quinta-feira, 24 de maio de 2012

30.º Festival Música em Leiria

Batalha volta a receber concertos

Vai decorrer de 26 de Maio a 30 de Junho mais um Festival Música em Leiria, nesta que será a sua 30.ª edição. Segundo Miguel Sobral Cid, director artístico do festival, este foi criado com a intenção de ser "um momento único na vida cultural da região e o seu mais significativo momento no que respeita ao domínio da música", e é esse o objectivo que permanece.

Na edição deste ano, procurou-se algum "reencontro com as origens, (…) de imediato visível nos vários formatos em que a música coral é referenciada nos diversos concertos". Mas vai além disso, como refere Miguel Cid: "Paralelamente, reforça-se neste programa a ideia da música enquanto elemento unificador de culturas, que, não olhando a leis ou credos, quebra fronteiras mais eficazmente do que a tinta de mil tratados. O norte e o sul, o oriente e o ocidente, as nossas raízes mediterrânicas de que tanto nos devemos orgulhar pela riqueza da diversidade que nelas soubemos reter, tudo isso encontramos reflectido na presente programação, desde os cantos de amor e mistério que nos traz a voz de Arianna Savall logo no concerto inaugural, à sensualidade das melodias árabes contaminadas pelo Jazz e por outras múltiplas tendências com que o cantor e alaudista tunisino Dhafer Youssef encerrará o Festival".

Como habitual, alguns concertos passarão pela Batalha, no magnífico cenário do Mosteiro de Santa Maria da Vitória. Confira todo o programa:
• Sábado, 26 Maio, 21h30, no m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento (Leiria): Hirundo Maris (Arianna Savall, canto e harpa; Petter Udland Johansen, canto, rabeca e bandolim; Miquel Angel Cordero, contrabaixo)
• Sexta, 1 Junho, 11h00, no Teatro José Lúcio da Silva (Leiria): Drumming – Grupo de Percussão (Miquel Bernat, direcção; Jorge Castro Ribeiro, comentários).
• Sábado, 2 Junho, 21h30, no Teatro José Lúcio da Silva: Drumming – Grupo de Percussão (Miquel Bernat, direcção; Matchume Zango, timbilas)
• Sexta, 8 Junho, 21h30, no Teatro José Lúcio da Silva: Orquestra Gulbenkian (Pedro Neves, direcção; Tamila Kharambura, violino)
• Domingo, 10 Junho, 21h30, na Igreja do Convento da Portela (Leiria): Coro do Orfeão de Leiria, Coro de Câmara do Orfeão de Leiria, Spatium Vocale e Orquestra Sinfónica de Leiria (Rodrigo Queirós e João Baptista Branco, direcção)
• Sexta, 15 Junho, 21h30, na Igreja do Convento da Portela: Coro de Câmara da Escola Superior de Música de Lisboa, One Chamber Choir (Singapura) e Orquestra Filarmonia das Beiras (Paulo Lourenço, direcção; Xiang Ting Teng, soprano; Joana Nascimento, contralto; João Rodrigues, tenor; Manuel Rebelo, barítono)
• Sábado, 16 Junho, 21h30, no Teatro Cine de Pombal: Lilia Donkova (violino) e Joana Gama (piano)
• Domingo, 24 Junho, 21h30, no Mosteiro de Santa Maria da Vitória (Batalha): Capella Duriensis (Jonathan Ayerst, direcção)
• Sexta, 29 Junho, 21h30, no m|i|mo: Vivaldianas
• Sábado, 30 Junho, 21h30, no Teatro José Lúcio da Silva: Dhafer Youssef Quartet (Dhafer Youssef, oud; Kristjan Randalu, piano; Chris Jennings, baixo; Chander Sardjoe, bateria).
Info: www.orfeaodeleiria.com

















 

Torneio de Sueca na Associação Cultural e Desportiva do Rio Seco

A Associação Cultural e Desportiva do Rio Seco vai organizar um Torneio de Sueca, no próximos dias 9 e 16 de Junho, sábados, pelas 20h30. Integrada na comemoração dos 500 anos da Freguesia do Reguengo do Fetal, a iniciativa tem inscrições abertas até 3 de Junho.
Info: 934 416 500 e 910 295 731

Festival em Moinhos de Carvide: Pig’s on Spetayde

Nos dias 1 e 2 de Junho, em Moinhos de Carvide, a partir das 22h00, vai decorrer a 7.ª edição do festival "Pig’s on Spetayde", onde não faltará o melhor rock, divertimentos, surpresas, campismo… tudo do bom e do melhor.
Na sexta-feira, dia 1 de Junho, actuarão "The Peorth" (Ourém) e "M.A.M. - Música A Metro" (Lisboa).
No sábado, dia 2, sobem ao palco "O Penedo" (Batalha), vencedor do concurso de bandas, "Sede Bandida" (Coimbra) e "Agarra Ké Ladrão" (Coimbra).

Pinhal das Artes em S. Pedro de Moel

A SAMP – Sociedade Artística e Musical dos Pousos vai organizar, nos próximos dias 26 de Junho a 1 de Julho, a VI edição do Festival de Artes para a Infância (dos 0 aos 5 anos), mais conhecido por "Pinhal das Artes". O local é, uma vez mais, o Lugar das Árvores, no Pinhal do Rei, em S. Pedro de Moel.
Inf: www.pinhaldasartes.blogspot.com


179 - Poesia

Às vezes

Às vezes galgo paisagens
à procura do teu rosto
perdido algures no vento
perdido no meu desgosto

e vejo-te em mil miragens
que descubro entre as flores
perdidas umas nas outras
perdidas noutros amores

Às vezes sonho contigo...
com olhos da cor do mundo
de tons que não têm nome
ou de um castanho profundo

e desejo percorrer-te
como ave de asas abertas
solto do chão que me oprime
em voos de descobertas

Às vezes és o perfume
que me alimenta as manhãs
e repouso em ti o olhar
exausto em promessas vãs...

e imagino colher-te
como um menino risonho
que acaricia uma flor...
mas és apenas um sonho!

Luís Miguel Ferraz



Nunca eu


Não fui.
Não vi.
Não sei de nada…
Que mania!…
Pensam sempre que há razões para tudo.
Hoje em dia há razão para tudo!
Até para não se ter razão
Acha-se que há razão!
Ninguém tem razão…
Todos podemos ter uma mesma convicção…
Mas razão? Isso não!
Miguel Portela in “Quem Sabe?!...”


Era óptimo saber voar


Comecei sem pensar!
Abri as asas e comecei a voar
Via o mar e o céu
A muita gente era de admirar.

O azul que o céu brilhava
O sol fazia imenso clarão
Quando eu voava, tremia
Com o bater do coração.

Tal o meu invento
Chamaram-me voadora
Numa data oportuna
Já passava a ser aviadora.

Ia ao louvor do tempo
Como o vento faz bailar
Ia voando sem destino
Até poder aguentar.

Quando pensei aterrar
A tarde estava a chegar
Quando abri os olhos
Estava eu a sonhar.
Cremilde Monteiro



As flores do meu jardim


A primeira flor
Que no meu jardim nasceu
Era uma linda rosa
Mas como nasceu, morreu…

A segunda flor que nasceu
Eu já nem digo nada!
Foi semeada na Golpilheira,
Mas foi nascer à Serrada!

A terceira flor então
Aconteceu desta maneira:
Foi semeada na Serrada,
Mas veio nascer à Golpilheira!

A quarta flor
Que aqui nasceu entre nós,
Veio o vento e levou-a,
Foi parar a Porto de Mós!

A quinta flor então
Nasceu devagarinho,
Ela gosta tanto de mim
Que me ofereceu este livrinho.

A sexta flor,
Linda como um cartaxo,
Quando caiu do muro
Deus pôs-lhe a mão por baixo!

A sétima flor
Foi a última do meu jardim,
Que Deus lhe dê muita saúde
Para continuar ao pé de mim!

Ora o meu primeiro rebento
A duas flores deu vida,
Uma foi o João Francisco
A outra a Ana Margarida!

O segundo rebento,
- Ó que jardim tão belo! -
Que me deu uma Maria,
E um João Marcelo!

Neste jardim
Semeado a granel,
Houve ainda um João Pedro
E um Rui Miguel!

A quarta flor,
Flor do meu agrado,
Deu-me uma linda Filipa
E um lindo Eduardo!

E a flor mais pequena
Linda como um botão
Deu-me dois lindos cravos,
O Filipe e o José João!

A última flor do meu jardim
Linda que é um regalo,
Deu-me dois lindos cravos
Um Rodrigo, outro Gonçalo!

Neste livro pequenino,
Vou escrever os meus afectos
Deus me deu seis filhos,
E já tenho doze netos!

É o que mais adoro na vida
São os meus filhos e os meus netos,
Deus me dê mais uns dias aqui
Para ainda ver os meus bisnetos!

Neste jardim de flores
Semeadas pela minha mão
Não, não as semeei sozinha:
Fui eu e o meu João!

No mês em que me casei
Era o mês de S. João,
Eu nem parecia uma noiva
Mas sim uma menina na comunhão!

O semeador do meu jardim,
Foi um homem muito sério,
Foi ele quem mandou abrir
A estrada que passa ao cemitério.

A estrada e a luz
Foi ele que mandou pôr
Agora só espera pela paga
De Deus Nosso Senhor.
Maria Nunes










179 - Mãos na Massa

Cheesecake


Ingredientes
75 gr bolachas tipo digestivas
30 gr manteiga
350 ml natas
350 gr queijo tipo Philadelphia
5 gr gelatina em pó de sabor a gosto
40 gr de açúcar
Compota de frutos silvestres

Preparação
Esmague as bolachas e misture bem com a manteiga derretida. Coloque a massa numa forma de tarte e deixe repousar no frigorífico durante 10 minutos. Num tacho, leve ao lume até ferver, as natas, o açúcar e o queijo. Retire do lume e junte a gelatina. Coloque o preparado por cima da mistura da bolacha com a manteiga e deixa-se repousar, durante 6 horas, no frigorífico. Uma hora antes de servir cubra a tarte com a compota. Sirva decorado com frutos silvestres.
Bom Apetite!

179 - Foto do mês

179 - Tintol e Traçadinho

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Edição 178 - Abril de 2012

Diga o que significa para si o Jornal da Golpilheira!

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa: “Um dia com os media”


O dia 3 de Maio foi declarado Dia Mundial da Liberdade de Imprensa pela Decisão 48/432, de 20 de Dezembro de 1993, aprovada pela Assembleia-Geral das Nações Unidas. Foi escolhido o dia 3 de Maio por se tratar da data do aniversário da Declaração de Windhoek. Esta declaração foi aprovada durante um seminário organizado pela UNESCO sobre a “Promoção da Independência e do Pluralismo da Imprensa Africana”, que se realizou em Windhoek, Namíbia, de 29 de Abril a 3 de Maio de 1991. A Declaração considera a liberdade, a independência e o pluralismo dos media como princípios essenciais para a democracia e os direitos humanos.
É costume serem programadas algumas iniciativas, a nível mundial, para comemorar esta data. Neste ano, destaca-se a proposta nacional “Um dia com os Media”, que pretende mobilizar todo o tipo de instituições e pessoas interessadas, para que, à volta desse dia e do tema que lhe dá o mote, tomem as iniciativas que entendam mais adequadas e motivadoras para reflectir sobre a questão “que significado têm os media na nossa vida e como poderiam tornar-se mais significativos?”.
O desafio é lançado a todo o tipo de instituições: bibliotecas, meios de comunicação, escolas, instituições do ensino superior, grupos de alunos, centros de investigação e formação, associações, universidades de seniores, movimentos, igrejas, autarquias, entre outros.
Num tempo em que as tecnologias e plataformas digitais permitem, como nunca, que os cidadãos se exprimam no espaço público, faz sentido que o olhar crítico e participativo relativamente aos media seja, ele próprio, um exercício de liberdade, num espírito positivo de contribuir para a melhoria dos media que temos.
Mais informações sobre a iniciativa podem ser consultadas no sítio www.literaciamediatica.pt/umdiacomosmedia.

Dê-nos a sua resposta!

O Jornal da Golpilheira aderiu a este movimento, lançando um desafio aos seus leitores: escrevam a vossa resposta a esta pergunta: “que significa para si o Jornal da Golpilheira e como poderiam tornar-se mais significativo?”.
Pode colocar a sua resposta escrita na nossa caixa de correio no bar do Centro Recreativo, enviar para o email geral@jornaldagolpilheira.com , ou numa mensagem em www.facebook.com/jgolpilheira . Pode ser uma mensagem assinada ou anónima.
Na próxima edição, publicaremos as respostas...

domingo, 29 de abril de 2012

Tasquinhas no CRG, dias 12 e 13 de Maio

O Rancho Folclórico "As Lavadeiras do Vale do Lena", do Centro Recreativo da Golpilheira, organiza, nos dias 12 e 13 de Maio, mais uma edição das suas tasquinhas. Com animação assegurada e boa gastronomia regional, estamos todos convidados...

Pavilhão já se vê!


Obra avança dentro do prazo

As obras do pavilhão desportivo da Golpilheira decorrem a bom ritmo e “estão a avançar dentro do prazo”, assegura Carlos Henriques, vereador da Câmara Municipal da Batalha, dona da empreitada. Isto apesar da aparente demora com a preparação do terreno e das fundações, os trabalho menos visíveis, mas que são fundamentais para a qualidade de todo o edifício futuro.
De facto, depois alguns meses decorridos desde o início da obra, em Agosto do ano passado, já há paredes no ar, a estrutura principal de ferro está montada e parte do vigamento de madeira do telhado foi colocada na última semana de Abril.
Tivemos oportunidade de acompanhar a chegada do carregamento das vigas principais, no passado dia 23 de Abril, uma operação que não é muito frequente ver por estas bandas.
Proveniente de Espanha, o “monstro” que transportou estas traves gigantes viajou durante cerca de quatro horas e veio encontrar o principal ponto de resistência nos apertados acessos da nossa freguesia.
As manobras mais complicadas obrigaram o veículo de 37 metros a galgar alguns passeios e a exigir o arrancamento de alguns sinais de trânsito, o que causou um “pequeno engarrafamento” na Golpilheira, mas a carga acabou por chegar ao seu destino.
É provável que algumas situações semelhantes venham a ocorrer entretanto, mas o importante é que o edifício vá crescendo…
Para já, podemos dizer que “o pavilhão já se vê”, para contentamento dos muitos atletas do concelho da Batalha que aguardam por esta importante infra-estrutura desportiva, em especial, como é óbvio, os da nossa colectividade.
Se o prazo estabelecido de 480 dias for cumprido, teremos inauguração lá para o final deste ano.

Luís Miguel Ferraz












Batalha mantém as 4 freguesias

Limites das freguesias e do concelho poderão ser revistos


Confirmou-se a indicação que o Jornal da Golpilheira deu em primeira mãom, na edição passada: a Lei n.º 44/XII foi aprovada com as alterações propostas pelo grupo de deputados do PSD eleitos por Leiria, que incluem a passagem de 3 para 4 do número mínimo de freguesias no mesmo concelho para não ser obrigatória a sua fusão. Assim, a Batalha não vai precisar de agregar ou extinguir nenhuma das suas juntas de freguesia.
Como referiu o deputado batalhense Paulo Batista na última sessão da Assembleia Municipal, esta proposta visou “a discriminação positiva das freguesias em espaço rural, procurando assegurar a presença e actividade de proximidade da administração local junto das populações que mais precisam e, invariavelmente, são afectadas negativamente pelos processos de reorganização dos diferentes serviços públicos”. Ao mesmo tempo, conseguiu-se, assim, “minimizar os impactos das alterações em municípios de menor densidade populacional, cuja actual divisão territorial se considera globalmente coerente e compatível com os objectivos da reforma administrativa”.
Na mesma sessão da Assembleia, Carlos Santos, presidente da Junta da Golpilheira, afirmou o seu “contentamento pelo facto de não precisarmos de mexer na divisão autárquica concelhia”, até porque se previa que “a Golpilheira viesse a ser sacrificada com a perda de mais um importante serviço às populações”. Basta recordar que ainda em Setembro passado tínhamos ficado sem Extensão de Saúde.
O presidente do Município, António Lucas, considerou também ser muito positivo o concelho da Batalha ter ficado “isento” das reduções impostas pela nova lei, mas adiantou que deverá ser aproveitada esta ocasião para “uma revisão da divisão territorial entre as freguesias” dentro do concelho batalhense e, mesmo, nas suas fronteiras com outros concelhos. “Há casos evidentes de uma divisão territorial mal feita, por exemplo, com aldeias atravessadas por uma estrada em que, de um lado é um concelho e, do outro, é outro concelho”, apontou o presidente ao nosso Jornal, exemplificando também com algumas “pontas dispersas que não nos pertencem, mas cujos serviços de abastecimento de água e luz ou de tratamento de resíduos e efluentes é feita por nós”. E vice-versa.
Na última edição, tínhamos já apontado para a importância de se fazer essa análise territorial, dando como exemplo concreto o caso do Casal de Mil Homens, na nossa freguesia, que tem algumas casas no concelho de Leiria, umas na freguesia da Azóia e outras na da Barreira.
Segundo António Lucas, “esse pocesso deveria começar por ouvir as pessoas nestes casos concretos e ajustar os limites ao que seja mais benéfico para os moradores e para a gestão equilibrada das estruturas públicas”.
LMF

Futsal Sénior Feminino do CRG: Estamos na Taça Nacional !

Ao sagrar-se campeã distrital de futsal, a nossa equipa é por mérito próprio uma das que neste momento está a disputar a Taça Nacional de Futsal. Em Portugal Continental, as equipas estão divididas em três séries de seis. A nossa série é a B, em que marcam presença também: CB de Belmonte, Guarda Unida, NS Leiria, Unidos da Estação e Vilaverdense.
O calendário é apertado, com muitos jogos em pouco tempo, tendo já decorrido quatro jornadas, que abaixo descrevemos brevemente. Quanto aos que ainda faltam e que esperamos venham a ser de vitórias até à grande final, os nossos leitores podem consultar no quadro ao lado as respectivas datas. E não esqueçam que nunca é demais o apoio do público e as nossas atletas merecem esse carinho dos adeptos golpilheirenses. Basta ver pelos resultados que têm somado.

1ª. Jornada
CR Golpilheira – 4 / Vilaverdense – 2
Iniciámos da melhor forma esta primeira fase, sobre um adversário de muito valor. O jogo disputou-se no passado dia 14 de Abril, no Pavilhão da Batalha. É uma equipa que a nossa treinadora conhece bem, pelo que montou uma estratégia para ser bem sucedida. A equipa de Vilaverde até começou melhor do que nós. No entanto, a partir dos cinco minutos, começámos a tomar conta do jogo. O nosso domínio acabou por dar os seus frutos, através da marcação do primeiro golo, por Pisco. Continuámos a pressionar e Irina, pouco depois, obteve o dois a zero. A perder por dois golos, competia à equipa adversária procurar reduzir a desvantagem, o que conseguiu perto do final da primeira parte, apesar do domínio constante da Golpilheira.
Partimos para a segunda parte a vencer pela diferença mínima de 2-1. Fomos à procura de mais golos, e Pisko bisou, marcando o nosso terceiro golo. Estávamos diante duma equipa que não baixava os braços e, com alguma felicidade, conseguiu marcar o seu segundo golo. Estava reposta a diferença de um golo. Era necessário marcar mais, uma vez que ainda falta o jogo da segunda volta e a diferença de golos poderá ser muito importante. De tanta insistência, a nossa equipa conseguiu marcar o quarto golo, através duma cabeçada de Jéssica Pedreiras. Vitória justa, apoiada por muito público.

2ª. Jornada
Guarda Unida – 0 / CR Golpilheira – 8
No jogo que marcou a estreia da equipa da Guarda nesta competição, a nossa equipa revelou-se bastante superior. Não assistimos ao decorrer do jogo, mas, pelos relatos obtidos e pelo resultado que a Golpilheira arrecadou, é evidente a toada atacante que as nossas atletas impuseram à partida, garantindo uma confortável vitória por 0-8.

3ª. Jornada
CR Golpilheira – 10 / U. Estação – 0
O encontro disputado no dia 22 de Abril, no Pavilhão da Batalha, cifrou-se em mais uma vitória robusta, que começou a ser construída logo na primeira jogada, com o primeiro golo de Sandrita. Começámos a jogar num ritmo muito forte, não dando possibilidades à equipa adversária de reagir. Desta forma, os golos surgiam uns atrás dos outros, chegando ao intervalo a vencer por oito zero. Sandrita marcou mais um golo, Irina 2, Pisco 2, Licas e Rita Eusébio um cada. O segundo tempo foi jogado com menos velocidade, até porque as nossas atletas tinham disputado um jogo no dia anterior. Mesmo assim, marcaram mais dois golos, por Jéssica e Pisco. Vitória sem contestação.

4ª. Jornada
CR Golpilheira – 5 / NS Leiria - 1
O desafio disputado no passado dia 25 deste mês, no Pavilhão da Batalha, era com uma equipa que a nossa treinadora bem conhece, já que disputa o nosso campeonato distrital. Com as aspirações que a nossa equipa tem, era mais um jogo para vencer. Fomos a primeira equipa a marcar, por Irina, com um belo remate. Marcar golos é importante, mas evitar que se sofram, não é menos. Na sequência de um livre, obtivemos o segundo golo, resultado com que fomos para o intervalo. Na segunda parte o domínio do jogo continuou a pertencer-nos, mas a equipa adversária, num rápido contra-ataque, marcou o seu golo de honra. Este golo não afectou as nossas atletas, que continuaram à procura de mais golos. E tivemos a compensação, uma vez que antes do apito final marcámos mais três golos, por Sandrita, Irina e Jéssica.
MCR
Acompanhe as actualidades em http://golpilhas.blogspot.pt





Mostra de talentos das Escolas de Música e Dança do CRG


No passado dia 20 de Abril, os alunos das escolas de Música e Dança do CRG voltaram a subir ao palco para mais uma edição da habitual mostra do trabalho efectuado durante o segundo período escolar. Mais uma vez, mostraram os seus talentos, sempre em crescendo, a conquistar aplausos de um salão completamente cheios pelos pais e outros familiares e amigos dos artistas. Ficam as fotos da sessão.
Fotos: LMF / Jorge Monteiro / Belarmino Videira









Motorizadas “resistiram” em S. Bento


Nascidos em 1977 organizaram

A Comissão de Festas de S. Bento 2012, os nascidos em 1977, organizou a 3.º Prova de Resistência 2 Horas em Motorizadas, no dia 22 de Abril. Este ano, o percurso foi alargado, partindo de S. Bento pela estrada das Hortas em direcção ao vale do Furadouro, seguindo para a zona Norte do Casal de Mil Homens e regressando pela rampa da urbanização nova de S. Bento.
Numa tarde soalheira, a prova deste ano teve recorde de participações, com 30 motas em competição e 35 condutores, já que alguns se organizaram em equipas de dois. A elevada participação e as várias dezenas de pessoas que apareceram para apreciar as peripécias dos pilotos surpreenderam a própria organização, que não podia estar mais satisfeita com o resultado.
Alguns “malhanços” marcaram a normalidade da corrida, sendo ocasiões propícias a arrancar umas gargalhadas dos colegas e da assistência. O único motivo de preocupação foi a queda mais aparatosa de um dos “motorizadeiros”, que motivou a sua ida ao hospital, mas felizmente as mazelas ficaram apenas pelo susto e o acidentado voltou a tempo de beber mais umas minis ao final da tarde.
Quanto a prémios, houve taças para os primeiros três classificados, que aguentaram as duas horas e deram mais voltas ao percurso. Em primeiro lugar classificou-se a Casal 5 da equipa Filipe Vieira e Nuno Leal, ambos da Golpilheira, em 2.º lugar ficou a Casal Boss de Bruno Vicente, das Torrinhas, e em 3.º a Zundapp 3 de Rafael Ferreira, da Cumeira.
Mas, como é habitual, a principal atracção da festa é o convívio entre os participantes e o público, não faltando as típicas cenas cómicas de alguns mais dados a festas do que a competições. A bem da verdade, mais de metade dos concorrentes andavam mais interessados na localização dos bares do que nos tempos da prova.
O resultado foi… uma tarde muito bem passada (fotos dos ‘cromos’ na "foto do mês").

Luís Miguel Ferraz


Vencedores: Bruno (2.º), Nuno (1.º), Rafael (3.º) e Filipe (1.º)
 










Foto: Rui Nazário





I Encontro de Motorizadas da Batalha

 

 

 

 

 

 

 

Victor Limousines convida para o dia 20 de Maio


Depois do sucesso que foi o I Encontro de Clássicos da Batalha, em Setembro passado, a empresa Victor Limousines quer trazer agora à vila heróica uma invasão de veículos de duas rodas.
O I Encontro de Motorizadas na Vila da Batalha vai acontecer no dia 20 de Maio de 2012, domingo, com concentração marcada no parque de estacionamento da Danceteria Luna, em Santo Antão, junto ao IC2, a partir das 09h00, para inscrições e um café matinal.
Pela 10h30, Sachs, Zundapp, Famel, Vespa, Casal, Floret… e todas as outras preciosidades do género ligarão os motores para um passeio de 40 kms pela região, com duas visitas “surpresa” prometidas. No regresso ao mesmo parque, será servido o almoço de sopa da pedra e porco no espeto e boas bebidas.
De referir que serão premiadas as 4 motorizadas mais antigas com oferta de um relógio a cada um dos seus condutores e o dono da mais velhinha terá ainda direito a um almoço no restaurante A Negra, na Golpilheira.
Durante a tarde, e a continuar pela noite dentro, a entrada na danceteria será livre, pelo que a animação estará garantida. Os presentes poderão ainda levar para casa uma recordação e serão convidados a fazer pose para uma fotografia aérea do conjunto do parque ou tirar fotografias individuais com as suas motorizadas junto a uma grandiosa limousine. Tudo isto pelo preço de 5 euros, para inscrições até 15 de Maio, ou 8 euros no próprio dia.
Contacto: geral@victorlimousines.net ou 934 090 386.
LMF









“Zé Bate-chapas” expõe veículos restaurados


Na festa dos seus 50 anos de idade


“Não é todos os dias que se faz 50 anos e quis juntar os familiares e amigos para celebrar esta data especial da minha vida”, afirmou José Luís Almeida Monteiro, mais conhecido por “Zé Bate-chapas”, no passado dia 21 de Abril, numa festa onde juntou mais de uma centena de convidados.
Filho de Manuel Matos Monteiro, da Cividade, e de Maria da Graça Almeida, da Azóia, foi naquela freguesia que nasceu José Luís Monteiro, mas regressou à Golpilheira, mais concretamente, ao Casal de Mil Homens, em virtude do seu casamento com Maria Rosa Grosso da Silva, ali residente, com quem tem três filhos: o Diogo, o Ricardo e o Simão.
Aprendeu a profissão de bate-chapas aos 15 anos e, aos 29, partiu para a Suiça, onde se especializou em pintura automóvel e no restauro de veículos antigos, sobretudo americanos.
Em 1999 regressou a Portugal, abrindo uma oficina no Casal de Mil Homens, onde continuou a desenvolver o seu passatempo preferido: o restauro de antiguidades. “É um trabalho que me dá muito prazer, embora seja exigente e meticuloso, pois a maioria vem em muito mau estado e é preciso repor grande parte da chaparia, fazer a pintura à mão e cuidar todos os pormenores para fique igual ao que eram em novas”, refere este artista golpilheirense.
Foi daí que partiu a ideia para a decoração da sua oficina nesta festa: uma exposição com 10 motorizadas e 6 bicicletas recuperadas por si nos últimos anos, a maioria trazidas propositadamente pelos respectivos proprietários, pois já circulam como novas por aí.
Embora também recupere automóveis, o espaço limitou-se aos veículos de duas rodas, alguns deles verdadeiras relíquias históricas. “As pessoas dão muito valor a estas peças do passado, que são de facto obras de arte, mas é um serviço que exige algum investimento, pois tem muito trabalho manual, uma vez que a maioria das peças já não se encontram”, confessa José Luís.
Como exemplo, mostrou-nos a lanterna típica das bicicletas do início do século, alimentadas a gás acetileno. Num compartimento colocava-se uma pedra de carboneto de cálcio, noutro a água que gotejava sobre a pedra para produzir o gás. Esta substância orgânica, gasosa, incolor e muito perigosa, dava origem a chamas vivas, que alumiavam a câmara da lanterna. Um mecanismo que, para além de uma interessante peça de engenharia mecânica, era também um bonito ornamento do veículo.
“O resultado final é um orgulho para mim e justifica todo o trabalho que dá”, afirma o bate-chapas, que só tem pena de “não dar para viver exclusivamente destes trabalhos, apesar de haver bastante procura”, pelo que executa também trabalhos comerciais de chaparia automóvel.
LMF













FIABA no final de Maio

Gastronomia, artesanato e animação

Ainda não foi divulgado o cartaz final da FIABA, que vai decorrer nos próximos dias 24 a 27 de Maio, mas o prato forte é já conhecido: variadas tasquinhas de gastronomia tradicional, da responsabilidade das associações do concelho (uma delas será o CR Golpilheira!), montras de divulgação de diversas instituições públicas da região e cerca de seis dezenas de bancas de artesanato de todo o País, com muitos dos artesãos a trabalhar ao vivo.
Não faltará também um recheado programa de animação no recinto, com jogos e animações para todas as idades e, qual sobremesa, boas propostas musicais. Foram já adiantados alguns dos grupos que estarão presentes no palco, pelo que aproveitamos para abrir o apetite aos leitores, com uma pequena apresentação dos que se adivinha serem os mais saborosos.

Dazkarieh

Formados em Lisboa em 1999, partiram da ideia de criar música tendo como inspiração várias culturas do mundo e cedo cresceram, tornando-se num dos mais activos e originais projectos da música portuguesa.
Com uma grande formação entre os 7 e os 10 elementos trabalharam durante 5 anos, conseguindo um estatuto de banda de culto, esgotando salas um pouco por todo o País. Em 2003, muda a formação e a banda torna-se mais ambiciosa, tocando mais estilos musicais, ampliando os instrumentos usados e gravando um segundo álbum discográfico em que surgem pela primeira vez as canções em português. Em 2004, nova mudança do grupo, apenas com quatro elementos, e a busca de um som de banda mais coeso, na exploração e transformação de temas tradicionais portugueses. Assiste-se, com esta formação, a uma experimentação sem limites que acabou por conduzir ao som inconfundível do grupo hoje em dia.
Daqui à internacionalização do projecto, foi um passo, sobretudo a partir de 2007, com inúmeros concertos por todo o mundo e a presença nos mais conceituados festivais nacionais e estrangeiros, e vendo a sua música a entrar nas rotas de vendas de vários países.
Entram em 2011 com o seu quinto album, “Ruído do Silêncio”, mostrando que finalmente se sentem confortáveis e realizados com o som único que criaram. Com músicas de Vasco Ribeiro Casais e letras assinadas por Joana Negrão a par com mais alguns temas de tradição oral portuguesa, o seu single “Tempo Chão” foi escolhido para banda sonora da novela da TVI “Remédio Santo”.
Em 2012, nada mais se espera do que o sucesso, com uma agenda cheia de espectáculos, um dos quais será na FIABA da Batalha.
Info: www.dazkarieh.com.

Xarnege

…ou Charnegue, é uma palavra gascoa, com a qual se denominam os povos fronteiriços entre o País Basco e a Gasconha; um território, encruzilhada, em que as duas culturas têm sabido conviver, manter espaços próprios e criar formas de expressão diferenciadas a partir de uma mesma origem. E como elas, a proposta musical do grupo Xarnege é mestiça, um projecto de colaboração entre músicos de ambos os lados da fronteira – bascos e gascões – para criar uma música livre e contemporânea, a partir da tradição destes povos e dos abundantes elementos comuns de ambas as culturas. A música de Xarnege é tradicional: branles, gavotas, jauzis, segidas, polkas, rondeus, mutchikoak ou valsas. Música rica em timbres arcaicos, harmonizados e interpretados ao modo basco e gascão, embora com um mesmo espírito. A ampla gama sonora de Xarnege deriva de mais de uma dezena de instrumentos que utiliza nos seus concertos, muitos deles de fabrico próprio, já que um dos músicos é investigador de folclore no seu país. Um dos sons mais atractivos é produzido pela Sanfona, “um instrumento que passou da Corte Francesa aos mendigos”, segundo conta Xarnege. Durante a temporada de 2007/08, Xarnege converteu-se num dos grupos mais interessantes do Novo Folk do sul da Europa e o seu enfoque inovador nas raízes musicais comuns a ambas as culturas, tem surpreendido e cativado o público nacional e internacional.
Info: www.xarnege.com

Téada

Considerada uma das mais talentosas bandas do panorama musical irlandês, Téada estabeleceu-se firmemente na cena internacional da música do mundo como um dos principais expoentes da música tradicional irlandesa. A sua força expressiva, intemporal, continua a fascinar e a impulsionar o trabalho da banda que, em palco, mostra tudo o que sabe com o ritmo e a boa disposição habitual da música daquele país.
O ano de 2009 foi extremamente preenchido para este virtuoso grupo, com apresentações em diversos festivais pelo mundo fora e digressões nos USA, Canadá, Israel, Austrália e por toda a Europa, culminando com a conquista do Prémio “Best Young Traditional Act” atribuído pelos Ireland Music Awards em Agosto de 2009. Já em 2003 tinham recebido o prémio “Novos Valores” da Revista IRISH MUSIC.
Com o novo e importante álbum lançado em Fevereiro de 2010 “Ceol & Cuimhne” (Música & Memória), o 5.º da sua carreira, Téada passou a colaborar com uma série de convidados, cantores e bailarinos, em apresentações dinâmicas e contagiantes das tradições culturais irlandesas em palcos de todo o mundo.
Com uma exuberante orquestração, Téada – que significa “Cordas” em irlandês – revela-nos a vibrante música tradicional da Irlanda habilmente retocada nos seus meandros estruturais, enquanto preserva a energia intemporal das “reels”, “jigs”, “hornpipes” e outras menos conhecidas melodias do seu repertório.
Info: www.teada.com

Junta da Batalha entrega prémios de concursos de Fotografia e Poesia

A Junta de Freguesia da Batalha entregou, no passado dia 21 de Abril, no decorrer da Festa da Juventude, os prémios dos concursos de fotografia e poesia, no âmbito das comemorações 500 anos da freguesia.
No caso da poesia, foram entregues 11 trabalhos, analisados por um júri composto por Fátima Gaspar, do Agrupamento de Escolas da Batalha, Rui Cunha, do Município da Batalha, e Ivone Neves e Germano Pragosa, da Freguesia da Batalha.
A pontuação teve em conta os critérios de temática, criatividade, originalidade, estrutura externa, estrutura interna, correcção linguística e regras do concurso, tendo sido premiados os seguintes: 1.º - "A Vila da Batalha", de Nuno Filipe Sá da Silva Custódio (publicado ao lado); 2.º - "Batalha!", de Ana Cristina Flores da Silva; 3.º - "Minha Batalha", de Augusto Sesimbra.
Na vertente de fotografia, o júri foi composto por António Sequeira, profissional de fotografia, Rui Cunha, do Município da Batalha, Rosa Abraúl e Germano Pragosa, da Freguesa da Batalha.
Concorreram 19 pessoas, com 48 fotografias na categoria de "Património" (1.º - "Reflexos da história" de Rui Gouveia; 2.º - " Fé" de Francisco Mendes; 3.º - "Vou na Boutaca" de António Pedrosa), 37 fotografias na categoria "Gente" (1.º - "Quando for grande, vou ser a preto e branco…" de António Pedrosa; 2.º - "Os nossos dias" de Rui Gouveia; 3.º - "Dá-me a honra desta dança?" de António Pedrosa.) e 46 fotografias na categoria "Momentânea" (1.º - "Curiosa, eu...?" de Rui Gouveia; 2.º "Obras de arte" de Francisco Mendes; 3.º "Liberdade" de Eduarda Pragosa). Publicamos nesta página os três 1.ºs prémios.
Os três primeiros em poesia e em cada categoria de fotografia receberam prémios de 100, 75 e 50 euros, respectivamente. Todos os participantes receberam um diploma e prémio de participação.
LMF

1.º Prémio Gente

















1.º Prémio Momentânea






















1.º Prémio Património























1.º Prémio Poema - A vila da Batalha


A vila da Batalha
tem grandes encantos,
mas nem todos conhecem
os seus recantos!
Vila de grandes histórias,
lendas e tradições
que deram origem
a grandes construções.
O seu Mosteiro
de viva grandeza
foi construído com suor
e muita beleza.
Edificio histórico
e patrimonial
é uma das 7 maravilhas
de Portugal.
A seu lado, a estátua equestre
de Dom Nuno de Santa Maria,
mostra um homem de coragem,
bravura e valentia.
Muitos turistas
vêm conhecer
tão linda terra
que me viu nascer.
Em seu redor,
grandes vinhas
e pastos verdejantes
são o orgulho
dos seus habitantes.
Como todas as localidades,
as festas são tradição.
Na nossa vila,
participa toda a população.
Festas de enorme beleza,
com grande arraial,
como a da Santíssima Trindade
ou o Desfile de Carnaval.
As suas festas, no mês de Agosto,
enchem a vila de emigrantes
que aproveitam para conviver
com outros viajantes.
A sua gastronomia
cheia de ricos sabores
deixa água na boca
a todos os provadores.
Nuno Filipe Sá da Silva Custódio, 6.° F
Escola Básica e Secundária da Batalha



Festa da Juventude foi em Abril

A Festa da Juventude decorreu no dia 21 de Abril, organizada pela Associação de Pais do Agrupamento de Escolas da Batalha, no âmbito dos 500 anos da Freguesia, contando com animação dos “House Gang Deejays”, Miguel Chagas e Paulo Granada.
O pavilhão multiusos encheu com jovens de todas as idades, para contentamento da organização, que acusa apenas o “excesso de zelo” da GNR, ao obrigar ao encerramento da festa às 02h30, quando estava no pico da animação. A queixa de um morador terá motivado a actuação da polícia, mas a APAEB lamenta que não haja tolerância em ocasiões como esta, em que há “alguma vida nocturna” na vila.


Passeio dos pensionistas da Batalha

No âmbito da comemoração dos 500 da freguesia, a Junta da Batalha vai organizar, no próximo dia 19 de Maio, o habitual passeio para os mais velhos. Com destino a Guimarães, Capital Europeia da Cultura 2012, com almoço marcado na Penha. A excursão passará ainda por Ovar, onde será o lanche. Inscrições na sede da Junta, até ao dia 14 de Maio.