
sexta-feira, 27 de abril de 2007
EDITORIAL | Aleluia!
A Páscoa, como sabemos, não é um dia. No calendário litúrgico, é um tempo anual, que se prolonga até ao Pentecostes. Na Teologia, é o centro de toda a fé cristã, que se estende a todos os outros mistérios da Salvação. Na nossa vida, é uma Boa Nova, que deve ser sinal permanente e prática constante.Nesta edição, falamos ainda de Quaresma, como ponto de passagem para esse momento de viragem da História do Homem, de ontem e de hoje, para a eternidade. E falamos de Páscoa como bênção definitiva de Deus, oferecida na vitória de Cristo sobre o mal, o pecado e a morte. A liturgia que celebramos, as tradições que mantemos e a acção diária que levamos ao mundo só fazem sentido se forem entendidas desta forma. Como um "Aleluia!" que ecoa no coração de cada homem e de cada mulher que connosco vivem, sentido por dentro e visível por fora.
Por isso, os nossos votos de boas-festas pascais nunca chegam atrasados. Significam, sobretudo, um desejo perene de que a paz, a vida e o amor estejam com todos, em cada casa, em cada família, em cada pessoa.
"Aleluia!" pode ser também o grito que ilustra a foto de capa desta edição. A equipa de futsal sénior feminino da nossa colectividade conseguiu finalmente o título de campeã distrital, perseguido há vários anos. É uma boa imagem da Páscoa, que só se consegue saborear intensamente quando é fruto do esforço e do sacrifício, da constante luta pela superação de si mesmo, da união com os que estão connosco na jornada, da esperança num amanhã que nunca morre.
Por isso, os nossos parabéns às atletas, à equipa técnica, aos directores e a todos os que lutaram por este objectivo, nem que seja com as palmas no decorrer de cada jogo.
Aleluia!
CRG já apresenta resultado positivo
Assembleia geral aprovou contas de 2006 e elegeu nova direcção
A assembleia geral do CRG reuniu-se no passado dia 14 de Abril. O primeiro ponto de agenda era a apreciação e votação das contas, que mereceram os votos favoráveis dos 21 sócios presentes.
Foi salientada a boa gestão da direcção cessante, dado ter conseguido um resultado positivo de cerca de 59 mil euros, após um ciclo de alguns anos em que a colectividade apresentou saldo negativo. O total dos proveitos andou na ordem dos 492 mil euros, enquanto os custos ficaram pelos 433 mil euros. Assim, começou a reduzir-se o passivo, em aproximadamente 12% relativamente a 2005, situando-se em cerca de 578 mil euros. De referir que para este saldo contribuiu decisivamente a venda à Câmara Municipal de uma parte dos terrenos anexos adquiridos nos últimos anos, pelo valor de 70 mil euros.
Dados estes resultados, a assembleia votou por unanimidade um "voto de louvor" à direcção que conduziu os destinos da colectividade no ano de 2006.
Na próxima edição publicaremos na íntegra o relatório da direcção, o mapa das contas e o balanço, para uma informação mais completa.
De seguida, procedeu-se à eleição dos corpos gerentes da associação para o próximo biénio. Apresentou-se uma única lista, constituída maioritariamente pelos sócios que já faziam parte da direcção cessante (ver caixa ao lado). Esta lista foi eleita com o voto favorável de 20 sócios, registando-se ainda um voto em branco.
A assembleia geral do CRG reuniu-se no passado dia 14 de Abril. O primeiro ponto de agenda era a apreciação e votação das contas, que mereceram os votos favoráveis dos 21 sócios presentes.
Foi salientada a boa gestão da direcção cessante, dado ter conseguido um resultado positivo de cerca de 59 mil euros, após um ciclo de alguns anos em que a colectividade apresentou saldo negativo. O total dos proveitos andou na ordem dos 492 mil euros, enquanto os custos ficaram pelos 433 mil euros. Assim, começou a reduzir-se o passivo, em aproximadamente 12% relativamente a 2005, situando-se em cerca de 578 mil euros. De referir que para este saldo contribuiu decisivamente a venda à Câmara Municipal de uma parte dos terrenos anexos adquiridos nos últimos anos, pelo valor de 70 mil euros.
Dados estes resultados, a assembleia votou por unanimidade um "voto de louvor" à direcção que conduziu os destinos da colectividade no ano de 2006.
Na próxima edição publicaremos na íntegra o relatório da direcção, o mapa das contas e o balanço, para uma informação mais completa.
De seguida, procedeu-se à eleição dos corpos gerentes da associação para o próximo biénio. Apresentou-se uma única lista, constituída maioritariamente pelos sócios que já faziam parte da direcção cessante (ver caixa ao lado). Esta lista foi eleita com o voto favorável de 20 sócios, registando-se ainda um voto em branco.
Preparar o futuro
O presidente reeleito, Fernando ferreira, agradeceu a ajuda de todos os que contribuíram para o desenvolvimento de mais um ano de trabalho em todas as secções do CRG e para os resultados positivos verificados. Salientou, quanto a isso, o apoio constante da Câmara Municipal da Batalha, sobretudo neste momento de especial dificuldade económica da colectividade. Aproveitou, ainda, para pedir a continuação desse apoio de todos os sócios, empresas locais e instituições, pois "só com a ajuda persistente de todos poderemos continuar a levar este trabalho por diante".
Em relação ao futuro, Fernando Ferreira anunciou a possibilidade da aprovação a breve prazo de uma candidatura ao Instituto do Desporto para a construção dos balneários do ringue desportivo. A concretizar-se esse financiamento, a rondar os 30 mil euros, esse será um dos primeiros investimentos a fazer pela nova direcção.
O presidente anunciou ainda o bom andamento do processo de inscrição do CRG como Instituição Particular de Solidariedade Social, junto do Instituto da Segurança Social, o que permitirá avançar com algumas valências que têm vindo a ser programadas, como é o caso do apoio domiciliário a doentes e idosos e a implementação de um Centro de Dia para a ocupação dos tempos livres dos mais velhos. Para tal, está em discussão a necessária alteração dos estatutos e do nome da associação, que deverão ser aprovados numa assembleia geral extraordinária a convocar para breve.
A finalizar, foi sugerida a alteração da hora das assembleias gerais do CRG para uma hora mais tardia do que o costume, de modo a não se verificarem os atrasos que são frequentes no início destas reuniões. Os sócios presentes deixaram esse assunto à decisão da mesa da assembleia e à direcção, mas concordaram com facto de que as sessões deveriam começar à hora definida na agenda, esgotados os primeiros 60 minutos de tolerância para a obtenção de quórum.
LMF
Assembleia Geral
Presidente: Pedro José Meneses Monteiro
Vice-Presidente: Carlos Agostinho Costa Monteiro
1º Secretário: Cesário Batista dos Santos
2° Secretário Manuel Pereira Filipe Rodrigues
Direcção
Presidente: Fernando Joaquim Figueiredo Ferreira
Vice-Presidente: Manuel Carreira de Almeida Rito
Secretária: Carolina Rosa de Carvalho
Tesoureiro: Rui Jorge Vieira Fernandes
Vice-Presidente para o Desporto: Teresa da Conceição Figueiras Jordão
Vice-Presidente para as Obras: Joaquim Almeida Cardoso
Vice-Presidente para a Cultura: M.ª Gracinda Videira dos Santos Almeida
Vice-Presidente para a Juventude: Vasco Nuno da Silva Henriques
Vogal: Acácio Videira dos Santos
Vogal: Carlos Alberto Monteiro dos Santos
Vogal: Carlos Manuel Patrício Ferreira
Vogal: Manuel Rito Ferraz
Vogal: Vera Lúcia Almeida Rito
Vogal: M.ª Irene Moreira de Sousa
Vogal: Maria Regina da Silva
Vogal: João Pedro Matos Guerra
Conselho Fiscal
Presidente: José de Jesus Henriques Grosso
Vice-Presidente: Belarmino Videira dos Santos Almeida
Secretário: José Lucas Ferreira
Visita Pascal na nossa paróquia
Persistência da "tradição"
Na paróquia da Batalha, a visita pascal cumpriu, este ano, a tradição. De casa em casa, o padre preside à bênção da casa, acompanhado por dois ajudantes, um com a caldeirinha da água benta, outro com a missão de recolher as ofertas para o fundo paroquial. Na Golpilheira, foi no passado domingo de Pascoela.
Em tempos passados, era o pároco que "dava conta" de toda a paróquia, durante a primeira semana da Páscoa, como recordam alguns paroquianos. Em todas as casas havia alguém para abrir a porta e o pároco conseguia dar a volta durante uma semana inteira, recolhendo galinhas e outras ofertas para o seu sustento. Actualmente, com o crescimento populacional, o pároco já não consegue cumprir sozinho esta tarefa. Só com a ajuda de dois ou três sacerdotes se pode garantir a visita aos lares, que já não são todos, como antigamente, mas apenas aqueles "que nos esperam à porta, ou colocam um tapete de verdura a indicar o desejo de nos receber", esclarece o padre José Ferreira. Por outro lado, dado que a maioria das casas estão vazias durante a semana, pois todos os membros da família estão empregados ou são estudantes, evoluiu-se para a visita só aos domingos, o que arrasta o serviço até ao terceiro domingo pascal.
Não existe qualquer inconveniente, pois a bênção de Deus é preciosa em qualquer altura do ano e, como sabemos, a Páscoa não é um dia, mas sim um tempo que dura 50 dias, até ao domingo de Pentecostes. Mas há quem considere que é demasiado andar durante três semanas a dar as boas-festas, pelo que era melhor ser durante a semana, em vez de ser só aos domingos. No entanto, é melhor assim do que andarem leigos a fazê-lo, dizem outros, que afirmam até fechar a porta nesse caso. Existe a consciência de que é Deus que abençoa as casas e as famílias, mas se for um leigo não é a mesma coisa, não é bem aceite, "pois o padre tem outros poderes como representante de Deus", como ouvimos dizer. A única excepção que se admite é se não houver mesmo hipótese de arranjar padres, porque aí seria preferível vir um leigo do que acabar com a tradição, que "é muito bonita e era uma pena perder-se". Nalgumas paróquias isso já se faz, mas o certo é que na Batalha fez-se a experiência há uns anos e não foi muito bem acolhida.
De facto, esta é uma tradição antiga e é difícil mudar o formato. Talvez só a imposição da necessidade, como aconteceu já nalgumas comunidades mais urbanas e populosas, venha a ditar a mudança. Por outro lado, as pessoas mais novas já não estão tão apegadas a esse ritual e muitos não dão grande importância à "visita do padre".
Na Diocese, outros modelos estão em "teste", como as bênçãos das famílias numa celebração comunitária. Alguns párocos vão introduzindo algumas adaptações, de ano para ano, na tentativa de encontrar a fórmula certa para fazer passar esta mensagem: o importante é que a bênção de Cristo ressuscitado chegue ao coração de cada um, ao seio de cada família, à vida de cada comunidade. E que esta alegria pascal, quer seja levada de casa em casa, por padres ou por leigos, quer seja celebrada numa festa em comunidade, constitua o centro da fé cristã. É essa alegria que o pároco quer comunicar a cada paroquiano, seja pessoalmente, seja por outros mensageiros.
O sentido da Visita Pascal
A Visita Pascal tem séculos de história na Igreja Ocidental, embora não seja uma prática generalizada em todas as comunidades. Em Portugal, tem assumido vários modelos, conforme os tempos e as regiões. No Norte, por exemplo, cuida-se de forma especial o cortejo que trilha as ruas das povoações, anunciado com pompa e sinos de mão, e alvo de verdadeiras competições entre quem apresenta mais e melhor ornamentadas cruzes. Pode dizer-se que é uma verdadeira festa local, onde não faltam os foguetes e o arraial.
Na nossa diocese, não é tão efusiva a manifestação, mas alguns elementos são mantidos com rigor, sobretudo nas zonas rurais. O pároco, com veste litúrgica, é acompanhado por leigos, que levam a caldeirinha da água benta, a pasta para recolha do "folar" e, nalguns casos, a cesta das amêndoas que o prior oferece.
Afinal, qual o sentido principal?
É comum a referência à visita pascal como "anúncio da alegria da ressurreição" e esse tem sido o sentido mais frequentemente apresentado nas nossas comunidades actuais. Mas um estudo apresentado em 2004 pelo padre Carlos Cabecinhas ao Conselho Presbiteral da Diocese aponta para a origem da ancestral bênção das casas, com raízes no próprio mandato de Cristo (Mt 10, 12) e nos hábitos dos primeiros cristãos. Neste trabalho, o director do Secretariado Diocesano da Pastoral Litúrgica cita documentos do século XIV e XV onde é já referido o hábito da "bênção anual das casas, pela Páscoa", em Portugal. Assim, defende que será esse o primitivo e verdadeiro sentido da visita pascal, a bênção da casa, "lugar de habitação dos homens, símbolo da própria família que a habita", e não esse anúncio de Cristo ressuscitado.
De facto, após o Vaticano II, o Ritual da Celebração das Bênçãos apresenta uma "bênção anual das famílias nas suas próprias casas", acto reservado aos ministros ordenados e, sobretudo, aos párocos, como "um dos principais deveres da acção pastoral" e "ocasião privilegiada para exercer a sua missão pastoral e conhecer cada uma das famílias". Mais recentemente, a Congregação do Culto Divino abriu a possibilidade de "nas grandes cidades" se fazer uma celebração para várias famílias ou de a visita ser feita pelo "pároco e seus colaboradores", sem especificar se terão de ser padres.
Ainda assim, alguns teólogos defendem a evolução do sentido da visita, de acordo com a prática regional e com o modo como ela é vivida pelos fiéis. O que significa, nas nossas comunidades, uma ligação clara ao anúncio pascal e à comunicação da alegria que Cristo ressuscitado traz aos nossos lares.
Como se vê, tanto na forma, como no próprio sentido, a reflexão sobre o futuro da visita pascal está em aberto...
Luís Miguel Ferraz
Na paróquia da Batalha, a visita pascal cumpriu, este ano, a tradição. De casa em casa, o padre preside à bênção da casa, acompanhado por dois ajudantes, um com a caldeirinha da água benta, outro com a missão de recolher as ofertas para o fundo paroquial. Na Golpilheira, foi no passado domingo de Pascoela.
Em tempos passados, era o pároco que "dava conta" de toda a paróquia, durante a primeira semana da Páscoa, como recordam alguns paroquianos. Em todas as casas havia alguém para abrir a porta e o pároco conseguia dar a volta durante uma semana inteira, recolhendo galinhas e outras ofertas para o seu sustento. Actualmente, com o crescimento populacional, o pároco já não consegue cumprir sozinho esta tarefa. Só com a ajuda de dois ou três sacerdotes se pode garantir a visita aos lares, que já não são todos, como antigamente, mas apenas aqueles "que nos esperam à porta, ou colocam um tapete de verdura a indicar o desejo de nos receber", esclarece o padre José Ferreira. Por outro lado, dado que a maioria das casas estão vazias durante a semana, pois todos os membros da família estão empregados ou são estudantes, evoluiu-se para a visita só aos domingos, o que arrasta o serviço até ao terceiro domingo pascal.
Não existe qualquer inconveniente, pois a bênção de Deus é preciosa em qualquer altura do ano e, como sabemos, a Páscoa não é um dia, mas sim um tempo que dura 50 dias, até ao domingo de Pentecostes. Mas há quem considere que é demasiado andar durante três semanas a dar as boas-festas, pelo que era melhor ser durante a semana, em vez de ser só aos domingos. No entanto, é melhor assim do que andarem leigos a fazê-lo, dizem outros, que afirmam até fechar a porta nesse caso. Existe a consciência de que é Deus que abençoa as casas e as famílias, mas se for um leigo não é a mesma coisa, não é bem aceite, "pois o padre tem outros poderes como representante de Deus", como ouvimos dizer. A única excepção que se admite é se não houver mesmo hipótese de arranjar padres, porque aí seria preferível vir um leigo do que acabar com a tradição, que "é muito bonita e era uma pena perder-se". Nalgumas paróquias isso já se faz, mas o certo é que na Batalha fez-se a experiência há uns anos e não foi muito bem acolhida.
De facto, esta é uma tradição antiga e é difícil mudar o formato. Talvez só a imposição da necessidade, como aconteceu já nalgumas comunidades mais urbanas e populosas, venha a ditar a mudança. Por outro lado, as pessoas mais novas já não estão tão apegadas a esse ritual e muitos não dão grande importância à "visita do padre".
Na Diocese, outros modelos estão em "teste", como as bênçãos das famílias numa celebração comunitária. Alguns párocos vão introduzindo algumas adaptações, de ano para ano, na tentativa de encontrar a fórmula certa para fazer passar esta mensagem: o importante é que a bênção de Cristo ressuscitado chegue ao coração de cada um, ao seio de cada família, à vida de cada comunidade. E que esta alegria pascal, quer seja levada de casa em casa, por padres ou por leigos, quer seja celebrada numa festa em comunidade, constitua o centro da fé cristã. É essa alegria que o pároco quer comunicar a cada paroquiano, seja pessoalmente, seja por outros mensageiros.
O sentido da Visita Pascal
A Visita Pascal tem séculos de história na Igreja Ocidental, embora não seja uma prática generalizada em todas as comunidades. Em Portugal, tem assumido vários modelos, conforme os tempos e as regiões. No Norte, por exemplo, cuida-se de forma especial o cortejo que trilha as ruas das povoações, anunciado com pompa e sinos de mão, e alvo de verdadeiras competições entre quem apresenta mais e melhor ornamentadas cruzes. Pode dizer-se que é uma verdadeira festa local, onde não faltam os foguetes e o arraial.
Na nossa diocese, não é tão efusiva a manifestação, mas alguns elementos são mantidos com rigor, sobretudo nas zonas rurais. O pároco, com veste litúrgica, é acompanhado por leigos, que levam a caldeirinha da água benta, a pasta para recolha do "folar" e, nalguns casos, a cesta das amêndoas que o prior oferece.
Afinal, qual o sentido principal?
É comum a referência à visita pascal como "anúncio da alegria da ressurreição" e esse tem sido o sentido mais frequentemente apresentado nas nossas comunidades actuais. Mas um estudo apresentado em 2004 pelo padre Carlos Cabecinhas ao Conselho Presbiteral da Diocese aponta para a origem da ancestral bênção das casas, com raízes no próprio mandato de Cristo (Mt 10, 12) e nos hábitos dos primeiros cristãos. Neste trabalho, o director do Secretariado Diocesano da Pastoral Litúrgica cita documentos do século XIV e XV onde é já referido o hábito da "bênção anual das casas, pela Páscoa", em Portugal. Assim, defende que será esse o primitivo e verdadeiro sentido da visita pascal, a bênção da casa, "lugar de habitação dos homens, símbolo da própria família que a habita", e não esse anúncio de Cristo ressuscitado.
De facto, após o Vaticano II, o Ritual da Celebração das Bênçãos apresenta uma "bênção anual das famílias nas suas próprias casas", acto reservado aos ministros ordenados e, sobretudo, aos párocos, como "um dos principais deveres da acção pastoral" e "ocasião privilegiada para exercer a sua missão pastoral e conhecer cada uma das famílias". Mais recentemente, a Congregação do Culto Divino abriu a possibilidade de "nas grandes cidades" se fazer uma celebração para várias famílias ou de a visita ser feita pelo "pároco e seus colaboradores", sem especificar se terão de ser padres.
Ainda assim, alguns teólogos defendem a evolução do sentido da visita, de acordo com a prática regional e com o modo como ela é vivida pelos fiéis. O que significa, nas nossas comunidades, uma ligação clara ao anúncio pascal e à comunicação da alegria que Cristo ressuscitado traz aos nossos lares.
Como se vê, tanto na forma, como no próprio sentido, a reflexão sobre o futuro da visita pascal está em aberto...
Luís Miguel Ferraz
S. Bento recebeu 7500 euros
Autarquia apoia iniciativas locais
Na passada segunda-feira, 9 de Abril, na sala de sessões do Município da Batalha, teve lugar a cerimónia de assinatura dos protocolos de apoio ao desenvolvimento cultural e associativo deste concelho. Entre as ajudas ao investimento e ao funcionamento, o total dos protocolos assinados ascendeu aos 85 mil euros, distribuídos por treze projectos.
Segundo a autarquia, na base deste programa de apoios está "a promoção de uma política que promova o aparecimento e a realização de projectos culturais, recreativos, sociais e desportivos a organizar pelas associações concelhias, que se revelem de reconhecida qualidade face às populações onde as mesmas estão inseridas".
Contemplados ainda neste programa, encontram-se apoios destinados à construção, adaptação, beneficiação e reparação de instalações das colectividades e outras instituições, assim como o apetrechamento e valorização das valias das mesmas. Foi o caso da recuperação da igreja de S. Bento, na Golpilheira, comparticipada em 7 mil euros, bem como a aquisição de um projector de vídeo para esta comissão, no valor de 500 euros.
António Lucas, presidente da Câmara da Batalha, referiu nesta sessão que "apesar da conjuntura económica não ser a mais favorável, o executivo entende por importante conceder este tipo de apoios às colectividades, face aos projectos desportivos, culturais e sociais que foram submetidos a candidatura".
Na passada segunda-feira, 9 de Abril, na sala de sessões do Município da Batalha, teve lugar a cerimónia de assinatura dos protocolos de apoio ao desenvolvimento cultural e associativo deste concelho. Entre as ajudas ao investimento e ao funcionamento, o total dos protocolos assinados ascendeu aos 85 mil euros, distribuídos por treze projectos.
Segundo a autarquia, na base deste programa de apoios está "a promoção de uma política que promova o aparecimento e a realização de projectos culturais, recreativos, sociais e desportivos a organizar pelas associações concelhias, que se revelem de reconhecida qualidade face às populações onde as mesmas estão inseridas".
Contemplados ainda neste programa, encontram-se apoios destinados à construção, adaptação, beneficiação e reparação de instalações das colectividades e outras instituições, assim como o apetrechamento e valorização das valias das mesmas. Foi o caso da recuperação da igreja de S. Bento, na Golpilheira, comparticipada em 7 mil euros, bem como a aquisição de um projector de vídeo para esta comissão, no valor de 500 euros.
António Lucas, presidente da Câmara da Batalha, referiu nesta sessão que "apesar da conjuntura económica não ser a mais favorável, o executivo entende por importante conceder este tipo de apoios às colectividades, face aos projectos desportivos, culturais e sociais que foram submetidos a candidatura".
Audição de música no CRG
Decorreu, no passado dia 17 de Março, a audição de música do final do segundo período de aulas da Escola de Música do CRG. Os alunos, dos mais pequenos aos mais avançados, mostraram em palco o que aprenderam e receberam muitos aplausos dos seus pais e amigos.
"Loud Like Devil" na Golpilheira
No "In Loco Bar"
A promotora leiriense "Loud Like Devil" escolheu a Golpilheira para comemorar os seus dois anos de actividade, mais precisamente no In Loco Bar. Já no passado dia 14, passaram por este espaço os "Mosh" e os "Last Day On Earth", duas bandas de metal português. No próximo dia 21 de Abril, será a vez de subirem ao palco dois grupos de rock nacional, os "8 Rockin’ Shoes" e os "In Your Blood". O início está marcado para as 22h30.
Em declarações ao sítio www.rascunho.net, onde vimos esta informação, o criador da "Loud Like Devil", Paulo Ascenso, referiu que o objectivo da iniciativa é levar "o maior número pos-sível de ouvintes de música feita em Portugal a conhecerem trabalhos que por si só já justificam o trabalho desenvolvido até hoje". Para este promotor leiriense, celebrar este segundo aniversário não significa "missão cumprida", já que "há e sempre haverá novas propostas merecedoras de serem apresentadas".
A promotora leiriense "Loud Like Devil" escolheu a Golpilheira para comemorar os seus dois anos de actividade, mais precisamente no In Loco Bar. Já no passado dia 14, passaram por este espaço os "Mosh" e os "Last Day On Earth", duas bandas de metal português. No próximo dia 21 de Abril, será a vez de subirem ao palco dois grupos de rock nacional, os "8 Rockin’ Shoes" e os "In Your Blood". O início está marcado para as 22h30.
Em declarações ao sítio www.rascunho.net, onde vimos esta informação, o criador da "Loud Like Devil", Paulo Ascenso, referiu que o objectivo da iniciativa é levar "o maior número pos-sível de ouvintes de música feita em Portugal a conhecerem trabalhos que por si só já justificam o trabalho desenvolvido até hoje". Para este promotor leiriense, celebrar este segundo aniversário não significa "missão cumprida", já que "há e sempre haverá novas propostas merecedoras de serem apresentadas".
Contas da Câmara de 2006 aprovadas
"Apesar de o exercício económico de 2006 ter sido marcado pela quebra significativa de fundos comunitários, com consequentes reflexos na execução do Plano Plurianual de Investimentos, a Câmara da Batalha encerrou as contas com superavit, contribuindo, assim, positivamente para a redução do défice", comunicou a edilidade a propósito da recente aprovação das contas de 2006.
De facto, no Relatório de Contas apresentado na última Reunião do Executivo, aprovado por unanimidade, constata-se que, deduzidas as amortizações, o resultado líquido apurado seria positivo de cerca de 2,5 milhões de euros. António Lucas, presidente da edilidade, refere que este resultado se deve "à excelente articulação e colaboração entre o executivo, a Assembleia Municipal, as Juntas de Freguesia, os colaboradores, os empreiteiros e os fornecedores". Para a optimização deste factor, a autarquia "tem vindo a fazer um esforço de reestruturação interna, tendo adoptado o Sistema de Gestão da Qualidade nas Divisões do Ordenamento do Território e Obras Municipais", refere o presidente.
Mantendo um nível excelente de autonomia financeira, o Município conseguiu ainda reduzir o endividamento à banca e aos fornecedores. Por outro lado, dada a referida atenuação dos investimentos públicos no ano transacto, o Município orientou a sua intervenção para projectos que serão integrados no próximo Quadro de Referência Estratégico Nacional.
De facto, no Relatório de Contas apresentado na última Reunião do Executivo, aprovado por unanimidade, constata-se que, deduzidas as amortizações, o resultado líquido apurado seria positivo de cerca de 2,5 milhões de euros. António Lucas, presidente da edilidade, refere que este resultado se deve "à excelente articulação e colaboração entre o executivo, a Assembleia Municipal, as Juntas de Freguesia, os colaboradores, os empreiteiros e os fornecedores". Para a optimização deste factor, a autarquia "tem vindo a fazer um esforço de reestruturação interna, tendo adoptado o Sistema de Gestão da Qualidade nas Divisões do Ordenamento do Território e Obras Municipais", refere o presidente.
Mantendo um nível excelente de autonomia financeira, o Município conseguiu ainda reduzir o endividamento à banca e aos fornecedores. Por outro lado, dada a referida atenuação dos investimentos públicos no ano transacto, o Município orientou a sua intervenção para projectos que serão integrados no próximo Quadro de Referência Estratégico Nacional.
Construção rural em risco
Lucas escreve a Cavaco e a Sócrates
O presidente da Câmara da Batalha, António Lucas, endereçou uma comunicação ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e aos ministros da Agricultura e da Administração Interna, onde manifesta total discordância com a criação dos "espaços florestais" definidos no Decreto-Lei 124/06, considerando ser "uma situação de elevada gravidade para o desenvolvimento harmonioso deste concelho, da região e do próprio País".
No documento, António Lucas defende que referido o diploma legal vem, "não só colocar em causa os PDM, como também toda a filosofia de ordenamento vigente, com gravíssimos prejuízos para as populações, mormente para os cidadãos mais desfavorecidos". E dá como exemplo o PDM da Batalha, à semelhança de muitas dezenas de outros por todo o País, que permite a construção de uma habitação em terrenos localizados em espaço agrícola II ou espaço florestal, tendo a parcela uma área mínima de 3000 m2, agora inviabilizado com as medidas previstas neste decreto, onde só é possível construir uma habitação de 100 m2 em espaço florestal ou em espaço agrícola II em terrenos com o mínimo de 12.100 m2 e que sejam quadrados.
"Na prática, fora dos perímetros urbanos, só passará a ser possível construir uma habitação no Alentejo", lamenta António Lucas, apontando ainda múltiplas situações em que as cartas de risco de incêndio, sobrepostas nas cartas do PDM, implicam a impossibilidade de construção dentro dos próprios perímetros urbanos. Mesmo nos casos do risco eventualmente existente ter sido eliminado por intervenções de ordenamento ou limpeza dessas manchas, os constrangimentos legais manter-se-ão, o que quer dizer que também não se poderá construir dentro de uma parte significativa dos perímetros urbanos. "A situação é ainda mais preocupante quando os espaços florestais e agrícolas referidos já se encontram expurgados de todas as restantes condicionantes, tais como espaços naturais, Rede Natura 2000, Reserva Ecológica, Reserva Agrícola, entre outras".
Também mencionado na carta enviada é o facto de se "alterar profundamente o modo de vida das aldeias, implicando a construção de outras tipologias, nomeadamente blocos de apartamentos, em locais onde nunca existiram e onde não quereríamos que existissem, com alterações profundas da paisagem rural". A par desta questão, o autarca destaca também o facto de os terrenos agrícolas de fraca qualidade, na envolvente dos aglomerados urbanos, virem a ser abandonados completamente, se não forem utilizados para a construção de uma simples moradia, "o que acaba por potenciar os incêndios florestais", ao contrário do que pretende a lei.
Tendo em conta estes argumentos, o presidente batalhense solicita "a revisão do diploma, de forma a permitir o desenvolvimento equilibrado e justo do mundo rural e a correcta prevenção dos incêndios florestais".
O presidente da Câmara da Batalha, António Lucas, endereçou uma comunicação ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e aos ministros da Agricultura e da Administração Interna, onde manifesta total discordância com a criação dos "espaços florestais" definidos no Decreto-Lei 124/06, considerando ser "uma situação de elevada gravidade para o desenvolvimento harmonioso deste concelho, da região e do próprio País".
No documento, António Lucas defende que referido o diploma legal vem, "não só colocar em causa os PDM, como também toda a filosofia de ordenamento vigente, com gravíssimos prejuízos para as populações, mormente para os cidadãos mais desfavorecidos". E dá como exemplo o PDM da Batalha, à semelhança de muitas dezenas de outros por todo o País, que permite a construção de uma habitação em terrenos localizados em espaço agrícola II ou espaço florestal, tendo a parcela uma área mínima de 3000 m2, agora inviabilizado com as medidas previstas neste decreto, onde só é possível construir uma habitação de 100 m2 em espaço florestal ou em espaço agrícola II em terrenos com o mínimo de 12.100 m2 e que sejam quadrados.
"Na prática, fora dos perímetros urbanos, só passará a ser possível construir uma habitação no Alentejo", lamenta António Lucas, apontando ainda múltiplas situações em que as cartas de risco de incêndio, sobrepostas nas cartas do PDM, implicam a impossibilidade de construção dentro dos próprios perímetros urbanos. Mesmo nos casos do risco eventualmente existente ter sido eliminado por intervenções de ordenamento ou limpeza dessas manchas, os constrangimentos legais manter-se-ão, o que quer dizer que também não se poderá construir dentro de uma parte significativa dos perímetros urbanos. "A situação é ainda mais preocupante quando os espaços florestais e agrícolas referidos já se encontram expurgados de todas as restantes condicionantes, tais como espaços naturais, Rede Natura 2000, Reserva Ecológica, Reserva Agrícola, entre outras".
Também mencionado na carta enviada é o facto de se "alterar profundamente o modo de vida das aldeias, implicando a construção de outras tipologias, nomeadamente blocos de apartamentos, em locais onde nunca existiram e onde não quereríamos que existissem, com alterações profundas da paisagem rural". A par desta questão, o autarca destaca também o facto de os terrenos agrícolas de fraca qualidade, na envolvente dos aglomerados urbanos, virem a ser abandonados completamente, se não forem utilizados para a construção de uma simples moradia, "o que acaba por potenciar os incêndios florestais", ao contrário do que pretende a lei.
Tendo em conta estes argumentos, o presidente batalhense solicita "a revisão do diploma, de forma a permitir o desenvolvimento equilibrado e justo do mundo rural e a correcta prevenção dos incêndios florestais".
29º aniversário dos Bombeiros
Associação Humanitária da Batalha
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Concelho da Batalha vai comemorar o seu 29º aniversário", no próximo dia 22 de Abril. O programa começa com o hastear das bandeiras no quartel, pelas 09h00, seguindo-se a habitual romagem ao cemitério da Batalha e, às 11h00, a missa por alma dos bombeiros falecidos, na igreja do Mosteiro da Batalha. A restante comemoração prossegue na secção de S. Mamede, com a recepção às entidades convidadas marcada para as 12h30 e o almoço de convívio para as 13h00. Da parte da tarde, far-se-ão as cerimónias oficiais, com a bênção de uma viatura e entrega de condecorações. Pelas 16h00 será a apresentação da fanfarra e desfile da corporação, terminando o dia com festejos populares naquela freguesia.
A direcção e o comando da corporação estendem o convite à participação a todas as pessoas do concelho, pois é para elas que se dirige o serviço diário desta associação humanitária.
I prova de resistência automóvel - "Rota da Vila"
Os Bombeiros Voluntários da Batalha vão realizar, no próximo dia 29 de Abril, a "I prova de resistência automóvel – Rota da Vila". Terá lugar na zona industrial da Jardoeira e o percurso da pista conta com dois quilómetros em terra batida e um quilómetro em asfalto.
A corporação convida todos os amantes do desporto automóvel a participar e a "passar um dia agradável, repleto de emoções fortes, num espírito salutar de competição e de desportivismo". A prova inclui ainda almoço e jantar convívio no quartel dos Bombeiros.
Esta é a primeira de muitas actividades lúdicas que a corporação pretende levar a cabo, com o objectivo de "estimular o convívio entre colegas de farda e promover a interacção entre bombeiros e comunidade", para além da angariação de fundos.
As inscrições estão abertas até dia 26 de Abril. Informações: 916735671 ou 919594452.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Concelho da Batalha vai comemorar o seu 29º aniversário", no próximo dia 22 de Abril. O programa começa com o hastear das bandeiras no quartel, pelas 09h00, seguindo-se a habitual romagem ao cemitério da Batalha e, às 11h00, a missa por alma dos bombeiros falecidos, na igreja do Mosteiro da Batalha. A restante comemoração prossegue na secção de S. Mamede, com a recepção às entidades convidadas marcada para as 12h30 e o almoço de convívio para as 13h00. Da parte da tarde, far-se-ão as cerimónias oficiais, com a bênção de uma viatura e entrega de condecorações. Pelas 16h00 será a apresentação da fanfarra e desfile da corporação, terminando o dia com festejos populares naquela freguesia.
A direcção e o comando da corporação estendem o convite à participação a todas as pessoas do concelho, pois é para elas que se dirige o serviço diário desta associação humanitária.
I prova de resistência automóvel - "Rota da Vila"
Os Bombeiros Voluntários da Batalha vão realizar, no próximo dia 29 de Abril, a "I prova de resistência automóvel – Rota da Vila". Terá lugar na zona industrial da Jardoeira e o percurso da pista conta com dois quilómetros em terra batida e um quilómetro em asfalto.
A corporação convida todos os amantes do desporto automóvel a participar e a "passar um dia agradável, repleto de emoções fortes, num espírito salutar de competição e de desportivismo". A prova inclui ainda almoço e jantar convívio no quartel dos Bombeiros.
Esta é a primeira de muitas actividades lúdicas que a corporação pretende levar a cabo, com o objectivo de "estimular o convívio entre colegas de farda e promover a interacção entre bombeiros e comunidade", para além da angariação de fundos.
As inscrições estão abertas até dia 26 de Abril. Informações: 916735671 ou 919594452.
Teologia e Espiritualidade do Tríduo Pascal
Semana Santa
Entre todas as semanas do ano, a mais importante para os cristãos é a Semana Maior, que foi santificada pelos acontecimentos que a liturgia celebra, da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor – o Mistério Pascal.
De facto, esta semana é o coração e o centro de toda a liturgia anual, nela se celebra o mistério da redenção, o grande sinal do amor de Deus salvador. «A Páscoa é o cume», assim resume esta festa um escritor dos primeiros séculos.
O cristão entra nesta Semana com o espírito de paz interior e recolhimento. A Quaresma foi um tempo de trabalho, disciplina, conversão, cerimónias penitenciais, agora chegou o tempo de descansar na Paixão de Cristo.
Nós participamos nos mistérios de Cristo não apenas com o sentimento ou imaginação, mas antes de tudo com a fé.
Tríduo pascal
O tríduo pascal começa com a missa vespertina da ceia do Senhor, em quinta feira santa, alcança o seu apogeu na vigília pascal e termina com as vésperas do domingo de Páscoa. Todo este espaço de tempo forma uma unidade que inclui os sofrimentos e a glória da ressurreição.
A Quinta-Feira Santa está marcada pela instituição da Eucaristia. Os textos litúrgicos mostram a entrega de Jesus Cristo para a salvação da humanidade. Jesus celebra a Páscoa judia mas oferece o seu corpo e sangue em lugar do cordeiro imolado no Templo, para selar a Nova Aliança. O Lava-Pés é sinal do «amor até ao fim» (Jo. 13, 1).
A Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor é constituída por uma liturgia austera e sóbria, não eucarística. Às leituras segue-se a oração universal, a adoração da cruz e a comunhão com o Pão eucarístico consagrado na tarde de quinta feira santa. A piedade popular gosta de participar na procissão do Enterro do Senhor e comove-se com a presença da Senhora da Soledade acompanhando o seu Filho morto.
A sexta-feira é dia de intenso luto e dor, mas iluminado pela esperança. A devoção à Paixão do Senhor está fortemente arreigada na piedade cristã.
O grande Sábado Santo, é um dia de serena esperança e preparação orante para a ressurreição.
Vigília Pascal
A Vigília Pascal é uma vasta celebração da Palavra de Deus, que continua com o baptismo e com a Eucaristia. Os símbolos são abundantes e de uma grande riqueza espiritual: o ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus e a marcha de Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra com Salmo e oração, percorrendo as etapas da história da salvação; a liturgia da iniciação cristã que incorpora novos filhos na Igreja; a renovação das promessas do baptismo e aspersão com a água benta que recorda a água do nosso baptismo; por fim, a eucaristia que proclama a ressurreição do Senhor, esperando a sua última vinda.
A liturgia convoca de novo os fiéis para o «dia que fez o Senhor» na missa do dia. A piedade cristã realiza a procissão de Cristo ressuscitado, ornamentando as estradas, estalando foguetes, tocando sinos. O Aleluia, que fora suprimido na Quaresma, aparece repetidas vezes em sinal de alegria e vitória, de forma que o Aleluia pascal se tornou a aclamação própria do mistério pascal.
A magnífica liturgia pascal põe em relevo uma nota escatológica que indica a meta para onde nos dirigimos seguindo Cristo e que São Paulo apresenta na carta aos Coríntios: «Sempre que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos a tua morte Senhor, até que venhas».
† Teodoro Faria, Bispo (excerto)
Entre todas as semanas do ano, a mais importante para os cristãos é a Semana Maior, que foi santificada pelos acontecimentos que a liturgia celebra, da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor – o Mistério Pascal.
De facto, esta semana é o coração e o centro de toda a liturgia anual, nela se celebra o mistério da redenção, o grande sinal do amor de Deus salvador. «A Páscoa é o cume», assim resume esta festa um escritor dos primeiros séculos.
O cristão entra nesta Semana com o espírito de paz interior e recolhimento. A Quaresma foi um tempo de trabalho, disciplina, conversão, cerimónias penitenciais, agora chegou o tempo de descansar na Paixão de Cristo.
Nós participamos nos mistérios de Cristo não apenas com o sentimento ou imaginação, mas antes de tudo com a fé.
Tríduo pascal
O tríduo pascal começa com a missa vespertina da ceia do Senhor, em quinta feira santa, alcança o seu apogeu na vigília pascal e termina com as vésperas do domingo de Páscoa. Todo este espaço de tempo forma uma unidade que inclui os sofrimentos e a glória da ressurreição.
A Quinta-Feira Santa está marcada pela instituição da Eucaristia. Os textos litúrgicos mostram a entrega de Jesus Cristo para a salvação da humanidade. Jesus celebra a Páscoa judia mas oferece o seu corpo e sangue em lugar do cordeiro imolado no Templo, para selar a Nova Aliança. O Lava-Pés é sinal do «amor até ao fim» (Jo. 13, 1).
A Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor é constituída por uma liturgia austera e sóbria, não eucarística. Às leituras segue-se a oração universal, a adoração da cruz e a comunhão com o Pão eucarístico consagrado na tarde de quinta feira santa. A piedade popular gosta de participar na procissão do Enterro do Senhor e comove-se com a presença da Senhora da Soledade acompanhando o seu Filho morto.
A sexta-feira é dia de intenso luto e dor, mas iluminado pela esperança. A devoção à Paixão do Senhor está fortemente arreigada na piedade cristã.
O grande Sábado Santo, é um dia de serena esperança e preparação orante para a ressurreição.
Vigília Pascal
A Vigília Pascal é uma vasta celebração da Palavra de Deus, que continua com o baptismo e com a Eucaristia. Os símbolos são abundantes e de uma grande riqueza espiritual: o ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus e a marcha de Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra com Salmo e oração, percorrendo as etapas da história da salvação; a liturgia da iniciação cristã que incorpora novos filhos na Igreja; a renovação das promessas do baptismo e aspersão com a água benta que recorda a água do nosso baptismo; por fim, a eucaristia que proclama a ressurreição do Senhor, esperando a sua última vinda.
A liturgia convoca de novo os fiéis para o «dia que fez o Senhor» na missa do dia. A piedade cristã realiza a procissão de Cristo ressuscitado, ornamentando as estradas, estalando foguetes, tocando sinos. O Aleluia, que fora suprimido na Quaresma, aparece repetidas vezes em sinal de alegria e vitória, de forma que o Aleluia pascal se tornou a aclamação própria do mistério pascal.
A magnífica liturgia pascal põe em relevo uma nota escatológica que indica a meta para onde nos dirigimos seguindo Cristo e que São Paulo apresenta na carta aos Coríntios: «Sempre que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos a tua morte Senhor, até que venhas».
† Teodoro Faria, Bispo (excerto)
Concurso de Sopas
Queres vir provar sopas de diferentes sabores?! Então vem participar no "Concurso de Sopas", no dia 21 de Abril, a partir das 19h00, no salão do Centro Recreativo da Golpilheira, organizado pelos escuteiros do Agrupamento 194 da Batalha.
Também há sobremesas...
E não te esqueças de trazer a família e os amigos. Aparece, vai ser fantástico!
Ana Rita
Também há sobremesas...
E não te esqueças de trazer a família e os amigos. Aparece, vai ser fantástico!
Ana Rita
Nascidos em 1947
Os nascidos em 1947, que completam este ano os 60 anos de vida, naturais ou residentes na Golpilheira, são convidados a participar numa festa de convívio. A data e o local que anunciámos na última edição foram alterados. Assim, será no dia 11 de Agosto e no salão de festas da igreja da Golpilheira.
Os interessados deverão contactar:
Lurdes Nico – Tel. 244765542
Joaquim Verde – Tel. 966648255
José Grosso – Tel. 936206413
Guilhermina Monteiro – Tel. 244765731
Os interessados deverão contactar:
Lurdes Nico – Tel. 244765542
Joaquim Verde – Tel. 966648255
José Grosso – Tel. 936206413
Guilhermina Monteiro – Tel. 244765731
Centro de S. Mamede recebe 25 mil dólares
O Centro Social e Cultural da Paróquia de São Mamede (CSCPSM) recebeu uma oferta de 25.000 dólares, equivalente a cerca de 18.500 euros, no passado dia 3 de Abril, numa cerimónia que decorreu no Colégio de Nossa Senhora da Conceição, em Lisboa.
A doação foi feita pela American Foundation for Charities of Portugal (AFCP), uma entidade fundada por um grupo de emigrantes lusos, para recolha de fundos destinados a apoiar em cada ano três instituições no nosso país. Desde 1984, contribuiu já com mais de dois milhões de dólares para projectos nacionais na área social e humanitária. Desta vez, para além da CSCPSM, que se candidatou a este apoio já há alguns anos, foram também contempladas uma IPSS do Algarve e outra do interior do País.
Na cerimónia de entrega dos donativos estiveram presentes os representantes de cada uma delas, bem como a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, a presidente da Comissão Instaladora da Casa Pia, a presidente do Instituto de Segurança Social e o vice-presidente da AFCP, Carlos Ferreira. Este referiu o trabalho feito pela fundação junto da comunidade portuguesa nos Estados Unidos, onde existe grande receptividade à sua gala e leilões de solidariedade. Por sua vez, as IPSS beneficiadas agradeceram a oferta, que irá contribuir para o financiamento das actividades sócias que levam a efeito diariamente.
A doação foi feita pela American Foundation for Charities of Portugal (AFCP), uma entidade fundada por um grupo de emigrantes lusos, para recolha de fundos destinados a apoiar em cada ano três instituições no nosso país. Desde 1984, contribuiu já com mais de dois milhões de dólares para projectos nacionais na área social e humanitária. Desta vez, para além da CSCPSM, que se candidatou a este apoio já há alguns anos, foram também contempladas uma IPSS do Algarve e outra do interior do País.
Na cerimónia de entrega dos donativos estiveram presentes os representantes de cada uma delas, bem como a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, a presidente da Comissão Instaladora da Casa Pia, a presidente do Instituto de Segurança Social e o vice-presidente da AFCP, Carlos Ferreira. Este referiu o trabalho feito pela fundação junto da comunidade portuguesa nos Estados Unidos, onde existe grande receptividade à sua gala e leilões de solidariedade. Por sua vez, as IPSS beneficiadas agradeceram a oferta, que irá contribuir para o financiamento das actividades sócias que levam a efeito diariamente.
Rádio Batalha celebrou 18 anos
A teimosia e a resistência comandam o projecto da emissora regional Rádio Batalha, "A Mais Portuguesa". Por aqui, a lei de quotas mínimas de passagem de música portuguesa diz muito pouco. Criada há quase duas décadas, foi a 25 de Março de 1989 que entrou no mapa legal das rádios locais, com o objectivo de "defender a nossa música, os valores regionais e servir a região". As palavras são de José Travaços Santos, um dos fundadores e actual presidente da assembleia-geral, uma vez que a estação mantêm a estrutura associativa.
Durante o jantar de aniversário, no passado dia 31 de Março, na Aldeia Turística de Santo Antão, a Rádio Batalha reuniu cerca de meio milhar de pessoas, entre cooperantes, colaboradores, anunciantes e amigos. Num dia considerado "especial", Rui Trovão, presidente da direcção, traçou a retrospectiva de 18 anos de história, aliando sucessos da música portuguesa a factos marcantes.
Mas rádio sem música não existe e esta festa também não foge a esta regra. Um clássico "Batalha" de Luíz Piçarra, "Perfume de Mulher" de Ágata, "Depois de ti (mais nada)" de Tony Carreira" e o êxito de 2006 "Depois dessa Noite" de Mickael Carreira; foram as canções interpretadas pela animadora e anfitriã da festa, Ana Sofia e João Miguel, acompanhados pelos músicos Paulo Sanches e Nuno Mendes. O espectáculo continuou com as actuações de Tayti, Tucha, João Miguel, Mário Jorge Garcia, "O Calafão dos Açores", Filipe Neves, Agrupamento Musical Sol Brilhante e a dupla romântica Miguel & André, que apresentaram em estreia absoluta a nova canção "Não me deixes ficar só". Já pela madrugada, actuou o artista da região Dinis Brites.
Numa prova de afectividade para com os seus ouvintes, a emissora local lançou, em primeira-mão, o "Hino da Rádio", com letra e música de Nuno Junqueira. No refrão transparecem as marcas de 18 anos de actividade: "Somos mais que uma paixão, mais que companhia, perto de tudo, longe da tristeza, somos quem fala consigo, somos o seu ombro amigo, somos a Rádio Batalha, A Mais Portuguesa".
Durante o jantar de aniversário, no passado dia 31 de Março, na Aldeia Turística de Santo Antão, a Rádio Batalha reuniu cerca de meio milhar de pessoas, entre cooperantes, colaboradores, anunciantes e amigos. Num dia considerado "especial", Rui Trovão, presidente da direcção, traçou a retrospectiva de 18 anos de história, aliando sucessos da música portuguesa a factos marcantes.
Mas rádio sem música não existe e esta festa também não foge a esta regra. Um clássico "Batalha" de Luíz Piçarra, "Perfume de Mulher" de Ágata, "Depois de ti (mais nada)" de Tony Carreira" e o êxito de 2006 "Depois dessa Noite" de Mickael Carreira; foram as canções interpretadas pela animadora e anfitriã da festa, Ana Sofia e João Miguel, acompanhados pelos músicos Paulo Sanches e Nuno Mendes. O espectáculo continuou com as actuações de Tayti, Tucha, João Miguel, Mário Jorge Garcia, "O Calafão dos Açores", Filipe Neves, Agrupamento Musical Sol Brilhante e a dupla romântica Miguel & André, que apresentaram em estreia absoluta a nova canção "Não me deixes ficar só". Já pela madrugada, actuou o artista da região Dinis Brites.
Numa prova de afectividade para com os seus ouvintes, a emissora local lançou, em primeira-mão, o "Hino da Rádio", com letra e música de Nuno Junqueira. No refrão transparecem as marcas de 18 anos de actividade: "Somos mais que uma paixão, mais que companhia, perto de tudo, longe da tristeza, somos quem fala consigo, somos o seu ombro amigo, somos a Rádio Batalha, A Mais Portuguesa".
Batalha na rota das "7 Maravilhas"
Mosteiro recebe cultura
No contexto da votação que está a decorrer para eleger, até Julho, as "7 Maravilhas Arquitectónicas de Portugal", entre cujos 22 finalistas está o "nosso" Mosteiro de Santa Maria da Vitória, a direcção deste monumento e a Câmara Municipal da Batalha estão a promover algumas iniciativas de índole cultural, dirigidas a toda a população.
Depois de a vila da Batalha ter recebido, com grande sucesso, a exposição itinerante "7 Maravilhas de Portugal" (ver fotos), terá lugar no dia 21 de Abril, às 21h30, no interior do monumento, mais propriamente na "Adega dos Frades", a actuação do grupo "Leiria Brass Quintet", do Orfeão de Leiria.
No sábado seguinte, dia 28, às 21h00, no auditório do Mosteiro, realizar-se-á uma tertúlia alusiva ao tema "O Sistema hidráulico do Mosteiro da Batalha", que contará com a participação de Virgolino Jorge, coordenador na Universidade de Évora dos mestrados em Conservação do Património.
A 5 de Maio, o mesmo auditório recebe nova tertúlia, às 21h00, desta feita com a participação do historiador Adriano Luís Monteiro, que irá abordar a temática dos "Mitos do Mosteiro".
Segue-se, a 19 de Maio, às 21h30, voltando à "Adega dos Frades", um espectáculo de música pelo grupo "Ensemble de Guitarras" do Orfeão de Leiria.
No fim-de-semana de 26 e 27 de Maio (sábado das 21h00 às 23h00 e domingo das 16h00 às 18h00), decorre uma recreação histórica, intitulada "A Vida dos Frades Dominicanos do Mosteiro da Batalha", com a representação de alguns quadros cénicos quotidianos da vida desta comunidade religiosa no monumento, que contará com a participação dos actores do grupo de teatro "O Nariz", dos alunos das escolas Secundária e de Artes e Ofícios Tradicionais da Batalha, e ainda dos elementos do Coro de Câmara do Orfeão de Leiria, numa iniciativa que conta com o apoio do Centro de Património da Alta Estremadura (CEPAE).
Na agenda poderá marcar, ainda, a inauguração, a 14 de Junho, da exposição fotográfica "Gárgulas do Mosteiro da Batalha", patente na galeria Mouzinho de Albuquerque até ao dia 30 desse mês, com trabalhos ao vivo dos alunos da Escola de Artes e Ofícios Tradicionais da Batalha.
A terminar o programa de eventos, a 30 de Junho, pelas 18h00, no auditório do Mosteiro, é lançada a publicação "O Mosteiro é para mim…", que reúne depoimentos e fotografias de cidadãos da Batalha e não só sobre o que simboliza o monumento para si próprios.
Será um dos meses mais recheados de sempre com ofertas culturais à volta deste nosso Património Mundial, pelo que não deverá ser desperdiçado tão rico programa pelos interessados em aprofundar conhecimentos ou usufruir com mais intensidade desta magnífica obra da arquitectura mundial que temos aqui "à porta".
Vote no "nosso" Mosteiro!
Vamos fazer do MOSTEIRO DA BATALHA uma das 7 Maravilhas de Portugal
Se para todos nós o Mosteiro da Batalha é uma obra de enorme valor e importância, vote nele como uma das 7 maravilhas de Portugal e ajude-nos a torná-lo oficial.
Como? Pode fazê-lo de três formas:
SITE – Vá a www.7maravilhas.pt, escolha a opção "votar" e siga as instruções.
SMS – Envie uma sms para o 3077, com a palavra "Portugal" seguida do número "11".
TEL. – Ligue para o 760 10 00 77 e, em seguida, digite o número "11".
O custo da chamada e da sms é de 0,60 € + IVA.
Depois, é só esperar pelo resultado final, a 7 de Julho de 2007, para saber se o Mosteiro de Santa Maria da Vitória foi um dos escolhidos...
Vote e ajude a fazer da Batalha um (ainda maior) motivo de orgulho nacional!
No contexto da votação que está a decorrer para eleger, até Julho, as "7 Maravilhas Arquitectónicas de Portugal", entre cujos 22 finalistas está o "nosso" Mosteiro de Santa Maria da Vitória, a direcção deste monumento e a Câmara Municipal da Batalha estão a promover algumas iniciativas de índole cultural, dirigidas a toda a população.
Depois de a vila da Batalha ter recebido, com grande sucesso, a exposição itinerante "7 Maravilhas de Portugal" (ver fotos), terá lugar no dia 21 de Abril, às 21h30, no interior do monumento, mais propriamente na "Adega dos Frades", a actuação do grupo "Leiria Brass Quintet", do Orfeão de Leiria.
No sábado seguinte, dia 28, às 21h00, no auditório do Mosteiro, realizar-se-á uma tertúlia alusiva ao tema "O Sistema hidráulico do Mosteiro da Batalha", que contará com a participação de Virgolino Jorge, coordenador na Universidade de Évora dos mestrados em Conservação do Património.
A 5 de Maio, o mesmo auditório recebe nova tertúlia, às 21h00, desta feita com a participação do historiador Adriano Luís Monteiro, que irá abordar a temática dos "Mitos do Mosteiro".
Segue-se, a 19 de Maio, às 21h30, voltando à "Adega dos Frades", um espectáculo de música pelo grupo "Ensemble de Guitarras" do Orfeão de Leiria.
No fim-de-semana de 26 e 27 de Maio (sábado das 21h00 às 23h00 e domingo das 16h00 às 18h00), decorre uma recreação histórica, intitulada "A Vida dos Frades Dominicanos do Mosteiro da Batalha", com a representação de alguns quadros cénicos quotidianos da vida desta comunidade religiosa no monumento, que contará com a participação dos actores do grupo de teatro "O Nariz", dos alunos das escolas Secundária e de Artes e Ofícios Tradicionais da Batalha, e ainda dos elementos do Coro de Câmara do Orfeão de Leiria, numa iniciativa que conta com o apoio do Centro de Património da Alta Estremadura (CEPAE).
Na agenda poderá marcar, ainda, a inauguração, a 14 de Junho, da exposição fotográfica "Gárgulas do Mosteiro da Batalha", patente na galeria Mouzinho de Albuquerque até ao dia 30 desse mês, com trabalhos ao vivo dos alunos da Escola de Artes e Ofícios Tradicionais da Batalha.
A terminar o programa de eventos, a 30 de Junho, pelas 18h00, no auditório do Mosteiro, é lançada a publicação "O Mosteiro é para mim…", que reúne depoimentos e fotografias de cidadãos da Batalha e não só sobre o que simboliza o monumento para si próprios.
Será um dos meses mais recheados de sempre com ofertas culturais à volta deste nosso Património Mundial, pelo que não deverá ser desperdiçado tão rico programa pelos interessados em aprofundar conhecimentos ou usufruir com mais intensidade desta magnífica obra da arquitectura mundial que temos aqui "à porta".
Vote no "nosso" Mosteiro!
Vamos fazer do MOSTEIRO DA BATALHA uma das 7 Maravilhas de Portugal
Se para todos nós o Mosteiro da Batalha é uma obra de enorme valor e importância, vote nele como uma das 7 maravilhas de Portugal e ajude-nos a torná-lo oficial.
Como? Pode fazê-lo de três formas:
SITE – Vá a www.7maravilhas.pt, escolha a opção "votar" e siga as instruções.
SMS – Envie uma sms para o 3077, com a palavra "Portugal" seguida do número "11".
TEL. – Ligue para o 760 10 00 77 e, em seguida, digite o número "11".
O custo da chamada e da sms é de 0,60 € + IVA.
Depois, é só esperar pelo resultado final, a 7 de Julho de 2007, para saber se o Mosteiro de Santa Maria da Vitória foi um dos escolhidos...
Vote e ajude a fazer da Batalha um (ainda maior) motivo de orgulho nacional!
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