domingo, 28 de março de 2010

UNIPASTA investe 10 milhões de euros

Inauguração da “Unidade II” consolidada em Pombal


A UNIPASTA, empresa integrada no Grupo Lagoa, localizada no Parque Industrial Manuel da Mota, em Pombal, inaugurou no dia 2 de Março a sua segunda unidade de produção. Com um investimento de 10 milhões de euros, esta nova etapa da empresa possibilita a duplicação da sua capacidade produtiva.

Para além do presidente do Grupo, Carlos Lagoa, a cerimónia de inauguração contou com a presença de Luís Filipe Costa, presidente do IAPMEI, e Narciso Mota, presidente da Câmara de Pombal. "O exemplo a seguir na maneira de como se investe e muito especialmente na capacidade de gestão" foi destacado por Luís Filipe Costa, enquanto Narciso Mota lembrou o desempenho dos quase 10 anos daquela estrutura empresarial, muito especialmente "pela sua capacidade produtiva e na criação de novos empregos". O autarca aproveitou a oportunidade para mandar recados ao presidente do IAPMEI, reiterando que "são as micro, pequenas e médias empresas que geram a verdadeira produtividade mas são elas que recebem o mais pequeno quinhão, sendo esta situação injusta", referiu.

Carlos Lagoa destacou o reforço da capacidade de resposta da empresa para o complexo mercado da construção e agradeceu o apoio dos accionistas, funcionários e instituições que durante esta quase década de existência tornaram possível o projecto empresarial. "Os factores diferenciadores da UNIPASTA assentam essencialmente na racionalização energética, reutilização das matérias-primas e a inovação com a introdução de novas tecnologias na indústria das pastas cerâmicas", disse. A empresa produz e fornece uma gama de produtos para a indústria de pavimentos e revestimentos, cuja aplicação obedece a parâmetros de qualidade elevados. De entre os produtos desenvolvidos naquela unidade de Pombal, destacam-se as pastas atomizadas de porcelânico brancas e coradas e pastas atomizadas de revestimento. Outra aposta comercial são as "ecopastas", fabricadas com a utilização parcial de resíduos da própria indústria. Toda esta gama de produtos amigos do ambiente foi desenvolvida com soluções integradas, de acordo com as necessidades de cada cliente. Este factor diferencia a capacidade da empresa e reforça a sua posição nos mercados em que a UNIPASTA opera, especialmente em Portugal e Espanha.

Joaquim Santos

Dia Mundial da Doença de Parkinson

Missa, almoço e festa em Fátima


No dia 11 de Abril comemora-se o Dia Mundial da Doença de Parkinson. A direcção da Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson (APDPk) está a preparar a comemoração, a realizar em Fátima com uma concentração de doentes, associados ou não, familiares, cuidadores e amigos.

O programa que poderá ser consultado em www.parkinson.pt, para além de uma missa presidida pelo Bispo de Leiria-Fátima, na Basílica de Fátima, onde os doentes de Parkinson têm lugar reservado, terá lugar um almoço de convívio, num restaurante da região.

Após o almoço, haverá uma largada de balões, pintura de um mural, música para dançar e oficinas de terapia da fala, fisioterapia, neurologia, legislação, etc., onde estarão profissionais de saúde para responder às dúvidas dos presentes.

As inscrições para a participação nas comemorações deste dia, que se pretende ser de união e convívio de todos as pessoas afectadas com esta doença, encontram-se abertas na sede e nas delegações da APDPk, ou em www.parkinson.pt.

HUMOR MARÇO

III “Teatro Andarilho” em Porto de Mós

O pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Porto de Mós organiza a III Edição do Teatro Andarilho – Festival de Teatro Itinerante, a decorrer nos dias 10,11, 16, 17, 18, 24 e 30 de Abril e 1 de Maio, nas localidades de Alqueidão da Serra, Calvaria, Corredoura, Juncal, Pedreiras, Ribeira de Cima, São Jorge e Serro Ventoso. Sempre com entrada livre, esta 3ª edição conta com a participação de cinco grupos de teatro amadores, residentes no município de Porto de Mós, que irão a cada uma das localidades acima referidas, com o objectivo de pisar novos palcos e conquistar novos públicos. Info: www.municipio-portodemos.pt.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Edição 153 - Fevereiro de 2010

Clique para ampliar... e folhear toda a edição!

EDITORIAL | A "nossa História"

Quando se fala de História, podemos ser tentados a pensar num conjunto de matérias enterradas no passado, que só interessam aos historiadores, quais devotos do passado que passam a vida dentro dos museus, arquivos, caves de bibliotecas e depósitos de velharias. E facilmente recordamos os tempos de escola e a imagem dos livros pesados, cheios de datas, nomes e acontecimentos que era preciso saber de cor, para despejar nos exames e... mais tarde esquecer.
No entanto, a "nossa História" deve ser entendida como fonte de leitura para a realidade presente e mesmo como fonte de inspiração para a construção do futuro, porque é nela que encontramos as raízes da nossa identidade social e cultural, aquilo que nos distingue como povo e como pessoas. No fundo, é entendendo as conquistas e sofrimentos dos nossos antepassados, é lendo e interpretando as suas vidas que podemos descobrir as razões daquilo que somos hoje, daquilo que já éramos antes de sermos, isto é, da nossa "alma" colectiva, existente antes de nascermos como indivíduos. Neste sentido, a História é o repositório daquilo que devemos aprender... para mais tarde recordar.
Foi com essa intenção que o Jornal da Golpilheira tomou em mãos o projecto de editar um livro de História, um livro da "nossa História". Porque, se hoje um jornal serve para retratar o presente das pessoas e das ideias, o seu contributo pode ser também o de informar esse presente com os dados que o justificam e o fundamentam. Porque uma terra, como referi no prefácio da obra, é mais, muito mais do que do que a delimitação das suas fronteiras. É gente, identidade, alma e sangue e vida em nós, parafraseando o célebre poema de Florbela Espanca, com o qual podemos resumir também a intenção deste livro: "dizê-lo, cantando, a toda a gente!".

É assim que gostaríamos que todos os golpilheirenses lessem este livro, não como um conjunto de textos maçudos, nem mesmo de conhecimentos para decorar, não como um repositório de antiguidades ou um objecto de arquivo ou decoração numa estante, mas como a "sua" História, uma fonte para perceber como foi a vida de tempos remotos nestas mesmas terras que habitamos, donde retirar luzes para perceber a riqueza do nosso presente, e um orgulho para encararmos com confiança a construção do futuro.
Procurámos, por isso, que fosse uma obra de reconhecido mérito científico, não de lendas ou fantasias, mas de publicação dos verdadeiros documentos que marcaram esse percurso, onde podemos encontrar o retrato fiel das coisas tal como elas foram. O reconhecido mérito e consistência do trabalho do historiador Saul António Gomes dão-nos essa garantia. Não temos palavras para agradecer a este grande investigador ter aceite o nosso convite para elaborar este estudo, que se junta a centenas de outros por ele efectuados, sobretudo sobre a nossa região. E sobre isso, as centenas de pessoas que vieram participar na sessão de apresentação não ficaram com qualquer dúvida, ao ouvir a exposição feita pelo autor, num discurso vivo e claro de quem diz o que sabe e sabe o que diz. Com a certeza que lhe advém do estudo das fontes e da sua análise ponderada e consistente.
Procurámos também enriquecer o livro com ilustrações de património e paisagens da freguesia nos nossos dias. Dado que estamos a comemorar as Bodas de Prata da freguesia, estas imagens ficarão também para os vindouros como testemunho da história actual desta nossa realidade.
Resta-nos, finalmente, agradecer a todos os que connosco colaboraram para levar este projecto em frente. Desde os pequenos contributos de vários colaboradores locais aos incentivos recebidos da Junta de Freguesia e de parceiros como o CEPAE e a editora Folheto Edições & Design. Mas, sobretudo, aos que possibilitaram o seu financiamento...
Em primeiro lugar, à Câmara Municipal da Batalha, cujo executivo decidiu por unanimidade tornar o Município parceiro directo nesta edição. Sem esse imprescindível apoio, seria de facto impossível termos nas mãos este livro, com estas características de qualidade. Na pessoa do seu presidente, António Lucas, o nosso muito obrigado por esta prenda cultural à Golpilheira.
Em segundo lugar, aos mecenas, entidades e empresas que patrocinaram também a edição: Caixa de Crédito Agrícola Mútuo da Batalha; Lenageste – Contabilidade e Gestão de Empresas; Grupo Lagoa
Lagoa’s Decor – Materiais de Construção; Fátima Cruz Criações e Street Fashion – Moda e Pronto-a-Vestir; REP – Recuperados de Plástico; Celeiro do Móvel – Decorações e Ambientes; Caixa Geral de Depósitos – Agência da Batalha.
Depois, às ofertas para a sessão de apresentação: ao professor e músico Jorge Humberto e ao rancho folclórico "As Lavadeiras do Vale do Lena" do CRG, que animaram com música e dança esta tarde; à Isaflores pelo centro de mesa; à Padaria de S. Bento pelo pão; à Adega Cooperativa da Batalha pelo vinho; à Junta de Freguesia pelo lanche oferecido no final a todos os presentes; e à direcção e funcionários do Centro Recreativo da Golpilheira, pelas instalações e por todo o apoio logístico.
Uma palavra especial vai para o nosso amigo José Travaços Santos, que gentilmente aceitou o convite para fazer a apresentação do autor da obra. Travaços é também um dos mestres maiores da história desta região, uma verdadeira enciclopédia de conhecimento e de vida, a quem todos os historiadores recorrem quando querem falar da Batalha e o seu Mosteiro, da Alta Estremadura e de Portugal em geral. Homem de uma cultura invulgar, sempre disponível para partilhar com todos a sua sabedoria, é também um Senhor na integridade dos valores que defende e da vida em que os exemplifica. O nosso muito obrigado, também por isso.

Finalmente, a cada pessoa que marcou presença nesta festa e a todos os que adquirirem o livro. O mais importante será cada um dos leitores, natural, residente ou amigo da Golpilheira. É a cada um deles que se dedica todo este trabalho. Se não houver leitores, nada disto valeu a pena.

A todos, em nome da equipa do Jornal da Golpilheira e outras entidades envolvidas na produção desta obra, o meu muito e muito obrigado.

Apresentação do livro “Golpilheira Medieval”

Tarde cultural e histórica com casa cheia

Cerca de 350 pessoas encheram o salão de festas do Centro Recreativo da Golpilheira (CRG), no passado dia 7 de Fevereiro, na apresentação pública da obra “Golpilheira Medieval – Documentos Históricos”, de Saul António Gomes. Inserida nas comemorações dos 25 anos da criação da freguesia, a obra foi editada em parceria pelo Jornal da Golpilheira e a Câmara Municipal da Batalha, apresentando uma recolha de 113 documentos, sobretudo da época Medieval, onde se espelha o percurso histórico da localidade, conhecida primeiramente por Alpentende e, a partir dos finais do século XIII, pelo nome de Golpilheira.
A sessão foi, assim, uma verdadeira tarde cultural, que começou com as palavras de acolhimento do presidente do Centro Recreativo, Manuel Rito, que manifestou a sua alegria pela iniciativa e a riqueza que ela vem representar para o historial da própria colectividade, intimamente ligada ao desenvolvimento cultural da população durante os últimos 40 anos.

Autor
Após as palavras introdutórias do director do Jornal da Golpilheira, em termos semelhantes aos do editorial desta edição, coube a José Travaços Santos apresentar o autor da obra. Traçou as principais linhas do percurso académico e de vida de Saul Gomes, salientando a sua extensa produção literária, o seu amor a esta região da Estremadura e a profunda riqueza intelectual com que é reconhecido actualmente “entre as maiores figuras das Letras e do Pensamento portugueses”.

Obra
Sobre a obra, falou o seu autor, dissertando sobre a história remota deste território, que considerou “uma das mais antigas regiões habitadas e de grande centralidade em toda a região, como comprova a existência da cidade romana de Collipo”. O seu discurso centrou-se na enumeração das principais descobertas feitas nos documentos agora publicados, e que podem ser revistos no texto introdutório com que enriqueceu esta publicação. Não querendo esgotar o assunto nesta edição, contamos nos próximos meses voltar a ele, com a transcrição mais pormenorizada das suas palavras na ocasião.
A conclusão sobre a riqueza histórica da nossa terra, que pode adivinhar-se a partir desta colectânea documental, “contrasta com a ausência de qualquer rasto desse património na actualidade”, referiu Saul Gomes, lamentando que num périplo recente pela freguesia não tenha encontrado qualquer vestígio de construções ou outros elementos referidos nos documentos, mesmo já dos séculos XVIII e XIX. A este propósito, defendeu que “o pelouro da protecção do património deveria ser atribuído às autarquias locais, pois a centralidade desses serviços tem levado ao desaparecimento de muitos monumentos que a nível nacional são descurados, mas que são autênticas pérolas a preservar para a história das populações onde se encontram”.

Outro intervenientes
O presidente da Junta de Freguesia da Golpilheira, Carlos Santos, reconheceu “com tristeza, que desapareceu quase todo o património dos nossos antepassados, que poderia hoje testemunhar a importância desta terra”, manifestando o seu contentamento por, “em iniciativas como estas, se tentar, ainda assim, preservar e enaltecer essa memória e cuidar que esse erro de esquecer os legados do passado não volte a ser cometido”. Salientando o interesse com que a Junta acompanhou esta iniciativa do Jornal, Carlos Santos agradeceu a Saul Gomes o trabalho desenvolvido e entregou-lhe uma placa comemorativa dos 25 anos da Freguesia, em sinal de gratidão de toda a população.
Também o presidente da Câmara da Batalha, António Lucas, que presidiu à sessão, elogiou e agradeceu o trabalho do historiador, referindo a importância deste tipo de iniciativas, “que a autarquia tem sempre o cuidado de apoiar, como sinal da sua forte aposta na cultura como pilar do desenvolvimento local”. Apontando alguns aspectos do dinamismo actual desta freguesia, a mais recente do concelho da Batalha, o autarca dedicou a edição do livro aos golpilheirenses, elogiando como “exemplar a numerosa adesão da população a um evento deste género”.
De referir que a sessão contou com a animação musical de Jorge Humberto, professor de música no CRG, e do rancho folclórico “As Lavadeiras do Vale do Lena”, da mesma colectividade, e terminou com um lanche oferecido pela Junta de Freguesia aos presentes.

LMF


Ainda sobre o livro...
Correio dos leitores

>>> Tive conhecimento, pelo autor e nosso ilustre amigo, Prof. Dr. Saul Gomes, da preparação da obra literária sobra a Golpilheira. Felicito o Jornal pela feliz iniciativa e por tão belo documento para a história da vossa jovem, mas histórica Freguesia. Para o estudo e pesquisa da nossa História local e regional, é do maior interesse, mais ainda pela competência e sabedoria do autor. Com estima e amizade,
Carlos Alberto Rosa Vieira

>>> Gostaria de dar os meus sinceros parabéns ao Jornal da Golpilheira pela edição deste livro, porque de facto a nossa terra ficou muito mais rica. Sem dúvida, como referiu o presidente da Câmara Municipal, sr. António Lucas, a adesão foi sensacional, algo que não estaria nas previsões de ninguém. Isso faz, em minha opinião, de catalizador para novas aventuras e foi o reconhecimento de todas as pessoas pelo trabalho desenvolvido. Desta maneira, até acaba por se esquecer as grandes dificuldades para ultrapassar muitos obstáculos. Penso que, num futuro próximo, devíamos reflectir sobre duas "nódoas" que estão bem identificadas e que, se fossem recuperadas, sem dúvida que seria um ganho para a nossa freguesia. Estou a referir-me ao moinho de vento e à capela do Picoto. Mais uma vez, parabéns e que Deus vos dê força e coragem para continuarem, porque vale a pena.
Adelino Rito

>>> Fiz quase 100 kms de propósito para ir a essa apresentação, pois conheço bem o autor e sabia que valia a pena. Não conhecia bem essa freguesia e confesso que fiquei muito bem impressionada com as boas instalações, o excelente Restaurante Etnográfico onde almocei e a gente simpática. Mas a minha maior surpresa foi aquele salão cheio de pessoas na apresentação de um livro! Parabéns a um povo que assim vive a cultura! E muitos parabéns ao vosso Jornal pelo bom trabalho que fazem, que também já acompanho há algum tempo.
(Leitora identificada)

>>> Mande também o seu comentário à sessão ou ao livro, a sua opinião, crítica ou sugestão... teremos todo o gosto em saber o qu pensa. Envie para geral@jornaldagolpilheira.com

Actividades no Centro Recreativo | Desporto, cultura, recreio...

Nunca é de mais referir que, para além do desporto, que apresentamos nas nossas páginas desportivas, o Centro Recreativo da Golpilheira tem outras actividades de carácter recreativo e cultural. Não podemos esquecer a nossa Escola de Música, onde se ensina desde o solfejo até variados instrumentos. Esta escola tem os horários definidos com os respectivos professores. É uma actividade com largas tradições na nossa colectividade e que tão bons frutos tem dado.
Também é público que o rancho folclórico "As Lavadeiras do Vale do Lena" pertence à nossa asssociação, cujas actividades já agendadas damos também nota (ver caixa).
È também propriedade do Centro Recreativo o Jornal da Golpilheira, o qual tem sido muito útil ao longo desta última década, na divulgação da nossa freguesia e nem só.
Esporadicamente, temos ainda ensaios de diversas peças de teatro na nossa colectividade. E temos a dança e a ginástica para jovens e adultos. Na dança, temos do nível um ao nível quatro. No nível um, estão integrados os iniciados, com aulas às terças-feiras às 18h00. No nível dois, estão os intermédios, com aulas aos sábados às 10h30. O nível três tem aulas duas vezes por semana, às segundas e quartas-feiras, às 18h10. O nível quatro é frequentado pelos avançados e as aulas são às terças-feiras às 19h20. Estas aulas são ministradas pela professora Liliana Ramos e o professor Ricardo. A ginástica, também ministrada pela professora Liliana Ramos, tem as vertentes de Aeróbica e Step. Apoiada pela Câmara Municipal, temos duas vezes por semana a ginástica de manutenção, para os jovens da terceira idade, ministrada pelo professor Ricardo.
Para além destas actividades, que já são muitas e dão muitas dores de cabeça, dinamizamos outras, como por exemplo: participação assídua no desfile de Carnaval promovido pela Câmara Municipal da Batalha; as tasquinhas em Maio, promovidas pelo nosso rancho folclórico; o Passeio TT "Anjos sobre Rodas"; os festejos das comemorações de cada aniversário do CRG; o Festival de Folclore, anualmente integrado nestas festas, em regime de intercâmbio; as audições dos alunos da nossa Escola de Música e as demonstrações da nossa Escola de Dança ("Teclarte" e "Dançarte") e as respectivas festas de encerramento de ano lectivo; o encerramento da época desportiva de todas as equipas; a Semana Cultural; o Almoço dos Idosos; o Almoço dos Amigos; a Festa de Natal para as Crianças; e diversas outras iniciativas que poderão surgir pontualmente
Todas estas actividades movimentam muita gente. É muito importante que as consigamos manter e, sendo um pouco ambicioso, aumentá-las. Para isso, a ajuda dos simpatizantes e sócios da nossa colectividade é imprescindível. Não esperes que te chamem... vem ter connosco! Temos trabalho para todos.
Manuel Carreira Rito

Projecto “Limpar Portugal” | Autarquia da Batalha junta-se à campanha

Vivemos num país repleto de belas paisagens mas, infelizmente, todos os dias as vemos invadidas por lixo que aí é ilegalmente depositado. Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de cidadãos decidiu colocar mãos à obra e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. O projecto "Limpar Portugal" é um movimento cívico que tem como principal objectivo, no dia 20 de Março de 2010, remover todo o lixo depositado indevidamente nos nossos espaços verdes. Pretende-se, através da participação cívica, promover a comunicação e a reflexão sobre a problemática dos resíduos, do desperdício, do ciclo dos materiais e do crescimento sustentável. Quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet, www.limparportugal.org, onde tem toda a informação de como o fazer.
A iniciativa também está aberta a parcerias com instituições e empresas, públicas e/ou privadas, que, através da cedência de meios (humanos e/ou materiais, à excepção de dinheiro) estejam interessadas em dar o seu apoio ao movimento. Foi nesse sentido que a Câmara Municipal da Batalha, tal como alguns outros municípios do País, quis associar-se, tendo promovido uma sessão de informação e sensibilização, no dia 17 de Fevereiro, especialmente dedicada à participação da população do Concelho. Segundo a autarquia, tratou-se sobretudo de "uma jornada de sensibilização, já que temos um concelho relativamente, mas que ainda tem algumas zonas críticas", apelando sobretudo aos casos de pessoas que têm alguns depósitos de entulho nos seus terrenos, já que a iniciativa se vai limitar aos terrenos públicos.
O primeiro passo desta acção está a ser a identificação das lixeiras existentes, identificadas por voluntários através do site www.3rdblock.net. Já estão contabilizadas cerca de 6 mil lixeiras, mil das quais no distrito de Leiria e 16 no nosso Concelho. Estão também registados cerca de 1500 voluntários no Distrito, mas o sucesso da iniciativa depende da mobilização e participação do maior número de pessoas possível.
Não esqueça: só com a sua ajuda se conseguirá realizar este objectivo com sucesso! Será, ao mesmo tempo, um dia de convívio e de alegre trabalho cívico. Inscreva-se já, contactando a Câmara Municipal ou através do site http://www.limparportugal.org/.


Celeiro contesta nó do IC9

Assembleia Municipal voltou ao assunto...


A população do Celeiro parece condenada a receber problemas. Foi isso mesmo que fizeram questão de manifestar os residentes, numa marcha de protesto realizada no dia 4 de Fevereiro, que juntou algumas dezenas de pessoas. Depois de todos os protestos relativos à ampliação e novas linhas de muito alta tensão eléctrica, surgiu agora a notícia de que o nó de ligação do futuro IC9 à estrada nacional 356, naquela localidade, sofreu algumas alterações que implicarão destruição de algumas casas e efeitos nocivos noutras. Com cartazes a acusar "isto é uma vergonha" e a pedir "salvem o Celeiro", os populares defendem o regresso ao projecto inicial, que consideram menos intrusivo.
Também a Câmara da Batalha corrobora estas preocupações e promoveu uma reunião com responsáveis da "Estradas de Portugal" (EP), logo no dia 6, levando algumas pessoas do Celeiro, para solicitar o reavaliar de algumas soluções. Segundo António Lucas, presidente da autarquia, a EP "mostrou disponibilidade para minimizar os impactos assinalados e aceitar algumas reivindicações da população, nomeadamente quanto à destruição de habitações". Ainda assim, o autarca não trouxe respostas definitivas acerca do assunto e acrescenta que será difícil chegar a um consenso, já que "há pessoas com opiniões diferentes quanto ao traçado, procurando apenas a defesa das suas situações particulares". A posição do Município, salientou António Lucas, é "procurar a solução pelo bem comum, que provoque menos impactos para a maioria das pessoas, já que será impossível satisfazer a vontade de cada um".
Na última sessão da Assembleia Municipal da Batalha, dia 22 de Fevereiro, o assunto do Celeiro voltou a ser debatido, com alguns deputados municipais a manifestarem solidariedade para com as pessoas mais afectadas e a solicitarem esclarecimentos sobre o andamento dos processos. Na presença de alguns moradores locais, que ali se deslocaram para lembrar as suas preocupações, o presidente da autarquia esclareceu que, após a reunião de 6 de Fevereiro, ainda aguarda a resposta da EP, esperando que sejam notícias positivas. Já quanto às linhas de alta tensão, "as pressões para minimizar impactos vão continuar, esperando-se que a nova legislação entretanto aprovada também venha contribuir para isso".
LMF



Deputado batalhense exige respostas do Governo
Nó do IC9 e requalificação de escolas

A propósito do nó de acesso ao IC 9 na localidade do Celeiro, o deputado batalhense Paulo Batista Santos apresentou no Parlamento um pedido de esclarecimento ao Governo sobre os “fundamentos técnicos da opção tomada”. Considerando que este é um “objectivo estruturante para o desenvolvimento da região” e que “a Câmara Municipal da Batalha, desde 1995, tem vindo a proteger corredores destinados à construção do IC 9, tendo por base vários estudos técnicos que fora consensualizados com as entidades competentes e constituindo um opção mais económica e com reduzidos impactos junto das populações”, pergunta o que levou o Governo a não seguir a solução proposta pela autarquia e a optar por outra que “gera elevados danos patrimoniais e ambientes que estão a ser ignorados”.
Também a deputada Assunção Cristas, eleita do CDS/PP pelo círculo de Leiria, apresentou um requerimento no Parlamento em termos semelhantes.

Obras nas escolas da Batalha
O deputado Paulo Batista apresentou também na Assembleia da República um outro requerimento a solicitar esclarecimentos sobre o andamento do projecto conjunto de requalificação da Escola Secundária com 3.º Ciclo, da Escola Básica Mouzinho de Albuquerque e da Escola Profissional de Artes e Ofícios Tradicionais da Batalha. Manifestando-se “preocupado com o andamento do processo”, o parlamentar batalhense solicita ao Ministério da Educação, liderado por Isabel Alçada, “um conjunto de informações quanto à actual configuração do projecto, à respectiva fundamentação técnico-pedagógica, bem como sobre os pareceres dos órgãos de gestão das Escolas e das respectivas Associações de Pais e Encarregados de Educação”.
Segundo a lei, o Governo tem agora 30 dias para responder a estes requerimentos.

Carnaval da Batalha | Frio não deu para gelar a folia

Estava frio, muito frio. Mas o Carnaval da Batalha não vai em "brasileirismos" e todos se agasalharam a preceito, desde os cerca de 1200 figurantes até às cerca de 12 mil pessoas que se espalharam pelas ruas da vila para os ver passar. O corso partiu da zona desportiva, pontualmente às 15h00 do domingo 14 de Fevereiro, integrado por representações de 14 colectividades e 17 grupos de escolas e ATL do Concelho. Em termos de número, não podemos deixar de destacar o Colégio de S. Mamede, que trouxe ao desfile organizado pela Câmara Municipal cerca de seis centenas de alunos, desde o pré-escolar ao secundário, cada grupo trajado com um tema bem definido.
Os temas da actualidade serviram de inspiração aos foliões, como a "pseudo-pandemia" da Gripe A, o galope do desemprego e dos aumentos do custo de vida, o novo "casamento" entre homossexuais, as escutas aos políticos e as alegadas corrupções e "apitos" do mundo do futebol. Mas não faltaram temas mais "históricos" como a corte real da dinastia de Avis ou a embarcação dos piratas de outros tempos.
Para os mais pequenos, a fantasia não teve limites, desde os mais variados heróis da animação, príncipes e princesas, prisioneiros e chineses, minies e mickeys, bonecos de neve e palhaços, pinguins e leões, joaninhas e borboletas, corações, bombons e rebuçados, até aos temas mais ambientais da água, dos ecopontos e das flores bem coloridas.
A participação do Centro da Golpilheira apostou este ano na sátira aos "casamentos" entre homossexuais, com os homens a subir à camioneta para fingir – alegadamente – um grupo de gays em fila para o registo casamenteiro, passando pela zona de "despedida de solteiros" onde não faltava o tradicional varão.
No final, houve entrega de prémios. Os três melhores carros alegóricos foram: 1.º para o Centro Social, Cultural e Recreativo das Brancas; 2.º para a Associação Cultural e Desportiva do Rio Seco; 3º para a Associação Cultural, Desportiva e Recreativa do Casal de São Mamede. Os três melhores grupos foram: 1.º a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Batalha; 2.º a Associação Recreativa Batalhense; 3.º o Grupo de Cantares do Planalto de São Mamede. Em cada categoria, os prémios foram de 500, 300 e 200 euros, respectivamente, cabendo ainda a todas as restantes associações o prémio de 130 euros pelo 4.º lugar ex aequo.
Além disso, a autarquia atribuiu um subsídio de 300 euros a todos os grupos participantes, numa politica de "apoio aos grupos locais, em vez do pagamento a figuras mediáticas vindas de fora". As associações agradecem e o numeroso público confirma.
Até para o ano...

Texto e fotos : Luís Miguel ferraz






Desfile na Golpilheira, proibição na Batalha...
Peripécias do Carnaval escolar

Muitas escolas aproveitam a sexta-feira antes do fim-de-semana do Carnaval para algumas actividades relacionadas com esta festa. Na Golpilheira, é já um hábito, que este ano se repetiu, as crianças andarem mascaradas e fazerem uns passeios pelas ruas da freguesia a desfilar os seus belos fatos.
Já na escola do 1º e 2º ciclos da Batalha, este ano a direcção do agrupamento decidiu não permitir que as crianças levassem "qualquer disfarce ou outros materiais relativos ao Carnaval", conforme um aviso afixado na portaria. Como alguns miúdos acabaram por ir mascarados, gerou-se alguma confusão, com alunos a manifestarem o seu descontentamento, alguns a pais a irem buscar os filhos mais cedo e os professores a tentar manter a ordem.
Os comunicados da direcção do Agrupamento referiram que a opção teve apenas a ver com a necessidade de aproveitar o dia de aulas normalmente, dada a curta duração deste período lectivo. A direcção da Associação de Pais afirmou apenas que iria reunir brevemente para analisar o sucedido e só então se pronunciaria. O certo é que, se o objectivo era aproveitar o tempo, este acabou por ser um dia perdido, com a agravante de não ter sido aproveitado sequer para a diversão das crianças.


Para idosos da zona centro do Distrito
IPSS organizam festas de Carnaval

As Misericórdias e Instituições Particulares de Solidariedade Social da zona centro do distrito de Leiria organizaram, no passado dia 10 de Fevereiro, uma festa de Carnaval para os seus utentes de lares e centros de dia. A festa decorreu na danceteria Baila Comigo, em S. Antão, numa tarde animada por música e danças. Cerca de 360 idosos de 19 instituições distritais, incluindo a unidade de cuidados continuados das Batalha, aproveitaram para se divertirem, envergando as máscaras e fantasias próprias da ocasião e, no final, partilharam um lanche de convívio.
Segundo Lina Quitério, técnica da Misericórdia da Batalha, "esta é uma actividade muito interessante do calendário anual, já que se cria muito entusiasmo já durante a preparação das máscaras e, sobretudo, no bailarico e no encontrar de amigos e familiares que estão noutros lares e não se encontram há algum tempo".
A mesma técnica descreve assim o ambiente: "O baile esteve pleno de cor, alegria e animação, os participantes de cada instituição foram mascarados de forma alusiva a diversos temas, cada qual representava com orgulho a sua instituição. As máscaras e os fatos foram feitos pelos utentes, com o apoio dos técnicos responsáveis."
As instituições agradecem o apoio da dancetaria Baila Comigo, "que ao cederem o espaço contribuíram para a realização deste evento".

8.º Passeio TT "Anjos Sobre Rodas" da Golpilheira

Desporto do Centro Recreativo Golpilheira

Futsal Feminino Sénior | A caminho do “tetra”...

Da forma como a nossa treinadora Teresa Jordão tem a equipa a jogar, é muito difícil pará-la. Como se pode ver pelos relatos que a seguir apresentamos, esta equipa está uma autêntica máquina de bem jogar futsal. Bem preparadas fisicamente, bem orientadas tecnicamente e com uma moral em alta, está esta equipa preparada para garantir já nos próximos quatro jogos o "tetra". Desejamos-lhe o maior sucesso e quanto mais cedo melhor, para encararmos a fase final da Taça Nacional com grande optimismo.
Só é pena que estes jogos não estejam a ser disputados no nosso pavilhão (futuro), pois iria deliciar muito mais adeptos desta modalidade em geral e os golpilheirenses em particular. Esperamos que ele esteja concluído a tempo de esta equipa poder demonstrar nele toda a beleza do futsal e em particular o desempenho da equipa.

Golpilheira – 9
Pocariça – 0
O jogo disputado no dia 30 de Janeiro, no pavilhão da Batalha, previa-se algo difícil, pelo exemplo dos últimos anos. No entanto, as nossas jogadoras entraram decididas em resolver cedo. A Pocariça remeteu-se à sua defesa, espreitando o contra ataque. O desgaste provocado pela avalanche do nosso ataque continuado deu os seus frutos, com a obtenção na primeira parte de dois golos, por intermédio da irrequieta Carolina. A história do segundo tempo resume-se à obtenção de mais sete golos sem resposta. Irina, por três vezes, Jessica Pedreiras, Rita Eusébio, um auto-golo e Licas obtiveram os sete golos da etapa complementar.

Amarense – 0
Golpilheira – 5
O encontro disputado no dia 6 de Fevereiro, no pavilhão do Amarense, foi o primeiro da segunda volta e era muito importante vencê-lo. Após o apito inicial, constatou-se que a equipa do Amarense colocou todas as suas jogadoras na defesa da baliza. O seu principal objectivo era retardar ao máximo a obtenção do primeiro golo da Golpilheira. Mas a nossa equipa está preparada para desmoronar a estratégia defensiva de qualquer equipa. O nosso assédio à baliza adversária era incessante e as oportunidades sucediam-se. Quando não era a guarda-redes, eram os postes ou a ansiedade das nossas atletas a retardar a obtenção do tal golo. Mas, como diz o velho ditado, "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". Foi o que aconteceu. A experiente Irina, numa bela jogada, marcou o primeiro golo. A equipa do Amarense continuava com o "autocarro" a proteger as suas redes e em todo jogo não criou uma única oportunidade de golo. Ainda antes do intervalo, a jovem Jéssica Pedreiras marcou um belo golo de cabeça, respondendo a um excelente cruzamento da direita. Reatada a partida, apenas não se sabia quantos mais golos iríamos obter, uma vez que a nossa vitória não estava em causa. O sufoco atacante era tal, que o jogo se desenrolava totalmente no meio campo adversário. Carolina marcou por duas vezes e Irina fixou o resultado final em 5-0. Mais uma justa vitória, cujo resultado podia ser bem mais dilatado.

Taça Distrital
Amarense – 1
Golpilheira – 9
No dia 13 de Fevereiro, estas equipas voltaram a encontrar-se no mesmo pavilhão, desta vez numa eliminatória da Taça Distrital. Com a disputa dos dois jogos (juniores e seniores) no mesmo dia e à mesma hora, a nossa treinadora Teresa Jordão optou por acompanhar a equipa júnior a Segodim (onde venceu por 12-3). Mas mesmo sem a presença da treinadora, as nossas jogadoras demonstraram a sua real valia, colocando em campo a experiência adquirida ao longo dos vários anos que jogam juntas. Na primeira parte obtiveram cinco golos sem resposta, o que nos dava uma grande tranquilidade. No segundo tempo, baixaram um pouco o ritmo de jogo, mas mesmo assim não deixaram de marcar mais quatro golos, sofrendo apenas um. Estamos nas meias-finais, com as equipas dos Vidais, da Caranguejeira e do Louriçal, todas da Divisão de Honra. A nossa equipa júnior também está nas meias-finais, com as equipas do CEF-Fátima, do Portomosense e da União de Leiria. Esperamos ansiosamente pelo sorteio.

Golpilheira – 7
Louriçal – 0
O desafio disputado no dia 20 de Fevereiro, no pavilhão da Batalha, era encarado com grande apreensão, dada a dificuldade, na primeira volta, para ultrapassar esta experiente equipa do Louriçal. No entanto, a estratégia montada pela Teresa Jordão, assim como cumprimento exemplar das nossas atletas, acabou por facilitar muito a tarefa. O resultado diz tudo. Sete golos sem resposta, reflexo duma grande exibição da nossa equipa.

Falta uma vitória...
A nossa equipa está na frente do campeonato, com 12 jogos realizados, outras tantas vitórias, 36 pontos, 70 golos marcados e apenas 13 sofridos. No próximo dia 27, caso a vitória aconteça na Caranguejeira, ficará decidido o nosso primeiro lugar no campeonato desta época. Como a Golpilheira está a jogar, será muito difícil a Caranguejeira ultrapassar-nos. Por isso, vamos todos apoiar as nossas tricampeãs, no próximo sábado, dia 27, às 21h00, no pavilhão da Caranguejeira. Vai e leva um amigo. Comparece e leva a família toda.


Futsal Feminino Júnior | Esperança ainda marca pontos

Depois de um período menos bom, no início da primeira volta do campeonato júnior, a equipa neste momento está mais entrosada e com mais eficácia na finalização, como demonstram os últimos resultados. A sete pontos dos Vidais, mas com um jogo a menos, vem aí o mês das grandes decisões. Vamos jogar com a Academia da Caranguejeira, Portomosense, Vidais e CEF-Fátima.
Temos possibilidades de continuar a lutar pelo "hexa", mas para isso é necessário vencermos estes quatro jogos, que se apresentam bastante difíceis. Recorde-se que perdemos em casa com os Vidais e também no CEF-Fátima.
Estamos também na luta pela conquista da Taça Distrital, prova na qual estamos nas meias-finais. Para continuar na senda dos êxitos, é preciso continuar a trabalhar, muita concentração e espírito de equipa. Nós confiamos que estas jovens, bem comandadas por Teresa Jordão, consigam os mesmos objectivos da época passada. A esperança é a última coisa a perder, por isso e como "a união faz a força", o apoio dos nossos simpatizantes é imprescindível. Não se esqueçam de apoiar as nossas equipas. Todas elas merecem.



Futebol Escolas e Sub 13 | A importância da educação desportiva
A nossa equipa de Escolas tem dado muito boa conta de si. Treinada por Luís Rito, os seus atletas têm progredido muito desde o início da época. Como se diz na gíria, temos jogadores e temos equipa, com alguns jogadores tecnicamente bem dotados, desenvolvem no terreno de jogo um excelente futebol, digno de ser visto. Jogadas com cabeça, tronco e membros, que não é muito vulgar ver nestas idades.
Os resultados, nestes escalões, não são o mais importante. O objectivo principal é eles aprenderem, evoluírem, divertirem-se jogando sem pressões de qualquer tipo. Ninguém gosta de perder, mas para nós, neste momento, isso está em segundo plano. Temos muitos jogadores e não podem jogar apenas os mais dotados, naturalmente. Os outros também precisam de jogar, de se integrarem na equipa, para também evoluírem e se motivarem. Neste aspecto, não são os atletas que complicam. Por vezes, são os pais que querem "mandar" na constituição da equipa, dificultando a tarefa do treinador.
No primeiro torneio, em nove jogos, ganhámos sete e perdemos dois. Estamos à espera do segundo torneio, cujo início está marcado para o dia 6 de Março. Quanto à equipa de sub 13, treinada por Joaquim Vieira e Filipe Vieira, apesar da evolução dos seus atletas, os resultados desportivos não têm sido tão bons. Esta situação compreende-se, por dois motivos: em primeiro lugar, os atletas que integram esta equipa são, na sua maioria, sub 12; depois, como temos alguns sub 13 e temos apenas uma equipa, estamos integrados com as equipas "A" de outros clubes, cujos atletas, na sua totalidade, são sub 13. No entanto, os nossos atletas não esmorecem. Comparecem com ansiedade nos treinos, mas um ou dois, quando são os jogos, invocam algumas razões duvidosas para não irem. Nós percebemos. Estão um pouco traumatizados por estarem sempre a perder e por muitos....
Estamos agora na fase de encerramento, com as mesmas equipas do primeiro torneio, excepto as três primeiras. Neste torneio, pensamos que os jogos serão mais equilibrados, e podemos, inclusive, obter algumas vitórias.



Futebol Juniores Masculinos | Espera-se 2ª volta mais fácil
Com a passagem à segunda fase garantida muito cedo, o seu treinador, Jorge Rito, aproveitou para rodar a equipa. O desempenho por parte dos atletas a quem foi dado uma oportunidade não foi mau. Serviu para o Jorge encontrar mais soluções, uma vez que a 2.ª fase vai ser muito mais difícil. A prová-lo está a derrota sofrida no primeiro jogo desta fase, com a deslocação ao Bombarral.
Segundo o treinador, o resultado é enganador, pois "o árbitro anulou um golo limpo, que colocava o marcador em 1-1, ainda na primeira parte". E como um azar nunca vem só, o Bombarral chegou ao 2-0 antes do intervalo. No segundo tempo reagimos e, apesar de termos sofrido mais um golo, marcámos dois. E poderíamos ter chegado ao empate, no último lance do desafio. Mas, na marcação de um canto, "um atleta nosso foi impedido de saltar dentro da área, quando se preparava para fazer golo", volta a queixar-se o treinador. Mais um presumível erro do árbitro, com o qual temos de nos conformar. Bem ou mal, a equipa de arbitragem é que manda e não devemos reclamar, senão somos expulsos e lá vai o dinheiro das multas para a Associação de Futebol de Leiria...
É preciso que os nossos rapazes não desanimem e se unam em redor dos conselhos do Jorge Rito, para fazermos uma boa segunda fase.

Futebol de 11  | Veteranos | Vamos à Madeira!

Está confirmada a nossa ida à Madeira, mais concretamente à Calheta, nos próximos dias 16, 17 e 18 de Abril. Apesar da situação dramática ocorrida este mês naquela ilha, fazemos votos para que a situação melhore rapidamente e acreditamos que tudo possa decorrer da melhor forma.
Farão parte da comitiva diversos jogadores e directores, embora nem todos possam ir, por motivos profissionais ou outros. Os que forem irão saber honrar a nossa equipa e a nossa Associação e prestigiar a nossa freguesia e o Concelho em geral.

Caranguejeira – 1
Golpilheira – 0
O encontro realizado no dia 13 de Fevereiro, no campo relvado da Caranguejeira, foi muito equilibrado, com oportunidades de golo para ambas as equipas.
Acabou por ser mais feliz a equipa da casa, que num lance feliz conseguiu marcar o solitário golo com que nos venceram.
Na terceira parte, fomos nós os melhores, até porque éramos muitos mais do que os da casa: jantar bem servido, que deixou todos satisfeitos.

Golpilheira – 0
Boa Vista – 5
Este desafio teve lugar no campo sintético da Batalha, no dia 20 de Fevereiro. Tal como no primeiro jogo, veio ao de cima a maior juventude da equipa forasteira. Em certas alturas do desafio ainda demos alguma réplica e podíamos ter marcado alguns golos, não fora uma grande exibição do guarda-redes da equipa contrária. Na primeira parte já venciam por três a zero. No segundo tempo obtiveram mais dois golos, sendo o último de grande penalidade. Vitória justa da Boa Vista, mas por números exagerados. Jantar bem servido no nosso Restaurante Etnográfico, que a todos muito agradou.

Textos de Manuel Carreira Rito

Apoios ao desporto do CRG ao abrigo do mecenato

Decreto do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto

Todos os anos precisa de ser renovada a autorização para que as actividades desportivas do CRG sejam apoiadas ao abrigo da Lei do Mecenato, pela qual os patrocinadores auferem de condições especiais de dedução nos impostos. Para o corrente ano, foi emitida a Declaração n.º 9/2010, com o seguinte texto:

Nos termos do n.º 10 do artigo 62.º, do capítulo X, do Estatuto dos Benefícios Fiscais, aprovado pelo Decreto - Lei n.º 215/89, de 1 de Julho, republicado pelo Decreto -Lei n.º 108/2008, de 26 de Junho, reconhece-se que os donativos concedidos no ano de 2010 ao Centro Recreativo da Golpilheira, NIPC 501101829, para a realização de actividades ou programa de carácter não profissional consideradas de interesse desportivo podem usufruir dos benefícios fiscais ali previstos, desde que os respectivos mecenas não tenham, no final do ano ou do período de tributação em que o donativo é atribuído, qualquer dívida de imposto sobre o rendimento, a despesa ou o património e de contribuições relativas à segurança social, ou, tendo-a, sendo exigível, a mesma tenha sido objecto de reclamação, impugnação ou oposição e prestada garantia idónea, quando devida, e sem prejuízo do disposto no artigo 86.º do Código do IRC, se ao caso aplicável.

O documento publicado em Diário da República tem data de 5 de Janeiro de 2010 e é assinado pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino José Monteiro Castro Dias.

Este deve ser mais um incentivo às empresas que queriam patrocinar os nossos atletas, pois as verbas oferecidas poderão ser descontadas com majoração no IRC.

Concerto Gala para Bombeiros da Batalha

153 Humor

Exposição: 100 anos de imprensa na Batalha

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Apresentação do livro “Golpilheira Medieval” de Saul de Gomes

Casa cheia em tarde cultural na Golpilheira

Cerca de 350 pessoas encheram o salão de festas do Centro Recreativo da Golpilheira (CRG), no passado dia 7 de Fevereiro, na apresentação pública da obra “Golpilheira Medieval – Documentos Históricos”, do doutor Saul António Gomes. Inserida nas comemorações dos 25 anos da criação desta freguesia, a obra foi editada em parceria pelo Jornal da Golpilheira e a Câmara Municipal da Batalha, apresentando uma recolha de 113 documentos, sobretudo da época Medieval, onde se espelha o percurso histórico da localidade, conhecida primeiramente por Alpentende e, a partir dos finais do século XIII, pelo nome de Golpilheira.
A sessão de apresentação foi, assim, uma verdadeira tarde cultural, em que o autor da obra dissertou sobre essa história remota do território, que considerou “uma das mais antigas regiões habitadas de toda a região, e de grande centralidade”. A conclusão sobre a sua riqueza histórica, que pode retirar-se a partir dos vestígios remotos e, de igual forma, desta colectânea documental, “contrasta com a ausência de qualquer rasto desse património na actualidade”, referiu Saul Gomes, lamentando que num périplo recente pela freguesia não tenha encontrado qualquer vestígio de construções ou outros elementos referidos nos documentos, mesmo já dos séculos XVIII e XIX. A este propósito, defendeu que “o pelouro da protecção do património deveria ser atribuído às autarquias locais, pois a centralidade desses serviços tem levado ao desaparecimento de muitos monumentos que a nível nacional são descurados, mas que são autênticas pérolas a preservar para a história das populações onde se encontram”.
Segundo Luís Miguel Ferraz, director do Jornal da Golpilheira, “a preservação da memória colectiva, como contributo para a construção da identidade cultural das gentes desta região” foi o principal objectivo desta publicação. “Devemos ver a história, não como um conjunto de matérias enterradas no passado, mas como fonte de leitura para a realidade presente e mesmo como fonte de inspiração para a construção do futuro”, salientou.
Também o presidente da Câmara da Batalha, António Lucas, referiu a importância deste tipo de iniciativas, “que a autarquia tem sempre o cuidado de apoiar, como sinal da sua forte aposta na cultura como pilar do desenvolvimento local”. Salientando alguns aspectos do dinamismo actual desta freguesia, a mais recente do concelho da Batalha, o autarca dedicou a edição do livro aos golpilheirenses, elogiando como exemplar a numerosa adesão da população a um evento deste género.
A sessão contou com animação musical de Jorge Humberto, professor de música no CRG, e do rancho folclórico “As Lavadeiras do Vale do Lena”, da mesma colectividade, e terminou com um beberete oferecido pela Junta de Freguesia local.
O livro está à venda no Centro Recreativo da Golpilheira, na Junta de Freguesia da Golpilheira e nas livrarias da região. Pode também ser encomendado pelo email geral@jornaldagolpilheira.com.