sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O fim último da vida não é a excelência!

(Especial: Leituras de Férias)

Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades.
Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas.
Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos.
Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar. Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito. É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.
Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac. É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima.
Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!
João Pereira Coutinho, Jornalista

170 - Saúde

Por Ana Maria Henriques, Enfermeira

Serviço Nacional de Saúde
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) é o conjunto de instituições e serviços que têm como missão garantir o acesso de todos os cidadãos aos cuidados de saúde. O SNS oferece aos seus beneficiários um conjunto de instituições e serviços, designadamente Centros de Saúde e Hospitais, que prestam cuidados de prevenção e tratamento da doença, reabilitação e apoio na reinserção familiar e social do doente. Este serviço é tendencialmente gratuito.
A porta de entrada por excelência no SNS é o Centro de Saúde, útil para vigiar a saúde ou tratar alguma doença. A utilização indevida do Serviço de Urgências para consultas que poderiam ser realizadas no Centro de Saúde cria um congestionamento e uma grande dificuldade em gerir os meios neste serviço tão importante para os verdadeiros casos de urgências e emergências médicas. A marcação com antecedência e a utilização de consultas de vigilância quando necessário são fundamentais para optimizar os recursos, quer do Centro de Saúde, quer hospitalares.
É importante ter disponíveis documentos necessários, quer no Centro de Saúde, quer no Serviço de Urgência. Possibilita um melhor diagnóstico e seguimento ao utente se este estiver acompanhado pelo cartão de utente, pelas últimas análises e outros exames complementares, pelo nome dos medicamentos que foram prescritos e por uma lista sintética de problemas e sintomas.
No Centro de Saúde estão disponíveis várias consultas médicas: consultas de saúde infantil e juvenil, consultas de saúde materna, consultas de planeamento familiar e consultas de vigilância em doenças crónicas (como hipertensão ou diabetes). Nestas instituições estão também disponíveis outros serviços, como o de vacinação, realização de tratamentos/pensos e sessões de educação para a saúde. Em alguns Centros de Saúde estão também disponíveis apoio por um técnico de serviço social, exames auxiliares de diagnóstico, unidades de internamento, serviço de atendimento alargado ou permanente, consultas e apoio domiciliário.
A inscrição deve ser realizada no Centro de Saúde da área de residência e preferencialmente toda a família deve estar inscrita no mesmo médico de família. Este pode ser escolhido, mas depende das vagas na lista de doentes.
As consultas externas são realizadas em meio hospitalar por médicos especialistas em determinadas áreas. O encaminhamento para estas consultas é realizado pelo médico de família ou no seguimento de um atendimento no Serviço de Urgência.
O internamento hospitalar acontece quando o médico da consulta externa o decide, aquando de uma entrada no serviço de urgência que o justifique ou a pedido do médico de família ou de médico particular. Para o internamento, o utente deve estar acompanhado dos documentos acima referidos, de objectos de higiene pessoal, pijama e chinelos (se o serviço de internamento o permitir).
Existe ainda outra modalidade dos cuidados de saúde que consiste na realização de tratamentos durante o dia e o retorno a casa durante a noite, chamado o hospital de dia.
Por fim, e porque existem as taxas moderadoras, é importante pagar as devidas taxas no final dos procedimentos, caso se apliquem. Existem grupos de utentes que são isentos das taxas moderadoras, para isso é necessário estar informado e ter os documentos comprovativos. Caso não pague na altura devida a conta será enviada para casa ou paga no próximo serviço.


170 – Beleza & bem-estar

Por Carina Pereira, Terapeuta de Massagem

Drenagem Linfática Manual e o Pós-Operatório
O nosso corpo, como as árvores, as folhas e os animais, é percorrido por um líquido incolor e transparente que, contido nos vasos linfáticos, tem a função de filtrar as impurezas do sangue.
Quando a circulação linfática diminui ou se interrompe, o material a ser descartado fica estagnado em algumas zonas do corpo, causando inchaços dolorosos e inflamações, como a celulite e os edemas pós-operatórios.
Nestes e noutros casos, a Drenagem Linfática Manual actua como descongestionante, com quatro funções básicas: além de desintoxicar, contribui para a eliminação de líquidos, activa o sistema imunológico e funciona também como analgésico. Após cirurgias plásticas, alivia hematomas e inchaços. Auxilia no tratamento da celulite, cujo acumulo se deve à falta de movimentos locais, que provoca a estagnação da linfa nas células de gordura.
Para realizar a Drenagem Linfática, o profissional percorre todo o corpo (por inteiro ou áreas específicas) com as palmas das mãos e pontas de dedos em toques bastante suaves, movimentando a linfa em direcção aos gânglios. As toxinas são libertadas através dos rins.
A verdadeira Drenagem Linfática Manual consegue acelerar as reacções próprias do organismo sem alterá-las. Isto é possível graças a uma técnica especial, que consiste em manobras manuais próprias, que são movimentos precisos e monótonos e que têm pressões graduadas e constantemente alteradas, imitando as contracções da musculatura lisa dos vasos linfáticos e acompanhando o ritmo dos mesmos.
Há que se diferenciar a Drenagem Linfática Manual da Massagem Estética. Esta última é realizada com pressões muito fortes, o que acarreta a interrupção da circulação linfática, pois os vasos linfáticos não suportam tamanha pressão.

A importância da Drenagem Linfática no Pós-Operatório
A drenagem linfática no pós-operatório é uma massagem específica realizada com movimentos suaves e lentos por todo o corpo, dando prioridade à área cirúrgica. São usados movimentos de compressão e descompressão, executando movimentos leves e lentos, o que direcciona e melhora o fluxo linfático.
A drenagem linfática pós-operatória é completamente indolor, promove relaxamento muscular, melhora a circulação sanguínea eliminando toxinas e diminuindo a retenção hídrica (inchaço), além de activar a oxigenação celular e a nutrição dos tecidos. Os movimentos suaves e rítmicos da drenagem ajudam a eliminar o edema e hematomas que se instalam no pós-operatório, auxiliando na restauração dos tecidos, eliminando aderências, diminuindo dor, aliviando desconfortos e outras consequências cirúrgicas.
Por funcionar e por ser indolor a drenagem linfática, está indicada e medicamente aconselhada em pós-operatório de cirurgias plásticas faciais e corporais, reconstruções mamárias, escleroterapias (secagem de derrames), entre outros.
Aconselhamento terapêutico: no mínimo 10 sessões, com frequência de duas a três vezes por semana.
Fonte: www.informacaonutricional.net



170 - Combatentes

Coluna da responsabilidade do Núcleo da Batalha da Liga dos Combatentes

Vantagens de ser sócio
“O que é que eu ganho em ser sócio? Quais são as minhas regalias? O que é que eu beneficio com isso?” Estes são exemplos das interrogações que quase sempre são dirigidas a quem propõe a outro cidadão a adesão deste, como sócio, a uma qualquer agremiação, associação, colectividade ou instituição social sem fins lucrativos.
Ou seja: à partida, a primeira reacção da maioria dos abordados é considerarem uma proposta destas uma espécie de negócio, que só farão se ficarem a ganhar com este.
É claro que, logo a seguir, a maioria cai em si e acaba por compreender que ser sócio de uma instituição deste género não é um mero negócio mas, sim, uma forma de ser solidário com uma causa, na sua génese altruísta e desinteressada. Isto sem embargo de, não raro, os seus associados, que são o pilar da sua sustentação, poderem vir a ter, para além da satisfação pessoal de estarem a ajudar algo ou alguém, também alguns benefícios materiais.
A Liga dos Combatentes é uma instituição equiparada a IPSS que, prioritariamente, visa exactamente tentar ajudar os combatentes com maiores carências e a quem a sociedade, em geral, votou ao ostracismo, olvidando os sacrifícios que estes fizeram pela Pátria. Sacrifícios que, em tantas e tantas situações, culminaram com sequelas físicas e mentais que os vão acompanhando até ao fim dos seus dias, isto sem falar nas dezenas de milhares que perderam a vida nos teatros de guerra, recaindo as consequências de tão infausto desenlace sobre os familiares.
Ora, a principal fonte de rendimentos de que a Liga dispõe para procurar atingir tais objectivos advém das quotizações dos seus sócios que, paulatinamente, se vão inscrevendo como tal, nos já mais de 80 Núcleos, implantados no território nacional.
Sabendo, pois, os sócios e dirigentes dos Núcleos que, em qualquer destas condições, estamos a ser solidários para com os nossos camaradas que vivem em pior situação económica e social do que nós, não devemos ter qualquer prurido em tentarmos ir ainda um pouco mais além, designadamente procurando trazer até nós novos associados, sejam ex-combatentes ou não.
Para dar exemplo público desse empenhamento, a actual Direcção do Núcleo da Batalha aproveita a oportunidade de dispor deste privilegiado espaço no Jornal da Golpilheira para exortar os golpilheirenses, em particular, e os batalhenses, em geral, a tornarem-se sócio da Liga dos Combatentes. Acreditem: se o fizerem, irão colaborar numa causa justa e altruísta!

P.S. – Parabéns à Junta de Freguesia do Reguengo de Fetal por ter mandado restaurar o monumento de homenagem aos seus combatentes e tê-lo reinstalado em local mais acessível, visível e arejado.






170 – Vinha

Por José Jordão Cruz | Eng. Técnico Agrário

Vindimas
Como estamos neste mês de Agosto, um mês especial para os viticultores, que se preparam para as colheitas da maior parte das castas de que vos tenho falado, vou abordar esse assunto.
Como tem sido um ano atípico no que diz respeito à inconstância climatérica, há casos em que as produções vitícolas de determinadas castas estão irremediavelmente perdidas, mas há outras muito boas. O ataque de míldios e oídios, nalguns casos, é de dor, mas noutros estas doenças nunca tiveram sorte para se desenvolver, pois os tratamentos fitossanitários preventivos foram feitos atempadamente. Salvaram-se assim algumas produções, que são boas e excepcionais nalguns casos.
Assim, as vindimas já começaram no dia 1 de Agosto, por exemplo, na Adega Cooperativa do Redondo, no coração alentejano. Começaram por colher algumas brancas, como o Chardonnay. O grau é bom, nalguns casos, noutros nem tanto. Mas como os enólogos acham que se deve começar a vindimar nesta altura, para apresentar um néctar (vinho) com determinadas características. Por isso, se neste momento não for atingido o grau estabelecido para a zona e para a casta, a adega paga pelo grau estabelecido, não prejudicando a agricultor nesta altura em que estão a vindimar.
Como neste mundo cada vez mais globalizado o consumidor tem primazia, a ciência tem de estar atenta às tendências de mercado. Logo, a agricultura e, no caso da nossa área de trabalho, a produção de plantas vitícolas, tem de corresponder ao que os enólogos pretendem. E eles, por sua vez, têm de estar atentos ao consumidor final deste néctar dos tempos remotos, que está a conquistar novos consumidores, mais exigentes. Por isso há vindimas mais cedo e vindimas mais tarde, dando por isso vinhos distintos.
Neste mês por aqui me fico, desejando a todos um reforço de energias para Setembro.


170 - Mãos na massa

Por Sofia Ferraz

Ameijoas com natas

Ingredientes:
1 kg de amêijoas frescas e de boa qualidade
2 cebolas
3 dentes de alho
2 dl de natas
pimenta q.b.
paprica q.b.
3 colheres de sopa de coentros picados
2 colheres de sopa de manteiga

Preparação
Colocam-se as amêijoas, cerca de 2 horas, em água fria e um pouco de sal para retirar a areia. Após as 2 horas, lavam-se muito bem as amêijoas e abrem-se ao lume numa frigideira grande, aproveitando todo o líquido que largarem. Aloura-se na manteiga, a cebola e os dentes de alho muito bem picadinhos. Tempera-se com a pimenta e a paprica. Ao refogado, junta-se o líquido das amêijoas, as natas e as 2 gemas de ovo batidas. Quando levantar fervura, adicionam-se as amêijoas. Sirva de imediato polvilhado com coentros.

170 - Livros

Mitos e Mistérios Templários Pedro Silva
Editora Inverso
“Abordar o tema dos Templários não se resume a dar palpites sem nexo. Por detrás da muita fantasia que podemos observar, e que pulula sobretudo no maior veículo de comunicação global da atualidade, a Internet, é que a extrapolação de factos à partida menos fáceis de explicar não tem sido o caminho seguido por qualquer dos autores que temos lido e, desse modo, julgamos que esse é o melhor caminho quando se fala de uma obra no campo do ensaio”. Assim apresenta Pedro Silva, autor português da cidade de Tomar, este seu trabalho editorial – Mitos e Mistérios Templários –, com um convite aos leitores a “viajar comigo na maravilhosa história templária”.



Primórdios Místicos de Portugal
Pedro Silva
Ministério dos Livros Editores
Esta é uma obra fascinante sobre Pré-história e Pré-Portugal, sobre um Portugal inequivocamente belo, repleto de influências judaicas e árabes, onde o misticismo impera e o leitor é envolvido na busca da origem do património cultural, nomeadamente da arquelogia portuguesa. A visão de um país é apresentada aos olhos do leitor, dando a conhecer toda uma série de factos que nem sempre obtêm o devido realce nas obras tradicionais que narram a História portuguesa. Pedro Silva presenteia-nos com um ensaio empolgante, escrito de forma ritmada e acessível, sobre o passado do nosso país e um outro lado da História. E sobre o fascínio da ancestralidade remanescente na realidade que nos rodeia.



Empenhai-vos!
Stéphane Hessel
Planeta Editora
Neste livro se condensa um diálogo de gerações entre Stéphane Hessel, de 93 anos, nomeado para o prémio Nobel da Paz, e Gilles Vanderpooten, de 25 anos. Hessel intensifica as suas exigências morais, porque, diz ele, não basta indignarmo-nos. Cada um de nós deve empenhar-se em todas as frentes de combate da nossa época: os direitos do homem, a luta contra as desigualdades, a defesa dos sem-abrigo e ilegais, a ecologia… Eterno optimista, Hessel acredita que a Natureza é rica em ardis e convida as gerações jovens a indignar-se e a resistir às coisas escandalosas que as rodeiam. O livro inclui a Declaração Universal dos Direitos do Homem, de 1948, e o Programa do Conselho Nacional da Resistência, de 1944, duas referências frequentes do autor.



À rasca – retrato de uma geração
Ana Filipa Pinto
Booket / Editorial Planeta
O primeiro livro em Portugal que dá voz a pessoas da chamada “Geração à Rasca” – a que promoveu a manifestação a 12 de Março e que reuniu 500 mil portugueses em protesto nas ruas. A notável investigação desta jovem jornalista, também ela «precária» e «à rasca», leva-nos à intimidade de dezenas de membros forçados desta geração, e desvenda uma realidade comum a tantos, feita de sonhos esmagados, oportunidades eliminadas e vazios contínuos, criados pela incapacidade de agir e pelo desconhecimento total do que vai acontecer. Um livro extremamente actual, que mostra a indignação e revolta adesta geração, que já ultrapassa as fronteiras de Portugal.



Um Homem Imoral
Emma Wildes
Planeta Editora
Emma Wildes é uma escritora premiada com mais de 20 livros publicados, com destaque para o best-seller “Lições de Sedução”. “Um Homem Imoral” é o seu novo romance, acabado de chegar a Portugal, numa combinação perfeita entre sensualidade e erotismo. Lady Amelia Patton é a bela filha de Lorde Hathaway. Alexander St. James é o filho do seu pior inimigo e um ladrão de corações. O primeiro encontro entre ambos dá-se quando Alexander entra furtivamente em casa de Amelia e a encontra numa sedutora camisa de renda… Desde aí, ela fica sem fôlego sempre que o vê e ele está fascinado com a beleza e a inteligência dela. São estes os protagonistas de uma história de amor e paixão avassaladores, num romance sem pudores.



O Guerreiro Highlander
Monica McCarty
Planeta Editora
Um romance histórico, intenso e vibrante, passado na Escócia medieval, escrito com ritmo e mestria, o que o torna altamente viciante. Uma viagem única pelas magníficas paisagens das Terras Altas. Uma história de paixão entre duas pessoas de clãs rivais. Uma teia de jogos de traição, enganos e segredos. Uma lição de justiça, lealdade e amor. O minucioso trabalho de pesquisa histórica e a paixão da autora pela Escócia é revelado ao virar de cada página. Em resumo, um romance poderoso de uma autora de culto que conta com uma legião de fãs em todo o mundo e que é best-seller do New York Times. É também o primeiro de uma trilogia, pelo que a aventura está apenas a começar…



Leiria-Fátima - Órgão Oficial da Diocese
Edição 47 • Jan.-Jun 2009
Embora com algum atraso, como se justifica no editorial, esta edição da revista “Leiria-Fátima” compendia a documentação oficial e pastoral diocesana relativa ao período de Janeiro e Junho de 2009. Constitui assim um precioso arquivo documental, que ficará disponível em todos os cartórios paroquiais e algumas outras instituições eclesiais. Além do resumo noticioso do mesmo semestre, este número publica ainda um trabalho especial sobre a canonização de São Nuno Álvares Pereira. E termina com um valioso artigo histórico de Saul António Gomes, intitulado “D. Frei Brás de Barros: elementos documentais sobre o seu episcopado leiriense”. À venda na Gráfica de Leiria e no Seminário Diocesano, por 6 euros.



Um casamento sem gritos
Hal Edward Runkel e Jenny Runkel
Pergaminho Editora
Este livro não lhe ensina truques para melhorar a compatibilidade com o seu par, nem novas formas de comunicar, nem estratégias para eliminar os defeitos do seu cônjuge. Também não lhe oferece uma receita simples para um relacionamento sem conflitos. Não, o casamento é demasiado importante para se usar esses truques. O casamento é a relação central da vida, e merece que seja abordado com honestidade. A verdade é que o casamento é difícil e vai naturalmente gerar conflitos. O que pode ajudar não é um programa que o ensine a evitar conflitos; o que pode ajudar é apenas aprender a discutir menos e comunicar mais. Este é um método já ajudou milhões de pessoas a viver relacionamentos mais felizes.



Fartos de tudo aos 30 & tal
Kasey Edwards
Pergaminho Editora
Esta é uma memória irreverente e cheia de ironia, escrita por uma mulher ambiciosa, com uma excelente formação e uma carreira de sucesso – até ao dia em que acordou e se apercebeu de que não tinha vontade de ir trabalhar; nem nesse dia, nem nunca mais! Neste livro, Kasey Edwards narra o seu percurso de autodescoberta e a busca pelas razões de fundo da sua desmotivação e do seu descontentamento. Com um estilo acessível e cheio de humor, a autora aborda questões de relevo, tais como a descriminação sexual e a questão da geração «opt-out», o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal e a forma como o trabalho define a nossa identidade.



O Dia em Que Matei o Cúpido         
Jennifer Love Hewitt
ArtePlural Edições
Jennifer Love Hewitt é uma viciada no amor e uma romântica irremediável. Tem tido sorte e azar no amor, porém, o mais importante é que sobreviveu para contar. Além do mais, conseguiu fazê-lo na ribalta. Muito se escreveu sobre a sua vida amorosa (grande parte apenas para vender revistas), mas, agora, a actriz partilha a verdadeira história do que aprendeu ao percorrer os sinuosos caminhos do amor. Neste livro, apresenta a sabedoria que conquistou com algum custo e mostra-nos como viver o amor com os pés bem assentes na terra. Para isso, temos de começar por matar o Cupido. Temos de acreditar que “e viveram felizes para sempre” exige trabalho árduo e que nem tudo é um mar de rosas, serenatas e corações pelo ar.



Huck
Janet Elder
Pergaminho Editora
Depois de lhe ser diagnosticado um cancro da mama, Janet Elder teve de passar pelo desgaste físico e emocional de um longo período de tratamento. Ultrapassado este desafio, ela e o marido, Richard, decidem ceder aos intermináveis pedidos do filho, Michael, que sempre quis ter um cachorrinho. Nada melhor, pensam todos, para assinalar um novo começo de vida. Huck, um simpático poodle anão, passa a fazer parte da família. Um dia o cachorro fugiu e inicia-se então um processo de busca que acaba por envolver a pequena cidade de Ramsey, desde o chefe da polícia até às crianças da primária. Huck é uma história comovente que faz lembrar que a esperança é sempre recompensada e que os finais felizes existem mesmo.

170 - CD

In Your Face REDLIZZARD
Os Bon Jovi delegaram na Rádio Comercial, no HardRock Café e na Everything Is New a tarefa de escolher uma banda para a primeira parte do concerto em Lisboa, dia 31 de Julho no Parque da Bela Vista. O concurso foi renhido e os vencedores foram os REDLIZZARD, banda Rock oriunda de Almada, composta por Mauro Carmo (voz), Elvis Batista (guitarra), Patrick Elmer (guitarra), David Smith (baixo) e Ricardo Gonçalves (bateria). Este é um projecto que abrange vários estilos e correntes musicais, propondo um rock-pop com influências de “classic-rock”. Apoiados numa atitude positiva, num olhar curioso e crítico do “habitat” que os rodeia, bem como na força das suas mensagens, os REDLIZZARD procuram afirmar o seu estilo próprio no panorama do Rock feito em Portugal. Com apenas 3 anos de existência a banda já leva mais de 50 concertos por bares, clubes e pavilhões, com vários prémios conquistados pelo meio. Neste momento, a banda têm o primeiro EP (edição de autor), “In Your Face”, gravado mas ainda não editado. Um nome a seguir de perto…

170 - Poesia

Meu Pai

Gosto de rever
a imagem forte do meu pai,
tremendo o assoalho
ao caminhar.
É doce me lembrar
como se temia
quando ele perdia
a abotoadura,
o guarda-chuva,
a chave de fenda!
Hoje é lenda
a figura enigmática,
a disciplina dura,
a rotina sistemática.
O pai não morre,
ele corre na frente
pra levantar o segredo do véu
e guardar pra gente
o lugar mais estrelado do céu.
Ivone Boechat

170 - Fotos do Mês

170 - Tintol & Traçadinho

quarta-feira, 27 de julho de 2011

169 - Editorial

Luís Miguel Ferraz

Esmurrar

Lembrei-me, aqui há dias, de uma das histórias que o padre Américo nos contava nas aulas de Inglês do Seminário, daquelas que davam para passar uma boa meia hora a rir. Não tanto pela história, mas mais pelo contador, confesso.
Mas a história de que me lembrei, apesar da superfície cómica, tem um fundo sério, para não dizer dramático. Reza assim:
Em certa aldeia, era hábito as pessoas apagarem as velas das procissões esmurrando-as contra a parede do cemitério, antes de entrar na igreja. Ora, com o passar dos anos, o muro ficava pior do que o das lamentações… preto, escravunçado, chapado de cera e borrões.
Certo dia, um novo presidente de Junta decidiu dar um ar lavado à terra e vai de mandar limpar o muro do cemitério. Tudo raspado, reboco novo, caiadinho de fresco, ficou branco que até parecia outro. E, para que a coisa assim ficasse, mandou afixar um letreiro a pedir às pessoas que tivessem cuidado com as velas e não voltassem a sujar o muro.
No dia da procissão, foi fiscalizar. Para seu espanto, o muro estava de novo chapiscado de cera!
Revoltado, ia comentando com quem se cruzava sobre a falta de respeito das pessoas, que não respeitam a propriedade pública nem o trabalho do outros. Até que um velho, ainda com a vela acesa, levanta-a orgulhoso contra o muro e faz a ladainha:
- "Olhe, senhor presidente… aqui esmurrou o meu avô, aqui esmurrou o meu pai, e aqui esmurro eu!".
Não vou dizer por que lembrei de tal história. Para bons entendedores…

segunda-feira, 27 de junho de 2011

168 - Editorial

Luís Miguel Ferraz

Pinhal das Artes

Todos os meses nos debatemos com a difícil decisão de deixar alguns textos por publicar, encolher outros, retirar fotos que gostaríamos de mostrar. Por mais que queiramos, é impossível inserir todo o material que temos. E aumentar páginas, com o custo que isso representa, está fora de questão.
Este mês, então, foi uma fartura, tantas foram as actividades que por cá se realizaram.
Como é óbvio, damos prioridade aos assuntos da Freguesia e aos nossos colaboradores, e depois ao Concelho. Mas, por vezes, é com pena que retiramos alguns textos de opinião interessantíssimos ou notícias de eventos da região que mereciam todo o nosso destaque.
É o caso do Pinhal das Artes, que a SAMP vai organizar no "Lugar das Árvores", em S. Pedro de Moel, nos próximos dias 29 de Junho a 3 de Julho. Este é um Festival dedicado à infância, dos 0 aos 5 anos, onde a cultura, nas suas diversas expressões artísticas de música, dança, poesia, teatro, entre outras, será uma aliada natural dos vastos elementos que aquele espaço verde oferece aos visitantes, num ambiente que promete transformar em magia os sons, os cheiros e as cores. Um evento "especial, talvez único no mundo", como sublinha Paulo Lameiro, mentor do projecto,
Já que não tivemos espaço nas notícias, deixamos aqui a nota no editorial. Quem tem bebés ou crianças, não perca! Veja tudo em: www.samp.pt.










quarta-feira, 25 de maio de 2011

Edição 167 • PDF

Editorial . 167

Assembleia-Geral a 18 de Junho: Momento crucial para a Colectividade

Aproxima-se mais uma data crucial para a vida da nossa colectividade. Estão marcadas para o dia 18 de Junho de 2011 as eleições para a aprovação de contas do ano 2010 e a eleição dos novos corpos gerentes para o próximo biénio.

É importante que os sócios do CRG se mobilizem em torno da elaboração de listas para concorrerem a estas eleições, para assim assegurarmos o futuro da mesma. Novos desafios estão à porta e por isso é necessário haver pessoas com novas ideias.

Neste momento, a nossa associação está de boa saúde. As actividades, em fase de encerramento de época, deram-nos muitas alegrias. O Futsal Júnior e Sénior Feminino ofereceram-nos mais três conquistas: as duas Taças Distritais e o Campeonato Distrital de Juniores. Os escalões de formação de Futebol de Sete estão cada vez mais valorizados. A equipa de Veteranos de Futebol de 11 está com uma grande dinâmica. Nas actividades culturais, o nosso rancho folclórico “As Lavadeiras do Vale do Lena” continua a divulgar as nossas tradições. As Escolas de Música e Dança também estão vivas, conforme ficou demonstrado na última audição. Neste momento, temos uma sala cedida à empresa Planicôa para ministrarem Cursos de Formação em diversas áreas. As actividades recreativas também estão em bom nível, como a Ginástica Geriátrica, a Ginástica de Manutenção, os Jogos de Cartas, Damas e outros. Continuam a fazer-se diversas outras actividades recreativas, tais como: as Tasquinhas organizadas pelo nosso rancho; os festejos anuais comemorativos do aniversário da nossa associação, no qual se inclui o Festival de Folclore anual, também da responsabilidade do nosso rancho; as audições da Dançarte, Teclarte e Cordas e a festa de encerramento do ano lectivo, da responsabilidade das Escolas de Dança e Música; o convívio anual de encerramento das actividades desportivas; a Semana Cultural, que integra um arraial popular, um almoço para os jovens da terceira idade e o tradicional Almoço dos Amigos do CRG; a festa de Natal para as nossas crianças e que os adultos também gostam de apreciar, etc. As actividades comerciais, ou seja, o Bar e o Restaurante Etnográfico, estão a funcionar a bom nível, que é preciso manter e se possível melhorar.

Financeiramente, a situação também está controlada. Os empréstimos bancários estão a ser regularizados com pontualidade. A situação mais preocupante é a dívida para com os fiadores do pagamento dos terrenos, adquiridos junto à sede, que se cifra em 106.206,92 euros, distribuídos por treze fiadores. Como actual presidente da colectividade, tenho firme convicção de que este problema também se vai resolver, a médio prazo. Por isso, é indispensável a colaboração de todos. Temos de ter consciência de que a nossa colectividade é já uma pequena/média empresa. Tem ao seu serviço onze funcionários, aos quais temos de pagar os merecidos salários, e os respectivos impostos. Informo que para estes dois custos são necessários mais de 10.000 euros mensais. Estamos entre os maiores empregadores da nossa freguesia.

O caminho até aqui não tem sido nada fácil. Há alguns aspectos que podem ser melhorados num curto prazo. O número de sócios efectivos, apesar de toda esta dinâmica, tem estado a decrescer, por duas razões muito simples: a grande fatia de inscrições foi efectuada no ano de 1974 e muitos destes sócios iniciais, alguns naquela data já com alguma idade, foram partindo, como é comum entre todos os mortais; por outro lado, têm sido efectuadas ultimamente poucas inscrições, sendo a última em 08-02-2011, de uma senhora residente na nossa freguesia, que tem o número 1161. A nossa numeração de sócios nunca foi actualizada. Penso que deve ser feita uma campanha para inscrição de novos sócios, que incida com maior acutilância na juventude, não descurando também as outras pessoas, que nunca se inscreveram como sócios. Ainda quanto aos sócios, há muitos que não têm as quotas em dia. O valor anual não é muito elevado: são 9 euros. No entanto, se passarem dois, três, quatro ou mais anos sem as pagar, já custa mais a sua regularização. Por isso, lanço aqui um apelo para aqueles que estão nesta situação, que façam o seu pagamento no Bar ou na Secretaria do Centro.

Neste momento, apesar da tão propalada crise, estou muito optimista quanto ao futuro. Se tudo correr bem, durante o próximo mês de Junho de 2011 iniciar-se-ão as obras do Pavilhão Gimnodesportivo da Golpilheira, cuja construção é da responsabilidade da Câmara Municipal da Batalha. O prazo de construção é de 18 meses. É uma infra-estrutura que muito vai enriquecer a nossa freguesia e o nosso concelho. A nossa sede está a precisar de uma pintura exterior. No seu interior, é primordial dar um novo visual ao Bar. A conclusão da “Sala de Espera” junto ao Bar é uma necessidade. Será também necessário melhorar as salas da Escola de Música.

Em fim de mandato, resta-nos agradecer a todos quantos colaboraram em prol do desenvolvimento desta casa. Aos elementos das diversas secções, Desportiva, Escolas de Música e Dança, Rancho Folclórico, aos professores, alunos, treinadores, directores, colaboradores, atletas, aos formadores e formandos dos Cursos, e a todas as pessoas que de alguma forma, até à mais discreta, contribuíram para o desenvolvimento da nossa colectividade. Um agradecimento também aos nossos funcionários, pela forma zelosa com que se empenham  no cumprimentos das suas tarefas e pela dedicação que têm para com a nossa associação. Para rematar, também um grande agradecimento para a Câmara Municipal da Batalha, pela excelente parceria que conseguimos criar há muitos anos e que vamos reforçando cada ano que passa. Este agradecimento também é extensivo para a Junta de Freguesia da Golpilheira, que tem colaborado connosco dentro das suas limitadas possibilidades. E felizmente, para dar cobertura e noticiar todas estas actividades e outras, temos  o “Jornal da Golpilheira”, propriedade da nossa colectividade, no qual colabora muita juventude, o que muito nos orgulha. Não posso deixar de agradecer, na qualidade de presidente do CRG, a todos aqueles que de uma forma gratuita e desinteressada trabalham neste jornal mensal, superiormente dirigido por Luís Miguel Ferraz, que muito tem contribuído, ao longo dos anos, para a divulgação e desenvolvimento da nossa colectividade.

Vamos todos continuar a dar as mãos, para que o sucesso do nosso clube continue e seja cada vez mais um exemplo para as colectividades do concelho da Batalha, em particular, e do distrito em geral.

Convocatória: Assembleia-Geral Ordinária do CRG

No dia 18 de Junho de 2011, pelas 20h30, reúne-se a Assembleia Geral Ordinária, pelo que convoco todos os sócios a assistirem à reunião com a seguinte ordem de trabalhos:
- Relatório da Direcção, Contas do Exercício de 2010 e Parecer do Conselho Fiscal.
- Eleição dos novos Corpos Gerentes para o próximo Biénio
- Outros assuntos de interesse para a Colectividade.
Nos termos dos estatutos, não comparecendo a maioria dos associados à hora marcada, será a reunião efectuada às 21h30 do mesmo dia, com qualquer número de sócios, não podendo os restantes discordar daquilo que foi deliberado. Dada a importância da reunião, agradecemos a comparência de V/ Ex.as.

Com os nossos cumprimentos,
O Presidente da Mesa da Assembleia
Pedro José Meneses Monteiro

Comunicado da Direcção
Informamos a todos os sócios que queiram apresentar listas para os novos Corpos Gerentes da Direcção da colectividade para o próximo biénio, que as deverão entregar na secretaria. As mesmas deverão ser entregues até ao dia da Assembleia-geral, que se realizará no próximo dia 18 de Junho de 2011.
O Presidente da Direcção
Manuel Carreira de Almeida Rito


“Noite Bombástica” foi sucesso



Comissão de Festas Senhor dos Aflitos organizou

Depois do concerto com o padre Borga, em Abril passado, a Comissão de Festas em Honra do Senhor Bom Jesus dos Aflitos, que será realizada na Golpilheira no próximo Verão (dias 30 e 31 de Julho e 1 de Agosto), voltou a organizar um evento de angariação de fundos. Foi no passado dia 21 de Maio, no salão da igreja da Golpilheira, uma “Noite Bombástica”, com música dos anos 70, 80 e 90.

Como a comissão é constituída por alguns naturais e residentes na freguesia nascidos em 1971, esta noite foi também de celebração conjunta do aniversário dos “quarentões”, com o mote: “Na frescura dos 40!”. Animada pelo DJ Guerr@_X, um jovem golpilheirense, a noite teve muita música, dança e “comes & bebes”, contando com a participação animada de cerca de duas centenas de pessoas.

O lucro deste evento, tal como o da festa, reverte para a Comissão da Igreja da Golpilheira, que está neste momento empenhada num projecto de renovação do principal centro de culto da freguesia, onde algumas obras começam a ser urgentes.


Chama da Harmonia veio à Golpilheira



“World Run Harmony”

A World Harmony Run é um evento humanitário de cariz desportivo e mundial que procura promover a amizade e a compreensão internacionais. Hoje percorre todos os continentes, passando por mais de 140 nações ao redor do globo. Trata-se de uma corrida em estafeta na qual qualquer pessoa pode participar transportando uma tocha, símbolo da harmonia. A Corrida é organizada por uma rede internacional de voluntários. Coordenadores em cada país aliam-se a escolas, grupos comunitários, associações e autarquias para que a corrida chegue a todas as comunidades locais.

Este ano, a corrida conta com uma rota ibérica que une as três maiores cidades da península, Barcelona, Madrid e Lisboa, num percurso contínuo de aproximadamente 2000 quilómetros. Este percurso de 12 dias teve início na capital catalã no passado dia 25 de Abril e o seu término ocorrerá em Lisboa, a 6 de Maio, sendo a organização ibérica do evento da responsabilidade da Mensagens Positivas (Associação Recreativa e Cultural com sede em Coimbra).

Um dos locais de passagem foi a Golpilheira, no passado dia 5 de Maio, onde foi recebida no largo do Centro Recreativo pelos alunos e professores do Jardim-de-Infância e da Escola do 1.º Ciclo, bem como pelo presidente da Junta de Freguesia, Carlos Santos, e outras pessoas que por ali se encontravam.

Numa cerimónia simples, mas carregada de significado, os atletas explicaram o sentido desta iniciativa: “Aquilo a que chamamos felicidade consiste na harmonia e na serenidade, na consciência de uma finalidade, numa orientação positiva, convencida e decidida do espírito, ou seja na paz da alma”. Também o presidente da Junta salientou a importância de promovermos a paz entre todos e manifestou a sua alegria por receber na Golpilheira esta comitiva.

Não faltou animação musical, com a ajuda da flautista Ana Rito, que deu um tom mais festivo a este momento. A terminar, a Chama passou pelas mãos de todos os meninos e foi acompanhada numa pequena corrida por todos os presentes.

Luís Miguel Ferraz