quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Bombeiros organizam 24h de Futsal na Freixianda
A secção de Bombeiros da Freixianda organiza nos dias 22 e 23 de Abril o 3.º Torneio de 24 Horas de Futsal no Pavilhão Desportivo desta localidade. As inscrições já estão abertas e serão limitadas. Em disputa estarão excelentes prémios para os vencedores e haverá lembranças para todos os participantes. O torneio inicia-se as 20h00 do dia 22 e termina à mesma hora do dia seguinte . A entrega de prémios terá lugar imediatamente após o final do Torneio no mesmo local. Info: 918089651 / 914137511 / ligaamigosbfreixianda@gmail.com
Revista do ano 2010 | A Golpilheira em notícia
Janeiro
O ano 2010 abriu com um convite à população para a apresentação do livro “Golpilheira Medieval – Documentos Históricos”, com documentação de 1142 a 1813 reunida e comentada pelo Doutor Saul António Gomes. Foi uma edição conjunta do Jornal da Golpilheira e da Câmara Municipal da Batalha, que constituiu uma forma de encerrar as comemorações dos 25 anos da criação da nossa freguesia. Contando com o apoio de algumas empresas locais, o livro fica também para a nossa história, como um repositório do importante espólio documental sobre as nossas raízes ancestrais.
Neste mês falámos ainda dos cantos das Janeiras e dos Reis na nossa terra, da actividade desportiva, das sessões gratuitas de informática para adultos e da solidariedade à volta da tragédia no Haiti.
Fevereiro
Em Fevereiro demos conta de como decorreu a sessão de apresentação pública do livro “Golpilheira Medieval”. Um salão cheio no CRG acolheu este evento, numa verdadeira tarde cultural.
A reportagem sobre o Carnaval da Batalha mostrou a imagens da folia que nem o frio impediu. E como o dia 20 de Março iria ser dia de “Limpar Portugal”, também nós nos mobilizámos para esse grande evento nacional.
Notícia ainda para a contestação no Celeiro contra o traçado do nó do IC9, para o futsal feminino sénior do CRG a caminho do tetracampeonato e para a mensagem “Quaresma ecológica” do Bispo de Leiria-Fátima.
Março
A chuva estragou os planos do “Limpar Portugal”, mas nem por isso as equipas deixaram de se constituir e ir para o terreno. Poucos, mas bons, os cerca de 60 voluntários do concelho da Batalha juntaram 18 toneladas de lixo.
Numa alargada foto-reportagem, mostrámos como a 8.ª edição do Passeio Todo-o-Terreno “Anjos sobre Rodas” foi mais um sucesso de organização.
Anunciávamos ainda, para o mês seguinte, a vinda do Presidente da República, Cavaco Silva, à Batalha para as comemorações do Dia do Combatente, e também um debate com Inês Serra Lopes e uma exposição sobre a “comunicação social”, a propósito dos 100 anos do primeiro jornal batalhense, “Batalha Nova”.
Abril
“Margens do Lena receberam 300 árvores” era o título do destaque, sobre uma iniciativa da SimLis, da ARH Centro e do Município da Batalha, que levou os alunos da nossa escola do 1.º ciclo do ensino básico a uma acção de reflorestação das margens do rio Lena.
No campo desportivo, o futsal feminino sénior do CRG conquistava o tetracampeonato, a Taça Distrital e um lugar na disputa da Taça Nacional.
Noticiámos ainda a digressão dos veteranos de futebol à Madeira, e adiantámos o programa da visita do Papa Bento XVI a Portugal e da “Festa da Fé” promovida pela Diocese.
Maio
O nosso destaque foi para o 32.º aniversário dos Bombeiros Voluntários da Batalha, com reportagem e entrevistas onde a palavra mais referida foi “presente”.
Maio foi o mês da FIABA e da apresentação de Olegário Benquerença como um dos árbitros do Mundial de Futebol da África do Sul.
Nesta edição, publicámos ainda um artigo histórico inédito de Saul Gomes sobre a “Casa dos Vidraceiros” do Mosteiro da Batalha, bem como um resumo das principais mensagens do Papa nos vários discursos e homilias que fez na sua deslocação a Portugal.
Junho
Uma “Visita ao Interior do Convento”, quando se trata de um mosteiro de clausura, é um trabalho jornalístico raro de se ver. Em Junho, a propósito dos 400 anos da Ordem da Visitação, conseguimos uma muito especial autorização para entrar no Mosteiro da Faniqueira e fomos conhecer em pormenor a vida das irmãs nossas “vizinhas” e tão desconhecidas da maioria de nós. Uma das habitantes desta clausura que nos acompanhou na visita guiada foi a irmã Maria Pia, natural da Golpilheira. Uma reportagem que ficará a marcar indelevelmente a história do nosso Jornal.
Neste mês apresentámos ainda o cartaz da festa de aniversário do CRG, falámos do encerramento do ano lectivo e do futuro projecto das Termas das Salgadas.
Julho
A festa do 41.º aniversário do CRG foi o destaque de Julho, com um balanço positivo apesar da crise que começava a fazer sentir o seu peso no bolso de todos nós.
Também em destaque, a apresentação do livro “A Família e a Saúde Mental”, um magnífico trabalho de estudo e de partilha de vida da nossa conterrânea Maria da Purificação Bagagem.
Nota ainda para João Moreira, campeão nacional de patinagem artística, atleta da UDB, cuja equipa conquistara nesse ano 17 medalhas de ouro em competições da modalidade.
Ficavam para o mês seguinte os cartazes das festas da Golpilheira, S. Bento e Batalha.
Agosto
Uma primeira página em forma de grande cartaz, a duas páginas, abria o destaque para todas as festas de Agosto: Batalha, Golpilheira e S. Bento. Em manchete especial, uma entrevista exclusiva de Rui Veloso ao Jornal da Golpilheira, onde considerou “excepcional” o concerto na Batalha e atacou as rádios nacionais pelo fraco apoio que dão à música portuguesa.
Revelámos ainda que a polémica linha de muito alta tensão Batalha-Lavos já estava em funcionamento e relatámos os jogos do torneio de futebol inter-freguesias “São Nuno de Santa Maria”, em que os veteranos da Golpilheira se sagraram campeões.
Setembro
O regresso às aulas é tema incontornável neste mês. A palavra “alegria” serviu para resumir o ambiente, apesar da nota triste de termos cada vez menos crianças em todos os níveis escolares, no País, no Concelho e na Freguesia.
Informámos também que uma “abertura” legislativa permitia desbloquear algumas situações de construção em espaço rural, embora possa ser uma situação temporária.
Finalmente, um olhar sobre a safra das vindimas, onde as gerações jovens estão cada vez menos presentes. Quanto às uvas, este foi um ano de maior quantidade, mas grau um pouco inferior ao do ano transacto.
Outubro
No mês do nosso 14.º aniversário, apresentámos um “programa de luxo” para a 17.ª Semana Cultural da Golpilheira, com muitas e variadas iniciativas e alguns convidados de nível nacional.
O desporto do CRG voltou a ser notícia, com a conquista da Super-Taça Distrital de Futsal Feminino, frente à equipa da Caranguejeira, com uma goleada por 12-0. Sim, doze a zero!
Também a agricultura voltou a merecer destaque, desta feita com uma reportagem sobre a vinda de uma máquina de apanhar milho, que fez numa tarde o trabalho que antigamente daria que fazer a dezenas de homens durante vários dias…
Novembro
A “Semana de Estrelas” encheu a nossa capa e mais oito páginas de reportagem sobre a Semana Cultural, que terá sido uma das mais concorridas dos últimos anos. Um sucesso que começou pelo próprio programa: uma festa dos anos 80 super divertida a abrir; um almoço para os seniores com a presença do excelente comunicador Artur Agostinho; um dia dedicado à Saúde; outro dedicado ao futuro da Freguesia; outro à música e aos livros com o convidado especial António Manuel Ribeiro, vocalista dos UHF; um arraial popular de S. Martinho animado pelo nosso rancho folclórico; o habitual e sempre sensacional desfile de moda “Golpilheira Fashion”; um passeio de TT nocturno e uma noite de cinema infantil; e a fechar o “dia do convívio”, com a missa matinal, um passeio pedestre, um almoço de convívio e sopa da pedra, e uma tarde de recreio e jogos tradicionais. Fantástico.
Dezembro
O ano acaba com o Natal e as respectivas festas, sobretudo dirigidas às crianças. Na Golpilheira houve duas, em dois dias seguidos, uma organizada pelas escolas, outra pelo CRG, e nós mostramos como foram bonitas e muito participadas.
Falámos ainda da solidariedade vicentina na Paróquia, da festa do Dia da Misericórdia da Batalha, na renovação do edifício do nosso Seminário, e do sucesso do golpilheirense Cesário Santos na prova 24 Horas TT de Fronteira.
E ainda uma mensagem do presidente aos sócios do CRG que, quem ainda não leu, deverá ler. Se já não tem o jornal em casa, visite na internet, onde poderá rever todos estes e muitos outros assuntos: http://www.jornaldagolpilheira.com/.
O ano 2010 abriu com um convite à população para a apresentação do livro “Golpilheira Medieval – Documentos Históricos”, com documentação de 1142 a 1813 reunida e comentada pelo Doutor Saul António Gomes. Foi uma edição conjunta do Jornal da Golpilheira e da Câmara Municipal da Batalha, que constituiu uma forma de encerrar as comemorações dos 25 anos da criação da nossa freguesia. Contando com o apoio de algumas empresas locais, o livro fica também para a nossa história, como um repositório do importante espólio documental sobre as nossas raízes ancestrais.
Neste mês falámos ainda dos cantos das Janeiras e dos Reis na nossa terra, da actividade desportiva, das sessões gratuitas de informática para adultos e da solidariedade à volta da tragédia no Haiti.
Fevereiro
Em Fevereiro demos conta de como decorreu a sessão de apresentação pública do livro “Golpilheira Medieval”. Um salão cheio no CRG acolheu este evento, numa verdadeira tarde cultural.
A reportagem sobre o Carnaval da Batalha mostrou a imagens da folia que nem o frio impediu. E como o dia 20 de Março iria ser dia de “Limpar Portugal”, também nós nos mobilizámos para esse grande evento nacional.
Notícia ainda para a contestação no Celeiro contra o traçado do nó do IC9, para o futsal feminino sénior do CRG a caminho do tetracampeonato e para a mensagem “Quaresma ecológica” do Bispo de Leiria-Fátima.
Março
A chuva estragou os planos do “Limpar Portugal”, mas nem por isso as equipas deixaram de se constituir e ir para o terreno. Poucos, mas bons, os cerca de 60 voluntários do concelho da Batalha juntaram 18 toneladas de lixo.
Numa alargada foto-reportagem, mostrámos como a 8.ª edição do Passeio Todo-o-Terreno “Anjos sobre Rodas” foi mais um sucesso de organização.
Anunciávamos ainda, para o mês seguinte, a vinda do Presidente da República, Cavaco Silva, à Batalha para as comemorações do Dia do Combatente, e também um debate com Inês Serra Lopes e uma exposição sobre a “comunicação social”, a propósito dos 100 anos do primeiro jornal batalhense, “Batalha Nova”.
Abril
“Margens do Lena receberam 300 árvores” era o título do destaque, sobre uma iniciativa da SimLis, da ARH Centro e do Município da Batalha, que levou os alunos da nossa escola do 1.º ciclo do ensino básico a uma acção de reflorestação das margens do rio Lena.
No campo desportivo, o futsal feminino sénior do CRG conquistava o tetracampeonato, a Taça Distrital e um lugar na disputa da Taça Nacional.
Noticiámos ainda a digressão dos veteranos de futebol à Madeira, e adiantámos o programa da visita do Papa Bento XVI a Portugal e da “Festa da Fé” promovida pela Diocese.
Maio
O nosso destaque foi para o 32.º aniversário dos Bombeiros Voluntários da Batalha, com reportagem e entrevistas onde a palavra mais referida foi “presente”.
Maio foi o mês da FIABA e da apresentação de Olegário Benquerença como um dos árbitros do Mundial de Futebol da África do Sul.
Nesta edição, publicámos ainda um artigo histórico inédito de Saul Gomes sobre a “Casa dos Vidraceiros” do Mosteiro da Batalha, bem como um resumo das principais mensagens do Papa nos vários discursos e homilias que fez na sua deslocação a Portugal.
Junho
Uma “Visita ao Interior do Convento”, quando se trata de um mosteiro de clausura, é um trabalho jornalístico raro de se ver. Em Junho, a propósito dos 400 anos da Ordem da Visitação, conseguimos uma muito especial autorização para entrar no Mosteiro da Faniqueira e fomos conhecer em pormenor a vida das irmãs nossas “vizinhas” e tão desconhecidas da maioria de nós. Uma das habitantes desta clausura que nos acompanhou na visita guiada foi a irmã Maria Pia, natural da Golpilheira. Uma reportagem que ficará a marcar indelevelmente a história do nosso Jornal.
Neste mês apresentámos ainda o cartaz da festa de aniversário do CRG, falámos do encerramento do ano lectivo e do futuro projecto das Termas das Salgadas.
Julho
A festa do 41.º aniversário do CRG foi o destaque de Julho, com um balanço positivo apesar da crise que começava a fazer sentir o seu peso no bolso de todos nós.
Também em destaque, a apresentação do livro “A Família e a Saúde Mental”, um magnífico trabalho de estudo e de partilha de vida da nossa conterrânea Maria da Purificação Bagagem.
Nota ainda para João Moreira, campeão nacional de patinagem artística, atleta da UDB, cuja equipa conquistara nesse ano 17 medalhas de ouro em competições da modalidade.
Ficavam para o mês seguinte os cartazes das festas da Golpilheira, S. Bento e Batalha.
Agosto
Uma primeira página em forma de grande cartaz, a duas páginas, abria o destaque para todas as festas de Agosto: Batalha, Golpilheira e S. Bento. Em manchete especial, uma entrevista exclusiva de Rui Veloso ao Jornal da Golpilheira, onde considerou “excepcional” o concerto na Batalha e atacou as rádios nacionais pelo fraco apoio que dão à música portuguesa.
Revelámos ainda que a polémica linha de muito alta tensão Batalha-Lavos já estava em funcionamento e relatámos os jogos do torneio de futebol inter-freguesias “São Nuno de Santa Maria”, em que os veteranos da Golpilheira se sagraram campeões.
Setembro
O regresso às aulas é tema incontornável neste mês. A palavra “alegria” serviu para resumir o ambiente, apesar da nota triste de termos cada vez menos crianças em todos os níveis escolares, no País, no Concelho e na Freguesia.
Informámos também que uma “abertura” legislativa permitia desbloquear algumas situações de construção em espaço rural, embora possa ser uma situação temporária.
Finalmente, um olhar sobre a safra das vindimas, onde as gerações jovens estão cada vez menos presentes. Quanto às uvas, este foi um ano de maior quantidade, mas grau um pouco inferior ao do ano transacto.
Outubro
No mês do nosso 14.º aniversário, apresentámos um “programa de luxo” para a 17.ª Semana Cultural da Golpilheira, com muitas e variadas iniciativas e alguns convidados de nível nacional.
O desporto do CRG voltou a ser notícia, com a conquista da Super-Taça Distrital de Futsal Feminino, frente à equipa da Caranguejeira, com uma goleada por 12-0. Sim, doze a zero!
Também a agricultura voltou a merecer destaque, desta feita com uma reportagem sobre a vinda de uma máquina de apanhar milho, que fez numa tarde o trabalho que antigamente daria que fazer a dezenas de homens durante vários dias…
Novembro
A “Semana de Estrelas” encheu a nossa capa e mais oito páginas de reportagem sobre a Semana Cultural, que terá sido uma das mais concorridas dos últimos anos. Um sucesso que começou pelo próprio programa: uma festa dos anos 80 super divertida a abrir; um almoço para os seniores com a presença do excelente comunicador Artur Agostinho; um dia dedicado à Saúde; outro dedicado ao futuro da Freguesia; outro à música e aos livros com o convidado especial António Manuel Ribeiro, vocalista dos UHF; um arraial popular de S. Martinho animado pelo nosso rancho folclórico; o habitual e sempre sensacional desfile de moda “Golpilheira Fashion”; um passeio de TT nocturno e uma noite de cinema infantil; e a fechar o “dia do convívio”, com a missa matinal, um passeio pedestre, um almoço de convívio e sopa da pedra, e uma tarde de recreio e jogos tradicionais. Fantástico.
Dezembro
O ano acaba com o Natal e as respectivas festas, sobretudo dirigidas às crianças. Na Golpilheira houve duas, em dois dias seguidos, uma organizada pelas escolas, outra pelo CRG, e nós mostramos como foram bonitas e muito participadas.
Falámos ainda da solidariedade vicentina na Paróquia, da festa do Dia da Misericórdia da Batalha, na renovação do edifício do nosso Seminário, e do sucesso do golpilheirense Cesário Santos na prova 24 Horas TT de Fronteira.
E ainda uma mensagem do presidente aos sócios do CRG que, quem ainda não leu, deverá ler. Se já não tem o jornal em casa, visite na internet, onde poderá rever todos estes e muitos outros assuntos: http://www.jornaldagolpilheira.com/.
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
164 - Vinha .
Por José Jordão Cruz , Eng. Técnico Agrário
Casta de Uva Castelão
O castelão é uma casta portuguesa que produz o vinho de mesa mais antigo de Portugal. O seu cultivo predomina na região de Setúbal e resto do Sul de Portugal. No Algarve, em combinação com a casta Tinta Negra Mole, dá vinhos mais macios enquanto jovens, mas com menor potencial de envelhecimento.
Esta casta, apesar de ser portuguesa, também é exportada para a Austrália.
O Castelão também é conhecido por Piriquita e João Santarém. Estes nomes também são bem conhecidos e usados pelos vitivinicultores portugueses nos rótulos de garrafas, consoante a zona a onde são produzidos.
Os clones (material genético) desta casta têm uma grande homogeneidade, em termos de produção, sendo os do Ribatejo os mais usados. Os clones da região de Setúbal, embora ricos em variedade, não são tão produtivos.
Passamos a enumerar o rendimento dos clones certificados desta casta Castelão, segundo os estudos da estação Vitivinícola da Anadia.
Castelão T, clone 33 EAN
Bom rendimento, elevado teor alcoólico, elevada acidez total e elevado teor em substâncias da cor. Bom potencial enológico, o qual se traduz pela qualidade do seu perfil organoléptico, quer em termos aromáticos quer em termos gustativos.
Castelão T, clone 32 EAN
Bom rendimento, com teor alcoólico médio, acidez total média. Resiste bem à podridão, excepto na altura da floração, que se consegue ver bem no pedúnculo do cacho, acontecendo por vezes para os menos experientes confundir-se com o míldio. Adapta-se bem a solos, mais ou menos húmidos. É sensível ao oídio, pó ou cinza. É uma casta que vem no cedo (temporã), mas não requer solos muito férteis. É carente em potássio (K), não suportando o excesso de azoto (N).
O desavinho (não vingamento das flores) é um problema que se atenua com fertilizações adequadas, com esquema onde entrem aminoácidos, atenuando-se também, com a utilização de garfos, ou cavalo, provenientes de material policlonal (selecção massal de clones).
No que diz respeito à poda, antigamente era de vara e talão, mas modernamente, como se tem apostado muito no material seleccionado, tem sido em talão, melhorando muito a qualidade do vinho. Realmente as doenças do lenho são uma preocupação nesta casta. É uma casta sensível à traça da uva.
O grau deste vinho é razoável assim como a sua cor, o que lhe confere boa aptidão para fazer lotes de vinho, ficando mais macios e alcoólicos.
Castelão T, clone 30 EAN
Rendimento médio, com um bom equilíbrio de características qualitativas.
31 EAN
Muito bom rendimento, com bom teor alcoólico e de acidez total. Elevado teor em substâncias da cor. Potencial enológico bastante elevado, o qual se manifesta Castelão T, clone pela distinção do seu perfil aromático e pela complexidade e persistência gustativa dos vinhos.
Castelão T, clone 29 EAN
Muito bom rendimento, com teor alcoólico elevado, acidez total média e elevado teor em substâncias da cor. Elevado potencial enológico, o qual se baseia na qualidade do seu perfil aromático e na distinção e persistência gustativa dos vinhos.
Transcrevemos também o texto aonde se fala do vinho de mesa mais antigo de Portugal , com 146 safra ininterruptas…
A saga começou com José Maria da Fonseca que, aos 24 anos, adquiriu uma propriedade em Vila Nogueira de Azeitão, ao Sul de Lisboa, para produzir vinhos. As mudas foram trazidas por ele do Ribatejo, de uma propriedade chamada Cova da Periquita. Daí a origem do nome.
Uvas pisadas a pé em lagar, fermentadas com engaço, vinho envelhecido em madeira, estágio em garrafa. Era assim que se fazia o Periquita na década do seu primeiro rótulo até 1960. Eram cinco anos para que uma nova safra do Periquita encontrasse o seu destino: ser bebido. Essa receita foi abandonada com o crescimento das exportações e a necessidade de aumentar a produção. Actualmente, nada mais, nada menos do que 2,5 milhões de litros do vinho são produzidos a cada safra.
A mesma lógica empresarial falou mais alto e a JMF viu-se obrigada a alterar a fórmula tradicional do Periquita em 2000, adicionando-lhe módico percentual (7,5%) da trincadeira (uma uva mais frutada) e a mesma quantidade da nobre aragonês, a mais fina das castas portuguesas.
Nos anos de safra de excepcional qualidade, a JMF elabora o Periquita como nos velhos tempos: o Periquita Clássico. Se se deparar com essas garrafas por aí, saiba que fará uma viagem no tempo ao redor de uma garrafa, pois vai apreciar um castelão 100% que obedeceu aos critérios ditados pelo patriarca José Maria no século 19. Em Portugal, o preço do Clássico nas lojas especializadas varia de 12 a 20 euros.
Para quem não sabe, a idolatria ao Periquita em Portugal rendeu até uma confraria própria. Os seus integrantes reúnem-se anualmente a cada dia 31 de Maio, a data de nascimento de José Maria da Fonseca. O sonho do patriarca continua. E com vigor: a JMF está hoje entre as sete maiores vinícolas portuguesas.
Casta de Uva Castelão
O castelão é uma casta portuguesa que produz o vinho de mesa mais antigo de Portugal. O seu cultivo predomina na região de Setúbal e resto do Sul de Portugal. No Algarve, em combinação com a casta Tinta Negra Mole, dá vinhos mais macios enquanto jovens, mas com menor potencial de envelhecimento.
Esta casta, apesar de ser portuguesa, também é exportada para a Austrália.
O Castelão também é conhecido por Piriquita e João Santarém. Estes nomes também são bem conhecidos e usados pelos vitivinicultores portugueses nos rótulos de garrafas, consoante a zona a onde são produzidos.
Os clones (material genético) desta casta têm uma grande homogeneidade, em termos de produção, sendo os do Ribatejo os mais usados. Os clones da região de Setúbal, embora ricos em variedade, não são tão produtivos.
Passamos a enumerar o rendimento dos clones certificados desta casta Castelão, segundo os estudos da estação Vitivinícola da Anadia.
Castelão T, clone 33 EAN
Bom rendimento, elevado teor alcoólico, elevada acidez total e elevado teor em substâncias da cor. Bom potencial enológico, o qual se traduz pela qualidade do seu perfil organoléptico, quer em termos aromáticos quer em termos gustativos.
Castelão T, clone 32 EAN
Bom rendimento, com teor alcoólico médio, acidez total média. Resiste bem à podridão, excepto na altura da floração, que se consegue ver bem no pedúnculo do cacho, acontecendo por vezes para os menos experientes confundir-se com o míldio. Adapta-se bem a solos, mais ou menos húmidos. É sensível ao oídio, pó ou cinza. É uma casta que vem no cedo (temporã), mas não requer solos muito férteis. É carente em potássio (K), não suportando o excesso de azoto (N).
O desavinho (não vingamento das flores) é um problema que se atenua com fertilizações adequadas, com esquema onde entrem aminoácidos, atenuando-se também, com a utilização de garfos, ou cavalo, provenientes de material policlonal (selecção massal de clones).
No que diz respeito à poda, antigamente era de vara e talão, mas modernamente, como se tem apostado muito no material seleccionado, tem sido em talão, melhorando muito a qualidade do vinho. Realmente as doenças do lenho são uma preocupação nesta casta. É uma casta sensível à traça da uva.
O grau deste vinho é razoável assim como a sua cor, o que lhe confere boa aptidão para fazer lotes de vinho, ficando mais macios e alcoólicos.
Castelão T, clone 30 EAN
Rendimento médio, com um bom equilíbrio de características qualitativas.
31 EAN
Muito bom rendimento, com bom teor alcoólico e de acidez total. Elevado teor em substâncias da cor. Potencial enológico bastante elevado, o qual se manifesta Castelão T, clone pela distinção do seu perfil aromático e pela complexidade e persistência gustativa dos vinhos.
Castelão T, clone 29 EAN
Muito bom rendimento, com teor alcoólico elevado, acidez total média e elevado teor em substâncias da cor. Elevado potencial enológico, o qual se baseia na qualidade do seu perfil aromático e na distinção e persistência gustativa dos vinhos.
Transcrevemos também o texto aonde se fala do vinho de mesa mais antigo de Portugal , com 146 safra ininterruptas…
A saga começou com José Maria da Fonseca que, aos 24 anos, adquiriu uma propriedade em Vila Nogueira de Azeitão, ao Sul de Lisboa, para produzir vinhos. As mudas foram trazidas por ele do Ribatejo, de uma propriedade chamada Cova da Periquita. Daí a origem do nome.
Uvas pisadas a pé em lagar, fermentadas com engaço, vinho envelhecido em madeira, estágio em garrafa. Era assim que se fazia o Periquita na década do seu primeiro rótulo até 1960. Eram cinco anos para que uma nova safra do Periquita encontrasse o seu destino: ser bebido. Essa receita foi abandonada com o crescimento das exportações e a necessidade de aumentar a produção. Actualmente, nada mais, nada menos do que 2,5 milhões de litros do vinho são produzidos a cada safra.
A mesma lógica empresarial falou mais alto e a JMF viu-se obrigada a alterar a fórmula tradicional do Periquita em 2000, adicionando-lhe módico percentual (7,5%) da trincadeira (uma uva mais frutada) e a mesma quantidade da nobre aragonês, a mais fina das castas portuguesas.
Nos anos de safra de excepcional qualidade, a JMF elabora o Periquita como nos velhos tempos: o Periquita Clássico. Se se deparar com essas garrafas por aí, saiba que fará uma viagem no tempo ao redor de uma garrafa, pois vai apreciar um castelão 100% que obedeceu aos critérios ditados pelo patriarca José Maria no século 19. Em Portugal, o preço do Clássico nas lojas especializadas varia de 12 a 20 euros.
Para quem não sabe, a idolatria ao Periquita em Portugal rendeu até uma confraria própria. Os seus integrantes reúnem-se anualmente a cada dia 31 de Maio, a data de nascimento de José Maria da Fonseca. O sonho do patriarca continua. E com vigor: a JMF está hoje entre as sete maiores vinícolas portuguesas.
164 - Economia .
Por Cristina Agostinho, Docente Ens. Superior
Perspectivas para 2011….
Segundo o FMI, as perspectivas apontam para um ligeiro abrandamento da economia mundial em 2011, embora continue em crescimento, devendo o PIB aumentar 4,2% em termos reais, situando-se ligeiramente acima da taxa média registada entre 2000 e 2008 (4%).
Estima-se que a generalidade das economias avançadas mantenham um ritmo de crescimento moderado e que demore algum tempo para que seja possível reabsorver o elevado número de desempregados, cuja taxa prevista indicia manter-se ainda muito alta (8,2% em 2011, que compara com 8,3% em 2010), pelo que a recuperação da economia a nível mundial não será suficiente para recuperar o emprego perdido durante a crise.
A liderar a recuperação económica continuarão a estar as economias emergentes. A Ásia (com destaque para a China e Índia), a América Latina e a Comunidade de Estados Independentes (Rússia) deverão continuar a ser as regiões que mais vão contribuir para o crescimento económico mundial. Segundo as estimativas das Nações Unidas, parciais para 2011, a Zona Euro deverá crescer 1,3% este ano e 1,7% em 2012, projectando um crescimento de 3,1 % para a economia mundial, uma substancial revisão em alta face à anterior previsão, que apontava uma contracção de 0,1%.
Já ao nível nacional, de acordo com o Banco de Portugal, o ano de 2010 tem sido caracterizado pela recuperação generalizada da actividade económica ao nível mundial. Esta melhoria do enquadramento internacional da economia portuguesa, embora com alguma heterogeneidade regional, evidenciou-se nomeadamente na aceleração assinalável dos fluxos de comércio internacional, bem como na evolução relativamente favorável dos mercados accionistas e de dívida ao nível global.
No entanto, o crescimento continuado do risco soberano em Portugal ao longo de 2010, com vários períodos de diferenciação, acarreta profundas implicações sobre a evolução económica. Nesse sentido, o processo de consolidação orçamental assume importância primordial.
As perspectivas macroeconómicas apontadas pelo Relatório das Nações Unidas indicam um crescimento da economia portuguesa de 0,2% para 2012.
A economia portuguesa deverá sofrer uma contracção 0,9% este ano e crescer 0,2% em 2012, abaixo dos 1,3% estimados para a Zona Euro em 2011.
As perspectivas mantêm-se rodeadas de incerteza e sérios riscos, apontando ainda para a cooperação entre economias como forma de agilizar a recuperação da crise global.
Perspectivas para 2011….
Segundo o FMI, as perspectivas apontam para um ligeiro abrandamento da economia mundial em 2011, embora continue em crescimento, devendo o PIB aumentar 4,2% em termos reais, situando-se ligeiramente acima da taxa média registada entre 2000 e 2008 (4%).
Estima-se que a generalidade das economias avançadas mantenham um ritmo de crescimento moderado e que demore algum tempo para que seja possível reabsorver o elevado número de desempregados, cuja taxa prevista indicia manter-se ainda muito alta (8,2% em 2011, que compara com 8,3% em 2010), pelo que a recuperação da economia a nível mundial não será suficiente para recuperar o emprego perdido durante a crise.
A liderar a recuperação económica continuarão a estar as economias emergentes. A Ásia (com destaque para a China e Índia), a América Latina e a Comunidade de Estados Independentes (Rússia) deverão continuar a ser as regiões que mais vão contribuir para o crescimento económico mundial. Segundo as estimativas das Nações Unidas, parciais para 2011, a Zona Euro deverá crescer 1,3% este ano e 1,7% em 2012, projectando um crescimento de 3,1 % para a economia mundial, uma substancial revisão em alta face à anterior previsão, que apontava uma contracção de 0,1%.
Já ao nível nacional, de acordo com o Banco de Portugal, o ano de 2010 tem sido caracterizado pela recuperação generalizada da actividade económica ao nível mundial. Esta melhoria do enquadramento internacional da economia portuguesa, embora com alguma heterogeneidade regional, evidenciou-se nomeadamente na aceleração assinalável dos fluxos de comércio internacional, bem como na evolução relativamente favorável dos mercados accionistas e de dívida ao nível global.
No entanto, o crescimento continuado do risco soberano em Portugal ao longo de 2010, com vários períodos de diferenciação, acarreta profundas implicações sobre a evolução económica. Nesse sentido, o processo de consolidação orçamental assume importância primordial.
As perspectivas macroeconómicas apontadas pelo Relatório das Nações Unidas indicam um crescimento da economia portuguesa de 0,2% para 2012.
A economia portuguesa deverá sofrer uma contracção 0,9% este ano e crescer 0,2% em 2012, abaixo dos 1,3% estimados para a Zona Euro em 2011.
As perspectivas mantêm-se rodeadas de incerteza e sérios riscos, apontando ainda para a cooperação entre economias como forma de agilizar a recuperação da crise global.
164 - Saúde .
Por Ana Maria Henriques, Enfermeira
Sopa
A frase “somos aquilo que comemos” já foi decerto muito ouvida, mas muitas vezes, também, ignorada. A alimentação – os alimentos que escolhemos ingerir durante todo o dia – é que determina a nossa energia ao longo do dia, a nossa regularidade e sanidade intestinal, a beleza da nossa pele, dos cabelos e até à cor da nossa urina. É importante percebermos que uma escolha tão corriqueira e frequente tem uma enorme influência sobre a nossa saúde.
A sopa é o alimento mais antigo de que há conhecimento, havendo indícios de alimentos parecidos na pré-história. É o primeiro alimento introduzido na alimentação e, por vezes, o último que consegue ser digerido na velhice. Este prato simples e fácil de confeccionar é uma fonte alimentar com elevada riqueza nutricional. É uma excelente fonte de produtos hortícolas, sendo recomendado o consumo diário de 400g destes de produtos. É importante para o efeito de saciedade e na manutenção do peso ideal (pelo seu baixo teor calórico), para as pessoas que sofrem de falta de apetite ou têm dificuldade em digerir, para os idosos ou ainda para controlar a ingestão compulsiva de alimentos nas crianças.
São vários os benefícios deste alimento, como os que são apresentados seguidamente. É rica em vitaminas, minerais e antioxidantes (tão procurados nas farmácias), tem também um apreciável teor de fibras, idealmente combinadas com água para uma maior saciedade e um melhor funcionamento intestinal. Nas crianças, constitui muitas vezes a única possibilidade de ingestão de vegetais. Permite aproveitar vitaminas e minerais que se perdem quando se desperdiça a água de cozedura e é pouco alergénica, havendo fraca probabilidade de provocar alergias. Não contém as moléculas agressivas que se formam noutros processos de confecção (como nos fritos ou nos grelhados na brasa). Proporciona ao organismo um bom aproveitamento dos seus nutrientes e é de fácil digestão. Por ser um alimento com grande volume, sacia rapidamente, ao mesmo tempo que contém poucas calorias, sendo, por isso, um importante alimento na prevenção e combate à obesidade. A sopa contribui também de forma significativa para a satisfação das nossas necessidades diárias de água e tem um papel importante nos mecanismos de regulação dos níveis de colesterol sanguíneo.
As vitaminas e minerais são essenciais por fazerem parte da composição de várias estruturas, como órgãos, músculos, ossos e sangue. As fibras alimentares facilitam o esvaziamento intestinal permitindo que as bactérias do nosso intestino façam o seu trabalho de eliminação o mais rapidamente possível. Os antioxidantes funcionam como protectores do organismo, porque impedem o desenvolvimento anormal de células que podem dar origem a doenças.
Sabe-se que é diferente consumir os produtos hortícolas crus ou cozinhados. A cozedura amolece as fibras e disponibiliza o aproveitamento superior de vitaminas e minerais. Cozinhados em água, alguns destes nutrientes dissolvem-se, pelo que a sopa permite um aproveitamento muito completo do conteúdo nutricional dos alimentos utilizados.
Portugal é o primeiro consumidor de sopa da Europa e o terceiro a nível Mundial. A nossa gastronomia é tradicionalmente uma gastronomia de sopas, sendo que muitos dos pratos hoje utilizados como principais derivaram de sopas. Ensopados, caldeiradas, jardineiras são exemplo de sopas mais "secas", porque diminuíram o seu conteúdo em água.
Assim, podemos concluir que este alimento é essencial para uma alimentação saudável. É fácil e barato na confecção, prático (pode ser guardado no frigorífico) e preenche grande quantidade das nossas necessidades diárias de nutrientes. Por isso, é necessário relembrar as receitas antigas e aumentar o nosso consumo de sopa, começando cada refeição principal com este super-alimento.
Sopa
A frase “somos aquilo que comemos” já foi decerto muito ouvida, mas muitas vezes, também, ignorada. A alimentação – os alimentos que escolhemos ingerir durante todo o dia – é que determina a nossa energia ao longo do dia, a nossa regularidade e sanidade intestinal, a beleza da nossa pele, dos cabelos e até à cor da nossa urina. É importante percebermos que uma escolha tão corriqueira e frequente tem uma enorme influência sobre a nossa saúde.
A sopa é o alimento mais antigo de que há conhecimento, havendo indícios de alimentos parecidos na pré-história. É o primeiro alimento introduzido na alimentação e, por vezes, o último que consegue ser digerido na velhice. Este prato simples e fácil de confeccionar é uma fonte alimentar com elevada riqueza nutricional. É uma excelente fonte de produtos hortícolas, sendo recomendado o consumo diário de 400g destes de produtos. É importante para o efeito de saciedade e na manutenção do peso ideal (pelo seu baixo teor calórico), para as pessoas que sofrem de falta de apetite ou têm dificuldade em digerir, para os idosos ou ainda para controlar a ingestão compulsiva de alimentos nas crianças.
São vários os benefícios deste alimento, como os que são apresentados seguidamente. É rica em vitaminas, minerais e antioxidantes (tão procurados nas farmácias), tem também um apreciável teor de fibras, idealmente combinadas com água para uma maior saciedade e um melhor funcionamento intestinal. Nas crianças, constitui muitas vezes a única possibilidade de ingestão de vegetais. Permite aproveitar vitaminas e minerais que se perdem quando se desperdiça a água de cozedura e é pouco alergénica, havendo fraca probabilidade de provocar alergias. Não contém as moléculas agressivas que se formam noutros processos de confecção (como nos fritos ou nos grelhados na brasa). Proporciona ao organismo um bom aproveitamento dos seus nutrientes e é de fácil digestão. Por ser um alimento com grande volume, sacia rapidamente, ao mesmo tempo que contém poucas calorias, sendo, por isso, um importante alimento na prevenção e combate à obesidade. A sopa contribui também de forma significativa para a satisfação das nossas necessidades diárias de água e tem um papel importante nos mecanismos de regulação dos níveis de colesterol sanguíneo.
As vitaminas e minerais são essenciais por fazerem parte da composição de várias estruturas, como órgãos, músculos, ossos e sangue. As fibras alimentares facilitam o esvaziamento intestinal permitindo que as bactérias do nosso intestino façam o seu trabalho de eliminação o mais rapidamente possível. Os antioxidantes funcionam como protectores do organismo, porque impedem o desenvolvimento anormal de células que podem dar origem a doenças.
Sabe-se que é diferente consumir os produtos hortícolas crus ou cozinhados. A cozedura amolece as fibras e disponibiliza o aproveitamento superior de vitaminas e minerais. Cozinhados em água, alguns destes nutrientes dissolvem-se, pelo que a sopa permite um aproveitamento muito completo do conteúdo nutricional dos alimentos utilizados.
Portugal é o primeiro consumidor de sopa da Europa e o terceiro a nível Mundial. A nossa gastronomia é tradicionalmente uma gastronomia de sopas, sendo que muitos dos pratos hoje utilizados como principais derivaram de sopas. Ensopados, caldeiradas, jardineiras são exemplo de sopas mais "secas", porque diminuíram o seu conteúdo em água.
Assim, podemos concluir que este alimento é essencial para uma alimentação saudável. É fácil e barato na confecção, prático (pode ser guardado no frigorífico) e preenche grande quantidade das nossas necessidades diárias de nutrientes. Por isso, é necessário relembrar as receitas antigas e aumentar o nosso consumo de sopa, começando cada refeição principal com este super-alimento.
164 - Energias renováveis .
Por David Lucas, Engenheiro Civil
Biomassa
O que é a biomassa? Numa perspectiva mais teórica, traduz-se como sendo a massa total de organismos vivos numa determinada área, utilizados como combustíveis ou para a sua produção.
E de que forma podemos entender essa massa como uma fonte de energia? No sentido em que materiais como a madeira, algumas plantas e diversificados tipos de resíduos (animais, agrícolas, produção alimentar e sólidos municipais) podem gerar energia.
Reportando para a matéria mais comum, a madeira, verificamos que perfaz cerca de 64% do total das fontes de energia referidas anteriormente, e é uma substância facilmente transformável em energia (se a nossa lareira falasse…). É um exemplo que pode ser englobado na queima directa e que da sua combustão resultam materiais como o dióxido de carbono e vapor de água. Para além da forma directa de utilização da biomassa existem formas indirectas para produzir electricidade (gaseificação e pirólise), bio-combustíveis (tais como o etanol, metanol e biodiesel), biogás, e ainda pode se feita a valorização energética do solo através de excrementos de animais.
Dando como exemplo o biogás, verifica-se que a produção deste é feita recorrendo a bactérias que digerem anaerobicamente (sem consumo de oxigénio – óptimo!) os resíduos dos aterros sanitários, e que assim, produzem um gás facilmente inflamável (metano). Segundo o DN, Portugal irá investir nos próximos tempos em 16 centrais de produção de electricidade a partir de lixos (constitui um aumento de 40%), evitando assim a importação de 207 mil barris de petróleo e uma menor emissão de CO2.
Em jeito de remate final, pode dizer-se que este tipo de obtenção de energia tem como principais vantagens a redução da emissão de gases responsáveis pelo efeito de estufa e da utilização de metais pesados, bem como a rentabilização de matérias que em tempos antigos tinham um final inútil.
Na pesquisa sobre o assunto biomassa encontrei um conceito sonante e que desconhecia: briquetes. São obtidos por compactação a partir de matéria vegetal, resíduos agrícolas (vides, ramagens), etc. Constituem uma alternativa à lenha e carvão convencional.
Fontes: http://www.energiasrenovaveis.com/, http://campus.fct.unl.pt/; http://www.aream.pt/.
Biomassa
O que é a biomassa? Numa perspectiva mais teórica, traduz-se como sendo a massa total de organismos vivos numa determinada área, utilizados como combustíveis ou para a sua produção.
E de que forma podemos entender essa massa como uma fonte de energia? No sentido em que materiais como a madeira, algumas plantas e diversificados tipos de resíduos (animais, agrícolas, produção alimentar e sólidos municipais) podem gerar energia.
Reportando para a matéria mais comum, a madeira, verificamos que perfaz cerca de 64% do total das fontes de energia referidas anteriormente, e é uma substância facilmente transformável em energia (se a nossa lareira falasse…). É um exemplo que pode ser englobado na queima directa e que da sua combustão resultam materiais como o dióxido de carbono e vapor de água. Para além da forma directa de utilização da biomassa existem formas indirectas para produzir electricidade (gaseificação e pirólise), bio-combustíveis (tais como o etanol, metanol e biodiesel), biogás, e ainda pode se feita a valorização energética do solo através de excrementos de animais.
Dando como exemplo o biogás, verifica-se que a produção deste é feita recorrendo a bactérias que digerem anaerobicamente (sem consumo de oxigénio – óptimo!) os resíduos dos aterros sanitários, e que assim, produzem um gás facilmente inflamável (metano). Segundo o DN, Portugal irá investir nos próximos tempos em 16 centrais de produção de electricidade a partir de lixos (constitui um aumento de 40%), evitando assim a importação de 207 mil barris de petróleo e uma menor emissão de CO2.
Em jeito de remate final, pode dizer-se que este tipo de obtenção de energia tem como principais vantagens a redução da emissão de gases responsáveis pelo efeito de estufa e da utilização de metais pesados, bem como a rentabilização de matérias que em tempos antigos tinham um final inútil.
Na pesquisa sobre o assunto biomassa encontrei um conceito sonante e que desconhecia: briquetes. São obtidos por compactação a partir de matéria vegetal, resíduos agrícolas (vides, ramagens), etc. Constituem uma alternativa à lenha e carvão convencional.
Fontes: http://www.energiasrenovaveis.com/, http://campus.fct.unl.pt/; http://www.aream.pt/.
164 - Beleza e bem-estar .
Por Carina Pereira, Terapeuta de Massagem
Dicas de Maquilhagem
Uma boa maquilhagem é a que nos dá um ar natural. É importante ter a pele saudável, cuidada e sem imperfeições. Mas, para que isso aconteça, deve ser tratada sempre ao longo do ano. Depois, devemos usar cores que combinem com os nossos olhos e lábios, para realçar a beleza que já existe. Mas sem exageros… o importante é dar um tom natural à pele.
Aconselho a utilização de correctores, pois disfarçam as imperfeições, eliminam os sinais de fadiga do rosto e dão um tom uniforme à pele. Existem em várias cores que escondem completamente as olheiras e borbulhas, dando-nos um ar fantástico!
Em seguida, aplicamos a base de cor, do tom da pele, para lhe dar um aspecto uniforme e eliminar pequenas imperfeições. Espalhamos bem pelo rosto. Podemos optar por base em pó ou base líquida (recomendada).
Se quiser parecer um pouco mais "boneca" e dar mais brilho às maçãs do rosto, aplique um pouco de "blush" rosa.
Para realçar os olhos, aplicamos um delineador na parte externa dos olhos e lápis preto na parte interna.
O meu maior conselho é a utilização das cores claras. O importante não é ter muita cor, mas sim muita luz. Os tons de areia, os corais, os prateados e os castanhos (acobreado) dão um tom dourado às pálpebras e devem ser combinados com azuis e turquesas.
As pestanas deverão ser longas, curvas, negras, separadas e muito bem definidas. Aplique rímel preto para dar destaque às pestanas e acentuar mais o olhar.
Por fim, os lábios! Mais uma vez, a melhor escolha é o natural. Aplicar um pouco de "gloss", que pode ser desde a cor rosa bebé ao transparente. Deve ser uma cor discreta, para não tirar o brilho e o protagonismo dos olhos.
Para brilhar e arrasar um pouco mais, pode espalhar pelos ombros e decote uns brilhantes em pó ou em gel.
Dicas de Maquilhagem
Uma boa maquilhagem é a que nos dá um ar natural. É importante ter a pele saudável, cuidada e sem imperfeições. Mas, para que isso aconteça, deve ser tratada sempre ao longo do ano. Depois, devemos usar cores que combinem com os nossos olhos e lábios, para realçar a beleza que já existe. Mas sem exageros… o importante é dar um tom natural à pele.
Aconselho a utilização de correctores, pois disfarçam as imperfeições, eliminam os sinais de fadiga do rosto e dão um tom uniforme à pele. Existem em várias cores que escondem completamente as olheiras e borbulhas, dando-nos um ar fantástico!
Em seguida, aplicamos a base de cor, do tom da pele, para lhe dar um aspecto uniforme e eliminar pequenas imperfeições. Espalhamos bem pelo rosto. Podemos optar por base em pó ou base líquida (recomendada).
Se quiser parecer um pouco mais "boneca" e dar mais brilho às maçãs do rosto, aplique um pouco de "blush" rosa.
Para realçar os olhos, aplicamos um delineador na parte externa dos olhos e lápis preto na parte interna.
O meu maior conselho é a utilização das cores claras. O importante não é ter muita cor, mas sim muita luz. Os tons de areia, os corais, os prateados e os castanhos (acobreado) dão um tom dourado às pálpebras e devem ser combinados com azuis e turquesas.
As pestanas deverão ser longas, curvas, negras, separadas e muito bem definidas. Aplique rímel preto para dar destaque às pestanas e acentuar mais o olhar.
Por fim, os lábios! Mais uma vez, a melhor escolha é o natural. Aplicar um pouco de "gloss", que pode ser desde a cor rosa bebé ao transparente. Deve ser uma cor discreta, para não tirar o brilho e o protagonismo dos olhos.
Para brilhar e arrasar um pouco mais, pode espalhar pelos ombros e decote uns brilhantes em pó ou em gel.
Relatório da Fundação AIS apresenta «lista negra» de 21 países
Livro em destaque!
Mundo com menos liberdade religiosa
Desde Janeiro de 2009 até hoje, o número de violações à liberdade religiosa tende a piorar, revela um relatório que Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) acaba de publicar. A edição 2010 deste documento, que analisa a situação de 194 países, mostra que a intolerância em relação aos cristãos está a crescer, inclusivamente em países ocidentais. Particularmente preocupantes, segundo o documento, são as discriminações com base na religião, em especial na área de predomínio islâmico, e a hostilidade face à religião com motivações políticas.
O Relatório 2010 da Liberdade Religiosa no Mundo (RLRM) elenca 21 países com "graves restrições e/ou muitos episódios de intolerância social ou legal relativamente à religião: Arábia Saudita, Bangladesh, China, Coreia do Norte, Cuba, Egipto, Eritreia, Iémen, Índia, Irão, Iraque, Laos, Maldivas, Mianmar (antiga Birmânia), Nigéria, Paquistão, Somália, Sudão, Uzbequistão e Vietname.
Os dados do relatório falam no fim do Cristianismo na Coreia do Norte, país no qual a Igreja não tem clero e o culto é impossível. Segundo a agência AsiaNews, o número real de católicos não excede as 200 pessoas, na sua maior parte, muito idosas.
Exemplo de repressão são as Maldivas, cuja constituição estabelece o Islão como religião de Estado, proibindo os cidadãos de professar qualquer outra fé. É ilegal levar Bíblias ou outro material religioso não-muçulmano para o país.
Quando à «cristianofobia» no Ocidente, o RLRM considera que "do ponto de vista da agressão cultural, é um fenómeno claramente em crescimento". O documento analisa a situação dos cristãos e de outras confissões religiosas, denunciando casos de perseguição e de atropelos a um direito fundamental consagrado na Declaração Universal dos Direitos do Homem.
A publicação, com mais de 500 páginas, regista os casos mais dramáticos no período estudado em várias nações onde a liberdade de culto é negada das maneiras mais violentas e nas quais os crentes são perseguidos, em alguns casos até à morte. O estudo fala em graves limitações à liberdade de culto e de consciência, além de limitações legais à liberdade religiosa e episódios de repressão legal.
Este relatório analisa a situação da liberdade religiosa em cada país, com base nos testemunhos de representantes da Igreja local, documentos oficiais, artigos de agências de notícias e outros media especializados em assuntos religiosos, bem como nas informações fornecidas por organizações de direitos humanos.
Com este documento, a organização católica internacional AIS pretende apresentar um "compêndio geral do grau de liberdade religiosa existente em cada um dos países do mundo, além das formas e motivos da repressão que padecem os diferentes grupos religiosos". A intenção é a esperança de gerar, assim, naqueles países onde não está garantida a liberdade religiosa, um processo de tomada de consciência entre governantes e dirigentes religiosos, que contribua para melhorar as condições de vida de milhões de seres humanos que vêem esmagado o seu direito mais íntimo e profundo.
A Fundação AIS promove, neste Natal, uma campanha em favor do Paquistão, um país onde, apesar da perseguição e discriminação, a Igreja Católica está a crescer rapidamente.
Info: http://www.fundacao-ais.pt/
Mundo com menos liberdade religiosa
Desde Janeiro de 2009 até hoje, o número de violações à liberdade religiosa tende a piorar, revela um relatório que Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) acaba de publicar. A edição 2010 deste documento, que analisa a situação de 194 países, mostra que a intolerância em relação aos cristãos está a crescer, inclusivamente em países ocidentais. Particularmente preocupantes, segundo o documento, são as discriminações com base na religião, em especial na área de predomínio islâmico, e a hostilidade face à religião com motivações políticas.
O Relatório 2010 da Liberdade Religiosa no Mundo (RLRM) elenca 21 países com "graves restrições e/ou muitos episódios de intolerância social ou legal relativamente à religião: Arábia Saudita, Bangladesh, China, Coreia do Norte, Cuba, Egipto, Eritreia, Iémen, Índia, Irão, Iraque, Laos, Maldivas, Mianmar (antiga Birmânia), Nigéria, Paquistão, Somália, Sudão, Uzbequistão e Vietname.
Os dados do relatório falam no fim do Cristianismo na Coreia do Norte, país no qual a Igreja não tem clero e o culto é impossível. Segundo a agência AsiaNews, o número real de católicos não excede as 200 pessoas, na sua maior parte, muito idosas.
Exemplo de repressão são as Maldivas, cuja constituição estabelece o Islão como religião de Estado, proibindo os cidadãos de professar qualquer outra fé. É ilegal levar Bíblias ou outro material religioso não-muçulmano para o país.
Quando à «cristianofobia» no Ocidente, o RLRM considera que "do ponto de vista da agressão cultural, é um fenómeno claramente em crescimento". O documento analisa a situação dos cristãos e de outras confissões religiosas, denunciando casos de perseguição e de atropelos a um direito fundamental consagrado na Declaração Universal dos Direitos do Homem.
A publicação, com mais de 500 páginas, regista os casos mais dramáticos no período estudado em várias nações onde a liberdade de culto é negada das maneiras mais violentas e nas quais os crentes são perseguidos, em alguns casos até à morte. O estudo fala em graves limitações à liberdade de culto e de consciência, além de limitações legais à liberdade religiosa e episódios de repressão legal.
Este relatório analisa a situação da liberdade religiosa em cada país, com base nos testemunhos de representantes da Igreja local, documentos oficiais, artigos de agências de notícias e outros media especializados em assuntos religiosos, bem como nas informações fornecidas por organizações de direitos humanos.
Com este documento, a organização católica internacional AIS pretende apresentar um "compêndio geral do grau de liberdade religiosa existente em cada um dos países do mundo, além das formas e motivos da repressão que padecem os diferentes grupos religiosos". A intenção é a esperança de gerar, assim, naqueles países onde não está garantida a liberdade religiosa, um processo de tomada de consciência entre governantes e dirigentes religiosos, que contribua para melhorar as condições de vida de milhões de seres humanos que vêem esmagado o seu direito mais íntimo e profundo.
A Fundação AIS promove, neste Natal, uma campanha em favor do Paquistão, um país onde, apesar da perseguição e discriminação, a Igreja Católica está a crescer rapidamente.
Info: http://www.fundacao-ais.pt/
164 - Sugestões de Leitura
Colecção BIS da Leya
A Leya acaba de lançar quatro novos volumes da BIS, a colecção de livros de pequeno formato que integra os grandes títulos clássicos e contemporâneos da literatura nacional e mundial, livros de leitura recomendada e best-sellers de autores portugueses e estrangeiros, disponíveis em livrarias, supermercados e outros pontos de venda por todo o país, com preços acessíveis a todas as bolsas. Uma colecção que, em 2010, editou 83 títulos e foi líder de mercado no seu segmento. Apresentamos de seguida uma breve descrição de cada um, podendo os leitores conhecer toda a colecção em http://bisleya.blogs.sapo.pt/
Tantas gente, Mariana
Maria Judite Carvalho (1921-1998) foi a escritora da solidão e dos silêncio das ‘palavras poupadas’. Fez, nas suas novelas e contos, o retrato irónico e desencantado da pequena burguesia lisboeta, das frustrações e desistências das mulheres e dos velhos, de toda uma sociedade lentamente envenenada pela moral hipócrita do fascismo português. Aliando o humor à arte da concisão e da reticência, sempre convidou o leitor a entrar nas suas histórias e completá-las, a vivê-las de algum modo. Foi sem dúvida uma das maiores ficcionistas do nosso século XX. - Urbano Tavares Rodrigues
Jogos de Azar
Escritor multi-premiado, José Cardoso Pires apresenta “uma originalidade exemplar que se deve, sobretudo, à imaginação verbal e à extraordinária multiplicidade dos ângulos da sua escrita”. Luciana Stegagno Picchio, La Reppublica – Roma.
O Falador
Este romance de Mario Vargas Llosa é uma obra que de novo arrasta os leitores para o interior do universo de magia e exotismo próprio do grande escritor peruano. Trata-se de uma ficção que sistematicamente contrapõe os ambientes da selva e da cidade, espelhando desse modo duas atitudes opostas face à vida e aos seus valores. Um narrador moderno e racional e o contador de histórias de uma tribo amazónica asseguram e estruturam em alternância o desenvolvimento do relato.
A Insustentável Leveza do Ser
Este romance intemporal de Milan Kundera nem precisa de apresentações. Um livro extraordinário e seguramente um dos romances míticos do Século XX, uma daquelas obras raras que alteram o modo como toda uma geração observa o mundo que a rodeia.
Sangue de Anjo
Nalini Singh
Casa das Letras
Elena Deveraux é uma caçadora de vampiros. Sabe que é a melhor – mas não sabe se será suficientemente boa para a tarefa que tem de cumprir. É contratada pelo perigosamente belo arcanjo Raphael, um ser de tal modo letal que nenhum mortal deseja merecer a sua atenção. Elena sabe que não pode falhar – embora se trate de uma missão impossível. Porque desta vez não é um vampiro voluntarioso que tem de localizar. É um arcanjo que degenerou. A missão irá colocar Elena no meio de um turbilhão de mortes inimagináveis – e levá-la para o fio da navalha da paixão. Mesmo que a caçada não a destrua, sucumbir ao encanto de Raphael pode fazê-lo. Um romance fantástico, nas livrarias a partir de 7 de Fevereiro.
A Receita da Felicidade
Deepak Chopra
Pergaminho
Todos desejamos ser felizes. Contudo, o caminho para atingir a felicidade continua a ser um mistério para quase todos os seres humanos. Mais misterioso ainda é o segredo da felicidade duradoura que nenhuma circunstância negativa consegue diminuir. Ao longo destas páginas o autor oferece uma verdadeira Receita da Felicidade, em sete estratégias práticas e eficazes. Vivemos numa sociedade que parece querer convencer-nos de que a felicidade advém do sucesso – quanto mais bens materiais possuirmos, quanto mais objectivos atingirmos, mais felizes seremos. Mas a verdade é precisamente o contrário: o verdadeiro sucesso consiste em ser feliz.
A Senhora Presidente
Anne Holt
Contraponto
Este é um thriller imprevisível, bem como um espelho actual da política mundial. Uma história do que aconteceu nos dias dramáticos à volta do 17 de Maio de 2005, dia em que a primeira presidente dos Estados Unidos chegou à Noruega para festejar o dia nacional do país dos seus antepassados. Eventos que as autoridades norueguesas e americanas farão por manter em sigilo até 2055, altura em que a maioria dos intervenientes no que aconteceu já terá morrido. Até lá, mentiras e segredos evitam que o mundo tome conhecimento das forças que nesses dias estiveram em vias de lançar um ataque não só contra os Estados Unidos, mas também contra o pequeno reino num canto da Europa.
A Ilha dos Encantos
Mary Nickson
Noites Brancas / Clube do Autor
Este bestseller internacional é uma narrativa sobre os contrastes do amor e o poder da amizade na paradisíaca ilha de Corfu. Feito de histórias de afecto, recordações, esperança no futuro e acertos de contas com o passado, o romance tem como protagonistas Victoria, órfã desde os seis anos, e Evanthi, sua avó. Com a repentina e inesperada morte do marido, e mergulhada numa profunda depressão, Victoria decide abandonar a localidade onde vive e refugiar-se na saudosa casa veneziana da avó. Aí, na idílica ilha do mediterrâneo, parece ter encontrado forças para superar a dor do luto e refazer a sua vida. Mas para enfrentar o futuro é preciso averiguar a verdade sobre o passado…
Amar mais, Sonhar mais, Viver melhor
Gary Zukav
Pergaminho
No seu bestseller internacional “Amar, Sonhar, Viver”, Gary Zukav aborda algumas questões relevantes da experiência humana – desde questões pessoais como «porque é que tudo me é tão difícil?» até questões pragmáticas como «será que poderei voltar a confiar em alguém?» – e apresenta respostas autênticas, profundas e de cariz universal. Nesta nova edição, o autor apresenta 365 meditações que lhe permitirão tornar-se mais perspicaz, a nível espiritual e psicológico, e desenvolver uma comunicação mais autêntica com aqueles que ama. Sábias, por vezes poéticas, e de uma simplicidade profunda, estas meditações convidam-no a observar a sua vida com um novo olhar. Ver mais em www.seatofthesoul.com
Conspiração 365 - Janeiro
Gabrielle Lord
Contraponto
“Conspiração 365” é uma série explosiva que lhe via trazer 12 títulos em 12 meses! Na véspera de ano novo, o jovem Callum Ormond é seguido por um estranho homem que lhe deixa um alerta: “Mataram o teu pai. Vão matar-te. Tens de sobreviver nos próximos 365 dias!” Forçado a uma vida em fuga e com a cabeça a prémio, o fugitivo de 15 anos vê-se sozinho e sem ajuda. Perseguido pela lei e por criminosos impiedosos, Cal tem de descobrir a verdade sobre a misteriosa morte do seu pai e um segredo capaz de mudar o rumo da história. Ele foi avisado… tem 365 dias. O relógio não pára… cada segundo pode ser o último da sua vida. A contagem decrescente começou...
Frankenstein I – O Filho Pródigo
Dean Koontz
Contraponto
Cerca de 200 anos depois de ter criado o seu monstro, as experiências e a investigação de Victor Frankenstein estão cada vez mais sofisticadas: já não tem de roubar cadáveres para construir as suas criaturas e desenvolveu uma tecnologia que lhe permite escapar ao envelhecimento. O seu plano consiste em propagar por Nova Orleães a sua Nova Raça de criaturas perfeitas, para substituir os «imperfeitos» seres humanos. A única criatura capaz de travar este plano diabólico é o misterioso Deucalião – o primeiro «monstro» criado por Frankenstein. Aparentemente imortal e indestrutível, Deucalião parece possuir também uma alma e uma consciência quase humanas. Mas será isso suficiente para impedir tais planos?
iPlatão: filosofia para o dia-a-dia
Mark Vernon
Clube do Autor
Uma pertinente reflexão sobre o mundo actual e sobre os ensinamentos dos principais filósofos da Antiguidade deram origem à obra iPlatão, um livro sobre o significado da vida há dois mil anos e a respectiva conexão com o mundo moderno. Segundo o autor, jornalista e escritor reconhecido, a mensagem de Sócrates, Epicuro, Diógenes, Zenão, entre outros, é intemporal. É possível retirar ensinamentos dessas teorias em pleno século XXI. Escrito de forma simples e acessível, o livro de Mark Vernon, que já foi sacerdote, reflecte sobre o que é realmente relevante hoje em dia e sobre o que cada mestre pode ensinar ao mundo moderno. São 20 capítulos que incluem uma breve biografia do respectivo filósofo e sua contextualização.
Secretariat – A Incrível História do Cavalo Mais Veloz de Todos os Tempos
William Nack
Guerra & Paz
Este é o livro que serve de base ao filme da Disney a estrear em Fevereiro. Estávamos em 1973, num tempo em que o mundo das corridas de cavalos era totalmente dominado pelos homens. Penny Chenery, uma simples mãe e dona de casa, enfrenta tudo e todos e torna Secretariat no maior cavalo de corridas de todos os tempos. Secretariat consegue o impensável: vence a Tríplice Coroa, é capa da Time, da Newsweek e da Sports Ilustrated na mesma semana, e torna-se o único animal a figurar na lista dos 50 Maiores Atletas do Século da ESPN. Uma história mágica e empolgante que é a história de força e coragem de cada um de nós. Veja mais em www.disney.com/secretariat.
Porto – Ponto de Encontro de História, Arte e Religião
Parte I - A Penaventosa
Ernesto Vaz Ribeiro
Zéfiro
Procurando fazer uma ponte entre o presente e o passado do Porto, esta obra aborda a íntima relação que existe entre a história da cidade do Porto e a história de Portugal. Sendo o resultado de um amplo trabalho de investigação transdisciplinar, apresenta um amplo contributo para melhor conhecer a cidade do Porto nas suas mais diversas expressões. Uma obra ricamente ilustrada que retrata a evolução ao longo dos séculos de uma cidade que é Património da Humanidade. Inclui: História da região portuense desde a pré-história até à actualidade; O seu património arquitectónico, artístico e cultural do embrião da cidade, a Penaventosa; As suas igrejas, cultos e tradições; Mais de 150 curtas biografias de figuras que marcaram a história da cidade e do país.
Essência do desacerto
Fernando Alves Mendes
Papiro Editora
A escrita deste livro iniciou-se em 2001 e obedece a uma estrutura sequencial de poesia. Pode ler-se nele A sua exegese pode ser interpretada sob a luz de um propósito de conciliar num mesmo plano sensorial a representação da génese humana, na perspectiva religiosa, aquando dos episódios bíblicos das pregações “Na sideral colina, a rumorosa constelação” e a lógica Newtoniana, na perspectiva da lei da gravidade “em oscilação de peso em que a queda cede ao fruto não mais o seu ramo”. O livro respeita uma divisão temática em quatro partes, os quatro períodos determinantes na História Universal: os primórdios da evolução, a época desde do aparecimento de Cristo, o século XIX e a data presente.
Monçoães
José António Pires
Papiro Editora
O encanto de Trás-os-Montes é inigualável. E só quem o sente sabe que ele existe. O Homem parte, porque se move, mas as suas raízes ficam encravadas nos pedregulhos para sempre. Esta é a história de Monçoães, actualmente designada pelo nome Murçós, uma «aldeya» perdida nas fraldas da Serra de Nogueira, mas podia, muito bem, ser a história de uma outra aldeia qualquer. Neste livro apresenta-se um estudo completo e abrangente que, ao abordar e entrelaçar os aspectos geográficos, histórico-culturais e económicos de uma aldeia portuguesa, se torna, desta forma, uma obra de indiscutível valia. Pela profundidade da investigação, pode ler-se nela, em grande parte, a história comum de Portugal.
Agenda ilustrada da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre para o ano 2011
Se ainda não comprou a sua agenda para este ano, ou se tem um amigo que precisa deste instrumento de planificação, esta é uma excelente opção. Uma agenda ilustrada com imagens da obra da Fundação AIS, em capa dura, com os feriados nacionais, plano de férias, informações nacionais e internacionais úteis e fita para marcar páginas. Ao mesmo tempo, estará a apoiar a Fundação AIS, que depende exclusivamente da generosidade dos seus benfeitores para financiar os mais de 10 mil pedidos de ajuda que recebe anualmente. Info: www.fundacao-ais.pt
A Leya acaba de lançar quatro novos volumes da BIS, a colecção de livros de pequeno formato que integra os grandes títulos clássicos e contemporâneos da literatura nacional e mundial, livros de leitura recomendada e best-sellers de autores portugueses e estrangeiros, disponíveis em livrarias, supermercados e outros pontos de venda por todo o país, com preços acessíveis a todas as bolsas. Uma colecção que, em 2010, editou 83 títulos e foi líder de mercado no seu segmento. Apresentamos de seguida uma breve descrição de cada um, podendo os leitores conhecer toda a colecção em http://bisleya.blogs.sapo.pt/
Tantas gente, Mariana
Maria Judite Carvalho (1921-1998) foi a escritora da solidão e dos silêncio das ‘palavras poupadas’. Fez, nas suas novelas e contos, o retrato irónico e desencantado da pequena burguesia lisboeta, das frustrações e desistências das mulheres e dos velhos, de toda uma sociedade lentamente envenenada pela moral hipócrita do fascismo português. Aliando o humor à arte da concisão e da reticência, sempre convidou o leitor a entrar nas suas histórias e completá-las, a vivê-las de algum modo. Foi sem dúvida uma das maiores ficcionistas do nosso século XX. - Urbano Tavares Rodrigues
Jogos de Azar
Escritor multi-premiado, José Cardoso Pires apresenta “uma originalidade exemplar que se deve, sobretudo, à imaginação verbal e à extraordinária multiplicidade dos ângulos da sua escrita”. Luciana Stegagno Picchio, La Reppublica – Roma.
O Falador
Este romance de Mario Vargas Llosa é uma obra que de novo arrasta os leitores para o interior do universo de magia e exotismo próprio do grande escritor peruano. Trata-se de uma ficção que sistematicamente contrapõe os ambientes da selva e da cidade, espelhando desse modo duas atitudes opostas face à vida e aos seus valores. Um narrador moderno e racional e o contador de histórias de uma tribo amazónica asseguram e estruturam em alternância o desenvolvimento do relato.
A Insustentável Leveza do Ser
Este romance intemporal de Milan Kundera nem precisa de apresentações. Um livro extraordinário e seguramente um dos romances míticos do Século XX, uma daquelas obras raras que alteram o modo como toda uma geração observa o mundo que a rodeia.
Sangue de Anjo
Nalini Singh
Casa das Letras
Elena Deveraux é uma caçadora de vampiros. Sabe que é a melhor – mas não sabe se será suficientemente boa para a tarefa que tem de cumprir. É contratada pelo perigosamente belo arcanjo Raphael, um ser de tal modo letal que nenhum mortal deseja merecer a sua atenção. Elena sabe que não pode falhar – embora se trate de uma missão impossível. Porque desta vez não é um vampiro voluntarioso que tem de localizar. É um arcanjo que degenerou. A missão irá colocar Elena no meio de um turbilhão de mortes inimagináveis – e levá-la para o fio da navalha da paixão. Mesmo que a caçada não a destrua, sucumbir ao encanto de Raphael pode fazê-lo. Um romance fantástico, nas livrarias a partir de 7 de Fevereiro.
A Receita da Felicidade
Deepak Chopra
Pergaminho
Todos desejamos ser felizes. Contudo, o caminho para atingir a felicidade continua a ser um mistério para quase todos os seres humanos. Mais misterioso ainda é o segredo da felicidade duradoura que nenhuma circunstância negativa consegue diminuir. Ao longo destas páginas o autor oferece uma verdadeira Receita da Felicidade, em sete estratégias práticas e eficazes. Vivemos numa sociedade que parece querer convencer-nos de que a felicidade advém do sucesso – quanto mais bens materiais possuirmos, quanto mais objectivos atingirmos, mais felizes seremos. Mas a verdade é precisamente o contrário: o verdadeiro sucesso consiste em ser feliz.
A Senhora Presidente
Anne Holt
Contraponto
Este é um thriller imprevisível, bem como um espelho actual da política mundial. Uma história do que aconteceu nos dias dramáticos à volta do 17 de Maio de 2005, dia em que a primeira presidente dos Estados Unidos chegou à Noruega para festejar o dia nacional do país dos seus antepassados. Eventos que as autoridades norueguesas e americanas farão por manter em sigilo até 2055, altura em que a maioria dos intervenientes no que aconteceu já terá morrido. Até lá, mentiras e segredos evitam que o mundo tome conhecimento das forças que nesses dias estiveram em vias de lançar um ataque não só contra os Estados Unidos, mas também contra o pequeno reino num canto da Europa.
A Ilha dos Encantos
Mary Nickson
Noites Brancas / Clube do Autor
Este bestseller internacional é uma narrativa sobre os contrastes do amor e o poder da amizade na paradisíaca ilha de Corfu. Feito de histórias de afecto, recordações, esperança no futuro e acertos de contas com o passado, o romance tem como protagonistas Victoria, órfã desde os seis anos, e Evanthi, sua avó. Com a repentina e inesperada morte do marido, e mergulhada numa profunda depressão, Victoria decide abandonar a localidade onde vive e refugiar-se na saudosa casa veneziana da avó. Aí, na idílica ilha do mediterrâneo, parece ter encontrado forças para superar a dor do luto e refazer a sua vida. Mas para enfrentar o futuro é preciso averiguar a verdade sobre o passado…
Amar mais, Sonhar mais, Viver melhor
Gary Zukav
Pergaminho
No seu bestseller internacional “Amar, Sonhar, Viver”, Gary Zukav aborda algumas questões relevantes da experiência humana – desde questões pessoais como «porque é que tudo me é tão difícil?» até questões pragmáticas como «será que poderei voltar a confiar em alguém?» – e apresenta respostas autênticas, profundas e de cariz universal. Nesta nova edição, o autor apresenta 365 meditações que lhe permitirão tornar-se mais perspicaz, a nível espiritual e psicológico, e desenvolver uma comunicação mais autêntica com aqueles que ama. Sábias, por vezes poéticas, e de uma simplicidade profunda, estas meditações convidam-no a observar a sua vida com um novo olhar. Ver mais em www.seatofthesoul.com
Conspiração 365 - Janeiro
Gabrielle Lord
Contraponto
“Conspiração 365” é uma série explosiva que lhe via trazer 12 títulos em 12 meses! Na véspera de ano novo, o jovem Callum Ormond é seguido por um estranho homem que lhe deixa um alerta: “Mataram o teu pai. Vão matar-te. Tens de sobreviver nos próximos 365 dias!” Forçado a uma vida em fuga e com a cabeça a prémio, o fugitivo de 15 anos vê-se sozinho e sem ajuda. Perseguido pela lei e por criminosos impiedosos, Cal tem de descobrir a verdade sobre a misteriosa morte do seu pai e um segredo capaz de mudar o rumo da história. Ele foi avisado… tem 365 dias. O relógio não pára… cada segundo pode ser o último da sua vida. A contagem decrescente começou...
Frankenstein I – O Filho Pródigo
Dean Koontz
Contraponto
Cerca de 200 anos depois de ter criado o seu monstro, as experiências e a investigação de Victor Frankenstein estão cada vez mais sofisticadas: já não tem de roubar cadáveres para construir as suas criaturas e desenvolveu uma tecnologia que lhe permite escapar ao envelhecimento. O seu plano consiste em propagar por Nova Orleães a sua Nova Raça de criaturas perfeitas, para substituir os «imperfeitos» seres humanos. A única criatura capaz de travar este plano diabólico é o misterioso Deucalião – o primeiro «monstro» criado por Frankenstein. Aparentemente imortal e indestrutível, Deucalião parece possuir também uma alma e uma consciência quase humanas. Mas será isso suficiente para impedir tais planos?
iPlatão: filosofia para o dia-a-dia
Mark Vernon
Clube do Autor
Uma pertinente reflexão sobre o mundo actual e sobre os ensinamentos dos principais filósofos da Antiguidade deram origem à obra iPlatão, um livro sobre o significado da vida há dois mil anos e a respectiva conexão com o mundo moderno. Segundo o autor, jornalista e escritor reconhecido, a mensagem de Sócrates, Epicuro, Diógenes, Zenão, entre outros, é intemporal. É possível retirar ensinamentos dessas teorias em pleno século XXI. Escrito de forma simples e acessível, o livro de Mark Vernon, que já foi sacerdote, reflecte sobre o que é realmente relevante hoje em dia e sobre o que cada mestre pode ensinar ao mundo moderno. São 20 capítulos que incluem uma breve biografia do respectivo filósofo e sua contextualização.
Secretariat – A Incrível História do Cavalo Mais Veloz de Todos os Tempos
William Nack
Guerra & Paz
Este é o livro que serve de base ao filme da Disney a estrear em Fevereiro. Estávamos em 1973, num tempo em que o mundo das corridas de cavalos era totalmente dominado pelos homens. Penny Chenery, uma simples mãe e dona de casa, enfrenta tudo e todos e torna Secretariat no maior cavalo de corridas de todos os tempos. Secretariat consegue o impensável: vence a Tríplice Coroa, é capa da Time, da Newsweek e da Sports Ilustrated na mesma semana, e torna-se o único animal a figurar na lista dos 50 Maiores Atletas do Século da ESPN. Uma história mágica e empolgante que é a história de força e coragem de cada um de nós. Veja mais em www.disney.com/secretariat.
Porto – Ponto de Encontro de História, Arte e Religião
Parte I - A Penaventosa
Ernesto Vaz Ribeiro
Zéfiro
Procurando fazer uma ponte entre o presente e o passado do Porto, esta obra aborda a íntima relação que existe entre a história da cidade do Porto e a história de Portugal. Sendo o resultado de um amplo trabalho de investigação transdisciplinar, apresenta um amplo contributo para melhor conhecer a cidade do Porto nas suas mais diversas expressões. Uma obra ricamente ilustrada que retrata a evolução ao longo dos séculos de uma cidade que é Património da Humanidade. Inclui: História da região portuense desde a pré-história até à actualidade; O seu património arquitectónico, artístico e cultural do embrião da cidade, a Penaventosa; As suas igrejas, cultos e tradições; Mais de 150 curtas biografias de figuras que marcaram a história da cidade e do país.
Essência do desacerto
Fernando Alves Mendes
Papiro Editora
A escrita deste livro iniciou-se em 2001 e obedece a uma estrutura sequencial de poesia. Pode ler-se nele A sua exegese pode ser interpretada sob a luz de um propósito de conciliar num mesmo plano sensorial a representação da génese humana, na perspectiva religiosa, aquando dos episódios bíblicos das pregações “Na sideral colina, a rumorosa constelação” e a lógica Newtoniana, na perspectiva da lei da gravidade “em oscilação de peso em que a queda cede ao fruto não mais o seu ramo”. O livro respeita uma divisão temática em quatro partes, os quatro períodos determinantes na História Universal: os primórdios da evolução, a época desde do aparecimento de Cristo, o século XIX e a data presente.
Monçoães
José António Pires
Papiro Editora
O encanto de Trás-os-Montes é inigualável. E só quem o sente sabe que ele existe. O Homem parte, porque se move, mas as suas raízes ficam encravadas nos pedregulhos para sempre. Esta é a história de Monçoães, actualmente designada pelo nome Murçós, uma «aldeya» perdida nas fraldas da Serra de Nogueira, mas podia, muito bem, ser a história de uma outra aldeia qualquer. Neste livro apresenta-se um estudo completo e abrangente que, ao abordar e entrelaçar os aspectos geográficos, histórico-culturais e económicos de uma aldeia portuguesa, se torna, desta forma, uma obra de indiscutível valia. Pela profundidade da investigação, pode ler-se nela, em grande parte, a história comum de Portugal.
Agenda ilustrada da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre para o ano 2011
Se ainda não comprou a sua agenda para este ano, ou se tem um amigo que precisa deste instrumento de planificação, esta é uma excelente opção. Uma agenda ilustrada com imagens da obra da Fundação AIS, em capa dura, com os feriados nacionais, plano de férias, informações nacionais e internacionais úteis e fita para marcar páginas. Ao mesmo tempo, estará a apoiar a Fundação AIS, que depende exclusivamente da generosidade dos seus benfeitores para financiar os mais de 10 mil pedidos de ajuda que recebe anualmente. Info: www.fundacao-ais.pt
164 - Sugestões Musicais
Greatest Hits I & II
Queen
Universal Music Portugal
Com vendas globais de mais de 170 milhões de álbuns, presença no Rock & Roll Hall of Fame e no Songwriters Hall of Fame, estrela no Hollywood Walk of Fame, mais de 700 concertos realizados em todos os cantos do mundo, incluindo a histórica aparição no Live Aid, e ainda um recorde do Guiness para o álbum de maior sucesso nas tabelas do UK de sempre, os Queen representam uma das mais notáveis e inspiradoras histórias na cultura popular.
O seu enorme legado musical inclui temas icónicos como “Bohemian Rhapsody,” “Crazy Little Thing Called Love,” “We Are The Champions,” “We Will Rock You,” “Radio Ga Ga,” ou “Another One Bites The Dust”.
Agora que celebram 40 anos de existência, e através da nova editora, a Island Records / Universal Music, os Queen preparam-se para revisitar todo o seu vasto catálogo, dando o pontapé de saída já em Janeiro com a reedição de dois dos seus maiores best-sellers de sempre: Greatest Hits I & II, remasterizados digitalmente pelo lendário Bob Ludwig, refrescados e actualizados para o Séc. XXI.
Estão previstas ainda várias novidades para 2011, que será seguramente o ano dos Queen…
Live on Ten Legs
Pearl Jam
Universal Music Portugal
“Live on Ten Legs” entrou directamente para o 1.º lugar do top de vendas em Portugal. O mais recente disco ao vivo dos Pearl Jam foi editado a 17 de Janeiro. O álbum contém o melhor dos Pearl Jam ao vivo numa carreira que conta já com 20 anos. “Live on Ten Legs” apresenta ainda dois temas inéditos no alinhamento.
Os Pearl Jam já venderam mais de 60 milhões de discos em todo o mundo e somam já sete concertos em solo português, sendo que na sua última visita em Julho de 2010, conseguiram o feito inédito para uma banda em Portugal de esgotar um dia de um festival de Verão (Alive). A comunhão com os fãs tem sido uma das marcas da banda. Recentemente foi lançada a Pearl Jam Experience, um meio para os fãs partilharem as suas emoções, histórias e experiências vividas com a banda de Eddie Vedder. A visitar em http://www.pearljamexperience.com/.
Queen
Universal Music Portugal
Com vendas globais de mais de 170 milhões de álbuns, presença no Rock & Roll Hall of Fame e no Songwriters Hall of Fame, estrela no Hollywood Walk of Fame, mais de 700 concertos realizados em todos os cantos do mundo, incluindo a histórica aparição no Live Aid, e ainda um recorde do Guiness para o álbum de maior sucesso nas tabelas do UK de sempre, os Queen representam uma das mais notáveis e inspiradoras histórias na cultura popular.
O seu enorme legado musical inclui temas icónicos como “Bohemian Rhapsody,” “Crazy Little Thing Called Love,” “We Are The Champions,” “We Will Rock You,” “Radio Ga Ga,” ou “Another One Bites The Dust”.
Agora que celebram 40 anos de existência, e através da nova editora, a Island Records / Universal Music, os Queen preparam-se para revisitar todo o seu vasto catálogo, dando o pontapé de saída já em Janeiro com a reedição de dois dos seus maiores best-sellers de sempre: Greatest Hits I & II, remasterizados digitalmente pelo lendário Bob Ludwig, refrescados e actualizados para o Séc. XXI.
Estão previstas ainda várias novidades para 2011, que será seguramente o ano dos Queen…
Live on Ten Legs
Pearl Jam
Universal Music Portugal
“Live on Ten Legs” entrou directamente para o 1.º lugar do top de vendas em Portugal. O mais recente disco ao vivo dos Pearl Jam foi editado a 17 de Janeiro. O álbum contém o melhor dos Pearl Jam ao vivo numa carreira que conta já com 20 anos. “Live on Ten Legs” apresenta ainda dois temas inéditos no alinhamento.
Os Pearl Jam já venderam mais de 60 milhões de discos em todo o mundo e somam já sete concertos em solo português, sendo que na sua última visita em Julho de 2010, conseguiram o feito inédito para uma banda em Portugal de esgotar um dia de um festival de Verão (Alive). A comunhão com os fãs tem sido uma das marcas da banda. Recentemente foi lançada a Pearl Jam Experience, um meio para os fãs partilharem as suas emoções, histórias e experiências vividas com a banda de Eddie Vedder. A visitar em http://www.pearljamexperience.com/.
Ainda as eleições presidenciais
As eleições para Presidente da Republica Portuguesa, que decorreram no passado dia 23 de Janeiro, não decorreram num clima saudável, atendendo a que estávamos a eleger o órgão supremo da Nação. Não se discutiu política, no seu verdadeiro sentido, pois a politica é, e deve ser, uma actividade nobre, ao serviço dos povos.
Nos temas, marginais do debate, que não vinham ao caso, não foram afinal marginais, mas inquinaram toda a campanha. Realmente, no caso BPN, penso que foi chamado por alguns candidatos, na exacta medida em que este Banco está a custar muito a todos nós, não fosse isso, não se falaria… Mas, é um caso de polícia e aí deve ser apurada a verdade.
Pena que nenhum candidato quisesse entrar no cerne da questão. Qual o verdadeiro papel do Presidente da Republica? Para mim, só tem, e que é muito forte, o da "bomba atómica", isto é, o poder de destituir o governo. Na verdade, no nosso sistema semi-presidencial, o papel do presidente é quase nulo, a não ser naquela excepção, como disse atrás.
O povo, segundo dizem os entendidos de opinião, já se está a aperceber do relativo poder do Presidente. Eu incluo-me nesses. Todos devíamos saber que quem governa é o governo, neste sistema semi-presidencialista ou semi-parlamentar. Penso que Portugal deve ser o único país do mundo que tem este sistema híbrido, em que os poderes criam confusão à maioria do povo, ou não, na medida em que a maioria não deve saber como funciona este sistema, aliás como se viu na abstenção, cada vez maior, aquando das eleições presidenciais.
As coisas ficariam mais claras se os partidos se entendessem na clarificação desta problemática, isto é, optar por um sistema presidencialista, em que o presidente é quem governa e preside ao conselho de ministros (caso da França), ou parlamentarista, em que o primeiro-ministro é quem tem toda a responsabilidade da governação (caso da Inglaterra, Espanha, etc.).
Se houver referendo (mas não é necessário, basta a revisão da constituição) para a resolução deste imbróglio, eu sou a favor do sistema Parlamentar. O Presidente da Republica seria eleito no parlamento, pois é o local da nossa representação proporcional, com os deputados eleitos pelo povo. É o que se passa na Alemanha e Itália, por exemplo.
Poupava-se dinheiro e o sistema era mais claro para a governação do país. E evitavam-se estas campanhas confrangedoras.
José Jordão Cruz
Nos temas, marginais do debate, que não vinham ao caso, não foram afinal marginais, mas inquinaram toda a campanha. Realmente, no caso BPN, penso que foi chamado por alguns candidatos, na exacta medida em que este Banco está a custar muito a todos nós, não fosse isso, não se falaria… Mas, é um caso de polícia e aí deve ser apurada a verdade.
Pena que nenhum candidato quisesse entrar no cerne da questão. Qual o verdadeiro papel do Presidente da Republica? Para mim, só tem, e que é muito forte, o da "bomba atómica", isto é, o poder de destituir o governo. Na verdade, no nosso sistema semi-presidencial, o papel do presidente é quase nulo, a não ser naquela excepção, como disse atrás.
O povo, segundo dizem os entendidos de opinião, já se está a aperceber do relativo poder do Presidente. Eu incluo-me nesses. Todos devíamos saber que quem governa é o governo, neste sistema semi-presidencialista ou semi-parlamentar. Penso que Portugal deve ser o único país do mundo que tem este sistema híbrido, em que os poderes criam confusão à maioria do povo, ou não, na medida em que a maioria não deve saber como funciona este sistema, aliás como se viu na abstenção, cada vez maior, aquando das eleições presidenciais.
As coisas ficariam mais claras se os partidos se entendessem na clarificação desta problemática, isto é, optar por um sistema presidencialista, em que o presidente é quem governa e preside ao conselho de ministros (caso da França), ou parlamentarista, em que o primeiro-ministro é quem tem toda a responsabilidade da governação (caso da Inglaterra, Espanha, etc.).
Se houver referendo (mas não é necessário, basta a revisão da constituição) para a resolução deste imbróglio, eu sou a favor do sistema Parlamentar. O Presidente da Republica seria eleito no parlamento, pois é o local da nossa representação proporcional, com os deputados eleitos pelo povo. É o que se passa na Alemanha e Itália, por exemplo.
Poupava-se dinheiro e o sistema era mais claro para a governação do país. E evitavam-se estas campanhas confrangedoras.
José Jordão Cruz
164 - Mãos na Massa
Massa de Atum gratinada
Ingredientes:
1 cebola média
2 Dentes de alho
1 Tomate médio (ou calda de tomate)
Vinho branco, azeite e orégãos q.b.
4 latas de atum
1 Lata pequena de cogumelos
1 Lata pequena de milho.
350g de massa a gosto
150g de mistura de queijos para gratinar
Manteiga, sal e orégãos q.b.
Preparação:
Num tacho faça o refogado com a cebola cortada aos pedacinhos, 2 dentes de alho e azeite q.b. Quando a cebola estiver loira, coloque o tomate limpo de peles e sementes e um pouco de vinho branco. Deixe refogar um pouco. Adicione os cogumelos, o atum e o milho, deixe cozinhar durante alguns minutos. Tempere a gosto com os orégãos. Entretanto coza a massa em água temperada com sal e manteiga. De seguida, escorre-se a massa, coloque metade no fundo de um tabuleiro, depois o preparado com o atum e por fim a restante massa. Polvilhe com o queijo e leve ao forno pré aquecido a 180º durante 10 minutos. Acompanhe com uma boa salada de alface e tomate. Bom Apetite!
Ingredientes:
1 cebola média
2 Dentes de alho
1 Tomate médio (ou calda de tomate)
Vinho branco, azeite e orégãos q.b.
4 latas de atum
1 Lata pequena de cogumelos
1 Lata pequena de milho.
350g de massa a gosto
150g de mistura de queijos para gratinar
Manteiga, sal e orégãos q.b.
Preparação:
Num tacho faça o refogado com a cebola cortada aos pedacinhos, 2 dentes de alho e azeite q.b. Quando a cebola estiver loira, coloque o tomate limpo de peles e sementes e um pouco de vinho branco. Deixe refogar um pouco. Adicione os cogumelos, o atum e o milho, deixe cozinhar durante alguns minutos. Tempere a gosto com os orégãos. Entretanto coza a massa em água temperada com sal e manteiga. De seguida, escorre-se a massa, coloque metade no fundo de um tabuleiro, depois o preparado com o atum e por fim a restante massa. Polvilhe com o queijo e leve ao forno pré aquecido a 180º durante 10 minutos. Acompanhe com uma boa salada de alface e tomate. Bom Apetite!
164 - Poesia
Saudades
Cheira à saudade
Quem me dera cá a liberdade.
Sentir o antes que havia…
Hoje, tudo é magia!...
O passado é coisa tua
Foi sonhado, anda na rua…
Quem alcança é porque já foi criança!
Basta querer para o dizer.
Quem lavra a palavra amigo
Aceita o desafio...
Miguel Portela in "Diz Sempre que sim..."
Pela mão da fé uma lágrima
Minha Nossa Senhora,
Graças Te venho dar
Pela difícil hora
De me amparar.
A noite chegou,
E a triste hora chegava
Um carro me encadeou
E eu descontrolado me despistava.
O carro ficou destruído,
O azeite por terra espalhado
Mas feliz por ter vencido
Com o valor da fé a meu lado.
Alguém de grande poder,
Com mão de fé
Me aliviou o meu sofrer
Dou graças de continuar de pé.
Minha Nossa Senhora,
Confio no teu poder com devoção
É o valor de quem implora
Há força dada ao meu coração.
Estar vivo é ter calma,
É sentir algo sem igual
Tudo está guardado na alma
Só com uma grande força não correu mal.
Pelo acompanhamento na hora de aflição,
Resignadamente o meu muito obrigado
Aqui fica publicamente a minha gratidão
A todos com o carinho a mim dedicado.
Um abraço muito forte,
Pela grande união
Não era a hora da morte
Mas está bem presente a minha gratidão.
Especial agradecimento: A todos quantos me apoiaram no brutal acidente na estrada Padrão-Cardosos, a 15-11-2010, aos colaboradores do INEM, auxiliares e ex. médicos de serviço na urgência do Hospital Santo André, Leiria, Dr. Miguel Coelho e Dr.ª Sofia Alves, a todos um bem-haja.
José António Carreira Santos, Marinha Grande
Cheira à saudade
Quem me dera cá a liberdade.
Sentir o antes que havia…
Hoje, tudo é magia!...
O passado é coisa tua
Foi sonhado, anda na rua…
Quem alcança é porque já foi criança!
Basta querer para o dizer.
Quem lavra a palavra amigo
Aceita o desafio...
Miguel Portela in "Diz Sempre que sim..."
Pela mão da fé uma lágrima
Minha Nossa Senhora,
Graças Te venho dar
Pela difícil hora
De me amparar.
A noite chegou,
E a triste hora chegava
Um carro me encadeou
E eu descontrolado me despistava.
O carro ficou destruído,
O azeite por terra espalhado
Mas feliz por ter vencido
Com o valor da fé a meu lado.
Alguém de grande poder,
Com mão de fé
Me aliviou o meu sofrer
Dou graças de continuar de pé.
Minha Nossa Senhora,
Confio no teu poder com devoção
É o valor de quem implora
Há força dada ao meu coração.
Estar vivo é ter calma,
É sentir algo sem igual
Tudo está guardado na alma
Só com uma grande força não correu mal.
Pelo acompanhamento na hora de aflição,
Resignadamente o meu muito obrigado
Aqui fica publicamente a minha gratidão
A todos com o carinho a mim dedicado.
Um abraço muito forte,
Pela grande união
Não era a hora da morte
Mas está bem presente a minha gratidão.
Especial agradecimento: A todos quantos me apoiaram no brutal acidente na estrada Padrão-Cardosos, a 15-11-2010, aos colaboradores do INEM, auxiliares e ex. médicos de serviço na urgência do Hospital Santo André, Leiria, Dr. Miguel Coelho e Dr.ª Sofia Alves, a todos um bem-haja.
José António Carreira Santos, Marinha Grande
164 - O rapaz do cubo mágico
Por Carlos Meneses
MacGyver
Dixit: "Se eu tivesse fita-cola, arranjava isso."
Se estivesse no meio do deserto, apenas com uma laranja e um canivete, o que faria? MacGyver saberia o que fazer. Angus MacGyver foi uma das mais populares personagens dos anos 80, sendo ao mesmo tempo um grande mentor para muitos de nós, que seguíamos afincadamente todos os episódios desta série. Até Cavaco Silva, primeiro-ministro na altura, elogiou a sua tenacidade e coragem de enfrentar as dificuldades com imaginação e habilidade.
Este ex-agente secreto, ao serviço da Fundação Phoenix do seu amigo Peter Thorton, enfrentava as confusões do seu dia-a-dia com um canivete suíço – muito provavelmente feito em Portugal – e com aquilo que estivesse à mão, sem nunca recorrer a extrema violência ou a armas de fogo.
Sempre pensei que MacGyver, o tipo mais cool da TV, estivesse continuamente de férias, portanto custa-me a crer que alguém como ele pudesse ter tantos inimigos ou estar constantemente metido em confusões. Claro que, para compensar o seu azar para atrair problemas, Deus dotou-o de um cérebro de tamanho considerável, de maneira a que pudesse acumular um conhecimento científico sobre praticamente tudo. Sim, porque não me lembro de o ver a cozinhar.
A série criada por David Blotoff foi filmada entre 1985 e 1992 e contou com o actor Richard Dean Anderson no principal papel durante os 139 episódios.
MacGyver
Dixit: "Se eu tivesse fita-cola, arranjava isso."
Se estivesse no meio do deserto, apenas com uma laranja e um canivete, o que faria? MacGyver saberia o que fazer. Angus MacGyver foi uma das mais populares personagens dos anos 80, sendo ao mesmo tempo um grande mentor para muitos de nós, que seguíamos afincadamente todos os episódios desta série. Até Cavaco Silva, primeiro-ministro na altura, elogiou a sua tenacidade e coragem de enfrentar as dificuldades com imaginação e habilidade.
Este ex-agente secreto, ao serviço da Fundação Phoenix do seu amigo Peter Thorton, enfrentava as confusões do seu dia-a-dia com um canivete suíço – muito provavelmente feito em Portugal – e com aquilo que estivesse à mão, sem nunca recorrer a extrema violência ou a armas de fogo.
Sempre pensei que MacGyver, o tipo mais cool da TV, estivesse continuamente de férias, portanto custa-me a crer que alguém como ele pudesse ter tantos inimigos ou estar constantemente metido em confusões. Claro que, para compensar o seu azar para atrair problemas, Deus dotou-o de um cérebro de tamanho considerável, de maneira a que pudesse acumular um conhecimento científico sobre praticamente tudo. Sim, porque não me lembro de o ver a cozinhar.
A série criada por David Blotoff foi filmada entre 1985 e 1992 e contou com o actor Richard Dean Anderson no principal papel durante os 139 episódios.
164 - Voz de vós .
Por Vanessa Silva e André Carvalho
Perspectivas para 2011
No início de mais um ano, todas as pessoas pedem desejos e fazem planos para o novo ano. Este 2011 começou com muitos receios à mistura, com a palavra crise a andar na boca de toda a gente. Para conhecermos melhor a nossa realidade, fomos perguntar a algumas pessoas quais as suas perspectivas, de que forma se estão a preparar para tempos difíceis e quais os conselhos que dariam aos seus conterrâneos.
1 – Quais as perspectivas para este novo ano ?
2 – De que forma vai poupar neste ano?
3 – Qual a conselho que daria às outras pessoas para este inicio de ano?
Maria Laura Lopes, Reformada
1 – Que o ano que agora começa seja pelo menos como o de 2010, se assim for, menos mal.
2 – Vou fazer como costumo fazer, nunca me ensinaram a estragar… Faço eu as coisas e assim não mando fazer aos outros… Poupo.
3 – Os mais novos que trabalhem mais, para conseguirem aquilo que querem, e os mais velhos que façam como eu, façam o que podem.
Deolinda Bento, Desempregada
1 – As perspectivas para mim não são muito animadoras, acho que vai ser um ano muito mau.
2 – Poupar, já não tenho mais nada a poupar… Tenho que fazer como nos anos anteriores, pelo menos tentar equilibrar.
3 – Que as pessoas não se alarguem, pois se o fizerem não conseguem poupar e se controlarem melhor as despesas sempre arranjam mais qualquer coisa.
Mónica Silva, Estudante
1 – Tenho consciência, tal como qualquer pessoa, de que o ano vai ser complicado.
2 – Controlar mais os gastos supérfluos.
3 – Que todos aprendam com esta crise, que seja uma forma de todos aprenderem a poupar.
Perspectivas para 2011
No início de mais um ano, todas as pessoas pedem desejos e fazem planos para o novo ano. Este 2011 começou com muitos receios à mistura, com a palavra crise a andar na boca de toda a gente. Para conhecermos melhor a nossa realidade, fomos perguntar a algumas pessoas quais as suas perspectivas, de que forma se estão a preparar para tempos difíceis e quais os conselhos que dariam aos seus conterrâneos.
1 – Quais as perspectivas para este novo ano ?
2 – De que forma vai poupar neste ano?
3 – Qual a conselho que daria às outras pessoas para este inicio de ano?
Maria Laura Lopes, Reformada
1 – Que o ano que agora começa seja pelo menos como o de 2010, se assim for, menos mal.
2 – Vou fazer como costumo fazer, nunca me ensinaram a estragar… Faço eu as coisas e assim não mando fazer aos outros… Poupo.
3 – Os mais novos que trabalhem mais, para conseguirem aquilo que querem, e os mais velhos que façam como eu, façam o que podem.
Deolinda Bento, Desempregada
1 – As perspectivas para mim não são muito animadoras, acho que vai ser um ano muito mau.
2 – Poupar, já não tenho mais nada a poupar… Tenho que fazer como nos anos anteriores, pelo menos tentar equilibrar.
3 – Que as pessoas não se alarguem, pois se o fizerem não conseguem poupar e se controlarem melhor as despesas sempre arranjam mais qualquer coisa.
Mónica Silva, Estudante
1 – Tenho consciência, tal como qualquer pessoa, de que o ano vai ser complicado.
2 – Controlar mais os gastos supérfluos.
3 – Que todos aprendam com esta crise, que seja uma forma de todos aprenderem a poupar.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
BOAS FESTAS!
O Jornal da Golpilheira agradece e retribui os votos de Boas Festas enviados por diversos meios pelas seguintes entidades e pessoas:
• 4por4 – Soluções Web e Imagem • Adega Cooperativa da Batalha • Américo Ferreira • Américo Oliveira • AMR Consult – Adrego, Marques & Rodrigues • António Lucas • APAF • APEMID • Arentia • Armazém das Artes • Armindo Janeiro • Assembleia Municipal da Batalha • Associação Cap Magellan • Associação Mãos Unidas P. Damião • Associação Nacional de Jovens Empresários – Centro • Associação Orfeão Dr. João Antunes • Associação Portuguesa de Famílias Numerosas • Banema • C & C Consultores de Comunicação • Câmara Municipal da Batalha • Câmara Municipal da Marinha Grande • Casa-Museu João Soares • Cátia Felício – Campanha Aorta é Vida • CDU/PCP da Nazaré • Centro de Impressão Coraze • Centro Educacional Terra Santa • Centro Hospitalar Nossa Senhora da Conceição - Irmandade da Santa Casa da Misericórdia da Batalha • Centro Paroquial de Assistência do Reguengo do Fetal • Centro Regional de Sangue de Coimbra • Centro Social e Cultural da Paróquia de São Mamede • CETIES - Centro Tecnológico das Instalações e dos Equipamentos de Saúde • Chip7 • CIMPL – Comunidade Intermunicipal do pinhal Litoral • CIP - Confederação Empresarial de Portugal • Citymap • Clinicão • Clube do Autor - Berta Lopes • Coimpack Embalagens • Comissão Politica Concelhia da Batalha do CDS • Companhia de Teatro de Montes da Senhora - Daniel Vaz Alves • Comunidade Cristo de Betânea • ConsultInterest • Contaline • Cristina Agostinho • David Silva • Dora Felizardo • Editora Coisa de Ler • Eleonora Magalhães • Equimark • Ergoproject • Escola Superior de Educação de Torres Novas • Espaço Libris – Decoração de Interiores • EU-Steel Holding • Exposalão • Federação Distrital de Leiria da Juventude Socialista • Fernando Martins – Petro FM • Ferraz Seguros • Flesk Telecom – Domínios.pt • Folheto Edições & Design • Força Aérea Portuguesa - Secção de Relações Públicas e Protocolo • Francisco Freitas • Fundação Ajuda à Igreja que Sofre • Gouarte • Governo Civil do Distrito de Leiria • Grupo Auto Júlio • Grupo Bertrand • Grupo Chiado • Grupo Edições JPM • Grupo GCI • Grupo Hotéis Afonso V • Grupo Missionário Ondjoyetu • Grupoactual • Horácio Moita Francisco • Ideias & Desafios • Info Ahpla • Infovitae • Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunes • IVECO Portugal, SA • Janela Digital – Casa.sapo.pt • Joana Valério • João Tavares • Jornal das Cortes • Jornal O Interior • Jornal Região de Rio Maior • José Casimiro Antunes • José Travaços Mendonça Santos • JPJ Editora • Lenageste • Lina Quitério • Loja Ponto JA de Leiria - Direcção Regional do Centro do Instituto Português da Juventude • Lusitania – Grupo Montepio • Madalena Monge • Maria da Luz Moreira • Maria dos Anjos Cardoso • MasterPiece Consultoria e Sistemas Informáticos • Mbit • Miguel Ângelo Portela Caetano • Missionários da Consolata • Mondo Portugal • Montepio • Museu de Arte Sacra e Etnologia de Fátima • Natureza Brincalhona • Navegadores • NERLEI - Associação Empresarial da Região de Leiria • Netliz • Nordictur • Nuno Serras Pereira • OBRAKASA • Papiro Editora • Passos e Compassos/ DançArte • Paulo Lameiro • PC-Tudo • Pedro Aguiar Pinto • PEV – Partido Ecologista Os Verdes • PGM – Projectos Globais de Média • Playconsulting • PLi Informática • Pneus 32 • Probitas • Rancho Folclórico Rosas do Lena • Rede Europeia Anti-Pobreza / Portugal • Região de Turismo Leiria-Fátima • RememberOnTime • Residencial Mar e Sol • Restaurante Matilde Noca • Restaurante Santa Rita • Revista Invest • Ricardina Silva • Ricardo Vilão • Rui Cunha • Santuário de Nossa Senhora de Fátima • SPE – Arquitectura de Interiores • Target Level • Terra Ocre – Edições / Palimage • TinteirosWeb - Zona Verde • Top Atlântico, Viagens e Turismo • UAU • UDB – Secção de Patinagem • UDB – Secção de Ténis • Universidade Católica Portuguesa • Virtual Net • Visão Geral • Vítor Martins • Webcomum • Zéfiro Edições.
• 4por4 – Soluções Web e Imagem • Adega Cooperativa da Batalha • Américo Ferreira • Américo Oliveira • AMR Consult – Adrego, Marques & Rodrigues • António Lucas • APAF • APEMID • Arentia • Armazém das Artes • Armindo Janeiro • Assembleia Municipal da Batalha • Associação Cap Magellan • Associação Mãos Unidas P. Damião • Associação Nacional de Jovens Empresários – Centro • Associação Orfeão Dr. João Antunes • Associação Portuguesa de Famílias Numerosas • Banema • C & C Consultores de Comunicação • Câmara Municipal da Batalha • Câmara Municipal da Marinha Grande • Casa-Museu João Soares • Cátia Felício – Campanha Aorta é Vida • CDU/PCP da Nazaré • Centro de Impressão Coraze • Centro Educacional Terra Santa • Centro Hospitalar Nossa Senhora da Conceição - Irmandade da Santa Casa da Misericórdia da Batalha • Centro Paroquial de Assistência do Reguengo do Fetal • Centro Regional de Sangue de Coimbra • Centro Social e Cultural da Paróquia de São Mamede • CETIES - Centro Tecnológico das Instalações e dos Equipamentos de Saúde • Chip7 • CIMPL – Comunidade Intermunicipal do pinhal Litoral • CIP - Confederação Empresarial de Portugal • Citymap • Clinicão • Clube do Autor - Berta Lopes • Coimpack Embalagens • Comissão Politica Concelhia da Batalha do CDS • Companhia de Teatro de Montes da Senhora - Daniel Vaz Alves • Comunidade Cristo de Betânea • ConsultInterest • Contaline • Cristina Agostinho • David Silva • Dora Felizardo • Editora Coisa de Ler • Eleonora Magalhães • Equimark • Ergoproject • Escola Superior de Educação de Torres Novas • Espaço Libris – Decoração de Interiores • EU-Steel Holding • Exposalão • Federação Distrital de Leiria da Juventude Socialista • Fernando Martins – Petro FM • Ferraz Seguros • Flesk Telecom – Domínios.pt • Folheto Edições & Design • Força Aérea Portuguesa - Secção de Relações Públicas e Protocolo • Francisco Freitas • Fundação Ajuda à Igreja que Sofre • Gouarte • Governo Civil do Distrito de Leiria • Grupo Auto Júlio • Grupo Bertrand • Grupo Chiado • Grupo Edições JPM • Grupo GCI • Grupo Hotéis Afonso V • Grupo Missionário Ondjoyetu • Grupoactual • Horácio Moita Francisco • Ideias & Desafios • Info Ahpla • Infovitae • Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunes • IVECO Portugal, SA • Janela Digital – Casa.sapo.pt • Joana Valério • João Tavares • Jornal das Cortes • Jornal O Interior • Jornal Região de Rio Maior • José Casimiro Antunes • José Travaços Mendonça Santos • JPJ Editora • Lenageste • Lina Quitério • Loja Ponto JA de Leiria - Direcção Regional do Centro do Instituto Português da Juventude • Lusitania – Grupo Montepio • Madalena Monge • Maria da Luz Moreira • Maria dos Anjos Cardoso • MasterPiece Consultoria e Sistemas Informáticos • Mbit • Miguel Ângelo Portela Caetano • Missionários da Consolata • Mondo Portugal • Montepio • Museu de Arte Sacra e Etnologia de Fátima • Natureza Brincalhona • Navegadores • NERLEI - Associação Empresarial da Região de Leiria • Netliz • Nordictur • Nuno Serras Pereira • OBRAKASA • Papiro Editora • Passos e Compassos/ DançArte • Paulo Lameiro • PC-Tudo • Pedro Aguiar Pinto • PEV – Partido Ecologista Os Verdes • PGM – Projectos Globais de Média • Playconsulting • PLi Informática • Pneus 32 • Probitas • Rancho Folclórico Rosas do Lena • Rede Europeia Anti-Pobreza / Portugal • Região de Turismo Leiria-Fátima • RememberOnTime • Residencial Mar e Sol • Restaurante Matilde Noca • Restaurante Santa Rita • Revista Invest • Ricardina Silva • Ricardo Vilão • Rui Cunha • Santuário de Nossa Senhora de Fátima • SPE – Arquitectura de Interiores • Target Level • Terra Ocre – Edições / Palimage • TinteirosWeb - Zona Verde • Top Atlântico, Viagens e Turismo • UAU • UDB – Secção de Patinagem • UDB – Secção de Ténis • Universidade Católica Portuguesa • Virtual Net • Visão Geral • Vítor Martins • Webcomum • Zéfiro Edições.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Golpilheira vence I Torneio de Futsal Feminino Batalha/Trujillo
O Município da Batalha organizou nos passados dias 8 e 9 de Janeiro, no Pavilhão Gimnodesportivo da Vila, o I TORNEIO DE FUTSAL SÉNIOR FEMININO “BATALHA – TRUJILLO”.
O Centro Recreativo da Golpilheira representou a Batalha e de Trujillo veio também uma delegação de cerca de 20 atletas e outras pessoas daquele município espanhol geminado com a Batalha. Foram ainda convidadas duas das melhores equipas nacionais, o Sport Lisboa e Benfica e o Vilaverdense (Vila Verde, Braga).
No sábado, o primeiro jogo ditou a vitória do Vilaverdense sobre Trujillo (8-0), e o segundo jogo cifrou-se pela vitória da Golpilheira sobre o Benfica (3-3 + 5-3 em grandes penalidades). No domingo, na disputa para os 3.º e 4.º lugares, o Benfica levou de vencida a equipa de Trujillo (6-1). E no apuramento da equipa campeã, a Golpilheira voltou a vencer, conquistando assim este primeiro troféu frente à equipa do Vilaverdense (3-2).
Mais importante do que os resultados, e apesar de alguns “casos” disciplinares evitáveis, destacamos o excelente nível competitivo de todas as equipas e, sobretudo, a camaradagem e o bom ambiente vivido entre as atletas. Até porque este evento serviu de pretexto para uma acção também cultural e de permuta entre os dois municípios geminados, numa linha de intercâmbios que ambos pretendem desenvolver.
Uma nota ainda para a equipa de patinagem da UDB que animou os momentos de pausa entre os jogos de domingo, com algumas apresentações de grande beleza coreográfica, que ajudaram a colorir o ambiente desta tarde de festa em que marcaram presença várias dezenas de pessoas.
LMF
Veja as fotos:
O Centro Recreativo da Golpilheira representou a Batalha e de Trujillo veio também uma delegação de cerca de 20 atletas e outras pessoas daquele município espanhol geminado com a Batalha. Foram ainda convidadas duas das melhores equipas nacionais, o Sport Lisboa e Benfica e o Vilaverdense (Vila Verde, Braga).
No sábado, o primeiro jogo ditou a vitória do Vilaverdense sobre Trujillo (8-0), e o segundo jogo cifrou-se pela vitória da Golpilheira sobre o Benfica (3-3 + 5-3 em grandes penalidades). No domingo, na disputa para os 3.º e 4.º lugares, o Benfica levou de vencida a equipa de Trujillo (6-1). E no apuramento da equipa campeã, a Golpilheira voltou a vencer, conquistando assim este primeiro troféu frente à equipa do Vilaverdense (3-2).
Mais importante do que os resultados, e apesar de alguns “casos” disciplinares evitáveis, destacamos o excelente nível competitivo de todas as equipas e, sobretudo, a camaradagem e o bom ambiente vivido entre as atletas. Até porque este evento serviu de pretexto para uma acção também cultural e de permuta entre os dois municípios geminados, numa linha de intercâmbios que ambos pretendem desenvolver.
Uma nota ainda para a equipa de patinagem da UDB que animou os momentos de pausa entre os jogos de domingo, com algumas apresentações de grande beleza coreográfica, que ajudaram a colorir o ambiente desta tarde de festa em que marcaram presença várias dezenas de pessoas.
LMF
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