Não consigo deixar de me impressionar com a morte de uma criança, principalmente quando é provocada por um adulto.
E não consigo também pela formação científica (biológica e médica) que tenho, deixar de olhar para o momento da fecundação de um óvulo por um espermatozóide como um momento ímpar, o do nascimento de uma criança.
Sei que quer o óvulo quer o espermatozóide são células maduras, condenadas à morte. E que no momento em que se unem há uma explosão biológica. Os vinte e três cromossomas de cada um deles unem-se e formam-se um novo núcleo, com quarenta e seis cromossomas, com um genoma completamente novo e que nunca se repetirá. Um genoma de um ser humano.
Sei que aquela célula – o zigoto, se começa a dividir activamente, em duas, quatro, oito, dezasseis…e rapidamente aquela "massa de células" (uma criança) começa a produzir hormonas que vão interferir como o organismo da mãe. Fazem proliferar a camada interna do útero, preparando tudo para a sua nidação. E, uma vez um pouco diferenciadas em blastocisto nidam no útero materno, começando a alimentar-se dele.
Sei que esse aglomerado de células se começa a diferenciar rapidamente, e que os órgãos vitais de um organismo humano vão surgindo a uma velocidade surpreendente, de tal modo que num embrião (uma criança) de dez semanas estão praticamente todos os órgãos formados, apesar de esse embrião medir uns escassos centímetros.
E que depois tudo se processará numa fase predominantemente de crescimento até que o feto (a criança) atinja as trinta e cinco semanas e nasça uma criança.
Não consigo deixar de olhar para um embrião de poucos dias e ver nele uma pessoa humana. E não é por Fé, por crença religiosa. Não preciso de fé para ver uma criança num embrião. Está lá, a evidência científica diz-mo. Tem de estar lá porque lá está tudo o que constitui uma pessoa humana.
A minha mente de médico recusa fechar os olhos à evidência. E, por isso, e porque para os médicos a vida humana é sagrada, recuso-me a aceitar o aborto provocado, porque para um médico a morte nunca é solução, tem de haver outra saída. Há sempre outra saída. É preciso imaginação para descobrir, coragem e inteligência para por em prática. Mas a morte, nunca! O aborto, nunca!
Vítor Costa Lima, médico
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
A blogar pela vida
Com o aproximar do 11 de Fevereiro, dia em que os portugueses são chamados às urnas para votar novamente a questão da liberalização do aborto, vão crescendo os espaços na internet onde se vão fomentando debates e esgrimindo opiniões acerca do tema.
Na nossa diocese, por iniciativa de um grupo de, até agora, 10 amigos, foi também criado um espaço semelhante em vidadom.blogspot.com. No seu primeiro artigo, é bem definida a sua orientação: "Somos um grupo de amigos que nos habituámos a acolher a existência do outro como uma oportunidade para sermos maiores. Somos um grupo de amigos que teve a possibilidade de se encontrar entre si e entre tantos outros espantando-se com o que em si havia e em outros também. Somos um grupo de amigos que quer permitir que aos encontros do futuro não falte ninguém... Somos um grupo de amigos que quer continuar a crescer..."
E acrescentam: "Este espaço foi criado no âmbito do referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez - aborto - a realizar em Portugal no dia 11 de Fevereiro de 2007. Os autores deste espaço declaram-se incondicionalmente a favor da vida e pretendem discutir o tema de uma forma séria de maneira a sustentar as suas posições. Através dos vários escritos que aí são deixados, é notória a vontade de partilharem a sua opinião que, não deixando de manifestar uma forte convicção, procuram mesmo assim encontrar novos referenciais e respostas mais eficazes para o que sustentam. Tanto, que ao deixarem as caixas de comentários abertas a todos os que o queiram fazer, pretendem ouvir pessoas que não partilham da mesma opinião.
Na nossa diocese, por iniciativa de um grupo de, até agora, 10 amigos, foi também criado um espaço semelhante em vidadom.blogspot.com. No seu primeiro artigo, é bem definida a sua orientação: "Somos um grupo de amigos que nos habituámos a acolher a existência do outro como uma oportunidade para sermos maiores. Somos um grupo de amigos que teve a possibilidade de se encontrar entre si e entre tantos outros espantando-se com o que em si havia e em outros também. Somos um grupo de amigos que quer permitir que aos encontros do futuro não falte ninguém... Somos um grupo de amigos que quer continuar a crescer..."
E acrescentam: "Este espaço foi criado no âmbito do referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez - aborto - a realizar em Portugal no dia 11 de Fevereiro de 2007. Os autores deste espaço declaram-se incondicionalmente a favor da vida e pretendem discutir o tema de uma forma séria de maneira a sustentar as suas posições. Através dos vários escritos que aí são deixados, é notória a vontade de partilharem a sua opinião que, não deixando de manifestar uma forte convicção, procuram mesmo assim encontrar novos referenciais e respostas mais eficazes para o que sustentam. Tanto, que ao deixarem as caixas de comentários abertas a todos os que o queiram fazer, pretendem ouvir pessoas que não partilham da mesma opinião.
O gato e o guarda-chuva
Há pessoas que teimam em levar periodicamente aos parlamentos a questão da despenalização do aborto. No nosso país – apesar de ainda recentemente, em referendo, a população se ter manifestado contrária ao alargamento do prazo em que os autores do aborto não são penalizados pela lei – já se vai falando em mais uma investida dos interesses pró-abortistas.
Um dos processos do raciocínio, velho como o homem, diz-nos que a realidade das coisas não admite contradição: uma coisa é o que é e não outra coisa qualquer. Por outras palavras, um gato não pode ser um gato e ao mesmo tempo um guarda-chuva: ou é um gato ou é um guarda-chuva.
Portanto, a questão do aborto só admite duas possibilidades.
A primeira é a de que o feto é realmente um ser humano – pequeno e indefeso – que está numa fase de desenvolvimento no ventre de uma mulher. Se assim for, o aborto é talvez o maior dos crimes, a acção mais horrível e monstruosa que os homens podem cometer. E os milhões de abortos cometidos anualmente no mundo constituem o mais sangrento holocausto da História: qualquer coisa tão macabra e ignóbil que de nenhuma forma pode ser admitida por uma pessoa de bem.
A segunda possibilidade é a de que o feto não é uma fase do desenvolvimento do ser humano, mas é qualquer outra coisa. Por exemplo, como dizem alguns, uma parte anómala do corpo da mulher, uma espécie de tumor. Neste caso, pode ser eliminado em qualquer altura, sem que se perceba muito bem por que razão deve a lei meter-se no assunto.
Segundo o tal velho princípio, a realidade não permite que aquilo que está no ventre da mulher seja um bebé no caso de os pais quererem a criança, e não passe de "um tumor" se os pais resolverem não receber a criança.
Um dia, a mulher diz ao marido: Estou grávida; vamos ter uma criança. No dia seguinte resolvem que não querem ter o filho, e a mulher dirige-se a um abortista para que lhe retire um "tumor" do corpo. De um dia para o outro "aquilo" passou de criança a tumor... Então, isto pode ser assim?
Aquilo que a mulher traz dentro de si é uma realidade objectiva: os interesses do casal, ou de quem quer que seja, não pode mudar a realidade daquele ser.
Ou é um bebé ou não é um bebé.
Ora acontece que a ciência nos diz que "aquilo" é um ser humano em desenvolvimento dentro da mãe. Assim aprendem os nossos filhos na escola. De resto, também não era preciso que a ciência falasse: qualquer um vê que se um bebé, ao sair da barriga da mãe, é um bebé, não pode ser outra coisa antes de sair da barriga da mãe. Será mais pequeno, mas os bebés – por serem homens – também não se medem aos palmos...
Depois de assim usarmos o raciocínio – começamos por nos ofender a nós mesmos se procedermos como seres irracionais – resta-nos aplicar aquela expressão, rude mas bela, que o nosso povo conservou: chamar os bois pelos nomes; chamar ao aborto "horroroso homicídio".
E, depois, actuar de acordo com isso.
Paulo Geraldo
Professor de Língua Portuguesa
pjgeraldo@yahoo.com.br
Um dos processos do raciocínio, velho como o homem, diz-nos que a realidade das coisas não admite contradição: uma coisa é o que é e não outra coisa qualquer. Por outras palavras, um gato não pode ser um gato e ao mesmo tempo um guarda-chuva: ou é um gato ou é um guarda-chuva.
Portanto, a questão do aborto só admite duas possibilidades.
A primeira é a de que o feto é realmente um ser humano – pequeno e indefeso – que está numa fase de desenvolvimento no ventre de uma mulher. Se assim for, o aborto é talvez o maior dos crimes, a acção mais horrível e monstruosa que os homens podem cometer. E os milhões de abortos cometidos anualmente no mundo constituem o mais sangrento holocausto da História: qualquer coisa tão macabra e ignóbil que de nenhuma forma pode ser admitida por uma pessoa de bem.
A segunda possibilidade é a de que o feto não é uma fase do desenvolvimento do ser humano, mas é qualquer outra coisa. Por exemplo, como dizem alguns, uma parte anómala do corpo da mulher, uma espécie de tumor. Neste caso, pode ser eliminado em qualquer altura, sem que se perceba muito bem por que razão deve a lei meter-se no assunto.
Segundo o tal velho princípio, a realidade não permite que aquilo que está no ventre da mulher seja um bebé no caso de os pais quererem a criança, e não passe de "um tumor" se os pais resolverem não receber a criança.
Um dia, a mulher diz ao marido: Estou grávida; vamos ter uma criança. No dia seguinte resolvem que não querem ter o filho, e a mulher dirige-se a um abortista para que lhe retire um "tumor" do corpo. De um dia para o outro "aquilo" passou de criança a tumor... Então, isto pode ser assim?
Aquilo que a mulher traz dentro de si é uma realidade objectiva: os interesses do casal, ou de quem quer que seja, não pode mudar a realidade daquele ser.
Ou é um bebé ou não é um bebé.
Ora acontece que a ciência nos diz que "aquilo" é um ser humano em desenvolvimento dentro da mãe. Assim aprendem os nossos filhos na escola. De resto, também não era preciso que a ciência falasse: qualquer um vê que se um bebé, ao sair da barriga da mãe, é um bebé, não pode ser outra coisa antes de sair da barriga da mãe. Será mais pequeno, mas os bebés – por serem homens – também não se medem aos palmos...
Depois de assim usarmos o raciocínio – começamos por nos ofender a nós mesmos se procedermos como seres irracionais – resta-nos aplicar aquela expressão, rude mas bela, que o nosso povo conservou: chamar os bois pelos nomes; chamar ao aborto "horroroso homicídio".
E, depois, actuar de acordo com isso.
Paulo Geraldo
Professor de Língua Portuguesa
pjgeraldo@yahoo.com.br
Valorize a sua especialidade
Um especialista foi chamado para solucionar um problema com um computador de grande porte e altamente complexo... Um computador avaliado em 10 milhões de euros.
Sentado em frente ao monitor, pressionou algumas teclas, balançou a cabeça, murmurou algo para si mesmo e desligou o computador. Tirou uma chave de fendas do bolso e deu volta e meia a um minúsculo parafuso. Então, ligou o computador e verificou que tudo funcionava perfeitamente.
O presidente da empresa mostrou-se surpreendido e resolveu pagar a conta no mesmo instante. - Quanto lhe devo? -perguntou.
- São mil euros, por favor.
- Mil euros? Mil euros por alguns minutos de trabalho? Mil euros por apertar um parafuso? Eu sei que o meu computador vale 10 milhões de euros, mas mil euros é um valor absurdo! Só pagarei se receber uma factura com todos os detalhes a justificar tal valor.
O especialista concordou e saiu.
Na manhã seguinte, o presidente recebeu a factura, leu com cuidado, balançou a cabeça e saiu para pagá-la no mesmo instante, sem reclamar.
A factura dizia:
Serviços prestados:
- Apertar um parafuso - 1 euro
- Saber qual o parafuso - 999 euros
Sentado em frente ao monitor, pressionou algumas teclas, balançou a cabeça, murmurou algo para si mesmo e desligou o computador. Tirou uma chave de fendas do bolso e deu volta e meia a um minúsculo parafuso. Então, ligou o computador e verificou que tudo funcionava perfeitamente.
O presidente da empresa mostrou-se surpreendido e resolveu pagar a conta no mesmo instante. - Quanto lhe devo? -perguntou.
- São mil euros, por favor.
- Mil euros? Mil euros por alguns minutos de trabalho? Mil euros por apertar um parafuso? Eu sei que o meu computador vale 10 milhões de euros, mas mil euros é um valor absurdo! Só pagarei se receber uma factura com todos os detalhes a justificar tal valor.
O especialista concordou e saiu.
Na manhã seguinte, o presidente recebeu a factura, leu com cuidado, balançou a cabeça e saiu para pagá-la no mesmo instante, sem reclamar.
A factura dizia:
Serviços prestados:
- Apertar um parafuso - 1 euro
- Saber qual o parafuso - 999 euros
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
EDITORIAL | Referendo . Isenção . Opinião
1. Estamos a poucos dias de mais um referendo nacional, o terceiro da nossa democracia e o segundo sobre o mesmo tema: o aborto. Os portugueses são chamados a dizer se querem ou não permitir que qualquer mulher, por qualquer motivo, possa optar por abortar, durante as 10 primeiras semanas de gravidez, sem que seja condenada e garantindo-lhe o Estado as condições para que o faça no Serviço Nacional de Saúde.Em primeiro lugar, independentemente da opinião que se tenha, todos devem exercer o seu direito/dever de votar, mesmo que branco ou nulo. A abstenção é uma demissão cívica e deve sempre ser evitada, seja qual for o assunto em causa.
Em segundo lugar, cada um deve procurar informar-se sobre a matéria a referendo e tomar a sua posição de consciência formada e tranquila, sem se deixar ir em modas, pressões ou tendências.
Por último, todos devem ser tolerantes para com aqueles que têm opinião diferente da sua e aceitar a decisão do resultado final. Isto, sem prejuízo do direito a exporem a sua posição, em debates, conversas ou campanhas. E sem prejuízo de, apesar da decisão da maioria, continuarem a defender as causas em que acreditam e a viverem segundo os valores que defendem, enquanto tal não significar uma violação da lei.
2. A isenção dos media tem sido um dos temas que anima a opinião pública. Afinal, que significa? Os jornais, rádios e televisões podem ou não tomar o partido de uma das posições?
A questão é complexa e terá de ser entendida em diversos prismas.
A deontologia e a legislação apontam para o rigor, isenção e pluralismo, quando se trata – exclusivamente – do seu papel de informar, de modo a que não haja beneficiação de uma das partes envolvidas em determinada reportagem ou tratamento jornalístico. Neste caso do referendo, por exemplo, seria contra estes princípios a informação de um debate entre dois concorrentes, em que se deturpasse o conteúdo da mesma, em ordem a favorecer um deles.
Já quanto à opinião veiculada, os órgãos de comunicação regem-se por um estatuto editorial e, em última instância, por um director que define os parâmetros da sua actuação. Isto é, para corresponder ao seu estatuto editorial ou ao estabelecido pelo director da publicação, o jornal poderá, em determinados casos, expressar a sua posição sobre um assunto em concreto, pela selecção dos textos de opinião e comentários.
Mais uma vez com o exemplo do referendo, é normal que os media de inspiração cristã transmitam uma linha editorial definida e claramente posicionada num dos campos. Assim sendo, embora com tolerância pela pluralidade de opiniões e sem prejuízo de um tratamento noticioso de rigor e isenção, assumem claramente uma selecção de textos que vão ao encontro do seu estatuto editorial.
Foi o que fez a Rádio Renascença e centenas de títulos, não só cristãos.
3. No caso do Jornal da Golpilheira, tanto na edição passada, como nesta, é isso que fazemos. Assumimo-nos como jornal de inspiração cristã e, como tal, veiculamos opiniões, textos do magistério da Igreja e outros, que defendem a resposta "não" neste referendo.
E não vamos publicar qualquer texto que argumente uma posição contrária aos nossos princípios editoriais. Mas respeitamos os leitores com opinião diferente e desejamos que todos se informem, debatam e tomem uma posição fundamentada.
Prova disso é o apoio inequívoco que damos à realização do debate que a Junta de Freguesia irá organizar, no próximo dia 4, domingo, às 17h30, no CRG. Mesmo que o director do jornal possa, como qualquer cidadão, assumir papel activo na defesa de uma das posições. Apoiamos a iniciativa, porque sabemos que é salutar promover o confronto de ideias e o esclarecimento. Porque da discussão pode nascer a luz.
E quando noticiarmos este debate, procuraremos fazê-lo com rigor, isenção e clareza.
Referendo em debate na Golpilheira | "Sim" e "Não" frente-a-frente
A Junta de Freguesia da Golpilheira vai promover, no próximo dia 4 de Fevereiro, domingo, às 17h30, no salão do Centro Recreativo, um debate de esclarecimento sobre o referendo nacional do próximo dia 11 de Fevereiro. Recordamos que a pergunta é: "Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?".
Assegurando a argumentação de cada uma das duas possibilidades de resposta, a autarquia convidou alguns defensores do "sim" e outros do "não", para que todas as pessoas que vierem participar possam conhecer o que defendem e esclarecer as dúvidas que tenham. Para tal, de cada lado do painel estará uma pessoa da Golpilheira e dois seus convidados, ligados aos movimentos cívicos de cada uma das posições. No momento do fecho da nossa edição, não tinham ainda sido confirmados os respectivos nomes. O próprio presidente da autarquia local, Carlos Santos, comunicou que irá assumir o papel de moderador do debate, procurando que seja "um diálogo construtivo e clarificador da opinião pública, que possa contribuir para uma decisão consciente e bem formada de todos os eleitores".
Na mesma linha, e como contributo para uma informação mais completa de todos sobre este assunto, o Jornal da Golpilheira apoia esta iniciativa, enquadrada na sua missão de formar e informar.
O convite é feito ao público em geral, e em especial à população da Golpilheira. Espera-se uma participação numerosa, para que este colóquio seja vivo e proveitoso para o maior número possível de pessoas e para que todos possam ter oportunidade de colocar as suas questões e partilhar a sua opinião. Não falte!
Assegurando a argumentação de cada uma das duas possibilidades de resposta, a autarquia convidou alguns defensores do "sim" e outros do "não", para que todas as pessoas que vierem participar possam conhecer o que defendem e esclarecer as dúvidas que tenham. Para tal, de cada lado do painel estará uma pessoa da Golpilheira e dois seus convidados, ligados aos movimentos cívicos de cada uma das posições. No momento do fecho da nossa edição, não tinham ainda sido confirmados os respectivos nomes. O próprio presidente da autarquia local, Carlos Santos, comunicou que irá assumir o papel de moderador do debate, procurando que seja "um diálogo construtivo e clarificador da opinião pública, que possa contribuir para uma decisão consciente e bem formada de todos os eleitores".
Na mesma linha, e como contributo para uma informação mais completa de todos sobre este assunto, o Jornal da Golpilheira apoia esta iniciativa, enquadrada na sua missão de formar e informar.
O convite é feito ao público em geral, e em especial à população da Golpilheira. Espera-se uma participação numerosa, para que este colóquio seja vivo e proveitoso para o maior número possível de pessoas e para que todos possam ter oportunidade de colocar as suas questões e partilhar a sua opinião. Não falte!
"O Natal no comércio da Golpilheira"

Concurso de montras embelezou a freguesia
Decorreu este ano a primeira edição do concurso de montras "O Natal no comércio da Golpilheira", promovido pela Junta de Freguesia, em parceria com o Jornal da Golpilheira. A resposta foi muito positiva, com a participação de praticamente todas as cerca de uma dúzia de casas comerciais existentes na nossa terra.
O primeiro lugar foi atribuído ao Supermercado S. Bento, que fez brilhar toda a sua fachada, colocou um presépio na entrada e usou diversos outros materiais de mensagem natalícia no interior do espaço. Em segundo lugar ficou o Café S. Bento, com um grande presépio a ocupar parte do espaço interior e uma original Sagrada Família na janela da montra, feita com papel de revistas. O terceiro prémio foi para a Isaflores, que aproveitou toda a beleza natural das suas plantas e arranjos florais para emoldurar o presépio.
Foi ainda distinguida, pela originalidade, a loja de pronto-a-vestir, retrosaria e papelaria Nanda, que fez um trabalho temático sobre o "sorriso de Natal", com ajuda de dezenas de desenhos das nossas crianças da escola.
Mas os prémios foram quase simbólicos, apenas como "incentivo ao esforço que foi feito para melhorar os arranjos", como referiu o júri, composto pelos membros da Assembleia de Freguesia José Lucas, Adriano Vieira e Marta Frazão.
De facto, "o mais importante é a participação, no espírito natalício de amizade, contribuindo para que a Freguesia fique mais bonita nesta quadra e, ao mesmo tempo, estimulando as pessoas a visitar o noso comércio tradicional", referiu o presidente da Junta, Carlos Santos, na cerimónia de entrega de diplomas de participação. Neste espírito, alguns premiados decidiram entregar o cheque para a campanha "Pão para as crianças do padre João", como sinal de solidariedade para com quem mais precisa e reforçando a ideia de que o prémio não foi o motivo principal da sua participação.
A todos eles, os nossos parabéns pelo trabalho efectuado. Toda a população ficou a ganhar com esta aposta no embelezamento natalício e, portanto, é de continuar a promover a iniciativa em anos vindouros. A Junta de Freguesia já manifestou intenção de repetir a proposta e o Jornal da Golpilheira estará sempre disponível para a apoiar.
Texto e Fotos: LMF
O primeiro lugar foi atribuído ao Supermercado S. Bento, que fez brilhar toda a sua fachada, colocou um presépio na entrada e usou diversos outros materiais de mensagem natalícia no interior do espaço. Em segundo lugar ficou o Café S. Bento, com um grande presépio a ocupar parte do espaço interior e uma original Sagrada Família na janela da montra, feita com papel de revistas. O terceiro prémio foi para a Isaflores, que aproveitou toda a beleza natural das suas plantas e arranjos florais para emoldurar o presépio.
Foi ainda distinguida, pela originalidade, a loja de pronto-a-vestir, retrosaria e papelaria Nanda, que fez um trabalho temático sobre o "sorriso de Natal", com ajuda de dezenas de desenhos das nossas crianças da escola.
Mas os prémios foram quase simbólicos, apenas como "incentivo ao esforço que foi feito para melhorar os arranjos", como referiu o júri, composto pelos membros da Assembleia de Freguesia José Lucas, Adriano Vieira e Marta Frazão.
De facto, "o mais importante é a participação, no espírito natalício de amizade, contribuindo para que a Freguesia fique mais bonita nesta quadra e, ao mesmo tempo, estimulando as pessoas a visitar o noso comércio tradicional", referiu o presidente da Junta, Carlos Santos, na cerimónia de entrega de diplomas de participação. Neste espírito, alguns premiados decidiram entregar o cheque para a campanha "Pão para as crianças do padre João", como sinal de solidariedade para com quem mais precisa e reforçando a ideia de que o prémio não foi o motivo principal da sua participação.
A todos eles, os nossos parabéns pelo trabalho efectuado. Toda a população ficou a ganhar com esta aposta no embelezamento natalício e, portanto, é de continuar a promover a iniciativa em anos vindouros. A Junta de Freguesia já manifestou intenção de repetir a proposta e o Jornal da Golpilheira estará sempre disponível para a apoiar.
Texto e Fotos: LMF
Gaita

por Luís Miguel Ferraz
Tocar a gaita era uma arte popular de entretenimento de antigamente, que aos poucos se foi perdendo. Os mais antigos falam dos bailaricos que se realizavam espontaneamente: bastava alguém começar a tocar sanfona e o pessoal logo se punha a dançar e cantar, por noites a fio. Ora aqui está a prova de que ainda não morreu esse saber ancestral. No café de S. Bento fomos encontrar um animado grupo de tocadores, um na gaita e os outros na botelha.
Não sabemos se, para o final da noite, alguém bailou...
Não sabemos se, para o final da noite, alguém bailou...
Portal Orelhas com novo "rosto"
O portal regional de Leiria – www.orelhas.pt – tem, desde há umas semanas, um novo "rosto". Mais cor, interactividade e novas rubricas são as apostas desta actualização que ocorre três anos após o lançamento oficial deste portal regionalista.
Entre as novidades, destacam-se novos cronistas para o espaço de opinião, com artigos actualizados semanalmente, de várias personalidades da região de Leiria, de áreas como a política, economia, educação, etc. Ainda no campo da opinião, é possível os utilizadores registados no portal comentarem os artigos que são publicados.
A Liz On-line, responsável pela criação e gestão do portal, tem como objectivo melhorar continuamente o orelhas.pt, de forma a garantir que seja o maior e mais actualizado portal da região de Leiria, com áreas de interesse para diversas idades e utilizadores.
Recorde-se, por exemplo, espaços como o Directório de Empresas – o mais completo da região – ou ainda o canal Região, com informação de relevo sobre os municípios que integram o distrito de Leiria mais o concelho de Ourém.
Por isso, caro leitor, quando quiser sentir o pulsar da região, saber as "últimas", consultar contactos, ou, simplesmente, ler a opinião de alguns cronistas locais, já sabe onde ir: www.orelhas.pt
Entre as novidades, destacam-se novos cronistas para o espaço de opinião, com artigos actualizados semanalmente, de várias personalidades da região de Leiria, de áreas como a política, economia, educação, etc. Ainda no campo da opinião, é possível os utilizadores registados no portal comentarem os artigos que são publicados.
A Liz On-line, responsável pela criação e gestão do portal, tem como objectivo melhorar continuamente o orelhas.pt, de forma a garantir que seja o maior e mais actualizado portal da região de Leiria, com áreas de interesse para diversas idades e utilizadores.
Recorde-se, por exemplo, espaços como o Directório de Empresas – o mais completo da região – ou ainda o canal Região, com informação de relevo sobre os municípios que integram o distrito de Leiria mais o concelho de Ourém.
Por isso, caro leitor, quando quiser sentir o pulsar da região, saber as "últimas", consultar contactos, ou, simplesmente, ler a opinião de alguns cronistas locais, já sabe onde ir: www.orelhas.pt
Artur Santana Vieira Leal

Casal da Fonte Velha
N. 29.05.1927 • F. 21-12-2006
N. 29.05.1927 • F. 21-12-2006
Esposa, filhos, noras, genros e netos agradecem a todas as pessoas que se dignaram estar presentes ou que, de outra forma, lhe prestaram homenagem.
Um bem-haja a todos.
O Jornal da Golpilheira apresenta os pêsames a todos os seus familiares e pede aos leitores uma oração pela sua alma.
Um bem-haja a todos.
O Jornal da Golpilheira apresenta os pêsames a todos os seus familiares e pede aos leitores uma oração pela sua alma.
Jesus
Quem pode enxugar a lágrima
que o amor chorou
nos braços da desesperança?
Quem pode devolver o afecto
que faltou no sorriso da criança?
Quem pode restabelecer a fé
ao incrédulo na desventura,
quem pode ajudar-lhe a suportar
a dor prescrita no livro da criatura?
Só existe uma palavra que socorre o aflito,
só há conforto neste olhar de compreensão,
não há nada igual à ternura concedida,
só existe uma luz no caminho da tormenta,
alguém que tem poder
para segurar-lhe a mão,
aliviar as dores da sua cruz,
outorgar perdão,
restaurar a vida:
Jesus.
Ivone Boechat
que o amor chorou
nos braços da desesperança?
Quem pode devolver o afecto
que faltou no sorriso da criança?
Quem pode restabelecer a fé
ao incrédulo na desventura,
quem pode ajudar-lhe a suportar
a dor prescrita no livro da criatura?
Só existe uma palavra que socorre o aflito,
só há conforto neste olhar de compreensão,
não há nada igual à ternura concedida,
só existe uma luz no caminho da tormenta,
alguém que tem poder
para segurar-lhe a mão,
aliviar as dores da sua cruz,
outorgar perdão,
restaurar a vida:
Jesus.
Ivone Boechat
Dia da Paz
Dia 1 de Janeiro,
Dia da paz e do amor,
Na época que estamos a atravessar
A realidade não dá valor.
Janeiro para muitos é tristonho,
Mas temos que ter esperança,
Ensinar os jovens e as crianças:
A união faz a confiança.
No mundo pede-se a paz,
Para nós não é novidade,
Para muitos não dói o coração,
Só sabem fazer crueldade.
Um de Janeiro
Faz aprofundar a dor,
Lágrimas, sofrimento e fome;
A tristeza não partilha o amor.
Precisamos de reflectir um pouco...
Janeiro traz-nos novidade,
Paz e felicidade de todos,
Assim há humanidade.
Ao acabar com as guerras,
A paz e o amor ao mundo chegarão;
Ao entenderem-se os governantes,
A compreensão e o diálogo vencerão.
Cremilde Monteiro
Dia da paz e do amor,
Na época que estamos a atravessar
A realidade não dá valor.
Janeiro para muitos é tristonho,
Mas temos que ter esperança,
Ensinar os jovens e as crianças:
A união faz a confiança.
No mundo pede-se a paz,
Para nós não é novidade,
Para muitos não dói o coração,
Só sabem fazer crueldade.
Um de Janeiro
Faz aprofundar a dor,
Lágrimas, sofrimento e fome;
A tristeza não partilha o amor.
Precisamos de reflectir um pouco...
Janeiro traz-nos novidade,
Paz e felicidade de todos,
Assim há humanidade.
Ao acabar com as guerras,
A paz e o amor ao mundo chegarão;
Ao entenderem-se os governantes,
A compreensão e o diálogo vencerão.
Cremilde Monteiro
Novo valor na minha vida
É uma felicidade sem explicação,
Até faz um avô renascer
É uma nova alegria nascida no coração
E é maravilhoso ver cada dia a crescer.
Quanto ansioso esperei o teu nascimento,
Que foi a 8 de Maio, lindo dia
Para meu enorme contentamento
E grande alegria.
Novo valor na minha vida,
Veio dar mais força há minha caminhada
Minha neta tão querida,
És a minha menina adorada.
Quanto na vida eu preciso
Olhar com muito amor para ti,
Desejando o teu lindo sorriso
De alguém que tanto na vida pedi.
És para mim grande riqueza,
A continuidade da minha geração
És uma linda Bárbara, minha princesa
Neta querida do meu coração.
Sinto-me um avô orgulhoso,
Repito felicidade sem explicação
E dizer que me sinto vaidoso
É valor que o confesso com muita razão.
És o orgulho de todos nós,
e muito mais:
A felicidade de teus pais
E alegria sem limites dos teus avós.
Dedico com muito amor à minha neta Bárbara: que Deus te abençoe,
José António Carreira Santos
Até faz um avô renascer
É uma nova alegria nascida no coração
E é maravilhoso ver cada dia a crescer.
Quanto ansioso esperei o teu nascimento,
Que foi a 8 de Maio, lindo dia
Para meu enorme contentamento
E grande alegria.
Novo valor na minha vida,
Veio dar mais força há minha caminhada
Minha neta tão querida,
És a minha menina adorada.
Quanto na vida eu preciso
Olhar com muito amor para ti,
Desejando o teu lindo sorriso
De alguém que tanto na vida pedi.
És para mim grande riqueza,
A continuidade da minha geração
És uma linda Bárbara, minha princesa
Neta querida do meu coração.
Sinto-me um avô orgulhoso,
Repito felicidade sem explicação
E dizer que me sinto vaidoso
É valor que o confesso com muita razão.
És o orgulho de todos nós,
e muito mais:
A felicidade de teus pais
E alegria sem limites dos teus avós.
Dedico com muito amor à minha neta Bárbara: que Deus te abençoe,
José António Carreira Santos
A minha opinião sobre o aborto
Uma mulher que quer abortar
Não tem consciência do que está a fazer
Seu bebé dentro do ventre
Grita… mamã não quero morrer!
Não concordo com o aborto
Nem poderia concordar
Afinal tudo se cria!
O bebé que veio ao mundo muitas alegrias vai dar
Mas o nosso egoísmo fala mais alto
Outro filho nem pensar!
Vais parar à pia,
Porque não te quero aturar!
As desculpas do dinheiro e das precárias condições
São as mais usadas
Mas para o tabaco e café e outras coisas banais
Há sempre dinheiro às molhadas
Se minha filha abortasse
Não tinha agora um maravilhoso neto!
Ele só nos trouxe alegria
E anseio tê-lo sempre por perto!
Mulheres que engravidam sem querer
Nunca vades abortar!
Tudo se cria e algo se resolve
E um dia têm alguém para abraçar.
Que mais argumentos são precisos
Para dissuadir a mulher de abortar?
Se não os querem, há mais quem queira
Deixai-os para adoptar!
Há quem viva sempre em guerra
No próprio seio familiar;
Se as famílias vivem em guerra
Será difícil os filhos educar.
Mas não podemos desistir
E os filhos vamos criar
Para um dia governarem o mundo
Pela paz eles vão lutar!
Agora e cada vez mais
Vamos ter Verões muito quentes
Mas nem os 40 e tal graus
Chegam para derreter o gelo de muita gente
Para mim chega o sol de Inverno
Para muitas lágrimas brotar!
Olho para o menino Jesus e choro!
Porque as mulheres estão a perder a capacidade de amar.
Há famílias que travam violentas batalhas
Sem perder a compostura, conseguem aguentar.
Por vergonha? Por medo? Pelos filhos é mais lógico!
E olhem que são aos milhares!
Ai, alma minha! Alma minha!
Estás presa no meu egoísmo!
Ai, alma minha! Alma minha! Liberta-me!
E ajuda a incutir na humanidade um pouco de juízo!
Tomar, 01-01-2007
Helena Maria Pereira da Silva Antunes
Não tem consciência do que está a fazer
Seu bebé dentro do ventre
Grita… mamã não quero morrer!
Não concordo com o aborto
Nem poderia concordar
Afinal tudo se cria!
O bebé que veio ao mundo muitas alegrias vai dar
Mas o nosso egoísmo fala mais alto
Outro filho nem pensar!
Vais parar à pia,
Porque não te quero aturar!
As desculpas do dinheiro e das precárias condições
São as mais usadas
Mas para o tabaco e café e outras coisas banais
Há sempre dinheiro às molhadas
Se minha filha abortasse
Não tinha agora um maravilhoso neto!
Ele só nos trouxe alegria
E anseio tê-lo sempre por perto!
Mulheres que engravidam sem querer
Nunca vades abortar!
Tudo se cria e algo se resolve
E um dia têm alguém para abraçar.
Que mais argumentos são precisos
Para dissuadir a mulher de abortar?
Se não os querem, há mais quem queira
Deixai-os para adoptar!
Há quem viva sempre em guerra
No próprio seio familiar;
Se as famílias vivem em guerra
Será difícil os filhos educar.
Mas não podemos desistir
E os filhos vamos criar
Para um dia governarem o mundo
Pela paz eles vão lutar!
Agora e cada vez mais
Vamos ter Verões muito quentes
Mas nem os 40 e tal graus
Chegam para derreter o gelo de muita gente
Para mim chega o sol de Inverno
Para muitas lágrimas brotar!
Olho para o menino Jesus e choro!
Porque as mulheres estão a perder a capacidade de amar.
Há famílias que travam violentas batalhas
Sem perder a compostura, conseguem aguentar.
Por vergonha? Por medo? Pelos filhos é mais lógico!
E olhem que são aos milhares!
Ai, alma minha! Alma minha!
Estás presa no meu egoísmo!
Ai, alma minha! Alma minha! Liberta-me!
E ajuda a incutir na humanidade um pouco de juízo!
Tomar, 01-01-2007
Helena Maria Pereira da Silva Antunes
Feliz Natal de outro tempo
Sou uma avó de 60 e tal anos e no meu tempo não havia nada. Havia as filhós e íamos à missa, que era muito bonita. Beijava-se o Menino Jesus, cantava-se aqueles versos muito bonitos que toda a gente sabia... aquele "Alegrem-se os céus e a terra" que era tão bonito!
Trinta anos depois, no Natal dos meus filhos, pouco mais havia. Punha-se o sapato na lareira, para que o Menino Jesus fosse lá pôr alguma coisa. O Menino Jesus era tão pobrezinho que só punha no sapatinho aquilo que mais se precisava: uma peça de roupa e talvez um chocolate muito pequenino. E mesmo assim ficava tudo tão feliz!
No Natal de hoje, dos meus netos e de muita gente, gasta-se tanto dinheiro escusadamente, em coisas sem utilidade, brinquedos caros que eles só ligam naquela altura! No outro dia... já estão no caixote do lixo os do ano passado, coisas que custaram tanto dinheiro. É pena fazer-se assim, quando existem tantas crianças que não sabem o que é o Natal e que nunca receberam um brinquedo!
E com isto termino, desejando um feliz Ano Novo, cheio de paz e de muitas felicidades.
São os votos da avó,
Gracinda Monteiro
Trinta anos depois, no Natal dos meus filhos, pouco mais havia. Punha-se o sapato na lareira, para que o Menino Jesus fosse lá pôr alguma coisa. O Menino Jesus era tão pobrezinho que só punha no sapatinho aquilo que mais se precisava: uma peça de roupa e talvez um chocolate muito pequenino. E mesmo assim ficava tudo tão feliz!
No Natal de hoje, dos meus netos e de muita gente, gasta-se tanto dinheiro escusadamente, em coisas sem utilidade, brinquedos caros que eles só ligam naquela altura! No outro dia... já estão no caixote do lixo os do ano passado, coisas que custaram tanto dinheiro. É pena fazer-se assim, quando existem tantas crianças que não sabem o que é o Natal e que nunca receberam um brinquedo!
E com isto termino, desejando um feliz Ano Novo, cheio de paz e de muitas felicidades.
São os votos da avó,
Gracinda Monteiro
Cuide do seu jardim, das suas flores e plantas ornamentais
No próximo mês de Fevereiro está na altura de plantar todas as árvores de espécies de raiz nua, podar as roseiras, fazer a sementeira de flores de Primavera, cuidar das flores bulbosas de Primavera que começam a florescer, rever a instalação do sistema de rega e adubar as suas camélias.
Roseiras
Esta é a altura ideal para a poda das roseiras, pois os rigores do Inverno estão a passar e a planta sofre menos com os cortes. Deve aproveitar esta altura, também, para fazer as fertilizações. Se as roseiras estiveram implantadas directamente no solo, ou se tiver muitas roseiras envasadas, deve utilizar o fertilizante inteligente de libertação controlada "BOSKOT ROSE", considerado o adubo da 3ª geração, cuja formulação é: 9% Azoto (N), 9% Fósforo (P) e 20% Potássio (K), contendo ainda micronutrientes, magnésio e enxofre. É um granulado de fácil aplicação, que fornece todos os nutrientes de que a roseira necessita, só voltando a precisar de adubar passadas 18 semanas.
Se tem poucas roseiras e em vaso, o ideal é adubá-las com "BOSKFLORIDO ROSEIRAS", com uma formulação de 6% Azoto (N), 3% Fósforo (P) e 10% de Potássio (K), também com micronutrientes e enriquecido com extractos de algas marinhas. É um anti-stress e bio-estimulante de origem natural, que permite um auxílio precioso nas situações de stress, seja de falta de nutrição, de excesso de calor, ou de frio. Aplique uma vez por semana.
Camélias
As camélias são plantas muito bonitas, de origem asiática e com características muito próprias. Dão flores na época de Outono/Inverno. São flores que duram muito tempo e mantêm-se belas por um período longo, desde que não lhes toque nas folhas. Esta altura é a ideal para o seu cultivo, pois as temperaturas ainda não estão muito elevadas. Estas flores são muito exigentes no que respeita a matéria orgânica, por isso, precisa de solos ricos. Se assim não for, deve enterrar um composto rico em matéria orgânica, o Boskompost TPMC.
Quanto à adubação mineral, é imprescindível também a utilização do "BOSKOT PLANTAS ACIDÓFILAS", com 16% de Azoto, 9% Fósforo e 14% de Potássio, também com micronutrientes, com uma duração de 5 a 6 meses.
No caso de ter poucas camélias, quer no solo, quer em vaso, deve adubar com "BOSKFLORIDO PLANTAS ACIDÓFILAS", com uma formulação de 8% Azoto, 2% Fósforo e 2 % Potássio, aplicando uma vez por semana, durante todo o ano.
Lembramos que as Camélias precisam pouco de luz, bastando algumas horas do sol directo por dia. E quanto à rega, necessitam com mais frequência nos primeiros meses, podendo diminui-las ao longo do tempo. Como quase todas as plantas, para as camélias o excesso de água é muito prejudicial.
Roseiras
Esta é a altura ideal para a poda das roseiras, pois os rigores do Inverno estão a passar e a planta sofre menos com os cortes. Deve aproveitar esta altura, também, para fazer as fertilizações. Se as roseiras estiveram implantadas directamente no solo, ou se tiver muitas roseiras envasadas, deve utilizar o fertilizante inteligente de libertação controlada "BOSKOT ROSE", considerado o adubo da 3ª geração, cuja formulação é: 9% Azoto (N), 9% Fósforo (P) e 20% Potássio (K), contendo ainda micronutrientes, magnésio e enxofre. É um granulado de fácil aplicação, que fornece todos os nutrientes de que a roseira necessita, só voltando a precisar de adubar passadas 18 semanas.
Se tem poucas roseiras e em vaso, o ideal é adubá-las com "BOSKFLORIDO ROSEIRAS", com uma formulação de 6% Azoto (N), 3% Fósforo (P) e 10% de Potássio (K), também com micronutrientes e enriquecido com extractos de algas marinhas. É um anti-stress e bio-estimulante de origem natural, que permite um auxílio precioso nas situações de stress, seja de falta de nutrição, de excesso de calor, ou de frio. Aplique uma vez por semana.
Camélias
As camélias são plantas muito bonitas, de origem asiática e com características muito próprias. Dão flores na época de Outono/Inverno. São flores que duram muito tempo e mantêm-se belas por um período longo, desde que não lhes toque nas folhas. Esta altura é a ideal para o seu cultivo, pois as temperaturas ainda não estão muito elevadas. Estas flores são muito exigentes no que respeita a matéria orgânica, por isso, precisa de solos ricos. Se assim não for, deve enterrar um composto rico em matéria orgânica, o Boskompost TPMC.
Quanto à adubação mineral, é imprescindível também a utilização do "BOSKOT PLANTAS ACIDÓFILAS", com 16% de Azoto, 9% Fósforo e 14% de Potássio, também com micronutrientes, com uma duração de 5 a 6 meses.
No caso de ter poucas camélias, quer no solo, quer em vaso, deve adubar com "BOSKFLORIDO PLANTAS ACIDÓFILAS", com uma formulação de 8% Azoto, 2% Fósforo e 2 % Potássio, aplicando uma vez por semana, durante todo o ano.
Lembramos que as Camélias precisam pouco de luz, bastando algumas horas do sol directo por dia. E quanto à rega, necessitam com mais frequência nos primeiros meses, podendo diminui-las ao longo do tempo. Como quase todas as plantas, para as camélias o excesso de água é muito prejudicial.
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