que suporta climas secos e quentes, de preferência bem drenados, podendo ser solos fracos no que respeita aos seus nutrientes.
Esta casta, que produzimos em parceria com multiplicadores da nossa vizinha Espanha, é proveniente da região litoral da Catalunha, segundo dados recolhidos, sendo “uma das mais cultivadas no mundo, mas também das menos conhecidas”. Este paradoxo, pouco compreensível, deve-se ao facto de ser uma casta sem problemas, devido à sua versatilidade, quer em aguentar solos ligeiros e quentes, com altas temperaturas, quer produzindo vinhos com elevado grau, vinhos rosés, de sobremesa e de mesa. São em geral vinhos aromáticos com baixa acidez e poucos taninos, segundo os enólogos.
O seu rendimento é fraco, mas dá bons lotes, como os famosos vinhos Rioja e Châteuneuf-du-Pape e “GSM”! Portanto, não é famosa como a Cabernet Sauvignhon, ou Merlot e outras, mas quase todos levam Grenache.
Como é uma casta com vigor, tem de ser bem podada, nomeadamente a desponta, pois o seu abrolhamento é precoce e longo, continuando a crescer até à vindima.
181 - Combatentes

Desigualdades sociais
Coluna da responsabilidade do Núcleo da Batalha da Liga dos Combatentes
Não pretendendo meter-nos em política, a verdade é que, nos tempos que correm, devido à tão apregoada (e bem sentida…) crise que nos assola, e que tem servido de pretexto para nos irem ao “bolso” descaradamente, é difícil fugirmos ao tema, porque os combatentes também têm sido duramente atingidos pelo flagelo.
Com efeito, se é verdade que os funcionários públicos, ainda no activo ou já aposentados, têm sido os mais atingidos, devido aos cortes nos vencimentos, subsídios de natal e de férias, no privado a situação não está muito melhor, com o desemprego galopante que se observa e onde já se encontra cerca de um milhão de portugueses.
Esta situação vai deixando a nossa sociedade cada vez mais deprimida e também possuída por um certo sentimento de revolta, quando se constata que, ao contrário do que nos vai sendo dito, a crise, de facto, não afecta todos por igual.
Com efeito, enquanto centenas de milhares de cidadãos têm de recorrer à “sopa dos pobres” para terem uma refeição diária minimamente decente, continua a haver um grupo de privilegiados, quase todos ligados à política, com ordenados de centenas de milhares e até de milhões de euros por ano, ou aposentados que, apesar de já auferirem reformas douradas, muitos deles continuam a beneficiar de mordomias de milhares de euros, a pretexto de serem cérebros imprescindíveis às empresas, mas que só lá vão meia dúzia de vezes por ano, não se sabe bem fazer o quê… a não ser receber o “cacau”, claro!...
E uns quantos destes ainda têm o despautério de irem aparecendo na televisão a dizer-nos que temos de continuar a apertar o cinto e que os ordenados têm de baixar ainda mais!
Que descaramento! É preciso não ter um pingo de vergonha!
Ah! E também não nos podemos esquecer das subvenções vitalícias! Todas elas mensais, de mais de um a vários milhares de euros!
O curioso é que quem as recebe não é qualquer cidadão que descobriu ou fez algo de transcendente em favor das nossas gentes ou do desenvolvimento do nosso País; não é um soldado que cometeu actos de bravura numa guerra, salvando até a vida de muitos camaradas!
Tanto quanto sabemos, estas subvenções são todas auferidas por políticos que, descaradamente, as atribuíram a si próprios!...
Políticos estes que, na sua maioria, têm grande quota parte de responsabilidade pela situação em que o nosso Pais e os seus cidadãos se encontram.
Pois é: quanto confrontamos este regabofe com os milhões de portugueses, incluindo milhares de combatentes, que não conseguem satisfazer as suas necessidades básicas e dos seus; quando somos confrontados, por camaradas nossos, com pedidos de ajuda para comprar medicamentos, imprescindíveis à sua sobrevivência, porque as comparticipações são cada vez menores, as taxas moderadoras subiram cegamente e ainda por cima têm de tentar ajudar um filho desempregado e à subsistência dos netos; para além da tristeza, assola-nos a revolta, que temos dificuldade em calar… Como é o caso de hoje!
E, caros concidadãos, isto não tem a ver com quem nos governa no presente, nem com partidarite política. A nossa triste realidade é que de há mais de trinta e cinco anos a esta parte tem sido cada vez mais difícil separar o trigo do joio.
Só os facciosos ou os “boys” conseguirão sentir-se em paz com o turbilhão que nos rodeia!
Aos nossos cidadãos em geral e aos combatentes em particular, tentem usufruir, os que ainda o podem fazer, de uns dias calmos, à beira-mar ou no campo, recarregando as “baterias” para enfrentarmos os próximos tempos, que ainda irão ser piores que os actuais.
BEM HAJAM!
181 - Saúde

Lesões e envenenamentos
Ana Maria Henriques | Enfermeira
Uma importante causa de morte, que depende inteiramente da nossa actuação, são os acidentes e envenenamentos. A única maneira de evitar este flagelo da nossa sociedade é a prevenção, e múltiplas campanhas chegam até nós. Ninguém pode afirmar que não sabe as medidas de prevenção rodoviária, por exemplo. Já o envenenamento, é menos comum, mas igualmente preocupante, pois pode ser prevenido e a actuação deve ser rápida e esclarecida.
A prevenção rodoviária está bem presente no nosso imaginário, com anúncios televisivos emocionantes e histórias arrepiantes. A única maneira de diminuir a sinistralidade nas nossas estradas é conduzir com segurança, sem distracções, no pleno das suas capacidades e com muito respeito pelo outro. Estes pilares aqui mencionados não são novidade, mas parece que existe sempre algo mais importante (“horários a cumprir”, “um copo não faz mal” ou “mais um pouco e tomo outro café”). Além destas regras para o condutor, é importante relembrar que as crianças precisam de cuidados especiais e que o cinto de segurança é sempre obrigatório, mesmo em autocarros.
Outra fonte de lesões graves são os acidentes de trabalho. Muita legislação foi escrita e muito equipamento foi fornecido, mas sem a adesão dos trabalhadores os acidentes continuam a acontecer. Botas, fatos, luvas, capacete, máscaras e protecções auriculares fazem parte do muito equipamento que pode servir para salvar vidas no trabalho. É da responsabilidade do empregador vigiar o seu uso, mas é responsabilidade do trabalhador usá-lo.
Os envenenamentos podem ser causados por diversos agentes, mas os mais frequentes são os detergentes em casa, medicamentos e os produtos agrícolas. Regras básicas são fundamentais para prevenir estes acontecimentos: nunca guardar estes produtos em locais acessíveis às crianças, estes devem estar sempre acondicionados na embalagem original e bem fechados.
Em caso de acidente, uma rápida actuação pode salvar vidas. O principal é identificar precocemente que existe uma intoxicação e identificar o agente (o frasco). O contacto imediato para o centro de intoxicações e envenenamentos (808250143) direcciona logo a actuação possível, sendo que a primeira actuação é dirigir-se ao serviço de urgência mais próximo com o frasco ou o rótulo do agente causador da intoxicação. Muito importante é não tentar fazer nada até entrar em contacto telefónico com o centro, pois uma actuação em boa fé pode ter consequências terríveis.
Estas duas doenças são de carácter diferente e, mais importante, dependem unicamente da nossa actuação para serem fortemente diminuídas na realidade do nosso país.
181 - Sugestões de leitura...
Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada
Terra
Mia Couto
Leya | Colecção BIS
Um jovem estudante universitário regressa à sua ilha-natal
para participar no funeral do seu avô Mariano. Enquanto aguarda pela cerimónia
é testemunha de estranhas visitações na forma de pessoas e de cartas que lhe
chegam do outro lado do mundo. São reveladores de um universo dominado por uma
espiritualidade que ele vai reaprendendo. Á medida que se apercebe desse
universo frágil e ameaçado, redescobre uma outra história para a sua própria
vida e para a da sua terra. A pretexto do relato das extraordinárias peripécias
que rodeiam o funeral, este romance de Mia Couto traduz, de uma forma irónica e
profundamente poética, a situação de conflito vivida por uma elite ambiciosa e
culturalmente distanciada da maioria rural.
O Complexo de Portnoy
Philip Roth
Leya | Colecção BIS
Este clássico moderno da experiência judaica americana
gira à volta de um certo Alexander Portnoy, jovem advogado nova-iorquino, que
no divã do psicanalista confessa tudo, desde a sua preocupação de adolescente
com a masturbação até à sua subjugação pela mãe dominadora. Como desde o início
fica bem claro, Portnoy é dotado não apenas de uma inteligência privilegiada
mas também de uma capacidade ilimitada de se encarar a si mesmo com realismo e
ironia. Contudo, o narrador-protagonista é totalmente incapaz de se livrar da
ligação paralisante com a mãe.
Más Maneiras de Sermos
Bons Pais
Eduardo Sá
Leya | Colecção BIS
Não é verdade que a infância seja o melhor dos mundos. Se
a infância de todos os pais tivesse sido feliz talvez eles não precisassem de a
idealizar. Simplesmente, porque sempre que somos felizes o melhor do mundo é o
futuro. É caso para ser que, afinal, bons pais são aqueles que crescem com a
ajuda de más maneiras.
YOUCAT -
Agenda 2013
P. Norbert Fink (org.)
Paulus
Dando continuidade ao projecto do YOUCAT, o Catecismo da
Igreja Católica adaptado aos públicos adolescente e jovem, a editora Paulus apresenta
agora YOUCAT - Agenda 2013, “uma agenda em sintonia com a Igreja”. Em formato
A5 e com 160 páginas, surge recheada de explicações sobre tempos litúrgicos,
temas bíblicos diversos e questões de fé que povoam o universo juvenil. Além
disso, apresenta sugestões para a oração, para o lazer e até para uma ida
mensal ao cinema. Mas, acima de tudo, é uma companhia para todo um ano de vida
cristã, ajudando a compreender melhor as festas da Igreja e a ganhar ânimo para
participar nelas! Segue o mesmo design e estilo do YOUCAT, muito dinâmico e
apelativo.
Orações tradicionais da religiosidade
popular
P. Senra Coelho (org.)
Paulus
Este livro apresenta uma recolha de diversas orações
tradicionais da religiosidade popular que ficaram quase esquecidas no tempo. O
seu objectivo principal é que estas orações ajudem os leitores a encontrarem-se
com o testemunho vivo daqueles que nos precederam na Fé e nos legaram estas
vivências de autenticidade na simplicidade. Em formato de bolso e compacto,
apesar das suas cerca de 256 páginas com cerca de duas centenas de orações,
poderá facilmente acompanhar o orante até à Igreja, numa peregrinação ou num
simples passeio contemplativo pela natureza. Será uma interessante descoberta
de como em palavras simples, muitas vezes em forma de verso, o povo exprimia a
sua relação com o divino.
Vinde a mim todos – Orações a Jesus Eucaristia
Paulus
Este livro devocional apresenta sete roteiros para a
Adoração Eucarística, com um tema específico para cada dia da semana. Apresenta
ainda o rito para bênção do Santíssimo Sacramento. Trata-se da aplicação do método
do beato Tiago Alberione (1884-1971), fundador da Família Paulista, que ele
chamou de “caminho-verdade-vida”, composto por três partes, de 10 ou 20 minutos
cada uma: o primeiro momento é dedicado a Jesus Verdade e destina-se a acolher
a Palavra, lida e meditada; o segundo passo é dedicado a Jesus Caminho, em que
a Palavra serve de ponto de partida para o exame de consciência sobre a nossa
própria caminhada; finalmente, a oração a Jesus Vida leva-nos a transformar a
Palavra em vida nova.
Lukas, uma aventura bíblica
DVD interactivo
Paulus
“Lukas, uma aventura bíblica” é um DVD interactivo,
baseado em algumas histórias do Antigo Testamento: “A Criação”, “Os Dez Mandamentos”,
“A Arca de Noé” e “Daniel e os Leões”. Cada história é contada através de
desenhos animados, recorrendo a duas personagens o Lukas e a Sofí. Para
aprofundar o conhecimento de cada história o DVD é acompanhado por jogos e um
Karaoke. Com uma narração inovadora, este projecto destina-se a crianças entre
os 3 e os 8 anos de idade. A criança irá divertir-se enquanto aprende, criando
uma maior proximidade à fé da Igreja, de acordo com os processos educacionais
na família e na escola ou catequese. Para Pc com Windows ou Mac.
Novas cartas sobre a oração
Henri Caffarel
Paulus
Vivemos num mundo que arranca o homem a si mesmo. Não é
espantoso ver tantos contemporâneos aspirarem à introspecção? Esta é uma
reacção vital. Este livro relembra que a busca da interioridade não é um
exclusivo da cultura oriental. Desde as origens cristãs, os grandes mestres
espirituais sempre falaram da necessidade que o homem tem de descer ao mais
íntimo do seu ser, onde se encontra o coração, essa cripta luminosa onde cada
um é convidado a unir-se às três pessoas divinas e a celebrar a liturgia
interior. O presente livro gravita nesse universo, apresentando uma série de cartas
de forte cunho espiritual, com orientações para um caminho de crescimento
espiritual e vivência profunda da fé.
O Segredo de Sophia
Susanna Kearsley
Asa
Carrie McClelland é uma escritora de sucesso a braços com
o pior inimigo de qualquer artista: um bloqueio criativo. Em busca de
inspiração, decide mudar de cenário e visitar a Escócia, onde se apaixona pelas
belas paisagens e pelas ruínas do Castelo de Slain. Tudo parece atraí-la para
aquele lugar, até mesmo o seu coração, que vacila sempre que encontra Graham
Keith, um desconhecido estranhamente familiar. Com o castelo como cenário e uma
das suas antepassadas - Sophia - como heroína, Carrie começa o seu novo romance,
numa escrita de rapidez invulgar que lhe parece ser algo mais do que a sua
imaginação. Depois de três séculos de esquecimento, o «segredo de Sophia» começa
a ser revelado…
A Sereia
Carolyn Turgeon
Planeta
A princesa Margrethe está escondida num convento porque o
seu reino está em guerra e um dia testemunha um milagre: uma sereia emerge das
ondas com um homem nos braços, moribundo. A sereia desaparece e a princesa trata
do belo estranho, que descobre ser o príncipe filho do grande rival do pai.
Certa de que aquele encontro não foi por acaso, Margrethe engendra um plano
para acabar com a guerra. Mas terá uma rival inesperada: a sereia, princesa
Lenia, volta para conquistar o coração do homem que salvou do mar e está
disposta a trocar o seu mundo por ele... É uma versão surpreendente da história
clássica, que manterá o leitor em suspenso até à última página e o fará
esquecer as histórias de fadas que ouviu na infância…
Por Ti Faria Mil Vezes
Isabel Sartorius
Planeta
Isabel Sartorius, de 47 anos, é uma mulher famosa em
Espanha. Neste livro, em estilo misto de biografia e auto-ajuda, conta como se libertou
de um romance que foi belo mas doloroso com o herdeiro do trono espanhol,
Felipe. Mas, sobretudo, de um amor mais profundo, mas doentio e co-dependente,
em relação à mãe. No fim da obra, ficamos a saber que Isabel faria mil vezes o
que fosse preciso pela mãe. Mas faria diferente. “Psicologicamente, estive
casada com a minha mãe e era impossível investir tanto noutra relação. Já tive
boas relações, mas tenho problemas com a ideia de relações para toda a vida
porque a minha relação de toda a vida foi com a minha mãe”. E agora? Agora… “sou
uma pessoa feliz”.
Escola de Dança - A Noite da Grande Gala
Escola de Dança – Passeio em ritmo de dança
Aurora Marsotto
Ilust. Donata Pizzato
Planeta Júnior
“Escola de Dança” é o título desta colecção juvenil, escrita
por uma antiga bailarina profissional, que conta a emocionante vida diária de
Violeta e seus amigos – as paixões, as amizades, as conquistas e as aventuras.
De leitura aconselhada a partir dos 9 anos, nas últimas páginas de cada livro
encontra-se o Diário de Violeta, com ilustrações a cores, onde se destacam os
conselhos da protagonista para os aspirantes a bailarinos e uma mão-cheia de
dicas e informações sobre a história da dança e sobre bailarinas famosas.
“A Noite da Grande Gala” é o terceiro volume. O teatro
está ao rubro com os preparativos para a Grande Gala, um fabuloso espectáculo em
que participarão as maiores estrelas da dança, mas também todos os alunos da
escola! Para além dos ensaios, Violeta e os seus amigos têm muitas outras
coisas em que pensar: porque quer Júlio, depois de ter recebido uma carta da
mãe, deixar de dançar? E como conseguir manter escondido o gatinho que Rebeca
encontrou na rua? Só quem ler descobrirá.
“Passeio em ritmo de dança” é a quarta e mais recente
aventura. Vêm aí tempos difíceis para os alunos: já falta pouco para a
avaliação do primeiro período e o volume de trabalho continua a aumentar. Mas a
recompensa para tanto esforço será um passeio fantástico! Violeta e os amigos
terão três dias de liberdade, longe da escola e do estudo, durante os quais se
misturarão fugas nocturnas, novos amores e, naturalmente, muita dança!
A Cozinha dos Monstros – Mararrão com
Zombis
A Cozinha dos Monstros – Talharim de Múmia
Martín Piñol
Ilust. Votric
Planeta Júnior
“A Cozinha dos Monstros” é uma nova colecção, com histórias
asquerosamente divertidas e receitas ‘nojentas’, a que os mais novos (a partir
dos 8 anos) não resistirão. São as divertidas e assustadoras aventuras de
Malaquias, o Chef Zombi, que teima em cozinhar os pratos mais impossíveis a
partir dos ingredientes mais nojentos e perigosos. Graças aos seus cozinhados,
zombis, múmias, vampiros e lobisomens surgem na cantina da escola e semeiam o
terror entre os alunos do colégio de S. Lázaro. Cada livro inclui: um jogo e cartas
para jogar, receitas fedorentas mas comestíveis, actividades monstruosas, testes
aterradores, passatempos e anedotas de meter medo…
“Macarrão com Zombis” é o primeiro volume. O cozinheiro
Malaquias não suporta miúdos... nem zombis. No entanto, por causa de uma sopa
estragada, encheu a cidade de mortos-vivos. Os únicos que podem ajudá-lo são
uma malvada ratazana e dois alunos bastante asquerosos.
“Talharim de Múmia” é o 2.º volume. Depois de visitar o
museu egípcio, Malaquias lembra-se de cozinhar um insólito prato cujo
ingrediente principal são as faixas de uma múmia. Claro que antes terá de as
roubar do museu… e enfrentar a fúria das outras múmias.
A estranha viagem do
Senhor Daldry
Marc Levy
Contraponto
Alice leva uma existência tranquila entre o seu trabalho
como criadora de perfumes, que a apaixona, e o seu grupo de amigos, todos eles
artistas nas horas vagas. No entanto, na véspera de Natal, a sua vida vai
sofrer um abanão. Durante um passeio a uma feira em Brighton, uma vidente
prediz que irá viver uma aventura, em busca de um passado misterioso. Alice não
acredita nela, mas também não consegue esquecer as suas palavras; subitamente
as suas noites passam a ser povoadas de pesadelos, que lhe parecem tão reais
como incompreensíveis. O seu vizinho, o senhor Daldry, um gentleman excêntrico e
celibatário empedernido, convence-a a levar a sério a predição da vidente e a
encontrar as seis pessoas que a conduzirão ao seu destino. De Londres a Istambul, Alice e o senhor Daldry
partem na sua estranha viagem…
As histórias de terror do
tio Montague
Chris Priestley
Arte Plural
As histórias de terror do tio Montague reúne vários contos
ilustrados, todos eles cheios de suspense e com uma única intenção: arrepiar o
público mais jovem. Este livro conta a história de Edgar, um menino que se
refugia na casa do tio para ouvir as suas histórias de terror. Para Edgar, os
contos são apenas invenções fantásticas do excêntrico tio, mas para Montague,
são narrativas que deveriam não apenas assustar o sobrinho, mas ensiná-lo que,
quando o assunto é o além, todo o cuidado é pouco. Mas haverá alguma ligação do
seu tio a estas histórias sinistras? Um livro assustador! Vai ter coragem de
lê-lo?
Bem-vindo ao cérebro do seu filho
Sandra Aamodt e Sam Wang
Pergaminho
O desenvolvimento mental, emocional e intelectual das crianças
é um dos mistérios que mais intriga os pais. Na tentativa de educarem filhos
para serem os mais inteligentes, fortes e felizes, os pais tentam de tudo,
desde suplementos de vitaminas a DVD educativos. Mas como se pode identificar o
que funciona de verdade? O que acontece realmente ao cérebro do seu filho à
medida que cresce – na primeira infância, na escola e ao longo da adolescência?
Sandra Aamodt e Sam Wang, neurocientistas de renome apresentam uma explicação
clara e abrangente das diversas facetas e do desenvolvimento do cérebro,
discutindo temas que preocupam os pais, tais como os problemas de aprendizagem,
as dificuldades de sono, a relevância das diferenças de género e o processo de
socialização. Um livro que vai ajudar os pais a saber quando devem preocupar,
como devem reagir e, mais importante, quando podem simplesmente relaxar!
Ninguém quis saber
Mari Jungstedt
Contraponto
O fotógrafo Henry Dahlström aparece assassinado na até
então adormecida e invernal ilha de Gotland, após ter recebido uma avultada
soma das apostas nas corridas de cavalos. A resolução do caso parece ser fácil,
pois tudo indica que o crime foi cometido por alguém do círculo social de
Dahlström, com o intuito de ficar com o seu dinheiro. Enquanto isto, uma jovem
de catorze anos, Fanny, desaparece e a polícia começa a investigar um suposto
sequestro. O rumo das investigações dá, porém, uma reviravolta quando o
porteiro do edifício onde morava Dahlström descobre uma caixa com fotografias
pedófilas, nas quais aparece a jovem Fanny. Anders Knutas vai precisar de todo
o seu talento e da ajuda do seu amigo, o jornalista Johan Berg, para descobrir
o que se esconde por detrás deste terrível caso.
Novo relacionamento procura-se
Giab Gonzaga
Arte Plural
O jogo pode ou não ter mudado desde o seu último encontro
romântico. E encontrar um novo relacionamento não precisa de ser assustador. Aqui
verá dicas úteis e conselhos àqueles que estão de volta ao “jogo dos
relacionamentos”, abordando diversas temáticas para quem pretende voltar a ter
uma relação amorosa. Desde aprender a como evitar os padrões da relação
anterior à etiqueta do primeiro encontro e a quando apresentar o novo namorado
aos filhos, este guia não deixa nada de fora. Baseado em anos de pesquisa sobre
o que torna os relacionamentos bem-sucedidos a longo prazo, este livro, muito
prático, ajuda a identificar as qualidades-chave que é preciso procurar num
potencial parceiro e fornece ainda as ferramentas necessárias para encontrar um
amor verdadeiro e duradouro.
Pequenos Prazeres
Arthur de Pins
Contraponto
Arthur é um rapaz um pouco tímido, mas bem-disposto,
desportista ocasional, fumador (também) ocasional, amigo do seu amigo,
divertido, girinho, segundo as amigas, e completamente obcecado por mulheres.
Mas tudo muda no dia em que conhece Clara, uma miúda respondona e muito dona do
seu nariz apanhou-o pelo coração, e outros órgãos. Será que eles conseguem
prescindir dos prazeres da vida de solteiros? Esta é uma obra em banda
desenhada, para maiores de 18 anos, que conta já com mais de 250 mil exemplares
vendidos. O autor é um conceituado ilustrador de publicidade e autor da curta-metragem
de animação “La Révolution des Crabes”, que conheceu imenso sucesso em
festivais internacionais.
Safira
Kerstin Gier
Contraponto
No primeiro volume desta série – Rubi – Gwen descobre que
herdou da família um invulgar gene que lhe permite viajar no tempo e a obriga a
ir ao passado consertar alguns erros. Neste segundo volume – Safira – o seu
companheiro de viagens, Gideon, está a dar com ela em doida: primeiro beija-a
apaixonadamente e depois ignora-a. Felizmente, Gwen tem Leslie, a sua melhor
amiga; James, o fantasma; e Xemenius, uma gárgula muito irreverente, para a
ajudarem com os altos e baixos amorosos, e também para a ensinarem a
comportar-se como uma verdadeira dama do século XVIII. Os seus objectivos
passaram a ser: ir a uma soirée no ano 1782, salvar o mundo e, mais do que
tudo, não dar nas vistas…
A ilha
Elin Hilderbrand
Contraponto
Birdie Cousins é uma mulher que se orgulha de estar sempre
preparada para todas as eventualidades, mas o telefonema da sua filha Chess, a
anunciar que rompeu o noivado nas vésperas do casamento, é algo que nem ela
poderia prever. Este é apenas o primeiro sinal de que o verão será um período
de grandes revelações, ao qual se seguem notícias bem mais trágicas, que levam
Chess a entrar numa espiral de desespero. Com o intuito de ajudar a filha,
Birdie leva-a para a casa de família na bela e rústica ilha de Tuckernuck, ao
largo da costa de Nantucket, juntamente com a filha mais nova, Tate, e a sua
própria irmã, India. Aqui, cada uma delas pensa escapar aos seus problemas; mas
quando irmãs, filhas, ex-amantes e segredos bem guardados se juntam numa ilha
remota, o que poderia parecer uma fuga pacífica transforma-se em algo mais…
Longe da Vista, Perto do Coração
Maria do Rosário Dias
Ilust. Sara Maia
Coisas de Ler
Pedro, um jovem pré-adolescente de 12 anos, filho único de
um casal de invisuais, é levado à consulta pelos pais, por motivo de um
manifesto insucesso escolar. Com a apresentação deste estudo de caso clínico em
formato de livro ilustrado, pretende-se equacionar como o recurso a um padrão
comportamental adultomorfo e a um discurso mentiroso do paciente escamoteava a
raiva sentida por uma parentalidade invertida imposta à nascença e vivenciada
pelo jovem como tirânica. Questiona-se, por outro lado, em termos de
prognóstico evolutivo, os limites e a viabilidade de uma intervenção
psicoterapêutica suficientemente capaz de quebrar, através da busca da verdade,
os códigos mentirosos de uma cegueira familiar inconsciente.
Manual de Procedimentos
de Atendimento à Vítima
Susana Monteiro e
Cristina Soeiro (coord.)
Coisas de Ler
O presente Manual centra-se essencialmente no atendimento
a prestar a vítimas adultas mas, não obstante, são feitas algumas considerações
sobre as pessoas idosas, com características de vulnerabilidade e expostas a
diferentes processos de vitimização, tal como são apresentadas algumas
considerações sobre o atendimento a crianças. Com o objectivo de melhor
compreender a vítima e incentivá-la a colaborar com o profissional/técnico de
ajuda no processo de atendimento, são descritos princípios orientadores no
estabelecimento da relação vítima-profissional de ajuda, sendo dado especial
enfâse ao processo de comunicação verbal, à escuta activa e à comunicação
não-verbal.
Desporto e Pedagogia –
Formação e Investigação
Sociedade Científica de
Pedagogia do Desporto
Coisas de Ler
Esta colecção da editora Coisas de Ler e da Sociedade
Cientifica de Pedagogia do Desporto pretende divulgar trabalhos – de conteúdo
científico – no âmbito da pedagogia do desporto. Este é, aliás, um dos
objectivos da SCPD, de forma a transmitir à sociedade a importância desta
disciplina das Ciências do Desporto, na qual se situam preocupações sérias e
profundas no que concerne à formação, ao treino desportivo (nos seus vários
campos e aplicações) e a outros contextos onde a relação pedagógica tem um
efeito visível. Neste volume publicam-se alguns dos trabalhos apresentados no
seu primeiro congresso, organizados em três partes temáticas: formação, treino
desportivo e outros contextos da relação pedagógica.
Os Primos – A Mensagem Secreta de Lisboa
Mafalda Moutinho
Ilust. Umberto Stagni
Dom Quixote / Leya
Este é já o décimo volume da fantástica colecção “Os
Primos”, recomendada pelo Plano Nacional de Leitura “Ler+”. Na véspera do
Grande Terramoto e tsunami de Lisboa de 1755, António Miranda e o seu filho
Pedro escondem uma cápsula do tempo com diversos objectos e uma mensagem
secreta dentro de uma parede, na sua velha casa em Alfama. Mais de duzentos e
cinquenta anos depois, pelo Natal, OS PRIMOS Ana, Maria e André, o brasileiro
Miguel e a inglesa Charlotte, deparam-se com este misterioso Baú Histórico.
Depressa descobrem que não são os únicos a tentar desvendar a mensagem secreta
de Lisboa. Já no século XIX, um serial killer se dedicara à mesma busca, e
agora um estranho grupo de escavadores desconhecidos decide retomá-la,
escavando cinco monumentos com algo em comum: todos eles são construções
magníficas, encomendadas pelo rei D. João V numa altura em que os cofres
portugueses estavam a abarrotar de ouro e diamantes descobertos nas minas do
Brasil; todos eles resistiram misteriosamente incólumes ao terramoto que
devastou a cidade; e todos eles escondem uma coroa real, uma frase em latim e
um triângulo. Mas um dos cinco esconde algo mais…
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