Estudo prévio alia termalismo à saúde e ao lazer
O executivo municipal aprovou já um estudo prévio para o edifício das Termas das Salgadas, na Batalha. Do projecto deste moderno complexo destaca-se o objectivo da gestão do espaço ao nível da combinação das vertentes da saúde, bem-estar e lazer ao conceito tradicional do termalismo.
Segundo nota do Município, "pretende-se, numa lógica de complementaridade, associar as Termas das Salgadas à Unidade de Cuidados Continuados da Misericórdia da Batalha, instalada no lote contíguo, daí resultando claras sinergias ao nível dos tratamentos fitoterapêuticos".
Projectado segundo as últimas tendências deste tipo de espaços, o complexo termal das Brancas será instalado num moderno edifício de 2 pisos, com uma área de construção de cerca três mil metros quadrados e que combinará áreas tão diversas como os balneários, gabinetes médicos, ginásios, salas de tratamento de vias respiratórias, hidromassagem, tanques diversos, SPA, entre outras. O investimento total para a construção do edifício está orçado em 3,5 milhões de euros.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Festival Música em Leiria: “Quarteto Blanc” na Batalha
O Quarteto Blanc traz mais um momento do Festival Música em Leiria ao auditório da Batalha, no próximo dia 25 de Junho, num concerto que percorre obras de Wolfgang Amadeus Mozart, Anton Webern e Dimitri Chostakovitch, para quarteto de cordas. Composta por quatro instrumentistas portugueses – os violinistas David Lopes Ascenção e Rodrigo Gomes, a violetista Mariana Blanc e a violoncelista Isabel Vaz – o Quarteto Blanc foi formado em 2009 com o objectivo de participar no Prémio Jovens Músicos, onde lhes foi atribuído o 1º prémio na Modalidade de Música de Câmara. Em 2010 têm agendados concertos em vários festivais e salas de concerto do país.
Batalha acolhe 3º Encontro Ibérico de Gestão do Património
Com ministras da Cultura de Portugal e Espanha
Vai realizar-se, de 7 a 9 de Julho, na Batalha, o 3º Encontro Ibérico de Gestão do Património Mundial, estando garantidas as presenças das Ministras da Cultura de Portugal e Espanha, bem como de diversos representantes portugueses e espanhóis dos monumentos e sítios classificados património mundial, para além de técnicos da UNESCO e outros especialistas internacionais.
Refira-se ainda que este momento será, em paralelo, o 1º Encontro Nacional de Gestores do Património Mundial, uma iniciativa que conta com o apoio do Município da Batalha.
Vai realizar-se, de 7 a 9 de Julho, na Batalha, o 3º Encontro Ibérico de Gestão do Património Mundial, estando garantidas as presenças das Ministras da Cultura de Portugal e Espanha, bem como de diversos representantes portugueses e espanhóis dos monumentos e sítios classificados património mundial, para além de técnicos da UNESCO e outros especialistas internacionais.
Refira-se ainda que este momento será, em paralelo, o 1º Encontro Nacional de Gestores do Património Mundial, uma iniciativa que conta com o apoio do Município da Batalha.
Taça Nacional... até às meias-finais
Futsal Feminino Sénior
Fase de grupos
AD Estação – 5
CR Golpilheira – 6
O jogo que iniciava a segunda volta desta série da Taça Nacional, a analisar pelos últimos anos, não seria nada fácil. Em deslocação à Covilhã, num dia de muito calor, a nossa equipa iniciou o jogo muito bem, marcando o primeiro golo aos 23 segundos. Continuando com a mesma atitude, obtivemos mais três golos, chegando assim a uma vantagem de quatro golos. Mas a equipa da Estação não baixou ou braços e reduziu a nossa vantagem, marcando dois golos. Também a nossa equipa atacava o resultado, finalizando com sucesso mais um ataque, ao terminar a primeira parte, indo para o intervalo a vencer por cinco a dois.
No início do segundo tempo, a equipa adversária entrou com a guarda-redes avançada, uma vez que a derrota as colocaria quase fora das meias-finais. A nossa equipa demorou um pouco a acertar com o cinco adversário e consentiu dois golos. Com o jogo num ritmo bastante elevado, e com o calor que se fazia sentir no pavilhão, era evidente o desgaste das jogadoras das duas equipas. A Golpilheira, sempre que tinha a posse de bola, optou também por fazer subir a guarda-redes, para ter mais tempo a posse da mesma. Numa situação de ataque da equipa adversária, conseguimos roubar a bola a meio-campo e fazer o seis a quatro, a três minutos do final do jogo. Já com cinco faltas, a equipa de arbitragem entendeu marcar a nossa sexta falta a quarenta segundos do final do jogo, que deu origem ao resultado final de 6-5 a nosso favor. Com este resultado e com esta vitória, bastante sofrida, a nossa equipa tinha um pé na meia-final, num jogo fantástico, disputado pelas duas melhores equipas da série C, com uma moldura humana e um ambiente fantástico, para um jogo de futsal feminino. A nossa equipa foi mais forte, teve muita união e muito espírito de equipa, conseguindo assim, uma vitória importantíssima.
Teresa Jordão
CR Golpilheira– 3
Riachense – 2
O jogo disputado no dia 29 de Maio, no pavilhão da Batalha, era de vitória obrigatória para a nossa equipa, para manter as aspirações de chegar à meia-final. Mas não foi nada fácil. As nossas atletas demoraram algum tempo a concentrarem-se no jogo. Desta apatia, aproveitou a equipa forasteira para fazer o primeiro golo. Espicaçadas por esta adversidade, partimos para o ataque, conseguindo o golo do empate, por Licas. No entanto, ainda antes do intervalo, o Riachense colocou-se de novo à frente, com a obtenção do seu segundo golo. Foi com este resultado, que fomos para o intervalo.
O intervalo foi bom conselheiro para as nossas cores, uma vez que Teresa Jordão, atenta ao que não estava correcto, iria corrigir. Foi novamente a inevitável Licas a marcar o nosso segundo golo, colocando assim as equipas empatadas a duas bolas. Este ainda não era o resultado ideal. Fomos para cima do adversário e, já perto do seu final, novamente Licas marcou o nosso terceiro golo e o terceiro da sua conta pessoal. Até final, foi gerir o tempo. Com esta vitória, ficámos automaticamente apurados para as meias -finais. Foi um jogo de muita luta, onde a coragem a abnegação e o não fugir com a cara à luta, que nos deu mais uma grande vitória.
Manuel Carreira Rito
Posto Santo (Açores) – 3
CR Golpilheira– 4
O jogo disputado na cidade de Angra do Heroísmo, no dia 3 de Junho, já com a passagem às meias-finais da Taça Nacional garantida, servia apenas para cumprir calendário. Apesar disso, o único pensamento da equipa era a vitória. Assim, iniciámos o encontro com o objectivo de vencer, apesar de sabermos que a equipa adversária procurava também conseguir os primeiros pontos na competição. Com uma primeira parte onde criámos várias situações de finalização, conseguimos finalizar com sucesso três delas, chegando ao intervalo a vencer por três a zero.
No início da segunda parte, marcámos mais um golo. Estando a vencer por quatro bolas a zero, baixamos o ritmo de jogo e a equipa adversária, que nunca se deu por vencida, fez dois golos e "cresceu", conseguindo nos últimos minutos fazer o seu terceiro golo, dispondo ainda de dois livres de dez metros para estabelecer a igualdade, mas a conversão destes não teve sucesso. A treinadora aproveitou este jogo para dar às suas jogadoras juniores mais minutos de jogo na Taça Nacional. O resultado final é justo, uma vez que a nossa equipa, criou mais situações de finalização do que a equipa adversária.
TJ
Meias-Finais
Vermoim – 8
Golpilheira – 3
Ultrapassada a fase de grupos, realizando seis jogos com outras tantas vitórias, a nossa treinadora, Teresa Jordão, tinha consciência de que a equipa que nos coube na meia-final era bastante difícil de ultrapassar. Finalista vencida na época passada, é natural que este ano queira rectificar e chegar ao título mais ambicionado do Futsal Sénior Feminino.
O primeiro jogo foi disputado em Vermoim, no dia 10 de Junho. Logo na fase de aquecimento, pudemos verificar que a equipa da casa era constituída por excelentes atletas. Iniciado o jogo, houve um pequeno estudo mútuo, em que as nossas atletas nunca mostraram medo da equipa adversária. Foi mais feliz a equipa da casa, que obteve o seu primeiro golo aos três minutos. Fomos à procura do golo e conseguimo-lo quase de seguida, numa excelente iniciativa de Inês, que roubou a bola a uma adversária, centrou, tabelando a bola numa adversária que fez auto-golo. No entanto, a equipa da casa começava a pegar no jogo e ainda antes do intervalo obteve mais dois golos.
A segunda parte foi bastante mais difícil para as nossas atletas. Apesar do forte apoio dos nossos adeptos, a equipa não conseguiu contrariar a forte equipa do Vermoim. Apoiada pelo seu numeroso e vibrante público (mais de quatrocentas pessoas), foram à procura dum resultado que lhes garantisse tranquilidade para o jogo na Batalha. A pouco a pouco foram-no conseguindo, tendo logo no primeiro minuto obtido o seu quarto golo. Irina ainda conseguiu reduzir para quatro a dois, à passagem dos cinco minutos, na marcação dum livre, fazendo a bola passar por baixo da barreira contrária. No entanto, em pouco mais de três minutos a equipa da casa marcou mais três golos, decidindo praticamente a eliminatória. Inês, com um potente remate, marcou o nosso terceiro golo. A poucos segundo do fim, o Vermoim obteve o seu oitavo golo.
Golpilheira – 3
Vermoim – 3
Perante o resultado da primeira mão, adivinhava-se uma tarefa bastante difícil ou quase impossível, no dia 13, na Batalha. Teresa Jordão e as suas atletas tinham consciência disso. Restava, na melhor das hipóteses, não perder o segundo jogo, justificando assim que o resultado do primeiro encontro tinha sido um acidente. Neste dia, o pavilhão da Batalha registou uma das maiores enchentes de que há memória. Muitos apoiantes da Golpilheira, mas também muitos de Vermoim, transportados em carros particulares e em dois autocarros.
O jogo começou com equilíbrio nos primeiros minutos. A estrelinha da sorte normalmente acompanha os campeões e foi o que aconteceu neste jogo. Depois de algumas oportunidades de golo desperdiçadas pelas nossas atletas, foi o Vermoim mais eficaz, obtendo o seu primeiro golo cerca dos cinco minutos de jogo. A Golpilheira não ficou afectada e numa excelente jogada, cerca dos sete minutos, Carolina, na cara da guarda-redes, não perdoou e fez o empate, que nesta altura se justificava plenamente. Até ao intervalo, não houve mais golos, apesar das oportunidades criadas por ambas as equipas.
Esperava-se uma segunda parte equilibrada, o que na realidade veio a acontecer. A equipa forasteira colocou-se uma vez mais na posição de vencedora, cerca dos quatro minutos. Mais uma vez, fomos à procura do empate. Carolina, descaída pelo lado esquerdo do nosso ataque, efectuou um remate cruzado, colocadíssimo, cerca dos sete minutos, não dando qualquer hipótese à guarda-redes. Passados três minutos, na transformação duma grande penalidade, Licas, não falhou, colocando-nos pela primeira vez na posição de vencedores. Podíamos ter matado o jogo, pois tivemos oportunidades para isso. No entanto, a experiente equipa adversária conseguiu obter o seu terceiro golo e empatar a partida, cerca dos dezasseis minutos. Até final do jogo, fomos a equipa mais perigosa, mas o resultado não se alterou.
Conseguimos assim rectificar o mau resultado do primeiro jogo, demonstrando que em condições normais tínhamos conseguido disputar o acesso à final taco a taco. Os nossos parabéns a todas as pessoas que tornaram possível mais este êxito do Futsal da Golpilheira, destacando aqui a treinadora Teresa Jordão, as atletas, a direcção e os massagistas, não esquecendo, claro, os extraordinários apoiantes e simpatizantes.
A título de informação, esta equipa do Vermoim, empatou a cinco golos com o Benfica, no pavilhão da Luz, no dia 19 deste mês. Levam, assim, a conquista do seu primeiro título para Vermoim. Pensamos que é possível, pois tivemos oportunidade de ver o jogo no Canal Benfica e verificámos que a equipa do Norte é bem mais forte do que a equipa do Benfica. Estiveram sempre a vencer, duas vezes pela diferença de dois golos, e poderiam ter decidido a eliminatória em casa do seu adversário.
MCR
Futsal Feminino Júnior
Perdemos a final da Taça Distrital
Golpilheira– 0
C. Estudos de Fátima – 6
O jogo da Final da Taça Distrital de Futsal Feminino Júnior, disputado no pavilhão da Martingança, no dia 5 de Junho, previa-se equilibrado, uma vez que no campeonato deste escalão tinha havido uma vitória para cada equipa. No entanto, neste jogo a equipa de Fátima foi mais forte, como demonstra o resultado, que não deixa margem para dúvidas. No final da primeira parte, já venciam por 2-0.
Houve momentos cruciais nesta partida. O mais decisivo foi a expulsão de uma atleta nossa, ainda no decorrer da primeira parte, quando o resultado já nos era desfavorável por 1-0. Após esta expulsão, e a jogar apenas contra quatro jogadoras, o CEF aproveitou esta inferioridade numérica para obter o seu segundo golo. A nossa treinadora, Teresa Jordão, bem tentou dar a volta ao jogo. Não estava nada fácil. Na segunda parte, acentuou-se ainda mais o domínio do CEF, que culminou com a obtenção de mais quatro golos.
O CEF foi um digno vencedor e a Golpilheira um digno vencido. Foi a sexta final consecutiva. O balanço é positivo, pois conseguimos vencer três e perder outras três. Infelizmente foi a segunda final que perdemos neste pavilhão. No desporto, há que saber perder e ganhar. Muitas das nossas atletas já tiveram estas duas sensações, ganhar e perder, que são bem diferentes. No entanto, portaram-se com dignidade, demonstrando ter o civismo e a educação e o exemplo de quem as dirige. Para algumas atletas foi o último ano de júnior. Embora jogando nas duas equipas (juniores e seniores), é uma "sensação" estranha terem de se despedir dum escalão que ajudaram a grandes conquistas para a nossa colectividade. Vi todas elas muito comovidas e com uma lágrima no canto do olho. Este é um sinónimo de muito amor a uma actividade desportiva que ajudaram a crescer, tanto no nosso clube, como na Associação de Futebol de Leiria, já que a grande maioria representou a selecção distrital.
Esta época não conseguimos conquistar nem taça nem campeonato. Nem sempre se pode vencer. Depois de serem penta-campeãs distritais, a equipa dos Vidais, à qual endereçamos os nossos parabéns, conseguiu arrebatar-nos o título pela primeira vez. O trabalho de Teresa Jordão, em condições difíceis, tem evoluído ao longo dos anos de dedicação a esta actividade, ao serviço do CR da Golpilheira. No entanto, houve atletas que na época passada subiram de escalão. Houve várias entradas de atletas muito jovens, que estão a aprender, a evoluir, e os frutos virão aí. Com a construção do pavilhão à vista, com certeza que com esta infra-estrutura poderemos evoluir muito mais.
Às atletas, à direcção, à treinadora, massagistas, patrocinadores, entidades oficiais que nos apoiam, pais e familiares das nossas atletas, golpilheirenses em geral e apoiantes em particular, como colaborador do nosso Jornal e presidente da nossa associação, rendo aqui a minha homenagem a toda esta equipa, que muitas alegrias nos tem dado e irá, no futuro, continuar a dar.
Manuel Carreira Rito
Fase de grupos
AD Estação – 5
CR Golpilheira – 6
O jogo que iniciava a segunda volta desta série da Taça Nacional, a analisar pelos últimos anos, não seria nada fácil. Em deslocação à Covilhã, num dia de muito calor, a nossa equipa iniciou o jogo muito bem, marcando o primeiro golo aos 23 segundos. Continuando com a mesma atitude, obtivemos mais três golos, chegando assim a uma vantagem de quatro golos. Mas a equipa da Estação não baixou ou braços e reduziu a nossa vantagem, marcando dois golos. Também a nossa equipa atacava o resultado, finalizando com sucesso mais um ataque, ao terminar a primeira parte, indo para o intervalo a vencer por cinco a dois.
No início do segundo tempo, a equipa adversária entrou com a guarda-redes avançada, uma vez que a derrota as colocaria quase fora das meias-finais. A nossa equipa demorou um pouco a acertar com o cinco adversário e consentiu dois golos. Com o jogo num ritmo bastante elevado, e com o calor que se fazia sentir no pavilhão, era evidente o desgaste das jogadoras das duas equipas. A Golpilheira, sempre que tinha a posse de bola, optou também por fazer subir a guarda-redes, para ter mais tempo a posse da mesma. Numa situação de ataque da equipa adversária, conseguimos roubar a bola a meio-campo e fazer o seis a quatro, a três minutos do final do jogo. Já com cinco faltas, a equipa de arbitragem entendeu marcar a nossa sexta falta a quarenta segundos do final do jogo, que deu origem ao resultado final de 6-5 a nosso favor. Com este resultado e com esta vitória, bastante sofrida, a nossa equipa tinha um pé na meia-final, num jogo fantástico, disputado pelas duas melhores equipas da série C, com uma moldura humana e um ambiente fantástico, para um jogo de futsal feminino. A nossa equipa foi mais forte, teve muita união e muito espírito de equipa, conseguindo assim, uma vitória importantíssima.
Teresa Jordão
CR Golpilheira– 3
Riachense – 2
O jogo disputado no dia 29 de Maio, no pavilhão da Batalha, era de vitória obrigatória para a nossa equipa, para manter as aspirações de chegar à meia-final. Mas não foi nada fácil. As nossas atletas demoraram algum tempo a concentrarem-se no jogo. Desta apatia, aproveitou a equipa forasteira para fazer o primeiro golo. Espicaçadas por esta adversidade, partimos para o ataque, conseguindo o golo do empate, por Licas. No entanto, ainda antes do intervalo, o Riachense colocou-se de novo à frente, com a obtenção do seu segundo golo. Foi com este resultado, que fomos para o intervalo.
O intervalo foi bom conselheiro para as nossas cores, uma vez que Teresa Jordão, atenta ao que não estava correcto, iria corrigir. Foi novamente a inevitável Licas a marcar o nosso segundo golo, colocando assim as equipas empatadas a duas bolas. Este ainda não era o resultado ideal. Fomos para cima do adversário e, já perto do seu final, novamente Licas marcou o nosso terceiro golo e o terceiro da sua conta pessoal. Até final, foi gerir o tempo. Com esta vitória, ficámos automaticamente apurados para as meias -finais. Foi um jogo de muita luta, onde a coragem a abnegação e o não fugir com a cara à luta, que nos deu mais uma grande vitória.
Manuel Carreira Rito
Posto Santo (Açores) – 3
CR Golpilheira– 4
O jogo disputado na cidade de Angra do Heroísmo, no dia 3 de Junho, já com a passagem às meias-finais da Taça Nacional garantida, servia apenas para cumprir calendário. Apesar disso, o único pensamento da equipa era a vitória. Assim, iniciámos o encontro com o objectivo de vencer, apesar de sabermos que a equipa adversária procurava também conseguir os primeiros pontos na competição. Com uma primeira parte onde criámos várias situações de finalização, conseguimos finalizar com sucesso três delas, chegando ao intervalo a vencer por três a zero.
No início da segunda parte, marcámos mais um golo. Estando a vencer por quatro bolas a zero, baixamos o ritmo de jogo e a equipa adversária, que nunca se deu por vencida, fez dois golos e "cresceu", conseguindo nos últimos minutos fazer o seu terceiro golo, dispondo ainda de dois livres de dez metros para estabelecer a igualdade, mas a conversão destes não teve sucesso. A treinadora aproveitou este jogo para dar às suas jogadoras juniores mais minutos de jogo na Taça Nacional. O resultado final é justo, uma vez que a nossa equipa, criou mais situações de finalização do que a equipa adversária.
TJ
Meias-Finais
Vermoim – 8
Golpilheira – 3
Ultrapassada a fase de grupos, realizando seis jogos com outras tantas vitórias, a nossa treinadora, Teresa Jordão, tinha consciência de que a equipa que nos coube na meia-final era bastante difícil de ultrapassar. Finalista vencida na época passada, é natural que este ano queira rectificar e chegar ao título mais ambicionado do Futsal Sénior Feminino.
O primeiro jogo foi disputado em Vermoim, no dia 10 de Junho. Logo na fase de aquecimento, pudemos verificar que a equipa da casa era constituída por excelentes atletas. Iniciado o jogo, houve um pequeno estudo mútuo, em que as nossas atletas nunca mostraram medo da equipa adversária. Foi mais feliz a equipa da casa, que obteve o seu primeiro golo aos três minutos. Fomos à procura do golo e conseguimo-lo quase de seguida, numa excelente iniciativa de Inês, que roubou a bola a uma adversária, centrou, tabelando a bola numa adversária que fez auto-golo. No entanto, a equipa da casa começava a pegar no jogo e ainda antes do intervalo obteve mais dois golos.
A segunda parte foi bastante mais difícil para as nossas atletas. Apesar do forte apoio dos nossos adeptos, a equipa não conseguiu contrariar a forte equipa do Vermoim. Apoiada pelo seu numeroso e vibrante público (mais de quatrocentas pessoas), foram à procura dum resultado que lhes garantisse tranquilidade para o jogo na Batalha. A pouco a pouco foram-no conseguindo, tendo logo no primeiro minuto obtido o seu quarto golo. Irina ainda conseguiu reduzir para quatro a dois, à passagem dos cinco minutos, na marcação dum livre, fazendo a bola passar por baixo da barreira contrária. No entanto, em pouco mais de três minutos a equipa da casa marcou mais três golos, decidindo praticamente a eliminatória. Inês, com um potente remate, marcou o nosso terceiro golo. A poucos segundo do fim, o Vermoim obteve o seu oitavo golo.
Golpilheira – 3
Vermoim – 3
Perante o resultado da primeira mão, adivinhava-se uma tarefa bastante difícil ou quase impossível, no dia 13, na Batalha. Teresa Jordão e as suas atletas tinham consciência disso. Restava, na melhor das hipóteses, não perder o segundo jogo, justificando assim que o resultado do primeiro encontro tinha sido um acidente. Neste dia, o pavilhão da Batalha registou uma das maiores enchentes de que há memória. Muitos apoiantes da Golpilheira, mas também muitos de Vermoim, transportados em carros particulares e em dois autocarros.
O jogo começou com equilíbrio nos primeiros minutos. A estrelinha da sorte normalmente acompanha os campeões e foi o que aconteceu neste jogo. Depois de algumas oportunidades de golo desperdiçadas pelas nossas atletas, foi o Vermoim mais eficaz, obtendo o seu primeiro golo cerca dos cinco minutos de jogo. A Golpilheira não ficou afectada e numa excelente jogada, cerca dos sete minutos, Carolina, na cara da guarda-redes, não perdoou e fez o empate, que nesta altura se justificava plenamente. Até ao intervalo, não houve mais golos, apesar das oportunidades criadas por ambas as equipas.
Esperava-se uma segunda parte equilibrada, o que na realidade veio a acontecer. A equipa forasteira colocou-se uma vez mais na posição de vencedora, cerca dos quatro minutos. Mais uma vez, fomos à procura do empate. Carolina, descaída pelo lado esquerdo do nosso ataque, efectuou um remate cruzado, colocadíssimo, cerca dos sete minutos, não dando qualquer hipótese à guarda-redes. Passados três minutos, na transformação duma grande penalidade, Licas, não falhou, colocando-nos pela primeira vez na posição de vencedores. Podíamos ter matado o jogo, pois tivemos oportunidades para isso. No entanto, a experiente equipa adversária conseguiu obter o seu terceiro golo e empatar a partida, cerca dos dezasseis minutos. Até final do jogo, fomos a equipa mais perigosa, mas o resultado não se alterou.
Conseguimos assim rectificar o mau resultado do primeiro jogo, demonstrando que em condições normais tínhamos conseguido disputar o acesso à final taco a taco. Os nossos parabéns a todas as pessoas que tornaram possível mais este êxito do Futsal da Golpilheira, destacando aqui a treinadora Teresa Jordão, as atletas, a direcção e os massagistas, não esquecendo, claro, os extraordinários apoiantes e simpatizantes.
A título de informação, esta equipa do Vermoim, empatou a cinco golos com o Benfica, no pavilhão da Luz, no dia 19 deste mês. Levam, assim, a conquista do seu primeiro título para Vermoim. Pensamos que é possível, pois tivemos oportunidade de ver o jogo no Canal Benfica e verificámos que a equipa do Norte é bem mais forte do que a equipa do Benfica. Estiveram sempre a vencer, duas vezes pela diferença de dois golos, e poderiam ter decidido a eliminatória em casa do seu adversário.
MCR
Futsal Feminino Júnior
Perdemos a final da Taça Distrital
Golpilheira– 0
C. Estudos de Fátima – 6
O jogo da Final da Taça Distrital de Futsal Feminino Júnior, disputado no pavilhão da Martingança, no dia 5 de Junho, previa-se equilibrado, uma vez que no campeonato deste escalão tinha havido uma vitória para cada equipa. No entanto, neste jogo a equipa de Fátima foi mais forte, como demonstra o resultado, que não deixa margem para dúvidas. No final da primeira parte, já venciam por 2-0.
Houve momentos cruciais nesta partida. O mais decisivo foi a expulsão de uma atleta nossa, ainda no decorrer da primeira parte, quando o resultado já nos era desfavorável por 1-0. Após esta expulsão, e a jogar apenas contra quatro jogadoras, o CEF aproveitou esta inferioridade numérica para obter o seu segundo golo. A nossa treinadora, Teresa Jordão, bem tentou dar a volta ao jogo. Não estava nada fácil. Na segunda parte, acentuou-se ainda mais o domínio do CEF, que culminou com a obtenção de mais quatro golos.
O CEF foi um digno vencedor e a Golpilheira um digno vencido. Foi a sexta final consecutiva. O balanço é positivo, pois conseguimos vencer três e perder outras três. Infelizmente foi a segunda final que perdemos neste pavilhão. No desporto, há que saber perder e ganhar. Muitas das nossas atletas já tiveram estas duas sensações, ganhar e perder, que são bem diferentes. No entanto, portaram-se com dignidade, demonstrando ter o civismo e a educação e o exemplo de quem as dirige. Para algumas atletas foi o último ano de júnior. Embora jogando nas duas equipas (juniores e seniores), é uma "sensação" estranha terem de se despedir dum escalão que ajudaram a grandes conquistas para a nossa colectividade. Vi todas elas muito comovidas e com uma lágrima no canto do olho. Este é um sinónimo de muito amor a uma actividade desportiva que ajudaram a crescer, tanto no nosso clube, como na Associação de Futebol de Leiria, já que a grande maioria representou a selecção distrital.
Esta época não conseguimos conquistar nem taça nem campeonato. Nem sempre se pode vencer. Depois de serem penta-campeãs distritais, a equipa dos Vidais, à qual endereçamos os nossos parabéns, conseguiu arrebatar-nos o título pela primeira vez. O trabalho de Teresa Jordão, em condições difíceis, tem evoluído ao longo dos anos de dedicação a esta actividade, ao serviço do CR da Golpilheira. No entanto, houve atletas que na época passada subiram de escalão. Houve várias entradas de atletas muito jovens, que estão a aprender, a evoluir, e os frutos virão aí. Com a construção do pavilhão à vista, com certeza que com esta infra-estrutura poderemos evoluir muito mais.
Às atletas, à direcção, à treinadora, massagistas, patrocinadores, entidades oficiais que nos apoiam, pais e familiares das nossas atletas, golpilheirenses em geral e apoiantes em particular, como colaborador do nosso Jornal e presidente da nossa associação, rendo aqui a minha homenagem a toda esta equipa, que muitas alegrias nos tem dado e irá, no futuro, continuar a dar.
Manuel Carreira Rito
157 - Sugestões de música
360º At the Rose Bowl
U2
Universal Music Portugal
O concerto no Rose Bowl foi o maior espectáculo dos U2 em 2009 e o maior de sempre nos Estados Unidos, com mais de 97 mil pessoas na audiência. Transmitido em directo para os sete continentes via YouTube, teve mais de dez milhões de visionamentos em apenas uma semana. Completamente filmado em Alta Definição, o concerto foi gravado por 27 câmaras e realizado por Tom Krueger, estando agora disponível em formato standard e em duas edições deluxe diferentes, sendo o primeiro concerto da banda em Blu–ray. Os formatos deluxe e Blu-ray incluem um novo documentário intitulado, com novas entrevistas e materiais sobre a produção da digressão. Portugal recebe a banda em duas datas já esgotadas, no Estádio de Coimbra, nos dias 2 e 3 de Outubro.
Estádio do Restelo – 2009
Xutos & Pontapés
Universal Music Portugal
Este é o 4.º DVD ao vivo da maior banda de rock português, que atingiu de imediato o n.º1 do top de vendas e DVD de Platina, por vendas superiores a 8.000 unidades. Realizado por José Pinheiro e gravado durante o concerto comemorativo do 30.º aniversário dos Xutos & Pontapés, ao qual assistiram mais de 30 mil fãs, está disponível em duas versões: uma edição que inclui um duplo-DVD – um com a gravação do concerto, num total de 32 canções, e um segundo com extras (“Making of”, “Time lapse” e fotos) – e uma edição especial que ao duplo-DVD junta um duplo-CD audio com o mesmo alinhamento do DVD. Em quase 3 horas de música, os Xutos & Pontapés tiveram como convidados neste concerto Camané, Pacman (Da Weasel), Pedro Gonçalves (Dead Combo) e Manuel Paulo.
Night Train
Keane
Universal Music Portugal
Night Train, dos Keane, entrou directamente para os tops de vendas, juntando-se assim a ‘Hope and Fears’ (2004), ‘Under The Iron Sea’ (2006) e ‘Perfect Symmetry’ (2008). Inclui oito poderosos novos temas compostos e gravados durante a digressão mundial de “Perfect Symmetry”, que levou a banda a recintos esgotados em 28 países. O título é inspirado no meio de transporte favorito da banda durante esta digressão. “Stop For A Minute” é o tema de apresentação do álbum, que já roda nas rádios portuguesas e conta com a participação do rapper K’Naan. Tom Chaplin, Tim Rice-Oxley e Richard Hughes formam os Keane e vão estar ao vivo, dia 16 de Julho, no Festival Super Bock Super Rock no Meco.
Pequeno Almoço Continental
Os Pontos Negros
Universal Music Portugal
«Pequeno Almoço Continental» é o novo álbum de Os Pontos Negros, que inclui o tema «Rei Bã», o single da banda com alta rotação na Antena 3, cujo vídeo já roda na MTV. Descrita por Jacinto Lucas Pires como sendo uma canção «luminosa», «Rei Bã» serve na perfeição como cartão de visita a um álbum que promete surpreender até os mais prevenidos. Para este trabalho, Os Pontos Negros convidaram Jorge Cruz (Superego e Diabo na Cruz) para a co-produção. Captado no início do mês de Março, o novo disco foi gravado em Vila Nova de Gaia, nos Boom Studios (propriedade de Pedro Abrunhosa). Aguardado com muita expectativa, o segundo trabalho da banda chegou às lojas no dia 17 de Maio, mais uma vez pela Universal Music Portugal.
Sweet 7
Sugababes
Universal Music Portugal
Vai ser lançado no próximo dia 12 de Julho este novo álbum das Sugababes, a mais bem sucedida girl-band do Reino Unido, perseguindo o sucesso que levou ao Top 10 temas como “Sexy” e “About A Girl”. “Sweet 7” promete a banda no seu melhor, com um salto para um pop mais atrevido e pós-moderno, donde várias faixas poderão ser escolhidas como singles. Basta lembrar que as Sugababes são uma das bandas mais excitantes e dinâmicas da Grã-Bretanha, com uma mistura surpreendente de canções de génio, puro talento e performance total. Daí os mais de 7 milhões de álbuns e 3 milhões de singles vendidos, acumulando mais presenças na tabela Top 10 do que as Spice Girls, All Saints ou Destiny’s Child, só para citar alguns dos concorrentes neste sector.
U2
Universal Music Portugal
O concerto no Rose Bowl foi o maior espectáculo dos U2 em 2009 e o maior de sempre nos Estados Unidos, com mais de 97 mil pessoas na audiência. Transmitido em directo para os sete continentes via YouTube, teve mais de dez milhões de visionamentos em apenas uma semana. Completamente filmado em Alta Definição, o concerto foi gravado por 27 câmaras e realizado por Tom Krueger, estando agora disponível em formato standard e em duas edições deluxe diferentes, sendo o primeiro concerto da banda em Blu–ray. Os formatos deluxe e Blu-ray incluem um novo documentário intitulado, com novas entrevistas e materiais sobre a produção da digressão. Portugal recebe a banda em duas datas já esgotadas, no Estádio de Coimbra, nos dias 2 e 3 de Outubro.
Estádio do Restelo – 2009
Xutos & Pontapés
Universal Music Portugal
Este é o 4.º DVD ao vivo da maior banda de rock português, que atingiu de imediato o n.º1 do top de vendas e DVD de Platina, por vendas superiores a 8.000 unidades. Realizado por José Pinheiro e gravado durante o concerto comemorativo do 30.º aniversário dos Xutos & Pontapés, ao qual assistiram mais de 30 mil fãs, está disponível em duas versões: uma edição que inclui um duplo-DVD – um com a gravação do concerto, num total de 32 canções, e um segundo com extras (“Making of”, “Time lapse” e fotos) – e uma edição especial que ao duplo-DVD junta um duplo-CD audio com o mesmo alinhamento do DVD. Em quase 3 horas de música, os Xutos & Pontapés tiveram como convidados neste concerto Camané, Pacman (Da Weasel), Pedro Gonçalves (Dead Combo) e Manuel Paulo.
Night Train
Keane
Universal Music Portugal
Night Train, dos Keane, entrou directamente para os tops de vendas, juntando-se assim a ‘Hope and Fears’ (2004), ‘Under The Iron Sea’ (2006) e ‘Perfect Symmetry’ (2008). Inclui oito poderosos novos temas compostos e gravados durante a digressão mundial de “Perfect Symmetry”, que levou a banda a recintos esgotados em 28 países. O título é inspirado no meio de transporte favorito da banda durante esta digressão. “Stop For A Minute” é o tema de apresentação do álbum, que já roda nas rádios portuguesas e conta com a participação do rapper K’Naan. Tom Chaplin, Tim Rice-Oxley e Richard Hughes formam os Keane e vão estar ao vivo, dia 16 de Julho, no Festival Super Bock Super Rock no Meco.
Pequeno Almoço Continental
Os Pontos Negros
Universal Music Portugal
«Pequeno Almoço Continental» é o novo álbum de Os Pontos Negros, que inclui o tema «Rei Bã», o single da banda com alta rotação na Antena 3, cujo vídeo já roda na MTV. Descrita por Jacinto Lucas Pires como sendo uma canção «luminosa», «Rei Bã» serve na perfeição como cartão de visita a um álbum que promete surpreender até os mais prevenidos. Para este trabalho, Os Pontos Negros convidaram Jorge Cruz (Superego e Diabo na Cruz) para a co-produção. Captado no início do mês de Março, o novo disco foi gravado em Vila Nova de Gaia, nos Boom Studios (propriedade de Pedro Abrunhosa). Aguardado com muita expectativa, o segundo trabalho da banda chegou às lojas no dia 17 de Maio, mais uma vez pela Universal Music Portugal.
Sweet 7
Sugababes
Universal Music Portugal
Vai ser lançado no próximo dia 12 de Julho este novo álbum das Sugababes, a mais bem sucedida girl-band do Reino Unido, perseguindo o sucesso que levou ao Top 10 temas como “Sexy” e “About A Girl”. “Sweet 7” promete a banda no seu melhor, com um salto para um pop mais atrevido e pós-moderno, donde várias faixas poderão ser escolhidas como singles. Basta lembrar que as Sugababes são uma das bandas mais excitantes e dinâmicas da Grã-Bretanha, com uma mistura surpreendente de canções de génio, puro talento e performance total. Daí os mais de 7 milhões de álbuns e 3 milhões de singles vendidos, acumulando mais presenças na tabela Top 10 do que as Spice Girls, All Saints ou Destiny’s Child, só para citar alguns dos concorrentes neste sector.
157 - Sugestões de leitura
A Família e a Saúde Mental
Purificação Bagagem
Tal como referimos na última edição, a autora golpilheirense Maria da Purificação Bagagem acaba de escrever um novo livro, intitulado “A Família e a Saúde Mental”, com prefácio de D. António Marto. A apresentação está marcada para o dia 24 de Julho, às 17h00, na Câmara Municipal da Batalha.
Trata-se do “resultado de mais de cinquenta anos de uma vida de trabalho, de estudo, análise e reflexão”, que visa “contribuir para ajudar os pais, em especial os jovens pais, a prepararem-se para encarar com responsabilidade e empenho a educação dos filhos”. O livro aborda temas como “a importância da família na vida humana”, “a família e a saúde mental”, “o papel dos pais na criação e formação dos filhos” e “a caracterização da família onde nasci e cresci”.
A Comuna Judaica de Leiria - Das Origens à Expulsão
Saul António Gomes
Cátedra de Estudos Sefarditas Alberto Benveniste
Apesar de se auto-considerar “introdução ao estudo histórico e documental” do tema, esta é mais uma obra de vulto deste grande historiador leiriense. Saul António Gomes lega à comunidade uma publicação que retrata a fundação da judiaria e a sua topografia, as infra-estruturas urbanas, a população, a antroponímia judaica local, a personalidade jurídica da comuna e a respectiva administração, a vida económica e as rendas, a sociedade e a vida quotidiana, a cultura e as conversões ao Cristianismo e, finalmente, a expulsão e a sobrevivência dos judeus na nossa região. Ao todo, mais 210 documentos conhecem a luz do dia e estão à disposição de quem queria estudar este assunto da nossa história local.
Quem escreveu O Couseiro?
Ricardo Charters d’Azevedo
Editora Textiverso
O Couseiro ou Memórias do Bispado de Leiria é dos livros mais citados e solicitados no âmbito da historiografia do distrito leiriense. Escrito há cerca de 400 anos, as cópias manuscritas que hoje existem tiveram como base outras cópias, com três edições impressas desde 1868. Sendo difícil determinar qual a versão mais fiel, mais ainda é descobrir o autor. Foi o que se tentou fazer neste ensaio, onde se sugerem, não um, mas dois autores, o que se revela uma surpresa e poderá desencadear um nível elevado de discussão à volta do tema. Segundo Charters d’Azevedo, “provavelmente nunca saberemos ao certo quem escreveu O Couseiro”, esperando que a teoria apresentada neste livro seja mais um contributo para “aprofundar conhecimentos sobre o assunto”.
O Pinhal
Luís Ferreira
Papiro editora
No século XX, poderia ter havido um pinhal, com um terreno no seu centro, no qual se localizavam duas casas, onde vivia uma família. Ali as pessoas lutavam não só pela sobrevivência, mas também pela dignidade e pela presença da felicidade nas suas vidas. As dificuldades, as contrariedades, as incompreensões, a violência doméstica e as barreiras faziam permanentemente parte daquela família da Região Centro Litoral, que poderá ser a representação de muitas famílias portuguesas das últimas décadas. Ao ler este livro, poderá conhecer ou recordar o modo de vida e a forma de pensar das pessoas nos meios rurais de há 20, 30, 40 ou mais anos e verificar as diferenças ou semelhanças com a actualidade.
À Procura de Um Lugar
Fátima Marinho
Ilustração: Vicente
Alphabetum Editora
O nascimento do Vicente transformou tudo e todos à sua volta. Fora concebido numa viagem aos Alpes suíços e a sua vinda preparada com detalhe. Mas Vicente trazia consigo uma revelação esmagadora. Tinha trissomia 21. O dia do seu nascimento foi o acto inaugural de mil desafios, mas também o início de vidas maiores que se escondiam no conforto e na previsibilidade dos dias. Esta é uma obra didáctica que alerta para as dificuldades e os desafios das crianças que sofrem com trissomia 21 e respectivas famílias. Os deficientes visuais terão oportunidade para conhecer também o livro, através do audiolivro que acompanha a obra. Parte das vendas reverte para a APPT21.
O Meu Primeiro Jesus
Padre Peter Stilwell
Ilustração: José Miguel Ribeiro
Publicações Dom Quixote
Jesus Cristo é uma das figuras mais marcantes da história da humanidade. Mas como era ele? Que efeito teve sobre quem com ele se cruzava? Que semente lançou que ainda germina e cresce por toda a parte, em todo o Mundo? O Padre Peter Stilwell apresenta Jesus de uma forma original e arriscada: partindo de um personagem misterioso do Evangelho de S. Marcos e tecendo ligações inesperadas entre episódios da vida de Jesus. É um livro que representará para muitos jovens de todas as idades, uma aproximação muito interpelante sobre Jesus. As belíssimas aguarelas de José Miguel Ribeiro ilustram delicadamente o texto. Público-alvo: 7 aos 9 anos.
O Tesouro Azul
As Aventuras do Verdinho 2
Mónica Silva
Ilustração: Dina Silva
Edição: Natureza Brincalhona
O 2.º volume da colecção As Aventuras do Verdinho é dedicado ao tema da água. Algo de estranho se passa no Planeta Verde. A água está a desaparecer… O Verdinho e os amigos partem na demanda da Gruta Azul e, com a ajuda de um duende, o guardião da Gruta Azul, vão descobrir o que está a acontecer à água. Neste cativante livro, as crianças vão descobrir isto e muito mais… como seis formas ilustradas de poupar água ilustradas e cinco jogos muito divertidos. É necessário mudar os hábitos e torná-los mais sustentáveis e as crianças são particularmente sensíveis e receptivas às questões ambientais. O livro encontra-se à venda na Natureza Brincalhona e na Fnac.
Rockinho, por um mundo melhor!
Gilda Nunes Barata
Ilustração: Ney Megali
Objectiva / Alfaguara Infantil
Este livro é a síntese do “Rock in Rio” para os mais novos, porque associa todos os objectivos do maior evento de música e entretenimento do mundo, procurando desenvolver nas crianças o gosto pela música e sensibilizá-las para a importância de cuidar do planeta. O Rockinho é um menino como os outros que usa calças de ganga, come pizza e é um aluno genial. Vive no Planeta Rock, vai à Escola das Guitarras Voadoras e é guitarrista da banda Batatas Fritas e Salsichas Malucas. Tem a cabeça cheia de ritmo, e, se escrevesse todas as canções que sabe, encheria um livro inteiro! Por cada livro vendido, 1 euro reverte para uma instituição de acção social, conforme o Projecto Social do Rock in Rio-Lisboa.
D. Nuno, o Santo Cavaleiro
Vanda Furtado Marques
Ilustração: Gabriel Colaço
Editora 7 Dias 6 Noites
“Há muito, muito tempo atrás, vivia no Reino de Portugal um menino chamado Nuno. Nuno era um sonhador, passava horas e horas a brincar com a sua espada de madeira e a imaginar que era forte e valente, como os cavaleiros do Rei Artur.” É desta forma sedutora que começa este livro infantil, lançado no passado dia 24 de Abril, no Centro de Interpretação Batalha de Aljubarrota, em S. Jorge. A edição bilingue (português/inglês) visa atingir um público internacional, que se interessa cada vez mais pela figura de Nuno Álvares Pereira, em particular depois da sua canonização pelo Vaticano, a 26 de Abril de 2009.
Leiria - Ao encontro do Castelo
Adélio Amaro
AICAL / Folheto Edições
A Associação de Investigação e Cultura dos Açores/Leiria (AICAL) e a Junta de Freguesia de Leiria apresentaram este mês o livro de fotografia “Leiria ao encontro do Castelo”, da colecção “Cantos, Recantos e Encantos”, de Adélio Amaro. Trata-se uma obra que mostra com muita originalidade alguns pormenores do património e paisagens daquela cidade, procurando revelar os “encantos” que se escondem aos olhares menos atentos. Por outro lado, pretende ser uma “montra” de Leiria para o exterior, nomeadamente para a sua divulgação nos Açores, âmbito em que a AICAL está a desenvolver o seu trabalho. Na mesma linha foi assinado nesta sessão um protocolo de colaboração entre a associação e a Junta de Freguesia de Leiria.
Goa - 50 Anos depois
António Borges da Cunha
Folheto Edições & Design
Este é um livro de memórias que poderá ser também um convite à reflexão do presente. Profusamente ilustrado e com incursões diversas pela vida social, política e cultural de Goa, sugere ao leitor uma viagem no tempo comparativo, entre o ano de 1957 em que o autor foi chamado a prestar serviço militar naquele antigo Estado da Índia Portuguesa e o seu estado 50 anos depois, conforme o encontrou numa visita em 2008. Esta é uma leitura aconselhada a quem tem curiosidade sobre aquele ex-território português, pois encontrará uma visita guiada relatada na primeira pessoa, por alguém que se confessa “deslumbrado” com este “mundo à parte”.
Portugal – País de Tradição
Pedro Silva
Edição de Ramiro leão
Ao fim de uma década de actividade literária, Pedro Silva produz mais um título de cariz ensaístico, abordando alguns dos elementos mais relevantes do passado de Portugal. Esta é uma análise isenta e rigorosa de temas como os Celtas, os Lusitanos ou a presença romana no nosso país, isto sem deixar abordar elementos tão interessantes quanto os símbolos eternos de Portugal. Por último, o autor não se coíbe de analisar algumas das mais interessantes personalidades históricas nacionais, entre elas o poeta Fernando Pessoa, mas também Viriato e Dom Gualdim Pais. Uma obra concisa mas plena de interesse histórico.
Santo António - O Homem Por Trás da Lenda
António Eça de Queiroz
Editora Guerra & Paz
Na biografia do santo mais popular de Portugal, de António Eça de Queiroz, o leitor vai conhecer a vida e a obra do padroeiro de Lisboa e Pádua: um homem culto, generoso e totalmente dedicado às causas humanas. O caminho de Santo António passou por Portugal e Itália, mas os seus milagres são hoje conhecidos em toda a parte. É a história desse homem, que explica o significado da palavra santidade, que esta biografia revela. O livro foi oferecido pela G&P aos casais que integraram a edição 2010 dos Casamentos de Santo António, organizados pela Câmara Municipal de Lisboa.
A Glória na Europa - Sport Lisboa e Benfica - 50 anos da primeira Taça dos Campeões
João Vasco Almeida
Frederico Valarinho
Editora Guerra & Paz
A Glória na Europa celebra uma das maiores vitórias do Benfica, a conquista da 1ª Taça dos Campeões Europeus, no momento em que o clube comemora o 32.º título de campeão nacional. 50 anos depois, o livro relata o feito inédito que marcou a história do Benfica e do País. Com o selo oficial do Sport Lisboa e Benfica, esta é uma edição bilingue (português/inglês) que inclui fotografias de época. Um objecto essencial para todos os amantes de desporto, historiadores e, acima de tudo, para qualquer benfiquista.
Onda Benfica
Jornal online Maisfutebol
Editora Objectiva
Jorge Jesus foi apenas o terceiro treinador português a conquistar o título pelo Benfica. Quando chegou, prometeu que na época seguinte a equipa jogaria o dobro. No final da temporada muitos adeptos “encarnados” deram-lhe razão. Neste livro, contam-se as histórias desconhecidas de Jorge Jesus e das principais figuras do Benfica. Revelam-se os números que explicam a superioridade benfiquista num campeonato discutido até ao último suspiro. Um livro com todas as figuras, casos e estatísticas, que regista a história da mais importante competição futebolística portuguesa, a 76ª edição da Liga. Editado pelo Maisfutebol, desde 2004/05, este é o sexto livro da Liga.
Sacerdotes Heróicos
John Pontifex
John Newton
http://www.fundacao-ais.pt/
A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) apresenta a obra “Sacerdotes heróicos”, com a qual quis encerrar simbolicamente o Ano Sacerdotal convocado por Bento XVI. O livro narra as histórias de 12 padres do nosso tempo, que apoiados também pela AIS servem ou serviram Deus e o Seu povo de forma extraordinária, em várias partes do mundo. A presidente da Fundação, Catarina Bettencourt, sublinha a importância de promover obras como esta, lembrando que entre os padres da Igreja Católica “há mais histórias positivas do que negativas”. Na obra lembra-se que a perseguição aos cristãos não é algo que remonte apenas aos primeiros séculos da Igreja, mas ainda hoje afecta os fiéis, incluindo muitos padres e Bispos.
Jerzy Popieluszko
Grazuna Sikorski
Paulinas
http://www.fundacao-ais.pt/
Numa época em que o Comunismo consolidava o seu poder vitorioso sobre a Polónia, em 1947, Jerzy Popieluszko nascia numa família de camponeses. Cerca de quarenta anos depois, quando o comunismo europeu começava a desagregar-se, o seu corpo mutilado foi lançado ao rio Wisla. Este sacerdote jovem e simples viveu na sua própria carne o apelo de Cristo a amar os inimigos e a vencer o mal com o bem com uma coragem que ia para além das suas forças. Esta terrível memória da violência totalitária dos tempos modernos apenas se pode superar com a esperança irresistível que a vitória Verdade, Cristo crucificado, traz ao mundo de hoje. Este relato inclui muitos dos escritos de Jerzy Popieluszko.
Purificação Bagagem
Tal como referimos na última edição, a autora golpilheirense Maria da Purificação Bagagem acaba de escrever um novo livro, intitulado “A Família e a Saúde Mental”, com prefácio de D. António Marto. A apresentação está marcada para o dia 24 de Julho, às 17h00, na Câmara Municipal da Batalha.
Trata-se do “resultado de mais de cinquenta anos de uma vida de trabalho, de estudo, análise e reflexão”, que visa “contribuir para ajudar os pais, em especial os jovens pais, a prepararem-se para encarar com responsabilidade e empenho a educação dos filhos”. O livro aborda temas como “a importância da família na vida humana”, “a família e a saúde mental”, “o papel dos pais na criação e formação dos filhos” e “a caracterização da família onde nasci e cresci”.
A Comuna Judaica de Leiria - Das Origens à Expulsão
Saul António Gomes
Cátedra de Estudos Sefarditas Alberto Benveniste
Apesar de se auto-considerar “introdução ao estudo histórico e documental” do tema, esta é mais uma obra de vulto deste grande historiador leiriense. Saul António Gomes lega à comunidade uma publicação que retrata a fundação da judiaria e a sua topografia, as infra-estruturas urbanas, a população, a antroponímia judaica local, a personalidade jurídica da comuna e a respectiva administração, a vida económica e as rendas, a sociedade e a vida quotidiana, a cultura e as conversões ao Cristianismo e, finalmente, a expulsão e a sobrevivência dos judeus na nossa região. Ao todo, mais 210 documentos conhecem a luz do dia e estão à disposição de quem queria estudar este assunto da nossa história local.
Quem escreveu O Couseiro?
Ricardo Charters d’Azevedo
Editora Textiverso
O Couseiro ou Memórias do Bispado de Leiria é dos livros mais citados e solicitados no âmbito da historiografia do distrito leiriense. Escrito há cerca de 400 anos, as cópias manuscritas que hoje existem tiveram como base outras cópias, com três edições impressas desde 1868. Sendo difícil determinar qual a versão mais fiel, mais ainda é descobrir o autor. Foi o que se tentou fazer neste ensaio, onde se sugerem, não um, mas dois autores, o que se revela uma surpresa e poderá desencadear um nível elevado de discussão à volta do tema. Segundo Charters d’Azevedo, “provavelmente nunca saberemos ao certo quem escreveu O Couseiro”, esperando que a teoria apresentada neste livro seja mais um contributo para “aprofundar conhecimentos sobre o assunto”.
O Pinhal
Luís Ferreira
Papiro editora
No século XX, poderia ter havido um pinhal, com um terreno no seu centro, no qual se localizavam duas casas, onde vivia uma família. Ali as pessoas lutavam não só pela sobrevivência, mas também pela dignidade e pela presença da felicidade nas suas vidas. As dificuldades, as contrariedades, as incompreensões, a violência doméstica e as barreiras faziam permanentemente parte daquela família da Região Centro Litoral, que poderá ser a representação de muitas famílias portuguesas das últimas décadas. Ao ler este livro, poderá conhecer ou recordar o modo de vida e a forma de pensar das pessoas nos meios rurais de há 20, 30, 40 ou mais anos e verificar as diferenças ou semelhanças com a actualidade.
À Procura de Um Lugar
Fátima Marinho
Ilustração: Vicente
Alphabetum Editora
O nascimento do Vicente transformou tudo e todos à sua volta. Fora concebido numa viagem aos Alpes suíços e a sua vinda preparada com detalhe. Mas Vicente trazia consigo uma revelação esmagadora. Tinha trissomia 21. O dia do seu nascimento foi o acto inaugural de mil desafios, mas também o início de vidas maiores que se escondiam no conforto e na previsibilidade dos dias. Esta é uma obra didáctica que alerta para as dificuldades e os desafios das crianças que sofrem com trissomia 21 e respectivas famílias. Os deficientes visuais terão oportunidade para conhecer também o livro, através do audiolivro que acompanha a obra. Parte das vendas reverte para a APPT21.
O Meu Primeiro Jesus
Padre Peter Stilwell
Ilustração: José Miguel Ribeiro
Publicações Dom Quixote
Jesus Cristo é uma das figuras mais marcantes da história da humanidade. Mas como era ele? Que efeito teve sobre quem com ele se cruzava? Que semente lançou que ainda germina e cresce por toda a parte, em todo o Mundo? O Padre Peter Stilwell apresenta Jesus de uma forma original e arriscada: partindo de um personagem misterioso do Evangelho de S. Marcos e tecendo ligações inesperadas entre episódios da vida de Jesus. É um livro que representará para muitos jovens de todas as idades, uma aproximação muito interpelante sobre Jesus. As belíssimas aguarelas de José Miguel Ribeiro ilustram delicadamente o texto. Público-alvo: 7 aos 9 anos.
O Tesouro Azul
As Aventuras do Verdinho 2
Mónica Silva
Ilustração: Dina Silva
Edição: Natureza Brincalhona
O 2.º volume da colecção As Aventuras do Verdinho é dedicado ao tema da água. Algo de estranho se passa no Planeta Verde. A água está a desaparecer… O Verdinho e os amigos partem na demanda da Gruta Azul e, com a ajuda de um duende, o guardião da Gruta Azul, vão descobrir o que está a acontecer à água. Neste cativante livro, as crianças vão descobrir isto e muito mais… como seis formas ilustradas de poupar água ilustradas e cinco jogos muito divertidos. É necessário mudar os hábitos e torná-los mais sustentáveis e as crianças são particularmente sensíveis e receptivas às questões ambientais. O livro encontra-se à venda na Natureza Brincalhona e na Fnac.
Rockinho, por um mundo melhor!
Gilda Nunes Barata
Ilustração: Ney Megali
Objectiva / Alfaguara Infantil
Este livro é a síntese do “Rock in Rio” para os mais novos, porque associa todos os objectivos do maior evento de música e entretenimento do mundo, procurando desenvolver nas crianças o gosto pela música e sensibilizá-las para a importância de cuidar do planeta. O Rockinho é um menino como os outros que usa calças de ganga, come pizza e é um aluno genial. Vive no Planeta Rock, vai à Escola das Guitarras Voadoras e é guitarrista da banda Batatas Fritas e Salsichas Malucas. Tem a cabeça cheia de ritmo, e, se escrevesse todas as canções que sabe, encheria um livro inteiro! Por cada livro vendido, 1 euro reverte para uma instituição de acção social, conforme o Projecto Social do Rock in Rio-Lisboa.
D. Nuno, o Santo Cavaleiro
Vanda Furtado Marques
Ilustração: Gabriel Colaço
Editora 7 Dias 6 Noites
“Há muito, muito tempo atrás, vivia no Reino de Portugal um menino chamado Nuno. Nuno era um sonhador, passava horas e horas a brincar com a sua espada de madeira e a imaginar que era forte e valente, como os cavaleiros do Rei Artur.” É desta forma sedutora que começa este livro infantil, lançado no passado dia 24 de Abril, no Centro de Interpretação Batalha de Aljubarrota, em S. Jorge. A edição bilingue (português/inglês) visa atingir um público internacional, que se interessa cada vez mais pela figura de Nuno Álvares Pereira, em particular depois da sua canonização pelo Vaticano, a 26 de Abril de 2009.
Leiria - Ao encontro do Castelo
Adélio Amaro
AICAL / Folheto Edições
A Associação de Investigação e Cultura dos Açores/Leiria (AICAL) e a Junta de Freguesia de Leiria apresentaram este mês o livro de fotografia “Leiria ao encontro do Castelo”, da colecção “Cantos, Recantos e Encantos”, de Adélio Amaro. Trata-se uma obra que mostra com muita originalidade alguns pormenores do património e paisagens daquela cidade, procurando revelar os “encantos” que se escondem aos olhares menos atentos. Por outro lado, pretende ser uma “montra” de Leiria para o exterior, nomeadamente para a sua divulgação nos Açores, âmbito em que a AICAL está a desenvolver o seu trabalho. Na mesma linha foi assinado nesta sessão um protocolo de colaboração entre a associação e a Junta de Freguesia de Leiria.
Goa - 50 Anos depois
António Borges da Cunha
Folheto Edições & Design
Este é um livro de memórias que poderá ser também um convite à reflexão do presente. Profusamente ilustrado e com incursões diversas pela vida social, política e cultural de Goa, sugere ao leitor uma viagem no tempo comparativo, entre o ano de 1957 em que o autor foi chamado a prestar serviço militar naquele antigo Estado da Índia Portuguesa e o seu estado 50 anos depois, conforme o encontrou numa visita em 2008. Esta é uma leitura aconselhada a quem tem curiosidade sobre aquele ex-território português, pois encontrará uma visita guiada relatada na primeira pessoa, por alguém que se confessa “deslumbrado” com este “mundo à parte”.
Portugal – País de Tradição
Pedro Silva
Edição de Ramiro leão
Ao fim de uma década de actividade literária, Pedro Silva produz mais um título de cariz ensaístico, abordando alguns dos elementos mais relevantes do passado de Portugal. Esta é uma análise isenta e rigorosa de temas como os Celtas, os Lusitanos ou a presença romana no nosso país, isto sem deixar abordar elementos tão interessantes quanto os símbolos eternos de Portugal. Por último, o autor não se coíbe de analisar algumas das mais interessantes personalidades históricas nacionais, entre elas o poeta Fernando Pessoa, mas também Viriato e Dom Gualdim Pais. Uma obra concisa mas plena de interesse histórico.
Santo António - O Homem Por Trás da Lenda
António Eça de Queiroz
Editora Guerra & Paz
Na biografia do santo mais popular de Portugal, de António Eça de Queiroz, o leitor vai conhecer a vida e a obra do padroeiro de Lisboa e Pádua: um homem culto, generoso e totalmente dedicado às causas humanas. O caminho de Santo António passou por Portugal e Itália, mas os seus milagres são hoje conhecidos em toda a parte. É a história desse homem, que explica o significado da palavra santidade, que esta biografia revela. O livro foi oferecido pela G&P aos casais que integraram a edição 2010 dos Casamentos de Santo António, organizados pela Câmara Municipal de Lisboa.
A Glória na Europa - Sport Lisboa e Benfica - 50 anos da primeira Taça dos Campeões
João Vasco Almeida
Frederico Valarinho
Editora Guerra & Paz
A Glória na Europa celebra uma das maiores vitórias do Benfica, a conquista da 1ª Taça dos Campeões Europeus, no momento em que o clube comemora o 32.º título de campeão nacional. 50 anos depois, o livro relata o feito inédito que marcou a história do Benfica e do País. Com o selo oficial do Sport Lisboa e Benfica, esta é uma edição bilingue (português/inglês) que inclui fotografias de época. Um objecto essencial para todos os amantes de desporto, historiadores e, acima de tudo, para qualquer benfiquista.
Onda Benfica
Jornal online Maisfutebol
Editora Objectiva
Jorge Jesus foi apenas o terceiro treinador português a conquistar o título pelo Benfica. Quando chegou, prometeu que na época seguinte a equipa jogaria o dobro. No final da temporada muitos adeptos “encarnados” deram-lhe razão. Neste livro, contam-se as histórias desconhecidas de Jorge Jesus e das principais figuras do Benfica. Revelam-se os números que explicam a superioridade benfiquista num campeonato discutido até ao último suspiro. Um livro com todas as figuras, casos e estatísticas, que regista a história da mais importante competição futebolística portuguesa, a 76ª edição da Liga. Editado pelo Maisfutebol, desde 2004/05, este é o sexto livro da Liga.
Sacerdotes Heróicos
John Pontifex
John Newton
http://www.fundacao-ais.pt/
A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) apresenta a obra “Sacerdotes heróicos”, com a qual quis encerrar simbolicamente o Ano Sacerdotal convocado por Bento XVI. O livro narra as histórias de 12 padres do nosso tempo, que apoiados também pela AIS servem ou serviram Deus e o Seu povo de forma extraordinária, em várias partes do mundo. A presidente da Fundação, Catarina Bettencourt, sublinha a importância de promover obras como esta, lembrando que entre os padres da Igreja Católica “há mais histórias positivas do que negativas”. Na obra lembra-se que a perseguição aos cristãos não é algo que remonte apenas aos primeiros séculos da Igreja, mas ainda hoje afecta os fiéis, incluindo muitos padres e Bispos.
Jerzy Popieluszko
Grazuna Sikorski
Paulinas
http://www.fundacao-ais.pt/
Numa época em que o Comunismo consolidava o seu poder vitorioso sobre a Polónia, em 1947, Jerzy Popieluszko nascia numa família de camponeses. Cerca de quarenta anos depois, quando o comunismo europeu começava a desagregar-se, o seu corpo mutilado foi lançado ao rio Wisla. Este sacerdote jovem e simples viveu na sua própria carne o apelo de Cristo a amar os inimigos e a vencer o mal com o bem com uma coragem que ia para além das suas forças. Esta terrível memória da violência totalitária dos tempos modernos apenas se pode superar com a esperança irresistível que a vitória Verdade, Cristo crucificado, traz ao mundo de hoje. Este relato inclui muitos dos escritos de Jerzy Popieluszko.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
EDITORIAL | Vida cheia
Vida cheia
Aproximam-se semanas de intensa actividade cultural, desportiva e social. Os dias maiores e o calor motivam as actividades de rua, o convívio e a festa. Deixamos espalhadas pelas páginas desta edição várias propostas, mas pela região muitas mais haverá a descobrir. Não deixe de procurar informação e de aproveitar para encher a vida de dias felizes.
Os nossos Bombeiros comemoraram 32 anos da sua fundação e continuam a servir a população sempre com mais vigor e dedicação. Fomos fazer a reportagem e conversar com quem ali oferece um pouco da sua vida pela vida dos outros.
O Papa veio a Portugal e esteve bem perto de nós, em Fátima, onde alguns golpilheirenses marcámos presença. Não precisamos de contar como foi a visita, pois todos teremos acompanhado mais ou menos esses relatos. Mas deixamos um resumo alargado das palavras que nos dirigiu, pois acreditamos que a sua mensagem pode ajudar-nos a uma vida mais cheia de sentido.
Aproximam-se semanas de intensa actividade cultural, desportiva e social. Os dias maiores e o calor motivam as actividades de rua, o convívio e a festa. Deixamos espalhadas pelas páginas desta edição várias propostas, mas pela região muitas mais haverá a descobrir. Não deixe de procurar informação e de aproveitar para encher a vida de dias felizes.
Os nossos Bombeiros comemoraram 32 anos da sua fundação e continuam a servir a população sempre com mais vigor e dedicação. Fomos fazer a reportagem e conversar com quem ali oferece um pouco da sua vida pela vida dos outros.
O Papa veio a Portugal e esteve bem perto de nós, em Fátima, onde alguns golpilheirenses marcámos presença. Não precisamos de contar como foi a visita, pois todos teremos acompanhado mais ou menos esses relatos. Mas deixamos um resumo alargado das palavras que nos dirigiu, pois acreditamos que a sua mensagem pode ajudar-nos a uma vida mais cheia de sentido.
terça-feira, 18 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
EDITORIAL | Mais ricos
É uma boa notícia que empresas e instituições ligadas ao ambiente tenham escolhido a nossa freguesia para comemorarem o Dia Mundial da Terra. Podia também ser o Dia da Árvore, da Água, da Floresta ou do Ambiente. Porque todos os dias são dias de cuidar da natureza de que fazemos parte e da qual dependemos para viver. Depois da recente limpeza das margens e desassoreamento do leito, o nosso rio ficou mais rico, com cerca de 300 árvores próprias do habitat ribeirinho. E assim também nós ficamos mais ricos. E mais responsabilizados para as proteger.
Outra boa notícia é a conquista de mais um campeonato – o quarto consecutivo – e de mais uma Taça Distrital pela nossa equipa de futsal feminino sénior. É o resultado de um trabalho regular, esforçado e competente das atletas, da equipa técnica e dos dirigentes da nossa colectividade. É também fruto do apoio e carinho de algumas dezenas de adeptos que acompanham os jogos e incentivam as "Golpilhas" a dar o seu melhor. Estamos todos de parabéns, porque com as suas conquistas todos ficamos mais ricos.
Podíamos aqui mencionar outras boas notícias que, por significarem momentos felizes de vida, são fonte de riqueza para todos nós. Por exemplo, a próxima vinda do Papa a Portugal, sobretudo à nossa vizinha Fátima, que vai trazer vários tipos de enriquecimento à região, desde o espiritual ao financeiro. Na mesma linha, a Festa da Fé que a Diocese vai promover – na qual somos chamados a participar – poderá ser também uma oportunidade para nos enriquecermos interiormente.
Outra boa notícia é a conquista de mais um campeonato – o quarto consecutivo – e de mais uma Taça Distrital pela nossa equipa de futsal feminino sénior. É o resultado de um trabalho regular, esforçado e competente das atletas, da equipa técnica e dos dirigentes da nossa colectividade. É também fruto do apoio e carinho de algumas dezenas de adeptos que acompanham os jogos e incentivam as "Golpilhas" a dar o seu melhor. Estamos todos de parabéns, porque com as suas conquistas todos ficamos mais ricos.
Podíamos aqui mencionar outras boas notícias que, por significarem momentos felizes de vida, são fonte de riqueza para todos nós. Por exemplo, a próxima vinda do Papa a Portugal, sobretudo à nossa vizinha Fátima, que vai trazer vários tipos de enriquecimento à região, desde o espiritual ao financeiro. Na mesma linha, a Festa da Fé que a Diocese vai promover – na qual somos chamados a participar – poderá ser também uma oportunidade para nos enriquecermos interiormente.
Margens do Lena receberam 300 novas árvores autóctones
SIMLIS comemorou o Dia Mundial da Terra com crianças da Golpilheira
No passado dia 23 de Abril, a SIMLIS – Saneamento Integrado dos Municípios do Lis, S.A. escolheu a nossa freguesia para assinalar o Dia Mundial da Terra, numa acção conjunta com a Administração da Região Hidrográfica do Centro, I.P. (ARH Centro), a Câmara Municipal da Batalha (CMB) e a Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Golpilheira.
Mas nem por isso deixou de ser bem participada e muito empenhada esta acção de reflorestação das margens do rio Lena, entre a Ponte de Almagra e a Canoeira, em território da freguesia da Golpilheira. As cerca de 60 crianças da nossa escola e respectivos professores não deixaram os seus créditos por mãos alheias e foram uma preciosa ajuda para os engenheiros e técnicos da SimLis, da ARH Centro e da CMB. Durante toda a manhã, percorreram cheias de alegria e entusiasmo este longo percurso junto às margens do Lena, deixando plantadas cerca de 300 novas árvores ribeirinhas, nomeadamente freixos, salgueiros e amieiros. Todas elas plantas autóctones, ou seja, nativas e próprias da nossa região e deste ambiente natural.
No passado dia 23 de Abril, a SIMLIS – Saneamento Integrado dos Municípios do Lis, S.A. escolheu a nossa freguesia para assinalar o Dia Mundial da Terra, numa acção conjunta com a Administração da Região Hidrográfica do Centro, I.P. (ARH Centro), a Câmara Municipal da Batalha (CMB) e a Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Golpilheira.Tínhamos anunciado na passada edição que estava em preparação uma acção ambiental junto ao rio Lena, com plantação de algumas centenas de árvores autóctones, que envolveria as crianças das escolas, as entidades autárquicas e a população em geral. Dado o prazo apertado para a execução do projecto e a ocasião desta efeméride do Dia Mundial da Terra, não houve oportunidade para organizar uma iniciativa mais alargada, que entretanto haveremos de calendarizar lá para o Outono.
Mas nem por isso deixou de ser bem participada e muito empenhada esta acção de reflorestação das margens do rio Lena, entre a Ponte de Almagra e a Canoeira, em território da freguesia da Golpilheira. As cerca de 60 crianças da nossa escola e respectivos professores não deixaram os seus créditos por mãos alheias e foram uma preciosa ajuda para os engenheiros e técnicos da SimLis, da ARH Centro e da CMB. Durante toda a manhã, percorreram cheias de alegria e entusiasmo este longo percurso junto às margens do Lena, deixando plantadas cerca de 300 novas árvores ribeirinhas, nomeadamente freixos, salgueiros e amieiros. Todas elas plantas autóctones, ou seja, nativas e próprias da nossa região e deste ambiente natural.O objectivo desta iniciativa foi "sensibilizar para a protecção dos ecossistemas ribeirinhos, bem como promover a requalificação deste troço", esclareceu Sandra Vieira, da SimLis, acrescentando que "com a realização de acções deste tipo visamos a conservação dos espaços fluviais, com vista à aplicação das exigências da Directiva Quadro da Água e da Lei da Água".
Para que tudo fosse feito com o máximo rigor, a plantação contou com o acompanhamento e supervisão da ARH Centro, entidade com a qual a SimLis está a dinamizar uma parceria para mais intervenções deste género nos rios Lena e Lis. Foi precisamente a ARH que forneceu as plantas, algumas das quais provindas do projecto "Criar Bosques" da Quercus.
Até ficarem "adultas", estas árvores ainda vão demorar alguns anos. Mas as nossas crianças dificilmente esquecerão que foram elas que as plantaram e irão, com certeza, olhá-las com um carinho muito especial. E quando também forem adultas, poderão desfrutar de uma natureza mais viçosa e saudável, esperando-se que possam então desfrutar com mais prazer do "nosso" rio, do que nós temos conseguido nos últimos anos.
Talvez alguns de nós ainda possamos também aproveitar do sucesso desta acção, quando mais velhinhos formos à beira-rio passear ou fazer uns agradáveis piqueniques. Não podemos é esquecer a nossa própria obrigação de proteger este ambiente ribeirinho e cuidar da fauna e da flora locais com mais carinho do que temos feito até agora, sobretudo depois das limpezas que têm sido feitas ultimamente e das novas árvores agora plantadas.
Ainda antes disso, tentaremos programar com as referidas entidades uma saída de campo destinada a toda a população, provavelmente em Outubro próximo, para a replantação das árvores que tenham secado e para apreciarmos no local o trabalho que está a ser feito.
Texto e fotos: Luís Miguel Ferraz
Objectivos a cumprir ...
Ao longo das últimas três décadas, na região da bacia hidrográfica do rio Lis, tem-se vindo a verificar um apreciável crescimento urbanístico, como resposta ao pujante desenvolvimento e crescimento de muitas actividades económicas. A forte pressão urbana e industrial, caracterizada por uma população de cerca de 220.000 habitantes e pela existência de diversos sectores de actividades económicas, dos quais se destaca, por razões ambientais, o sector das suiniculturas, tem sido geradora de algum stress ambiental, sobretudo ao nível dos recursos hídricos e dos ecossistemas a eles associados. A prossecução e implementação de medidas e acções que permitam um adequado equilíbrio entre o desenvolvimento económico e a protecção e preservação das condições ambientais são, pois, de capital importância para o desenvolvimento sustentado da região. Neste sentido a gestão dos recursos hídricos é, actualmente, uma das principais questões, quando se fala do cumprimento da Directiva – Quadro da Água, na qual o Estado português é obrigado a atingir um bom estado ecológico das massas de água superficiais até 2015.
FIABA regressa em Maio
Feira de Artesanato e Gastronomia da Batalha
É um dos grandes certames da região e comemora este ano duas décadas de existência. A FIABA – Feira de Artesanato e Gastronomia da Batalha decorre de 20 a 23 de Maio, no largo Cónego Simões Inácio, na Batalha.
A edição deste ano contempla um programa de animação diversificado, estando já confirmadas as participações de grupos como Kumpania Algazarra, OiOai, Lucky Duckies e TocÁndar.
Cerca de 60 artesão de todo o país apresentam o verdadeiro e genuíno artesanato, enquanto que as associações concelhias marcarão presença com os pratos típicos e tradicionais desta região. Também o Centro Recreativo da Golpilheira marcará presença com uma tasquinha, onde não faltarão os petiscos que têm feito as delícias dos muitos visitantes que anualmente nos brindam com a sua visita.
Como usual, o programa inclui ainda a realização do XXII Encontro Nacional de Coleccionadores da Batalha, no dia 22 de Maio, Sábado, no pavilhão multiusos.
É um dos grandes certames da região e comemora este ano duas décadas de existência. A FIABA – Feira de Artesanato e Gastronomia da Batalha decorre de 20 a 23 de Maio, no largo Cónego Simões Inácio, na Batalha.
A edição deste ano contempla um programa de animação diversificado, estando já confirmadas as participações de grupos como Kumpania Algazarra, OiOai, Lucky Duckies e TocÁndar.
Cerca de 60 artesão de todo o país apresentam o verdadeiro e genuíno artesanato, enquanto que as associações concelhias marcarão presença com os pratos típicos e tradicionais desta região. Também o Centro Recreativo da Golpilheira marcará presença com uma tasquinha, onde não faltarão os petiscos que têm feito as delícias dos muitos visitantes que anualmente nos brindam com a sua visita.
Como usual, o programa inclui ainda a realização do XXII Encontro Nacional de Coleccionadores da Batalha, no dia 22 de Maio, Sábado, no pavilhão multiusos.
Audição de alunos das escolas de música e dança do CRG
“Movimento de Cordas”, “Teclarte” e “Dançarte”
Realizou-se na noite de 24 de Abril, no salão de festas do Centro Recreativo da Golpilheira, mais uma audição das Escolas de Música e Dança da colectividade. Os alunos demonstraram em palco um pouco daquilo que aprenderam desde o início deste ano lectivo. Foi sem dúvida um regalo ver aqueles jovens manejar os instrumentos, com a arte que têm vindo a aperfeiçoar. Já na dança, as jovens proporcionaram-nos alguns momentos de rara beleza. É manifesta a evolução de todos os alunos destas escolas, cujos professores se esforçam para transmitir todos os seus conhecimentos aos seus alunos.
Esta audição foi presenciada por muitas e interessadas pessoas, muitas delas familiares dos alunos. No final, foi entregue um diploma de participação e uma lembrança a cada um dos alunos. Aos professores foi oferecido um lindo ramo de flores.
Foram enaltecidos o esforço e a dedicação dos professores aos seus alunos, assim como todas as pessoas que tornam possível o funcionamento destas escolas. No final do ano lectivo, lá para o mês de Junho, haverá a festa de encerramento do ano lectivo.
Manuel Carreira Rito
Realizou-se na noite de 24 de Abril, no salão de festas do Centro Recreativo da Golpilheira, mais uma audição das Escolas de Música e Dança da colectividade. Os alunos demonstraram em palco um pouco daquilo que aprenderam desde o início deste ano lectivo. Foi sem dúvida um regalo ver aqueles jovens manejar os instrumentos, com a arte que têm vindo a aperfeiçoar. Já na dança, as jovens proporcionaram-nos alguns momentos de rara beleza. É manifesta a evolução de todos os alunos destas escolas, cujos professores se esforçam para transmitir todos os seus conhecimentos aos seus alunos.
Esta audição foi presenciada por muitas e interessadas pessoas, muitas delas familiares dos alunos. No final, foi entregue um diploma de participação e uma lembrança a cada um dos alunos. Aos professores foi oferecido um lindo ramo de flores.
Foram enaltecidos o esforço e a dedicação dos professores aos seus alunos, assim como todas as pessoas que tornam possível o funcionamento destas escolas. No final do ano lectivo, lá para o mês de Junho, haverá a festa de encerramento do ano lectivo.
Manuel Carreira Rito
CR Golpilheira na Convenção School Fitness em Amor
G-Dance mostram talento
No dia 17 de Abril, realizou-se no Colégio D. Dinis de Melo, em Amor, a 5ª edição da Convenção School Fitness e do campeonato de Hip Hop School Fitness. Como tínhamos já anunciado, o 4.º Nível da Escola de Dança da Golpilheira, as G-Dance, fizeram-se representar na competição, realizando uma magnifica prestação e obtendo o 5.º lugar na competição.
Com concorrência a um nível muito elevado e vindos de todo o País, as G-Dance mostraram que por cá também se sabe dançar! Esperamos no próximo ano voltar a competir e agradecemos aos pais todo o esforço realizado para as alunas estarem sempre presentes nos treinos e na competição! Parabéns G-Dance!
Liliana Ramos
No dia 17 de Abril, realizou-se no Colégio D. Dinis de Melo, em Amor, a 5ª edição da Convenção School Fitness e do campeonato de Hip Hop School Fitness. Como tínhamos já anunciado, o 4.º Nível da Escola de Dança da Golpilheira, as G-Dance, fizeram-se representar na competição, realizando uma magnifica prestação e obtendo o 5.º lugar na competição.
Com concorrência a um nível muito elevado e vindos de todo o País, as G-Dance mostraram que por cá também se sabe dançar! Esperamos no próximo ano voltar a competir e agradecemos aos pais todo o esforço realizado para as alunas estarem sempre presentes nos treinos e na competição! Parabéns G-Dance!
Liliana Ramos
Futebol da Golpilheira em “digressão” : Veteranos na Madeira
A equipa de Veteranos de Futebol 11 da Golpilheira esteve na ilha da Madeira, nos passados dias 16, 17 e 18 de Abril, para participar no torneio organizado pelo "Pretos e Brancos", por ocasião das comemorações do centenário do Clube Desportivo Nacional.
Foi uma viagem inesquecível, a todos os níveis. A preparação da logística esteve a cargo do Rui Rodrigues no continente e de Sérgio Silva na Madeira. Integraram a comitiva os seguintes atletas: Álvaro Rito, Carlos Agostinho, Cesário Santos, Daniel Monteiro, Fernando Ferreira, Helder Monteiro, João Manuel (Lelo), Joaquim Vieira (Té), Jorge Rito (Chalana), José Carlos, José Carlos Sousa (Zezinho), José Augusto, José Rito (Zeca), Manuel Rito, Manuel Sousa, Mário Costa, Mário Jorge, Maurício Silva, Miguel Monteiro, Paulo Rito, Rui Fernandes (Fidalgo), Rui Ferraz (Ruizinho), Victor Cruz e Virgílio Lucas. Foram ainda os directores Armando Sousa, Carlos Patrício e Luís José (Barroca), os árbitros Henrique Rodrigues e Rui Rodrigues, e o vereador Carlos Henriques, em representação da Câmara Municipal da Batalha.
Dia 16
A partida do aeroporto de Lisboa foi na madrugada do dia 16. Depois de cumprir as formalidades habituais, lá partimos rumo ao aeroporto de Santa Catarina, perto do Funchal, onde aterramos em segurança e com aplausos aos pilotos.
Como nesse fim-de-semana havia a Festa da Flor no Funchal, evento promocional para incentivar ainda mais o turismo na Madeira, foi visível, logo à saída do aeroporto, esta promoção. Lindas meninas, rigorosamente trajadas, embelezadas com flores, distribuíam uma a cada passageiro. De seguida, um cálice de vinho da Madeira. Um pouco mais à frente, era proporcionada a prova de bolos regionais.
No cais, esperavam-nos duas carrinhas do Hotel Calheta Beach, no qual estivemos alojados. Fomos apreciando a bela paisagem da "Pérola do Atlântico". Boas estradas, complementadas com túneis que lhes dão uma excelente acessibilidade. Fomos direccionados para a Ribeira Brava, local muito fustigado pelos recentes temporais. Os estragos ainda eram bem visíveis: carcaças de carros amassados, deslizamentos de terras, muita pedra arrastada pela violência das águas, casas alagadas e, segundo nos informaram, houve mesmo alguns edifícios e estaleiros totalmente destruídos. Eram muitas as máquinas giratórias e operários a efectuarem trabalhos de limpeza e reconstrução. As serras, em cujos vales correm as ribeiras, estão verdejantes e belas. As quedas de água dão uma beleza extraordinária a esta paisagem.
Paragem obrigatória na Casa da Poncha. É uma pequena tasca, tipo "Manuel Patrício", mas, como alguém lhe chamou, um "negócio da China". Empresa familiar, onde se bebem umas belas ponchas, uma bebida tradicional da Madeira. Tem como principais ingredientes sumo de laranja e aguardente de cana do açúcar. O seu efeito faz notar-se depois de beber duas ou três... Alguns já vinham muito vermelhos e falar muito, com sorrisos nada habituais. Depois da poncha, não foi fácil reunir o pessoal para a viagem até à Calheta. Alguns estavam teimosos. Parece que tinham cola nos pés e não saíam do mesmo sítio. Claro está, de dentro da "tasca". A custo, lá nos conseguimos reunir nas duas carrinhas. Viemos directos para o Hotel, onde fizemos o registo e o reconhecimento do mesmo, especialmente a zona dos bares e das piscinas.
Mas o melhor estava para vir. A barriguita já apertava. A organização não descorou esta situação. Lá fomos para a casa de petiscos do amigo Sérgio Silva. A refeição estava a ser preparada. E que refeição. Depois das entradas, regadas com bom vinho maduro, foi a vez das lapas, que tinham um sabor extraordinário. Depois foi a sopa, semelhante à nossa sopa da pedra. Alguns viraram num ápice mais de duas pratadas. Mas o banquete não terminava aqui. Não havia horário para acabar. A churrasqueira estava com brasido, esperando que caíssem lá umas espetadas de tenra carne de vaca. Não sei onde é que as nossas alminhas metiam tanto comer e tantos líquidos. O homem do chapéu quase não dava vencimento às solicitações. Mas, a pouco e pouco, lá os foi cansando. Encheu a barriga a todos, manifestando que estava preparado para mais, uma vez que ainda sobrou muita carne. Com tanta comida, tivemos de andar um pouco e tomar café num estabelecimento ali perto. No final, ainda houve tempo para beber uma aguardente de cana envelhecida, tirada directamente do pipo. Perto da noite, fomos levados por carros particulares de regresso ao Hotel.
A noite era livre. Os mais novos vieram até ao Funchal. Os outros foram para a cave do hotel, ver e ouvir um grupo de baile que divertia os ocupantes desta unidade hoteleira, optando outros por jogar às cartas. Ainda houve tempo para beber mais umas cervejas para a sossega. A noite ainda ia curta. Ali perto, estava um café com karaoke. E foi aqui que a noite terminou para a maioria.
Dia 17
A manhã deste dia tinha como destino a visita a vários pontos turísticos da ilha: Cabo Girão, Camacha e outros. Depressa se chegou à hora do primeiro encontro de futebol. Abriram o torneio os "Pretos e Brancos" do C. D. Nacional e a Associação de Veteranos Grupo Cultural e Recreativo de Santo António. Jogo disputado correctamente, com domínio dos organizadores do torneio. Venceram com naturalidade por 2-1.
Seguiu-se a nossa participação neste torneio. Jogámos contra a equipa vencida. Entramos muito bem no jogo, a dominá-lo por completo. Muitas oportunidades de golo desperdiçadas. Os nossos atacantes andavam vesgos, consequência, talvez, da tarde e noite do dia anterior. No entanto, numa boa jogada, Miguel Monteiro abriu o activo. Pensou-se que a partir deste viriam mais dois ou três. Puro engano. Lá na frente, quando não eram os defesas contrários e o guarda-redes, eram os nossos avançados que se atrapalhavam uns aos outros. Quer dizer, funcionavam mais como defesas do que como atacantes. E foi perto do final que a equipa de Santo António igualou o marcador, resultado com que terminou o encontro. Segundo o regulamento, tinha de haver um vencedor, encontrado pela marcação de grandes penalidades. Foi mais feliz a equipa da Madeira, que venceu por 4-2.
Também segundo o regulamento, o vencedor deste jogo iria jogar com o vencedor do primeiro jogo. Sendo assim, eram os Pretos e Brancos com o Santo António a disputar o jogo. No entanto, como não haveria mais nenhum jogo, a nossa equipa estava de fora e metade dos atletas que integraram a nossa comitiva não teriam oportunidade de jogar. Aqui, houve uma atitude digna de louvar por parte dos dirigentes e atletas do Santo António, que prescindiram de jogar e nos ofereceram essa possibilidade. Foi um gesto muito bonito, demonstrando todo o carinho com que os nossos amigos madeirenses nos receberam. A todos estamos muito gratos.
O jogo com os Pretos e Brancos era encarado com um grau de grande dificuldade. Escusado será dizer que integram esta equipa muitos ex-profissionais do Nacional da Madeira. Batemo-nos bem, com galhardia e valentia. Eles trocavam muito bem a bola e os olhos aos nossos jogadores. Foi com naturalidade que fizeram o primeiro golo. Costuma dizer-se que quem sabe não esquece. Assim aconteceu com os jogadores que integravam esta equipa. Imperiais na defesa, com um meio campo bem povoado, com ataques organizados colocavam, o nosso guarda-redes, Rui Fernandes, à prova. Não se saiu mal. Acabou por sofrer o segundo golo na transformação duma grande penalidade. A bola foi rasteira... se fosse por alto com certeza que a defendia. O jogou terminou e os Pretos e Brancos foram justos vencedores deste torneio, porque eram sem sombra de dúvida a melhor equipa.
Depois de um banho retemperador, efectuámos uma visita guiada ao complexo desportivo do Clube Desportivo Nacional, na Choupana. Ficámos deveras impressionados com a qualidade destas instalações. Desde ginásio, os quartos para as concentrações, a sala de imprensa, balneários, etc., tudo foi programado ao pormenor. O estádio é belo e com bancadas de grande qualidade. O estacionamento subterrâneo demonstra inteligência no aproveitamento do pouco espaço que existe.
Mas o melhor do serão estava para vir. O jantar convívio com a distribuição de lembranças de todas as partes intervenientes no torneio. No restaurante do complexo do Nacional, com a presença de todos os intervenientes no jogo, directores, organizadores e entidades oficiais, foi servida mais uma excelente refeição, que a todos saciou, aumentando ainda mais a nossa responsabilidade, quando esta equipa da Madeira nos visitar. Foram feitos os discursos inerentes a estes eventos. Também interveio o vereador do Município da Batalha, Carlos Henriques, que aproveitou para entregar algumas lembranças e agradecer a forma como fomos recebidos, que nunca mais esquecerá. Não faltou a este jantar convívio animação musical. Foi aqui que transbordou a alegria de todos. Dançámos, pulámos, conversámos. Enfim, todos nos divertimos. Já perto do final, um representante da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, à qual pertence a Choupana, entregou-nos algumas lembranças.
Estava na hora do regresso ao Hotel. A hora da despedida é sempre difícil. Apesar de terem sido somente algumas horas, criou-se uma grande empatia entre os golpilheirenses e os madeirenses. A pouco e pouco, e a custo, lá nos fomos despedindo. Vi nalguns deles e nos nossos algumas lágrimas a cair suavemente no canto do olho. Fizemos boa viagem até ao hotel.
Mas a noite ainda não tinha terminado. Não é todos os fins-de-semana que se vai à Madeira. Por isso, há que aproveitar bem o tempo, dormindo pouco. Mais uma vez alguns foram para o Funchal e outros estacionaram por perto do hotel. Também nesta noite havia música ao vivo na cave. Mais umas cervejas, cartas e dança. Alguns, mesmo sem saber falar inglês, lá se iam entendendo. Acabada a música no hotel, lá seguimos para o karaoke. Mais umas cervejas, tremoços com alho e umas canções. Não faltou um pé de dança. A noite já era quase adulta. Chegados ao hotel, deparámos no quarto do Jorge Rito (Chalana) com um ramo de flores e uma garrafa de champanhe. O Jorge fazia anos naquele dia. A gerência do hotel, de posse destes dados, teve uma iniciativa que a todos sensibilizou, especialmente o Jorge. Claro que não chegou para todos. Foram mais felizes os primeiros. Era a última noite no hotel. A saída estava marcada para as 09h00. Tinham de ficar os malotes todos preparados.
Dia 18
Saímos rumo ao Funchal, em duas carrinhas do hotel, com dois motoristas muito prestáveis. O programa era livre, mas tinha como ponto alto a assistência à Festa da Flor. As carrinhas deixaram-nos perto da Câmara Municipal do Funchal. Fomos apreciando os monumentos aqui existentes, bem como o cheirinho à Festa da Flor. Caminhámos rumo à marginal, para aqui almoçarmos. Alguns aproveitarem para uma viagem de teleférico e depois descerem algumas ruas naqueles tradicionais carrinhos da Madeira. A seguir ao almoço, alguns deslocaram-se para a Choupana, a fim de verem o jogo do Clube Desportivo Nacional com a União Desportiva de Leiria, a contar para a Liga Sagres. Os outros foram fazendo tempo para assistir à Festa da Flor. Pouco passava das 16h00 quando começou o desfile. É um evento extraordinário, presenciado por milhares de pessoas. Não há dúvida de que é um grande cartão de visita para a Madeira e um grande incentivo ao turismo. É digno de ser visto. Milhares de figurantes, bem organizados, ornamentados e com caras que irradiam felicidade, tanto os mais novos como os mais velhos. Fiquei deveras surpreendido com esta festa.
A nossa estadia nesta bonita ilha da Madeira estava a chegar ao fim. Foi com saudade que partimos, mas a vida é mesmo assim. A descolagem do avião e a aterragem em Lisboa foram perfeitas. Depois, foi o regresso a nossas casas, no autocarro da Câmara da Batalha... dever cumprido.
Para as gentes da Madeira, que tão bem nos acolheram, manifestamos a nossa gratidão, na pessoa de Sérgio Silva e seus colaboradores. Deram-nos uma lição de bem receber. Para o ano, esperamos recebê-los da mesma forma. Bem-hajam.
Manuel Carreira Rito
Resultados do Torneio
CDN Pretos e Brancos – 2 / AVGCR Santo António – 1
AVGCR Santo António – 1 / CR Golpilheira – 1 (4-2 nas grandes penalidades)
CR Golpilheira – 0 / CDN Pretos e Brancos – 2
Classificação
1.º – Clube Desportivo Nacional Pretos e Brancos – 6 pontos
2.º – Associação de Veteranos Grupo Cultural e Recreativo Santo António – 3 pontos
3.º – Centro Recreativo da Golpilheira – 0 pontos
Foi uma viagem inesquecível, a todos os níveis. A preparação da logística esteve a cargo do Rui Rodrigues no continente e de Sérgio Silva na Madeira. Integraram a comitiva os seguintes atletas: Álvaro Rito, Carlos Agostinho, Cesário Santos, Daniel Monteiro, Fernando Ferreira, Helder Monteiro, João Manuel (Lelo), Joaquim Vieira (Té), Jorge Rito (Chalana), José Carlos, José Carlos Sousa (Zezinho), José Augusto, José Rito (Zeca), Manuel Rito, Manuel Sousa, Mário Costa, Mário Jorge, Maurício Silva, Miguel Monteiro, Paulo Rito, Rui Fernandes (Fidalgo), Rui Ferraz (Ruizinho), Victor Cruz e Virgílio Lucas. Foram ainda os directores Armando Sousa, Carlos Patrício e Luís José (Barroca), os árbitros Henrique Rodrigues e Rui Rodrigues, e o vereador Carlos Henriques, em representação da Câmara Municipal da Batalha.
Dia 16
A partida do aeroporto de Lisboa foi na madrugada do dia 16. Depois de cumprir as formalidades habituais, lá partimos rumo ao aeroporto de Santa Catarina, perto do Funchal, onde aterramos em segurança e com aplausos aos pilotos.
Como nesse fim-de-semana havia a Festa da Flor no Funchal, evento promocional para incentivar ainda mais o turismo na Madeira, foi visível, logo à saída do aeroporto, esta promoção. Lindas meninas, rigorosamente trajadas, embelezadas com flores, distribuíam uma a cada passageiro. De seguida, um cálice de vinho da Madeira. Um pouco mais à frente, era proporcionada a prova de bolos regionais.
No cais, esperavam-nos duas carrinhas do Hotel Calheta Beach, no qual estivemos alojados. Fomos apreciando a bela paisagem da "Pérola do Atlântico". Boas estradas, complementadas com túneis que lhes dão uma excelente acessibilidade. Fomos direccionados para a Ribeira Brava, local muito fustigado pelos recentes temporais. Os estragos ainda eram bem visíveis: carcaças de carros amassados, deslizamentos de terras, muita pedra arrastada pela violência das águas, casas alagadas e, segundo nos informaram, houve mesmo alguns edifícios e estaleiros totalmente destruídos. Eram muitas as máquinas giratórias e operários a efectuarem trabalhos de limpeza e reconstrução. As serras, em cujos vales correm as ribeiras, estão verdejantes e belas. As quedas de água dão uma beleza extraordinária a esta paisagem.
Paragem obrigatória na Casa da Poncha. É uma pequena tasca, tipo "Manuel Patrício", mas, como alguém lhe chamou, um "negócio da China". Empresa familiar, onde se bebem umas belas ponchas, uma bebida tradicional da Madeira. Tem como principais ingredientes sumo de laranja e aguardente de cana do açúcar. O seu efeito faz notar-se depois de beber duas ou três... Alguns já vinham muito vermelhos e falar muito, com sorrisos nada habituais. Depois da poncha, não foi fácil reunir o pessoal para a viagem até à Calheta. Alguns estavam teimosos. Parece que tinham cola nos pés e não saíam do mesmo sítio. Claro está, de dentro da "tasca". A custo, lá nos conseguimos reunir nas duas carrinhas. Viemos directos para o Hotel, onde fizemos o registo e o reconhecimento do mesmo, especialmente a zona dos bares e das piscinas.
Mas o melhor estava para vir. A barriguita já apertava. A organização não descorou esta situação. Lá fomos para a casa de petiscos do amigo Sérgio Silva. A refeição estava a ser preparada. E que refeição. Depois das entradas, regadas com bom vinho maduro, foi a vez das lapas, que tinham um sabor extraordinário. Depois foi a sopa, semelhante à nossa sopa da pedra. Alguns viraram num ápice mais de duas pratadas. Mas o banquete não terminava aqui. Não havia horário para acabar. A churrasqueira estava com brasido, esperando que caíssem lá umas espetadas de tenra carne de vaca. Não sei onde é que as nossas alminhas metiam tanto comer e tantos líquidos. O homem do chapéu quase não dava vencimento às solicitações. Mas, a pouco e pouco, lá os foi cansando. Encheu a barriga a todos, manifestando que estava preparado para mais, uma vez que ainda sobrou muita carne. Com tanta comida, tivemos de andar um pouco e tomar café num estabelecimento ali perto. No final, ainda houve tempo para beber uma aguardente de cana envelhecida, tirada directamente do pipo. Perto da noite, fomos levados por carros particulares de regresso ao Hotel.
A noite era livre. Os mais novos vieram até ao Funchal. Os outros foram para a cave do hotel, ver e ouvir um grupo de baile que divertia os ocupantes desta unidade hoteleira, optando outros por jogar às cartas. Ainda houve tempo para beber mais umas cervejas para a sossega. A noite ainda ia curta. Ali perto, estava um café com karaoke. E foi aqui que a noite terminou para a maioria.
Dia 17
A manhã deste dia tinha como destino a visita a vários pontos turísticos da ilha: Cabo Girão, Camacha e outros. Depressa se chegou à hora do primeiro encontro de futebol. Abriram o torneio os "Pretos e Brancos" do C. D. Nacional e a Associação de Veteranos Grupo Cultural e Recreativo de Santo António. Jogo disputado correctamente, com domínio dos organizadores do torneio. Venceram com naturalidade por 2-1.
Seguiu-se a nossa participação neste torneio. Jogámos contra a equipa vencida. Entramos muito bem no jogo, a dominá-lo por completo. Muitas oportunidades de golo desperdiçadas. Os nossos atacantes andavam vesgos, consequência, talvez, da tarde e noite do dia anterior. No entanto, numa boa jogada, Miguel Monteiro abriu o activo. Pensou-se que a partir deste viriam mais dois ou três. Puro engano. Lá na frente, quando não eram os defesas contrários e o guarda-redes, eram os nossos avançados que se atrapalhavam uns aos outros. Quer dizer, funcionavam mais como defesas do que como atacantes. E foi perto do final que a equipa de Santo António igualou o marcador, resultado com que terminou o encontro. Segundo o regulamento, tinha de haver um vencedor, encontrado pela marcação de grandes penalidades. Foi mais feliz a equipa da Madeira, que venceu por 4-2.
Também segundo o regulamento, o vencedor deste jogo iria jogar com o vencedor do primeiro jogo. Sendo assim, eram os Pretos e Brancos com o Santo António a disputar o jogo. No entanto, como não haveria mais nenhum jogo, a nossa equipa estava de fora e metade dos atletas que integraram a nossa comitiva não teriam oportunidade de jogar. Aqui, houve uma atitude digna de louvar por parte dos dirigentes e atletas do Santo António, que prescindiram de jogar e nos ofereceram essa possibilidade. Foi um gesto muito bonito, demonstrando todo o carinho com que os nossos amigos madeirenses nos receberam. A todos estamos muito gratos.
O jogo com os Pretos e Brancos era encarado com um grau de grande dificuldade. Escusado será dizer que integram esta equipa muitos ex-profissionais do Nacional da Madeira. Batemo-nos bem, com galhardia e valentia. Eles trocavam muito bem a bola e os olhos aos nossos jogadores. Foi com naturalidade que fizeram o primeiro golo. Costuma dizer-se que quem sabe não esquece. Assim aconteceu com os jogadores que integravam esta equipa. Imperiais na defesa, com um meio campo bem povoado, com ataques organizados colocavam, o nosso guarda-redes, Rui Fernandes, à prova. Não se saiu mal. Acabou por sofrer o segundo golo na transformação duma grande penalidade. A bola foi rasteira... se fosse por alto com certeza que a defendia. O jogou terminou e os Pretos e Brancos foram justos vencedores deste torneio, porque eram sem sombra de dúvida a melhor equipa.
Depois de um banho retemperador, efectuámos uma visita guiada ao complexo desportivo do Clube Desportivo Nacional, na Choupana. Ficámos deveras impressionados com a qualidade destas instalações. Desde ginásio, os quartos para as concentrações, a sala de imprensa, balneários, etc., tudo foi programado ao pormenor. O estádio é belo e com bancadas de grande qualidade. O estacionamento subterrâneo demonstra inteligência no aproveitamento do pouco espaço que existe.
Mas o melhor do serão estava para vir. O jantar convívio com a distribuição de lembranças de todas as partes intervenientes no torneio. No restaurante do complexo do Nacional, com a presença de todos os intervenientes no jogo, directores, organizadores e entidades oficiais, foi servida mais uma excelente refeição, que a todos saciou, aumentando ainda mais a nossa responsabilidade, quando esta equipa da Madeira nos visitar. Foram feitos os discursos inerentes a estes eventos. Também interveio o vereador do Município da Batalha, Carlos Henriques, que aproveitou para entregar algumas lembranças e agradecer a forma como fomos recebidos, que nunca mais esquecerá. Não faltou a este jantar convívio animação musical. Foi aqui que transbordou a alegria de todos. Dançámos, pulámos, conversámos. Enfim, todos nos divertimos. Já perto do final, um representante da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, à qual pertence a Choupana, entregou-nos algumas lembranças.
Estava na hora do regresso ao Hotel. A hora da despedida é sempre difícil. Apesar de terem sido somente algumas horas, criou-se uma grande empatia entre os golpilheirenses e os madeirenses. A pouco e pouco, e a custo, lá nos fomos despedindo. Vi nalguns deles e nos nossos algumas lágrimas a cair suavemente no canto do olho. Fizemos boa viagem até ao hotel.
Mas a noite ainda não tinha terminado. Não é todos os fins-de-semana que se vai à Madeira. Por isso, há que aproveitar bem o tempo, dormindo pouco. Mais uma vez alguns foram para o Funchal e outros estacionaram por perto do hotel. Também nesta noite havia música ao vivo na cave. Mais umas cervejas, cartas e dança. Alguns, mesmo sem saber falar inglês, lá se iam entendendo. Acabada a música no hotel, lá seguimos para o karaoke. Mais umas cervejas, tremoços com alho e umas canções. Não faltou um pé de dança. A noite já era quase adulta. Chegados ao hotel, deparámos no quarto do Jorge Rito (Chalana) com um ramo de flores e uma garrafa de champanhe. O Jorge fazia anos naquele dia. A gerência do hotel, de posse destes dados, teve uma iniciativa que a todos sensibilizou, especialmente o Jorge. Claro que não chegou para todos. Foram mais felizes os primeiros. Era a última noite no hotel. A saída estava marcada para as 09h00. Tinham de ficar os malotes todos preparados.
Dia 18
Saímos rumo ao Funchal, em duas carrinhas do hotel, com dois motoristas muito prestáveis. O programa era livre, mas tinha como ponto alto a assistência à Festa da Flor. As carrinhas deixaram-nos perto da Câmara Municipal do Funchal. Fomos apreciando os monumentos aqui existentes, bem como o cheirinho à Festa da Flor. Caminhámos rumo à marginal, para aqui almoçarmos. Alguns aproveitarem para uma viagem de teleférico e depois descerem algumas ruas naqueles tradicionais carrinhos da Madeira. A seguir ao almoço, alguns deslocaram-se para a Choupana, a fim de verem o jogo do Clube Desportivo Nacional com a União Desportiva de Leiria, a contar para a Liga Sagres. Os outros foram fazendo tempo para assistir à Festa da Flor. Pouco passava das 16h00 quando começou o desfile. É um evento extraordinário, presenciado por milhares de pessoas. Não há dúvida de que é um grande cartão de visita para a Madeira e um grande incentivo ao turismo. É digno de ser visto. Milhares de figurantes, bem organizados, ornamentados e com caras que irradiam felicidade, tanto os mais novos como os mais velhos. Fiquei deveras surpreendido com esta festa.
A nossa estadia nesta bonita ilha da Madeira estava a chegar ao fim. Foi com saudade que partimos, mas a vida é mesmo assim. A descolagem do avião e a aterragem em Lisboa foram perfeitas. Depois, foi o regresso a nossas casas, no autocarro da Câmara da Batalha... dever cumprido.
Para as gentes da Madeira, que tão bem nos acolheram, manifestamos a nossa gratidão, na pessoa de Sérgio Silva e seus colaboradores. Deram-nos uma lição de bem receber. Para o ano, esperamos recebê-los da mesma forma. Bem-hajam.
Manuel Carreira Rito
Resultados do Torneio
CDN Pretos e Brancos – 2 / AVGCR Santo António – 1
AVGCR Santo António – 1 / CR Golpilheira – 1 (4-2 nas grandes penalidades)
CR Golpilheira – 0 / CDN Pretos e Brancos – 2
Classificação
1.º – Clube Desportivo Nacional Pretos e Brancos – 6 pontos
2.º – Associação de Veteranos Grupo Cultural e Recreativo Santo António – 3 pontos
3.º – Centro Recreativo da Golpilheira – 0 pontos
Clubes batalhenses vão andar aos tiros
CRG no Torneio Paintball Inter-Associações
Promovido pela Associação Recreativa Batalhense, vai decorrer no dia 15 de Maio próximo, entre as 09h30 e as 18h00, no antigo campo de futebol da Batalha, um torneio de Paintball Inter-Associações. Como o nome indica, irão concorrer algumas colectividades do concelho da Batalha, tendo como principal objectivo o fortalecimento da relação entre os respectivos órgãos directivos. Portanto, apesar de "andarem aos tiros", a actividade servirá, precisamente, para um relacionamento mais estreito entre todos. Por isso, o regulamento obriga a que, dos cinco elementos de cada equipa, três deles pertençam à direcção da respectiva associação. O Centro Recreativo da Golpilheira já formalizou a sua inscrição, que é gratuita para todos.
O paintball nasceu na Austrália em 1979 onde os rancheiros utilizavam pistolas de ar comprimido para marcar o gado. Um dia, alguém resolveu disparar contra um colega, que de imediato respondeu da mesma maneira. Em menos de um ano, foram criadas as regras básicas da modalidade e, desde então, tem-se expandido a uma escala mundial.
Esta é uma actividade de lazer, normalmente entre duas equipas, onde cada jogador é equipado com máscara e um marcador que propulsiona bola de tintas coloridas. É um desporto colectivo de estratégia onde se destacam as capacidades de comunicação e entendimento dos jogadores. Apesar de ter várias versões, a mais comum é duas equipas "lutarem" para recuperar uma bandeira situada na base do adversário, devendo trazer a mesma à sua base num tempo limite. O jogador atingido por uma bola em qualquer parte do corpo ou do equipamento é eliminado. É sem dúvida o desporto ideal para fazer subir os níveis de adrenalina e descarregar todo o stress de uma semana de trabalho.
Se desconhece ainda o paintball ou tem ideias pré-concebidas sobre este desporto, não hesite em vir ver a prova, que terá um espaço para observação do público. No espaço haverá um bar onde poderão ser adquiridas bebidas ou sandes de porco no espeto, que será também o almoço dos concorrentes.
Promovido pela Associação Recreativa Batalhense, vai decorrer no dia 15 de Maio próximo, entre as 09h30 e as 18h00, no antigo campo de futebol da Batalha, um torneio de Paintball Inter-Associações. Como o nome indica, irão concorrer algumas colectividades do concelho da Batalha, tendo como principal objectivo o fortalecimento da relação entre os respectivos órgãos directivos. Portanto, apesar de "andarem aos tiros", a actividade servirá, precisamente, para um relacionamento mais estreito entre todos. Por isso, o regulamento obriga a que, dos cinco elementos de cada equipa, três deles pertençam à direcção da respectiva associação. O Centro Recreativo da Golpilheira já formalizou a sua inscrição, que é gratuita para todos.
O paintball nasceu na Austrália em 1979 onde os rancheiros utilizavam pistolas de ar comprimido para marcar o gado. Um dia, alguém resolveu disparar contra um colega, que de imediato respondeu da mesma maneira. Em menos de um ano, foram criadas as regras básicas da modalidade e, desde então, tem-se expandido a uma escala mundial.
Esta é uma actividade de lazer, normalmente entre duas equipas, onde cada jogador é equipado com máscara e um marcador que propulsiona bola de tintas coloridas. É um desporto colectivo de estratégia onde se destacam as capacidades de comunicação e entendimento dos jogadores. Apesar de ter várias versões, a mais comum é duas equipas "lutarem" para recuperar uma bandeira situada na base do adversário, devendo trazer a mesma à sua base num tempo limite. O jogador atingido por uma bola em qualquer parte do corpo ou do equipamento é eliminado. É sem dúvida o desporto ideal para fazer subir os níveis de adrenalina e descarregar todo o stress de uma semana de trabalho.
Se desconhece ainda o paintball ou tem ideias pré-concebidas sobre este desporto, não hesite em vir ver a prova, que terá um espaço para observação do público. No espaço haverá um bar onde poderão ser adquiridas bebidas ou sandes de porco no espeto, que será também o almoço dos concorrentes.
Futsal Júnior Feminino: Rumo à final da Taça Distrital
Portomosense – 2 / Golpilheira – 5
O encontro disputado no dia 27 de Março, no pavilhão de Porto de Mós, era muito importante para as nossas cores, pois em caso de vitória representava a sexta final consecutiva da taça Distrital. Pelo resultado, até parece que foi fácil, mas não o foi, porque as nossas atletas desperdiçaram muitas oportunidades. Começámos muito bem o jogo, empurrando a equipa adversária para a sua defesa. Depois de muito batalhar, lá conseguimos marcar o nosso primeiro golo, por Rita, que minutos depois, numa jogada individual finalizada com um potente remate cruzado, marcou o segundo. A nossa superioridade não estava em causa, mas o desperdiçar de golos continuava. Pelo contrário, na primeira oportunidade, a equipa da casa chegou ao golo. Com este resultado chegámos ao intervalo.
Pouco tempo depois do reatamento do jogo, no seguimento da marcação de uma grande penalidade, Jéssica enganou a guarda-redes e marcou o nosso terceiro. O Portomosense reagiu e, numa das suas raras jogadas de ataque, obtiveram o segundo golo. Aqui, a Golpilheira cresceu, veio à procura dos golos da tranquilidade e Rita e Jéssica marcaram os quarto e quinto golos. Vitória justa, mas que podia ter sido mais tranquila e sem sobressaltos, principalmente, para a treinadora e apoiantes.
Agora estamos na final, em que iremos defrontar o CEF – Fátima, em data ainda por definir.
Não posso deixar, nesta altura, de lançar um pequeno alerta aos apoiantes da Golpilheira, para serem mais comedidos no que diz respeito às actuações menos boas das equipas de arbitragem. Não é com insultos que as coisas se resolvem. Há muito, e por estarmos sempre no topo, há outras equipas que querem ocupar o nosso lugar, conseguido com muito trabalho e muito mérito, a qualquer preço. Esta situação até poderá vir a acontecer. Mas que seja apenas entre jogadoras e treinadores, sem influências das equipas de arbitragem, que tanto nos têm prejudicado esta época, neste escalão. Assumo aquilo que estou a escrever, porque tenho acompanhado quase todos os jogos e é o que tenho constatado. Vamos continuar a lutar contra tudo e contra todos, ordeiramente, para conseguirmos os nossos objectivos, iguais ao da época passada, mas sem nenhum dissabor pelo meio.
Manuel Carreira Rito
O encontro disputado no dia 27 de Março, no pavilhão de Porto de Mós, era muito importante para as nossas cores, pois em caso de vitória representava a sexta final consecutiva da taça Distrital. Pelo resultado, até parece que foi fácil, mas não o foi, porque as nossas atletas desperdiçaram muitas oportunidades. Começámos muito bem o jogo, empurrando a equipa adversária para a sua defesa. Depois de muito batalhar, lá conseguimos marcar o nosso primeiro golo, por Rita, que minutos depois, numa jogada individual finalizada com um potente remate cruzado, marcou o segundo. A nossa superioridade não estava em causa, mas o desperdiçar de golos continuava. Pelo contrário, na primeira oportunidade, a equipa da casa chegou ao golo. Com este resultado chegámos ao intervalo.
Pouco tempo depois do reatamento do jogo, no seguimento da marcação de uma grande penalidade, Jéssica enganou a guarda-redes e marcou o nosso terceiro. O Portomosense reagiu e, numa das suas raras jogadas de ataque, obtiveram o segundo golo. Aqui, a Golpilheira cresceu, veio à procura dos golos da tranquilidade e Rita e Jéssica marcaram os quarto e quinto golos. Vitória justa, mas que podia ter sido mais tranquila e sem sobressaltos, principalmente, para a treinadora e apoiantes.
Agora estamos na final, em que iremos defrontar o CEF – Fátima, em data ainda por definir.
Não posso deixar, nesta altura, de lançar um pequeno alerta aos apoiantes da Golpilheira, para serem mais comedidos no que diz respeito às actuações menos boas das equipas de arbitragem. Não é com insultos que as coisas se resolvem. Há muito, e por estarmos sempre no topo, há outras equipas que querem ocupar o nosso lugar, conseguido com muito trabalho e muito mérito, a qualquer preço. Esta situação até poderá vir a acontecer. Mas que seja apenas entre jogadoras e treinadores, sem influências das equipas de arbitragem, que tanto nos têm prejudicado esta época, neste escalão. Assumo aquilo que estou a escrever, porque tenho acompanhado quase todos os jogos e é o que tenho constatado. Vamos continuar a lutar contra tudo e contra todos, ordeiramente, para conseguirmos os nossos objectivos, iguais ao da época passada, mas sem nenhum dissabor pelo meio.
Manuel Carreira Rito
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