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quinta-feira, 26 de março de 2009
Edição 142 - Março 2009
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Valorlis evita abate de 70 mil árvores
Recolha selectiva bateu todos os recordes em 2008
Mais de 70 mil árvores, 12 milhões de garrafas de vidro e 4 milhões de t-shirts, são os números que mostram o que foi possível poupar em 2008, com o esforço dos cidadãos da Alta Estremadura e da Valorlis.
A Valorlis registou em 2008 um aumento na recolha selectiva de embalagens (metal, plástico, papel/cartão e vidro) de 10,4%, em relação a 2007, batendo assim todos os recordes de reciclagem. Parcelarmente, registaram-se aumentos, face a 2007, de mais 9% no vidro, 6% no papel/cartão e 39% nas embalagens de plástico e metal.
No que respeita ao vidro, as 4.271 toneladas separadas permitem produzir 12.202.857 garrafas de vidro de 0.75 litros; relativamente ao papel/cartão, as 4.721 toneladas recolhidas evitaram o abate de 70.815 árvores; as 1073 toneladas de embalagens depositadas nos ecopontos da Valorlis equivalem à produção de 4.375.510 t-shirts XL; as 162 toneladas de aço recolhidas dão para produzir 9.470.951 latas de 0,33 litros; e, finalmente, as 11 toneladas de alumínio recolhidas permitem poupar a energia equivalente a manter ligada uma TV durante 269 anos.
"Estamos muito satisfeitos com estes números, que são, de facto, impressionantes. Houve um aumento significativo de materiais enviados para reciclagem, o que significa que há cada vez mais pessoas a reciclar", esclarece Miguel Aranda da Silva, administrador-delegado da Valorlis.
A empresa adianta que este resultado só foi possível graças ao esforço e empenho de toda a população dos seis concelhos abrangidos pela sua acção (Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Pombal e Porto de Mós), que está por isso de parabéns, pela colaboração na separação dos resíduos domésticos, contribuindo para os bons resultados do sistema de recolha selectiva implementado. Ao separar e depositar os resíduos no ecoponto, cada cidadão contribuiu para que no final de 2008 tenha sido possível enviar para reciclagem materiais que permitem produzir ou poupar recursos extremamente significativos.
"Nas acções de sensibilização previstas para 2009, pretendemos destacar o papel/cartão. Queremos aumentar os seus índices de deposição nos ecopontos e assim contribuir para um adequado funcionamento do sistema de gestão de resíduos sólidos da região", remata o administrador-delegado.
"2 causas por 1 causa": Reciclagem e prevenção do cancro
No âmbito da campanha "2 causas por 1 causa", a Valorlis contribuiu, entre Abril e Dezembro de 2008, com 7.947 toneladas de resíduos de embalagem enviados para a reciclagem. Esta campanha – que associava a reciclagem à prevenção do cancro da mama – surgiu da parceria estabelecida entre a Sociedade Ponto Verde (SPV) e os sistemas de gestão de resíduos com a Laço, uma associação de voluntariado fundada em 2000, cujo objectivo é lutar contra o cancro da mama em Portugal, actuando sobretudo na prevenção, diagnóstico e tratamento.
O balanço final foi apresentado no passado dia 17 de Janeiro, com a entrega de 409 mil euros à associação Laço (1,5 euros por cada tonelada recolhida), sendo o valor destinado à aquisição de duas unidades de rastreio móvel. Estima-se que esta ajuda vá contribuir para o rastreio anual de mais 20 mil mulheres, além daquelas que já o fazem todos os anos.
"Estamos muito orgulhosos da forma como decorreu esta campanha. Gostaríamos de agradecer a todos os munícipes da área de influência da Valorlis, que contribuíram da melhor forma, permitindo-nos alcançar resultados muito significativos", comenta Miguel Aranda da Silva. "E porque a reciclagem é, por si só, uma grande causa, queríamos também apelar a todos os cidadãos para que continuem a reciclar diariamente, nas suas casas, no local de trabalho, façam da reciclagem um hábito familiar e uma forma de vida. Todos teremos a agradecer no futuro", acrescenta o responsável.
Mais de 70 mil árvores, 12 milhões de garrafas de vidro e 4 milhões de t-shirts, são os números que mostram o que foi possível poupar em 2008, com o esforço dos cidadãos da Alta Estremadura e da Valorlis.
A Valorlis registou em 2008 um aumento na recolha selectiva de embalagens (metal, plástico, papel/cartão e vidro) de 10,4%, em relação a 2007, batendo assim todos os recordes de reciclagem. Parcelarmente, registaram-se aumentos, face a 2007, de mais 9% no vidro, 6% no papel/cartão e 39% nas embalagens de plástico e metal.
No que respeita ao vidro, as 4.271 toneladas separadas permitem produzir 12.202.857 garrafas de vidro de 0.75 litros; relativamente ao papel/cartão, as 4.721 toneladas recolhidas evitaram o abate de 70.815 árvores; as 1073 toneladas de embalagens depositadas nos ecopontos da Valorlis equivalem à produção de 4.375.510 t-shirts XL; as 162 toneladas de aço recolhidas dão para produzir 9.470.951 latas de 0,33 litros; e, finalmente, as 11 toneladas de alumínio recolhidas permitem poupar a energia equivalente a manter ligada uma TV durante 269 anos.
"Estamos muito satisfeitos com estes números, que são, de facto, impressionantes. Houve um aumento significativo de materiais enviados para reciclagem, o que significa que há cada vez mais pessoas a reciclar", esclarece Miguel Aranda da Silva, administrador-delegado da Valorlis.
A empresa adianta que este resultado só foi possível graças ao esforço e empenho de toda a população dos seis concelhos abrangidos pela sua acção (Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Pombal e Porto de Mós), que está por isso de parabéns, pela colaboração na separação dos resíduos domésticos, contribuindo para os bons resultados do sistema de recolha selectiva implementado. Ao separar e depositar os resíduos no ecoponto, cada cidadão contribuiu para que no final de 2008 tenha sido possível enviar para reciclagem materiais que permitem produzir ou poupar recursos extremamente significativos.
"Nas acções de sensibilização previstas para 2009, pretendemos destacar o papel/cartão. Queremos aumentar os seus índices de deposição nos ecopontos e assim contribuir para um adequado funcionamento do sistema de gestão de resíduos sólidos da região", remata o administrador-delegado.
"2 causas por 1 causa": Reciclagem e prevenção do cancro
No âmbito da campanha "2 causas por 1 causa", a Valorlis contribuiu, entre Abril e Dezembro de 2008, com 7.947 toneladas de resíduos de embalagem enviados para a reciclagem. Esta campanha – que associava a reciclagem à prevenção do cancro da mama – surgiu da parceria estabelecida entre a Sociedade Ponto Verde (SPV) e os sistemas de gestão de resíduos com a Laço, uma associação de voluntariado fundada em 2000, cujo objectivo é lutar contra o cancro da mama em Portugal, actuando sobretudo na prevenção, diagnóstico e tratamento.
O balanço final foi apresentado no passado dia 17 de Janeiro, com a entrega de 409 mil euros à associação Laço (1,5 euros por cada tonelada recolhida), sendo o valor destinado à aquisição de duas unidades de rastreio móvel. Estima-se que esta ajuda vá contribuir para o rastreio anual de mais 20 mil mulheres, além daquelas que já o fazem todos os anos.
"Estamos muito orgulhosos da forma como decorreu esta campanha. Gostaríamos de agradecer a todos os munícipes da área de influência da Valorlis, que contribuíram da melhor forma, permitindo-nos alcançar resultados muito significativos", comenta Miguel Aranda da Silva. "E porque a reciclagem é, por si só, uma grande causa, queríamos também apelar a todos os cidadãos para que continuem a reciclar diariamente, nas suas casas, no local de trabalho, façam da reciclagem um hábito familiar e uma forma de vida. Todos teremos a agradecer no futuro", acrescenta o responsável.
Vinha | A viticultura moderna
Ao falarmos da viticultura, estamos a falar de uma ciência que estuda as melhores técnicas para produzir uvas, que se podem destinar ao fabrico de vinho, uvas para consumo, vulgarmente chamadas uvas de mesa, ou uvas para passas.
Por isso, antes de instalarmos uma vinha, devemos ter em atenção vários aspectos: o sítio onde a vamos instalar; o que pretendemos produzir (se vinho e que tipo de vinho, se uva de mesa ou uvas para passas).
Devemos também fazer análises ao terreno, para nos indicar: qual o adubo mais indicado; as correcções a efectuar, nomeadamente ao teor do ph; que tipo de porta-enxerto mais adequado para o solo onde desejamos instalar a vinha; as desinfecções, se for o caso.
É de interesse do agricultor recorrer a empresas das diversas especialidades, nomeadamente, as certificadas em produção de plantas, com a garantia de que as videiras enxertadas ou os porta-enxertos correspondem ao aconselhado e isentas de vírus e de doenças, nomeadamente "pé negro", esca, escoriose, eutipiose, etc.
Se o terreno já era de vinha, deve fazer-se uma surriba (no Douro chama-se ensaibramento) durante o verão, só devendo plantar-se novamente vinha passados pelo menos 3 anos. As surribas devem ser profundas, mas sem alterar a estrutura do solo e, se possível, aproveitar esta operação para fazer as correcções necessárias.
Como tenho dito, aos poucos vou abordando estes assuntos vitícolas, durante mais algum tempo.
Por isso, antes de instalarmos uma vinha, devemos ter em atenção vários aspectos: o sítio onde a vamos instalar; o que pretendemos produzir (se vinho e que tipo de vinho, se uva de mesa ou uvas para passas).
Devemos também fazer análises ao terreno, para nos indicar: qual o adubo mais indicado; as correcções a efectuar, nomeadamente ao teor do ph; que tipo de porta-enxerto mais adequado para o solo onde desejamos instalar a vinha; as desinfecções, se for o caso.
É de interesse do agricultor recorrer a empresas das diversas especialidades, nomeadamente, as certificadas em produção de plantas, com a garantia de que as videiras enxertadas ou os porta-enxertos correspondem ao aconselhado e isentas de vírus e de doenças, nomeadamente "pé negro", esca, escoriose, eutipiose, etc.
Se o terreno já era de vinha, deve fazer-se uma surriba (no Douro chama-se ensaibramento) durante o verão, só devendo plantar-se novamente vinha passados pelo menos 3 anos. As surribas devem ser profundas, mas sem alterar a estrutura do solo e, se possível, aproveitar esta operação para fazer as correcções necessárias.
Como tenho dito, aos poucos vou abordando estes assuntos vitícolas, durante mais algum tempo.
sábado, 27 de dezembro de 2008
Nova livraria no CRG!

O Centro Recreativo da Golpilheira tem agora um novo espaço de venda, em parceira com a BUK – Distribuição, onde poderá adquiri os seus livros, nos mais variados temas e estilos literários, desde romance, poesia, contos, infantil, técnicos, apoio escolar, gestão, etc.
Pretende-se que seja também uma oportunidade para a difusão da leitura entre a população, já que ler é das actividades mais saudáveis para cultivar a mente e aumentar a cultura. Ao mesmo tempo, será também mais uma fonte de receita para a nossa associação, que precisa muito da ajuda dos seus sócios para fazer face às muitas despesas que tem na sua actividade diária. Apesar de ser um espaço em colaboração com o Jornal da Golpilheira, os lucros revertem integralmente para o Centro Recreativo.
Por isso, quando pensar nas prendas de Natal e noutras ocasiões, não se esqueça de passar pela colectividade e comprar ali o seu livro!
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"Escola Sabiente" é o novo desafio que chega à Batalha
Educação e sensibilização ambiental
"SABIENTAR®" é o nome da mais recente iniciativa que a Câmara Municipal da Batalha e a SUMA promovem, a partir de Janeiro, em todas as escolas deste município.
Tendo por base a certificação de competências ambientais e de cidadania, este projecto será desenvolvido através de sessões por contacto pró-activo e da distribuição qualitativa de um Manual de Fichas Curriculares, em que são abordadas as questões relacionadas com o ambiente, nomeadamente, limpeza urbana, triagem e deposição selectiva, redução e valorização de resíduos.
A exploração do manual será efectuada em contexto de aprendizagem (sala de aula), mas lança também alguns desafios para a concretização de acções e iniciativas fora do círculo escolar, junto dos pais, amigos e vizinhos.
Para aferir o sucesso da implementação de rotinas ambientais e de cidadania, as escolas da Batalha, ao longo do próximo ano, serão sujeitas a auditorias, para avaliação dos procedimentos de redução, reutilização e reciclagem adoptados nos diferentes espaços que as integram e, no final do ano lectivo, os alunos terão de responder a um teste de avaliação de competências individuais.
Os estabelecimentos de ensino que obtiverem classificação positiva nos dois instrumentos de avaliação receberão o galardão "Escola Sabiente" e as respectivas bandeiras e certificados, que distinguem a comunidade escolar como quadro de referência, suscitando, por isso, esforços de reprodução destas actuações por parte dos seus pares.
Esta é mais uma iniciativa integrada no plano de acções da Agenda Local XXI.
"SABIENTAR®" é o nome da mais recente iniciativa que a Câmara Municipal da Batalha e a SUMA promovem, a partir de Janeiro, em todas as escolas deste município.
Tendo por base a certificação de competências ambientais e de cidadania, este projecto será desenvolvido através de sessões por contacto pró-activo e da distribuição qualitativa de um Manual de Fichas Curriculares, em que são abordadas as questões relacionadas com o ambiente, nomeadamente, limpeza urbana, triagem e deposição selectiva, redução e valorização de resíduos.
A exploração do manual será efectuada em contexto de aprendizagem (sala de aula), mas lança também alguns desafios para a concretização de acções e iniciativas fora do círculo escolar, junto dos pais, amigos e vizinhos.
Para aferir o sucesso da implementação de rotinas ambientais e de cidadania, as escolas da Batalha, ao longo do próximo ano, serão sujeitas a auditorias, para avaliação dos procedimentos de redução, reutilização e reciclagem adoptados nos diferentes espaços que as integram e, no final do ano lectivo, os alunos terão de responder a um teste de avaliação de competências individuais.
Os estabelecimentos de ensino que obtiverem classificação positiva nos dois instrumentos de avaliação receberão o galardão "Escola Sabiente" e as respectivas bandeiras e certificados, que distinguem a comunidade escolar como quadro de referência, suscitando, por isso, esforços de reprodução destas actuações por parte dos seus pares.
Esta é mais uma iniciativa integrada no plano de acções da Agenda Local XXI.
"Energy Bus" esteve na Batalha
Sensibilização para poupança de energia
Embora com nome estrangeiro, a mensagem é para portugueses, igual à que se destina aos cidadãos do mundo. Chamado "Energy Bus" – autocarro da energia – é um veículo criado para divulgar a mensagem da racionalização da energia e promover o seu consumo eficiente, num projecto que já se encontra na estrada desde Outubro de 2007 e contou já com mais de 35 mil visitas.
Equipado com material didáctico, exposições e dispositivos multimédia, este autocarro esteve estacionado no centro da vila batalhense, de 30 de Novembro a 2 de Dezembro, onde recebeu numerosas visitas, sobretudo de crianças das nossas escolas.
Este é um projecto da EDP, em parceria com o Instituto Superior Técnico e a TerraSystemics, no âmbito do Plano de Promoção de Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica.
Embora com nome estrangeiro, a mensagem é para portugueses, igual à que se destina aos cidadãos do mundo. Chamado "Energy Bus" – autocarro da energia – é um veículo criado para divulgar a mensagem da racionalização da energia e promover o seu consumo eficiente, num projecto que já se encontra na estrada desde Outubro de 2007 e contou já com mais de 35 mil visitas.
Equipado com material didáctico, exposições e dispositivos multimédia, este autocarro esteve estacionado no centro da vila batalhense, de 30 de Novembro a 2 de Dezembro, onde recebeu numerosas visitas, sobretudo de crianças das nossas escolas.
Este é um projecto da EDP, em parceria com o Instituto Superior Técnico e a TerraSystemics, no âmbito do Plano de Promoção de Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Medições na subestação do Celeiro
Direcção Geral de Saúde acompanha processo
A Direcção Geral de Saúde está a acompanhar no terreno a realização das medições dos campos electromagnéticos na envolvente da subestação do Celeiro, na Batalha, "de forma a garantir e salvaguardar o bem-estar da população do concelho". Esta foi a nota remetida à imprensa a meados deste mês, pela REN – Rede Eléctrica Nacional, adiantando que "os resultados devem ser conhecidos até final do mês".
As medições foram acordadas entre a Câmara da Batalha e a REN, no âmbito da Declaração de Impacte Ambiental que enquadra a nova linha Batalha-Lavos, já aprovada pela Secretaria de Estado do Ambiente.
Segundo a REN, "a linha Batalha-Lavos é um dos mais importantes eixos de modernização da rede de transporte de energia", um reforço exigido para o escoamento de energia das "futuras centrais de ciclo combinado da EDP e da Iberdrola, na Figueira da Foz". A empresa afirma ainda que segue a "política de noutros casos (o mais recente em Serzedelo), com medições realizadas por uma entidade independente".
Enquanto não são conhecidos os resultados, a Associação de Moradores do Celeiro e Lugares Limítrofes continua a sua luta para evitar que a nova linha seja construída e que os actuais incómodos da subestação sejam minorados, argumentando que se torna impossível viver no local, pelo barulho produzido e, sobretudo, pelos efeitos causados na saúde das pessoas pelas ondas electromagnéticas. Ainda recentemente participaram na constituição de uma associação nacional, que junta diversas populações que se debatem com o mesmo problema por todo o País.
A Direcção Geral de Saúde está a acompanhar no terreno a realização das medições dos campos electromagnéticos na envolvente da subestação do Celeiro, na Batalha, "de forma a garantir e salvaguardar o bem-estar da população do concelho". Esta foi a nota remetida à imprensa a meados deste mês, pela REN – Rede Eléctrica Nacional, adiantando que "os resultados devem ser conhecidos até final do mês".
As medições foram acordadas entre a Câmara da Batalha e a REN, no âmbito da Declaração de Impacte Ambiental que enquadra a nova linha Batalha-Lavos, já aprovada pela Secretaria de Estado do Ambiente.
Segundo a REN, "a linha Batalha-Lavos é um dos mais importantes eixos de modernização da rede de transporte de energia", um reforço exigido para o escoamento de energia das "futuras centrais de ciclo combinado da EDP e da Iberdrola, na Figueira da Foz". A empresa afirma ainda que segue a "política de noutros casos (o mais recente em Serzedelo), com medições realizadas por uma entidade independente".
Enquanto não são conhecidos os resultados, a Associação de Moradores do Celeiro e Lugares Limítrofes continua a sua luta para evitar que a nova linha seja construída e que os actuais incómodos da subestação sejam minorados, argumentando que se torna impossível viver no local, pelo barulho produzido e, sobretudo, pelos efeitos causados na saúde das pessoas pelas ondas electromagnéticas. Ainda recentemente participaram na constituição de uma associação nacional, que junta diversas populações que se debatem com o mesmo problema por todo o País.
Período crítico de incêndios
Para segurança de todos...
Está em vigor, até 15 de Outubro, o período crítico de incêndios, uma definição legal que impõe determinadas regras com a finalidade de limitar o risco de incêndios. Assim, e até final do período crítico, é proibido fazer qualquer tipo de fogo – incluindo fumar – no interior dos espaços florestais e nas vias que os delimitam ou atravessam, bem como fazer queima de sobrantes, queimadas, fogo controlado, lançar balões de mecha acesa e usar máquinas sem o devido equipamento (extintor, tapa-chamas, etc.).
É obrigatório limpar os matos num raio de 50 metros de todas as instalações humanas, equipar máquinas agrícolas com um ou dois extintores de 6kg, manter aceiros ou corta-fogos limpos de matos e de produtos de exploração florestal e resguardar devidamente fendas, poços e fossas. As coimas para infracção atingem 60 mil euros.
Em caso de incêndio use o número nacional de socorro: 117.
Está em vigor, até 15 de Outubro, o período crítico de incêndios, uma definição legal que impõe determinadas regras com a finalidade de limitar o risco de incêndios. Assim, e até final do período crítico, é proibido fazer qualquer tipo de fogo – incluindo fumar – no interior dos espaços florestais e nas vias que os delimitam ou atravessam, bem como fazer queima de sobrantes, queimadas, fogo controlado, lançar balões de mecha acesa e usar máquinas sem o devido equipamento (extintor, tapa-chamas, etc.).
É obrigatório limpar os matos num raio de 50 metros de todas as instalações humanas, equipar máquinas agrícolas com um ou dois extintores de 6kg, manter aceiros ou corta-fogos limpos de matos e de produtos de exploração florestal e resguardar devidamente fendas, poços e fossas. As coimas para infracção atingem 60 mil euros.
Em caso de incêndio use o número nacional de socorro: 117.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Novos caminhos florestais no concelho
Prevenção de incêndios e ordenamento do território
Com o objectivo de proceder aos trabalhos de abertura, beneficiação e alargamento de caminhos florestais, dando cumprimento aos requisitos legais, o Município da Batalha informa que estes e outros trabalhos decorrerão em caminhos previamente assinalados com fitas sinalizadoras, nos seguintes locais: Pinheiros e Casal do Arqueiro (Pinhais de Arroteia e Fontainha), Batalha (Casal Loureiro-Ponte da Boutaca), Calvaria de Baixo (Vereda), Santo Antão, Faniqueira, Casal do Marra (Carrascal), Vale da Quebrada (Vale da Formosa), Perulheira (Covão do Corvo), Maunça , Vale de Ourém (Lagoa das Ferrarias).
As acções compreendem o derrube de árvores, limpeza e desmatação, alargamento dos caminhos para quatro metros, regularização e compactação de piso, colocação de material granular e execução de valetas. Pretende-se contribuir para a "prevenção de riscos provocados por agentes abióticos, no âmbito da gestão sustentável e estabilidade ecológica das florestas".
Tendo em conta a importância destes trabalhos para a prevenção de incêndios florestais e para uma melhor qualidade ambiental, a autarquia solicita a melhor colaboração aos proprietários e confinantes.
Com o objectivo de proceder aos trabalhos de abertura, beneficiação e alargamento de caminhos florestais, dando cumprimento aos requisitos legais, o Município da Batalha informa que estes e outros trabalhos decorrerão em caminhos previamente assinalados com fitas sinalizadoras, nos seguintes locais: Pinheiros e Casal do Arqueiro (Pinhais de Arroteia e Fontainha), Batalha (Casal Loureiro-Ponte da Boutaca), Calvaria de Baixo (Vereda), Santo Antão, Faniqueira, Casal do Marra (Carrascal), Vale da Quebrada (Vale da Formosa), Perulheira (Covão do Corvo), Maunça , Vale de Ourém (Lagoa das Ferrarias).
As acções compreendem o derrube de árvores, limpeza e desmatação, alargamento dos caminhos para quatro metros, regularização e compactação de piso, colocação de material granular e execução de valetas. Pretende-se contribuir para a "prevenção de riscos provocados por agentes abióticos, no âmbito da gestão sustentável e estabilidade ecológica das florestas".
Tendo em conta a importância destes trabalhos para a prevenção de incêndios florestais e para uma melhor qualidade ambiental, a autarquia solicita a melhor colaboração aos proprietários e confinantes.
GNR apresenta meios de defesa da floresta
Ministro da Administração Interna na Batalha
O Mosteiro da Batalha serviu de cenário, no passado dia 14 de Maio, para a apresentação pública dos meios humanos e materiais do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS) da Guarda Nacional Republicana (GNR). Trata-se de um dispositivo destacado para a defesa da floresta contra incêndios, designadamente nas áreas da fiscalização, vigilância, detecção e alerta, que conta com cerca de 670 militares espalhados por todo o País.
Nesta vistosa parada, que contou com a presença do ministro da Administração Interna, Rui Carlos Pereira, mostraram-se os 70 destes militares que integram o GIPS para o distrito de Leiria, repartido pelas bases de comando de Pombal, Figueiró dos Vinhos e a agora inaugurada base de reserva de Alcaria, em Porto de Mós. Segundo o tenente-coronel António Paixão, comandante nacional do GIPS, esta nova base de Alcaria "servirá para aumentar a capacidade de resposta no combate aos fogos florestais no Distrito", procurando manter ou melhorar a "taxa de sucesso de 98%" registada no ano transacto.
Também o ministro salientou a aposta do executivo no combate aos incêndios, apontando para a cobertura integral do País, ou com os GIPS (em 11 distritos) ou com bombeiros canarinhos (em 7 distritos), como meios de ajuda profissional ao importante trabalho dos bombeiros voluntários que "têm uma maior proximidade com as populações". Só com o esforço conjugado destas equipas, das câmaras municipais e dos cidadãos será possível o sucesso da prevenção, defendeu o governante, destacando a importância do lema "Portugal sem fogos depende de todos" para que "as pessoas entendam o valor da floresta como um bem unitário, ambiental e económico da maior importância, tenham atitudes responsáveis e evitem comportamentos negligentes", como fumar nas matas, fazer fogueiras em piqueniques ou queimadas ilegais.
Ainda no âmbito das parcerias, Rui Pereira referiu a colaboração com algumas universidades, no sentido de encontrar "novas respostas tecnológicas em matéria de segurança interna e protecção civil", a par de metodologias já existentes, de comprovada eficácia, como é o caso das torres de vigia. Antes de partir, precisamente, para a visita a uma dessas torres de vigia, na Serra da Maunça, concelho da Batalha, o ministro defendeu que esse é um tipo de infra-estruturas onde pretende continuar a investir, dada a "experiência de nelas se conseguir detectar precocemente alguns fogos florestais" e o consequente "combate rápido e eficaz".
LMF
O Mosteiro da Batalha serviu de cenário, no passado dia 14 de Maio, para a apresentação pública dos meios humanos e materiais do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS) da Guarda Nacional Republicana (GNR). Trata-se de um dispositivo destacado para a defesa da floresta contra incêndios, designadamente nas áreas da fiscalização, vigilância, detecção e alerta, que conta com cerca de 670 militares espalhados por todo o País.
Nesta vistosa parada, que contou com a presença do ministro da Administração Interna, Rui Carlos Pereira, mostraram-se os 70 destes militares que integram o GIPS para o distrito de Leiria, repartido pelas bases de comando de Pombal, Figueiró dos Vinhos e a agora inaugurada base de reserva de Alcaria, em Porto de Mós. Segundo o tenente-coronel António Paixão, comandante nacional do GIPS, esta nova base de Alcaria "servirá para aumentar a capacidade de resposta no combate aos fogos florestais no Distrito", procurando manter ou melhorar a "taxa de sucesso de 98%" registada no ano transacto.
Também o ministro salientou a aposta do executivo no combate aos incêndios, apontando para a cobertura integral do País, ou com os GIPS (em 11 distritos) ou com bombeiros canarinhos (em 7 distritos), como meios de ajuda profissional ao importante trabalho dos bombeiros voluntários que "têm uma maior proximidade com as populações". Só com o esforço conjugado destas equipas, das câmaras municipais e dos cidadãos será possível o sucesso da prevenção, defendeu o governante, destacando a importância do lema "Portugal sem fogos depende de todos" para que "as pessoas entendam o valor da floresta como um bem unitário, ambiental e económico da maior importância, tenham atitudes responsáveis e evitem comportamentos negligentes", como fumar nas matas, fazer fogueiras em piqueniques ou queimadas ilegais.
Ainda no âmbito das parcerias, Rui Pereira referiu a colaboração com algumas universidades, no sentido de encontrar "novas respostas tecnológicas em matéria de segurança interna e protecção civil", a par de metodologias já existentes, de comprovada eficácia, como é o caso das torres de vigia. Antes de partir, precisamente, para a visita a uma dessas torres de vigia, na Serra da Maunça, concelho da Batalha, o ministro defendeu que esse é um tipo de infra-estruturas onde pretende continuar a investir, dada a "experiência de nelas se conseguir detectar precocemente alguns fogos florestais" e o consequente "combate rápido e eficaz".
LMF
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Alterações climáticas
Muitas vezes nos títulos de jornais, notícias de telejornais, tema de debates e discursos políticos e até assunto de um filme galardoado com "Óscar", as alterações climáticas são um tema de conversa recorrente. Mas, porque se fala tanto neste assunto? Todos podemos comprovar que o tempo está mudado, que as Estações já não são o que eram, mas… o que tem isto a ver com a poluição, com a reciclagem ou com o petróleo?
Quando falamos de alterações climatéricas, referimo-nos à variação do clima global ou climas regionais do planeta Terra ao longo do tempo. Estas variações referem-se a mudanças de temperatura, precipitação, nebulosidade (entre outros), tendo como referência as médias históricas. Sentimos estas alterações com a subida das temperaturas, as parcas chuvas, o aumento de notícias relativas a grandes tempestades e com o degelo dos glaciares de todo o mundo. Muitos podem dizer que estas alterações são naturais e que o planeta Terra tem um ciclo natural de alterações, mas o que no passado longínquo acontecia em milhões de anos, com a nossa actuação acontece em poucos, senão em meses (um glaciar recuou 60 metros em seis meses na Islândia). Estas alterações têm consequências muito graves para a vida no nosso planeta: o aumento do nível médio do mar leva a inundações e maior erosão nas zonas costeiras; o aumento da temperatura propaga doenças tropicais, como a malária e o denge; a seca aumenta o número de pessoas que sofrem de fome.
Durante muitos anos, pensava-se que estas ideias eram delírios de alguns cientistas loucos, mas agora os factos existem e estamos já a sofrer com as alterações climatéricas. O degelo da Antártida surpreendeu até a comunidade científica pela sua rapidez, o que se tem repetido por todas as partes geladas do Planeta. Foram registadas as temperaturas mais elevadas desde há 11.500 anos nos oceanos Índico e Pacífico, causando a morte dos corais e da alteração dos ecossistemas marinhos. Depois da revolução industrial, a quantidade de dióxido de carbono existente na atmosfera aumentou para níveis nunca antes registados e o aumento da temperatura é visível em ondas de calor que matam muitas pessoas nas grandes cidades.
Com todas estas alterações e factos, talvez estejamos a passar pela maior provação da raça humana. Está em jogo a manutenção da vida no planeta e isto depende das nossas actuações e mudanças de comportamento. Seria uma óptima oportunidade para unir esforços mundialmente para travar esta luta contra nós próprios.
Deixo uma dica: Sempre que se fundir uma lâmpada, troque-a por uma economizadora; pode custar um pouco mais no momento da compra, mas tem uma maior durabilidade e poupa na factura da luz. O Planeta agradece.
Ana Maria Henriques
Quando falamos de alterações climatéricas, referimo-nos à variação do clima global ou climas regionais do planeta Terra ao longo do tempo. Estas variações referem-se a mudanças de temperatura, precipitação, nebulosidade (entre outros), tendo como referência as médias históricas. Sentimos estas alterações com a subida das temperaturas, as parcas chuvas, o aumento de notícias relativas a grandes tempestades e com o degelo dos glaciares de todo o mundo. Muitos podem dizer que estas alterações são naturais e que o planeta Terra tem um ciclo natural de alterações, mas o que no passado longínquo acontecia em milhões de anos, com a nossa actuação acontece em poucos, senão em meses (um glaciar recuou 60 metros em seis meses na Islândia). Estas alterações têm consequências muito graves para a vida no nosso planeta: o aumento do nível médio do mar leva a inundações e maior erosão nas zonas costeiras; o aumento da temperatura propaga doenças tropicais, como a malária e o denge; a seca aumenta o número de pessoas que sofrem de fome.
Durante muitos anos, pensava-se que estas ideias eram delírios de alguns cientistas loucos, mas agora os factos existem e estamos já a sofrer com as alterações climatéricas. O degelo da Antártida surpreendeu até a comunidade científica pela sua rapidez, o que se tem repetido por todas as partes geladas do Planeta. Foram registadas as temperaturas mais elevadas desde há 11.500 anos nos oceanos Índico e Pacífico, causando a morte dos corais e da alteração dos ecossistemas marinhos. Depois da revolução industrial, a quantidade de dióxido de carbono existente na atmosfera aumentou para níveis nunca antes registados e o aumento da temperatura é visível em ondas de calor que matam muitas pessoas nas grandes cidades.
Com todas estas alterações e factos, talvez estejamos a passar pela maior provação da raça humana. Está em jogo a manutenção da vida no planeta e isto depende das nossas actuações e mudanças de comportamento. Seria uma óptima oportunidade para unir esforços mundialmente para travar esta luta contra nós próprios.
Deixo uma dica: Sempre que se fundir uma lâmpada, troque-a por uma economizadora; pode custar um pouco mais no momento da compra, mas tem uma maior durabilidade e poupa na factura da luz. O Planeta agradece.
Ana Maria Henriques
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Batalha aposta na defesa da floresta
Vigilância móvel, limpeza florestal e construção de pontos de água
Tendo como objectivo a prevenção de incêndios florestais no concelho da Batalha, o Município tem em execução, desde o início do ano, um amplo conjunto de acções preventivas, que vão desde a vigilância móvel e a limpeza de matos junto à rede viária municipal, até à construção de pontos de água e à abertura e melhoria de caminhos florestais, iniciativas apoiadas pelo programa Agris, do Ministério da Agricultura.
Assim, recentemente, foram construídos dois pontos de água (um para acesso a meios aéreos e o segundo para abastecimento de meios terrestres), ambos na freguesia de São Mamede. Em meados de Junho, iniciou-se a vigilância móvel motorizada, numa acção que envolve 10 elementos, apoiada este ano por uma viatura todo-o-terreno equipada com um dispositivo contra incêndios, com capacidade de primeira intervenção em fogos nascentes.
Estas são, aliás, algumas das medidas que se encontram previstas no Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios, aprovado em Março do corrente ano pela Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF). Conforme divulgámos nessa ocasião, trata-se de um documento que define as acções operacionais a desenvolver pelas várias entidades com competência nesta matéria, explicitando a forma de articulação entre as mesmas numa situação de emergência.
È para que não seja necessário aplicar este plano na sua componente de "remédio" que se aposta na prevenção. Um trabalho que só será eficaz com a colaboração de todos. Recorde-se que, desde 2005, no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios, a autarquia da Batalha efectuou diversas notificações aos proprietários de terrenos florestais confinantes com edifícios, no sentido de procederem à sua limpeza. Só neste ano de 2007, foram já 35 os proprietários notificados. Mas nem todos acolhem bem ordenação e o cumprimento fica aquém do ideal.
No mesmo sentido, à semelhança do que aconteceu o ano passado, a Câmara da Batalha vai analisar e pronunciar-se sobre o lançamento de fogo-de-artifício, no decorrer do período mais crítico (de 1 de Julho a 30 de Setembro), avaliando o possível risco de incêndio que esta actividade representa para os espaços florestais.
Nunca será demais referir que todas estas acções de pouco servem se não houver da parte de todos nós uma corresponsabilidade na protecção da floresta e na poupança de todos os recursos naturais. Como bem resume a campanha que está a decorrer este ano, também com o apoio do Governo Civil de Leiria, "Portugal sem fogos depende de todos".
Tendo como objectivo a prevenção de incêndios florestais no concelho da Batalha, o Município tem em execução, desde o início do ano, um amplo conjunto de acções preventivas, que vão desde a vigilância móvel e a limpeza de matos junto à rede viária municipal, até à construção de pontos de água e à abertura e melhoria de caminhos florestais, iniciativas apoiadas pelo programa Agris, do Ministério da Agricultura.
Assim, recentemente, foram construídos dois pontos de água (um para acesso a meios aéreos e o segundo para abastecimento de meios terrestres), ambos na freguesia de São Mamede. Em meados de Junho, iniciou-se a vigilância móvel motorizada, numa acção que envolve 10 elementos, apoiada este ano por uma viatura todo-o-terreno equipada com um dispositivo contra incêndios, com capacidade de primeira intervenção em fogos nascentes.
Estas são, aliás, algumas das medidas que se encontram previstas no Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios, aprovado em Março do corrente ano pela Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF). Conforme divulgámos nessa ocasião, trata-se de um documento que define as acções operacionais a desenvolver pelas várias entidades com competência nesta matéria, explicitando a forma de articulação entre as mesmas numa situação de emergência.
È para que não seja necessário aplicar este plano na sua componente de "remédio" que se aposta na prevenção. Um trabalho que só será eficaz com a colaboração de todos. Recorde-se que, desde 2005, no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios, a autarquia da Batalha efectuou diversas notificações aos proprietários de terrenos florestais confinantes com edifícios, no sentido de procederem à sua limpeza. Só neste ano de 2007, foram já 35 os proprietários notificados. Mas nem todos acolhem bem ordenação e o cumprimento fica aquém do ideal.
No mesmo sentido, à semelhança do que aconteceu o ano passado, a Câmara da Batalha vai analisar e pronunciar-se sobre o lançamento de fogo-de-artifício, no decorrer do período mais crítico (de 1 de Julho a 30 de Setembro), avaliando o possível risco de incêndio que esta actividade representa para os espaços florestais.
Nunca será demais referir que todas estas acções de pouco servem se não houver da parte de todos nós uma corresponsabilidade na protecção da floresta e na poupança de todos os recursos naturais. Como bem resume a campanha que está a decorrer este ano, também com o apoio do Governo Civil de Leiria, "Portugal sem fogos depende de todos".
Badoca Safari Park | Uma aventura emocionante... bem perto de nós
Fizemos uma visita ao local e contamos-lhe um pouco do que poderá ali encontrar, como boa sugestão para um fim-de-semana ou uma escapadinha de férias neste Verão.
Chegada
Na estrada de Grândola para Sines (IP8), ao km34, encontramos à direita um imponente portal, que nos anuncia a entrada num cenário propício à imaginação. O parque de estacionamento em terra batida acaba por servir de adaptação ao ambiente que nos espera, com vegetação abundante e cuidada, contacto com a natureza e, portanto, sem cimento ou alcatrão. À entrada, a sempre inconveniente bilheteira, mas os 43 euros do bilhete familiar (há outras variáveis) acabam por parecer bem merecidos ao fim de um dia de diversão – é verdade, convém chegar pela manhã e sair ao final da tarde, para aproveitar bem.
Já agora, no preçário familiar informa-se que é apenas para dois adultos e duas crianças. Defendemos que às famílias mais numerosas seja dado o mesmo desconto, sem discriminação. Por sinal, entrámos com três crianças e fizeram-nos o preço de um bilhete de família. Não sabemos se é norma, ou se foi por estar um jornalista no grupo. Não chegámos a fazer essa pergunta ao director do parque, Pedro Krupenski, que se prontificou a oferecer um bilhete ao repórter do Jornal da Golpilheira e a acompanhar-nos na visita, caso o desejássemos. Preferimos ir sozinhos, à aventura, mas agradecemos a amabilidade.
Comecemos a visita. À direita, surge a primeira surpresa: uma diversidade de aves exóticas, de magníficas cores, passeia-se nos poleiros e ambientes semelhantes aos naturais. Podemos passar largos minutos a contemplar os loris, tucanos, periquitos, caturras, etc. Para os mais audazes e desejosos do contacto com os animais, faz-se o convite, à esquerda, a entrar na grande jaula dos papagaios, araras e catatuas. Dá para tirar belas fotos, com as aves pousadas nos seus ombros e, se não fizer gestos muito violentos, sem qualquer tentativa de agressão dos seus bicos encurvados.
Deixando os pássaros, encontramos a ilha dos lémures de barriga vermelha (embora as fêmeas a tenham branca), que parecem macacos, mas não são. Naturais da floresta tropical de Madagáscar, são os animais mais territoriais daquela ilha e muito vulneráveis. Cada grupo é constituído por cerca de 2 a 5 indivíduos, mãe, pai e filhos até aos 2 anos e meio, pois a partir desta idade a mãe expulsa as crias fêmeas e o pai as crias machos (fora com a concorrência).
Uma das filosofias do parque é a protecção das espécies em risco de extinção e colaboração em programas internacionais para a sua reprodução em cativeiro. Isso mesmo nos vai sendo informado, nas muitas sessões de apresentação dos diversos animais, sobretudo aquando da sua alimentação. Neste contexto, o lémur e outros nativos da ilha de Madagáscar têm no Badoca um espaço especial, com uma exposição temática a eles dedicada e uma animação teatral sobre os perigos que correm no seu habitat natural.
Uma quinta muito especial
Na parte superior do parque, aparece uma extensa e muito especial quinta. Cabras anãs e póneis, flamingos, íbis, cangurus, coatis, lamas, cavalos, burros, ovelhas e o estranho watusi – boi de enormes cornos – convivem alegremente, embora separados em estábulos próprios, cada um deles adaptado à personalidade dos habitantes.
Em honra do habitat natural de grande parte destas espécies, foi criado um recinto chamado "aldeia africana", com vários espaços a descobrir e enormes animais de madeira, onde os mais pequenos podem dar largas à sua genica, pulando jacarés, entrando na barriga dos elefantes ou trepando pelo interior da girafa.
No fim de tanta animação, é fácil a fome começar a apertar. Nota positiva para o enorme parque de merendas, entre as frondosas árvores, num ambiente agradável e refrescante. Nota negativa para a capacidade de resposta do restaurante, pois bastou entrar um autocarro de gente para ficarmos de fora. Já agora, estar fechado às 16h00, quando tanto nos apetecia uma bebida na magnífica esplanada, também nos pareceu um desperdício de oportunidade. Claro que podemos optar pelo quiosque de comidas rápidas, junto ao parque de merendas, o que acabámos por fazer, mas a fila era imensa para apenas duas funcionárias, para além de os preços, até dos gelados, estarem demasiado inflacionados. O nosso conselho, sobretudo para as famílias, é levarem um farnel de casa para o piquenique.
O momento mais apetecível do dia é, sem dúvida, o safari. Depois de uma sandes engolida à pressa, lá partimos para a ponte de madeira que nos conduziu às carruagens puxadas a tractor. Apesar do pó, que é natural, e de algum aperto da lotação esgotada do veículo, vale bem a pena. As avestruzes são as primeiras a fazer o reconhecimento dos forasteiros, com umas bicadas de cumprimento. A diversão começa logo aí. Depois, ao longo de cerca de uma hora, é uma verdadeira entrada num zoo que não imaginamos encontrar em pleno Alentejo: Cobo Crescente, Gnu Azul, Kudu, Gnu de Cauda Branca, Búfalo do Congo, Muflão, Nandu, Órix Cimitarra, Pecari de Colar, Sitatunga, Tigre de Bengala, Veado Ibérico, Zebra da Planície, Cabra de Leque, Chital, Cobo de Leche, Elande, Impala, Gamo e Girafa. Pelos nomes, já podemos imaginar a variedade de animais que podemos por ali encontrar, com paragens frequentes para a necessária explicação do condutor da expedição. E nem vale a pena descrever mais nada, pois esta é uma daquelas coisas que "só vistas". O único animal que nos pareceu demasiado "preso" foi o tigre, limitado a um espaço parecido com o de um zoo urbano.
De regresso, pudemos ainda assistir à alimentação dos Marabús, uma estranha e enigmática ave, conhecida como "cangalheiro de África", dado o seu aspecto "simpático". Com metro e meio de altura e dois e meio de envergadura de asas, é ver estes sinistros e vorazes passarões engolir em pleno ar os pintos que lhes são atirados. No seu habitat natural, têm o importante papel de limpar os restos de carcaças deixados por outros predadores, eliminando focos de contaminação e doenças.
Saída
Ao fim de um dia, estamos cansados. É divertido, mas convém ter alguma leveza no corpo e boa disposição no espírito. Até porque para acompanhar o ritmo das ofertas do parque convém não perder muito tempo em cada lugar. Quanto a isso, convém também ir preparado para encontrar horários diferentes daqueles se anunciam no sítio da internet (www.badoca.com), nos folhetos informativos e mesmo no quadro que está à entrada. Quem programar o horário em casa, como nós fizemos, terá de andar todo o dia a alterar os planos. Esta falha é, no entanto, compensada pela constante informação sonora das várias sessões. E não podemos deixar de referir a simpatia e amabilidade do pessoal do Badoca, desde a recepção até aos tratadores de animais e restantes guias, sempre com um atendimento pronto e sorridente.
Portanto, apesar dos dois ou três pontos negativos que encontrámos, o saldo é francamente positivo e não podemos deixar de aconselhar uma visita. Como dissemos, convém ir todo o dia e preparar-se para o esforço físico. Já agora, as crianças aguentam lindamente e ainda pedem mais. Só se nota que estão cansadas quando se sentam no automóvel e adormecem imediatamente.
Texto/fotos: Luís Miguel Ferraz
Positivo
- Diversidade de espécies
- Magnífico ambiente natural
- Boas sessões temáticas
- Simpatia do pessoal
Negativo
- Bilhete familiar só para duas crianças?
- Restaurante pequeno e alimentação cara
- Falha nos horários anunciados
quinta-feira, 28 de junho de 2007
O leite da vaca amarela
Campanha original da Valorlis
"Agora o leite é amarelo" é o nome da campanha inédita da Valorlis, que surge no âmbito da alteração da deposição de embalagens de cartão de alimentos líquidos (leite, sumos, etc.), que antes eram colocadas no ecoponto azul e que agora passam a ser colocadas no amarelo. Esta campanha foi apresentada durante a Feira de Maio, em Leiria, e irá continuar ao longo de todo este ano. Tem como ícone a "Amarela", uma vaca apadrinhada por todas as crianças dos concelhos da área de influência da Valorlis – Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Pombal e Porto de Mós.
Esta campanha, que simultaneamente pretende melhorar a recolha selectiva e aumentar os hábitos de reciclagem da população, está direccionada para todos os públicos, mas em especial para os mais jovens, que são os fortes impulsionadores da prática da reciclagem. A ideia de associar uma vaca às embalagens de leite e o amarelo à cor do ecoponto, desperta a curiosidade de todos pela sua originalidade.
"Agora o leite é amarelo" é o nome da campanha inédita da Valorlis, que surge no âmbito da alteração da deposição de embalagens de cartão de alimentos líquidos (leite, sumos, etc.), que antes eram colocadas no ecoponto azul e que agora passam a ser colocadas no amarelo. Esta campanha foi apresentada durante a Feira de Maio, em Leiria, e irá continuar ao longo de todo este ano. Tem como ícone a "Amarela", uma vaca apadrinhada por todas as crianças dos concelhos da área de influência da Valorlis – Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Pombal e Porto de Mós.
Esta campanha, que simultaneamente pretende melhorar a recolha selectiva e aumentar os hábitos de reciclagem da população, está direccionada para todos os públicos, mas em especial para os mais jovens, que são os fortes impulsionadores da prática da reciclagem. A ideia de associar uma vaca às embalagens de leite e o amarelo à cor do ecoponto, desperta a curiosidade de todos pela sua originalidade.
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Craveiro
Esta planta ornamental é considerada como sendo o "ouro do jardim", com as suas manchas da cor do sol.
As espécies mais frequentes de craveiros são: o Craveiro-de-Tunes (Tagetes patula) e o Craveiro-de-Defunto (T. erecta). A primeira produz flores mais pequenas, ao passo que a segunda espécie produz flores maiores.
O melhor lugar para a plantação do craveiro
O craveiro dá-se bastante melhor num ambiente de grande exposição solar, onde não falte água. Nestas condições, ele desenvolve-se em qualquer lugar, ao ar livre, na terra ou em vaso, ou mesmo dentro de casa.
Há um grande número de variedades, nomeadamente anãs, e de várias cores, sendo as mais utilizadas a de cor vermelho-dourada (Little Devil Fire) e a amarelo-dourada (Queen Sophia). A variedade mais alta é a Gold Giant, que pode estar no centro do canteiro rodeada pelas outras variedades anãs. Consegue-se assim, com estas misturas de variedades de craveiros de diferentes tamanhos, ou mesmo juntando outras plantas anuais, como as petúnias e as begónias, ter canteiros, floreiras ou mesmo vasos esplendorosos.
De estação a estação
Início Primavera – Sementes
É fácil fazer germinar os craveiros a partir de sementes. Podemos poupar na semente, secando os craveiros ao sol e, no fim de bem secas, esfarelando as flores, de modo a recuperar as sementes, conservando-as em seguida num envelope de cartão.
Para a sementeira, devemos dispor vasos individuais, desde que os vasos estejam em lugares com uma boa exposição solar. A semente deve ser semeada num bom substrato.
Final da Primavera – Plantação e Fertilização
Não havendo perigo de geadas, podemos transplantar os craveiros no jardim, em floreias e em vasos, sempre com a preocupação de uma boa exposição solar. Eles adoram sol. Deve fertilizar/adubar o solo com Boskot Canteiros e Floreiras, um adubo que contêm 40% de adubo de libertação controlada, com 16% de Azoto (N), 9% Fósforo (P) e 17 % de potássio (K), para que obtenha flores mais vigorosas e em abundância
Verão – Corte e Fertilização
Deve arrancar as hastes com flores murchas e adubar com o fertilizante na água da rega com Boskflorido Universal, com 8% de azoto, 4% de fósforo e 4% de potássio. Adubar de 2 em 2 semanas.
Outono – Protecção
Proteja-os das primeiras chuvas e frios do Outono. Se assim fizer, os craveiros darão flores durante todo o Outono. Podem-se cobrir com uma tela de plástico transparente.
Embora de uma forma geral os craveiros sejam resistentes às doenças e pragas, não deve descurar a utilização de fungicidas, nas zonas de humidade e altas temperaturas, para combater as ferrugens e acaricidas e os ácaros nos dias de altas temperaturas. Deve consultar uma casa da especialidade, devidamente autorizada para o efeito.
As espécies mais frequentes de craveiros são: o Craveiro-de-Tunes (Tagetes patula) e o Craveiro-de-Defunto (T. erecta). A primeira produz flores mais pequenas, ao passo que a segunda espécie produz flores maiores.
O melhor lugar para a plantação do craveiro
O craveiro dá-se bastante melhor num ambiente de grande exposição solar, onde não falte água. Nestas condições, ele desenvolve-se em qualquer lugar, ao ar livre, na terra ou em vaso, ou mesmo dentro de casa.
Há um grande número de variedades, nomeadamente anãs, e de várias cores, sendo as mais utilizadas a de cor vermelho-dourada (Little Devil Fire) e a amarelo-dourada (Queen Sophia). A variedade mais alta é a Gold Giant, que pode estar no centro do canteiro rodeada pelas outras variedades anãs. Consegue-se assim, com estas misturas de variedades de craveiros de diferentes tamanhos, ou mesmo juntando outras plantas anuais, como as petúnias e as begónias, ter canteiros, floreiras ou mesmo vasos esplendorosos.
De estação a estação
Início Primavera – Sementes
É fácil fazer germinar os craveiros a partir de sementes. Podemos poupar na semente, secando os craveiros ao sol e, no fim de bem secas, esfarelando as flores, de modo a recuperar as sementes, conservando-as em seguida num envelope de cartão.
Para a sementeira, devemos dispor vasos individuais, desde que os vasos estejam em lugares com uma boa exposição solar. A semente deve ser semeada num bom substrato.
Final da Primavera – Plantação e Fertilização
Não havendo perigo de geadas, podemos transplantar os craveiros no jardim, em floreias e em vasos, sempre com a preocupação de uma boa exposição solar. Eles adoram sol. Deve fertilizar/adubar o solo com Boskot Canteiros e Floreiras, um adubo que contêm 40% de adubo de libertação controlada, com 16% de Azoto (N), 9% Fósforo (P) e 17 % de potássio (K), para que obtenha flores mais vigorosas e em abundância
Verão – Corte e Fertilização
Deve arrancar as hastes com flores murchas e adubar com o fertilizante na água da rega com Boskflorido Universal, com 8% de azoto, 4% de fósforo e 4% de potássio. Adubar de 2 em 2 semanas.
Outono – Protecção
Proteja-os das primeiras chuvas e frios do Outono. Se assim fizer, os craveiros darão flores durante todo o Outono. Podem-se cobrir com uma tela de plástico transparente.
Embora de uma forma geral os craveiros sejam resistentes às doenças e pragas, não deve descurar a utilização de fungicidas, nas zonas de humidade e altas temperaturas, para combater as ferrugens e acaricidas e os ácaros nos dias de altas temperaturas. Deve consultar uma casa da especialidade, devidamente autorizada para o efeito.
Bonsais na Batalha
Nos próximos dias 21 e 22 de Abril, a galeria Mouzinho de Albuquerque, na Batalha, recebe uma exposição inédita naquele espaço, composta por mais de 30 bonsais. A iniciativa da Câmara da Batalha e do Grupo Bonsai de Leiria pretende dar a conhecer ao público "esta interessante arte, que assenta na réplica artística de uma árvore natural em miniatura, como obra de arte produzida pelo homem através de cuidados especializados".
A exposição conterá alguns exemplares premiados em diversos concursos, sendo possível observar áceres, oliveiras, zélcovas e pinheiros chineses. Em paralelo, os interessados poderão tomar contacto com algumas das técnicas especializadas nesta arte, desde o corte, à rega, passando pela fertilização. A visitar no sábado, das 14h00 às 23h00, e no domingo, das 14h00 às 19h00.
A exposição conterá alguns exemplares premiados em diversos concursos, sendo possível observar áceres, oliveiras, zélcovas e pinheiros chineses. Em paralelo, os interessados poderão tomar contacto com algumas das técnicas especializadas nesta arte, desde o corte, à rega, passando pela fertilização. A visitar no sábado, das 14h00 às 23h00, e no domingo, das 14h00 às 19h00.
quinta-feira, 22 de março de 2007
Câmara e AMI em campanha para um ambiente saudável
O município da Batalha aderiu à campanha de recolha de tinteiros, toners e telemóveis, promovida pela AMI – Assistência Médica Internacional. Este projecto da AMI, na linha do que tem realizado com enorme sucesso na reciclagem de radiografias, "visa a recuperação de materiais que, pela sua composição, são altamente nocivos para o ambiente e para a saúde pública, contendo PCB, chumbo e cádmio, no caso dos telemóveis, e solventes e pigmentos inorgânicos, no caso dos tinteiros e toners.
Assim, com a entrega destes produtos na Câmara da Batalha, os munícipes estarão a livrar-se de lixo incómodo e, ao mesmo tempo, a contribuir para a defesa do ambiente. Mais ainda, estão a ajudar a AMI nas suas acções humanitárias e sociais, pois o resultado financeiro será aplicado nesses fins. O processo de recolha dos contentores com o material devolvido será assegurado gratuitamente por uma empresa licenciada para a gestão deste tipo de resíduos.
Assim, com a entrega destes produtos na Câmara da Batalha, os munícipes estarão a livrar-se de lixo incómodo e, ao mesmo tempo, a contribuir para a defesa do ambiente. Mais ainda, estão a ajudar a AMI nas suas acções humanitárias e sociais, pois o resultado financeiro será aplicado nesses fins. O processo de recolha dos contentores com o material devolvido será assegurado gratuitamente por uma empresa licenciada para a gestão deste tipo de resíduos.
Pulgas e carraças nos animais de estimação
Cuidado com o seu animal de estimação: as pulgas e carraças são um problema. Estes parasitas existem todo o ano. No Inverno, o problema existe, embora o tempo seja de frio, elas refugiam-se no corpo quente do animal, continuando a sua reprodução. A prevenção deve ser atenta.
Nesta altura, no início da Primavera, elas começam a reproduzir-se mais rapidamente, à medida que a temperatura aumenta, reproduzindo-se no calor do habitat do seu animal de estimação, por isso, não devemos descurar, também, a prevenção.
No Verão, a prevenção e o tratamento são fundamentais, porque é o período de maiores riscos. As temperaturas elevadas e com humidade favorecem o desenvolvimento de grandes infestações. Aconselhamos o tratamento regular, pois é a melhor forma de manter o seu animal de estimação e o seu lar livre das pulgas e carraças durante todo o ano.
Existem no mercado produtos altamente eficazes, com efeitos preventivos e curativos. Deve consultar o médico veterinário ou a sua loja da especialidade.
José Jordão Cruz
Nesta altura, no início da Primavera, elas começam a reproduzir-se mais rapidamente, à medida que a temperatura aumenta, reproduzindo-se no calor do habitat do seu animal de estimação, por isso, não devemos descurar, também, a prevenção.
No Verão, a prevenção e o tratamento são fundamentais, porque é o período de maiores riscos. As temperaturas elevadas e com humidade favorecem o desenvolvimento de grandes infestações. Aconselhamos o tratamento regular, pois é a melhor forma de manter o seu animal de estimação e o seu lar livre das pulgas e carraças durante todo o ano.
Existem no mercado produtos altamente eficazes, com efeitos preventivos e curativos. Deve consultar o médico veterinário ou a sua loja da especialidade.
José Jordão Cruz
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
Limpeza de terrenos na Batalha
Silvicutura preventiva arranca este mês
A Câmara Municipal da Batalha dá início neste mês de Fevereiro a acções de silvicultura preventiva (limpeza de matos, silvas e vegetação diversa, bem como redução de densidades excessivas de árvores), em propriedades florestais envolventes da rede viária municipal, com uma largura de 25 metros para cada lado.
Estas operações enquadram-se numa candidatura ao programa AGRIS, com o apoio do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, e irão constituir faixas de contenção aos incêndios que permitirão aos meios de intervenção um combate e acesso mais eficazes, bem como uma vigilância mais facilitada.
Sendo a maioria da área florestal do concelho propriedade privada, estas intervenções terão que ser, inevitavelmente, realizadas em terrenos privados, solicitando-se por isso a máxima compreensão e empenho de todos. Todo o material lenhoso com valor comercial que tiver de ser cortado permanecerá nas propriedades, competindo aos proprietários a sua remoção e aproveitamento.
A Câmara Municipal da Batalha dá início neste mês de Fevereiro a acções de silvicultura preventiva (limpeza de matos, silvas e vegetação diversa, bem como redução de densidades excessivas de árvores), em propriedades florestais envolventes da rede viária municipal, com uma largura de 25 metros para cada lado.
Estas operações enquadram-se numa candidatura ao programa AGRIS, com o apoio do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, e irão constituir faixas de contenção aos incêndios que permitirão aos meios de intervenção um combate e acesso mais eficazes, bem como uma vigilância mais facilitada.
Sendo a maioria da área florestal do concelho propriedade privada, estas intervenções terão que ser, inevitavelmente, realizadas em terrenos privados, solicitando-se por isso a máxima compreensão e empenho de todos. Todo o material lenhoso com valor comercial que tiver de ser cortado permanecerá nas propriedades, competindo aos proprietários a sua remoção e aproveitamento.
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
Cuide do seu jardim, das suas flores e plantas ornamentais
No próximo mês de Fevereiro está na altura de plantar todas as árvores de espécies de raiz nua, podar as roseiras, fazer a sementeira de flores de Primavera, cuidar das flores bulbosas de Primavera que começam a florescer, rever a instalação do sistema de rega e adubar as suas camélias.
Roseiras
Esta é a altura ideal para a poda das roseiras, pois os rigores do Inverno estão a passar e a planta sofre menos com os cortes. Deve aproveitar esta altura, também, para fazer as fertilizações. Se as roseiras estiveram implantadas directamente no solo, ou se tiver muitas roseiras envasadas, deve utilizar o fertilizante inteligente de libertação controlada "BOSKOT ROSE", considerado o adubo da 3ª geração, cuja formulação é: 9% Azoto (N), 9% Fósforo (P) e 20% Potássio (K), contendo ainda micronutrientes, magnésio e enxofre. É um granulado de fácil aplicação, que fornece todos os nutrientes de que a roseira necessita, só voltando a precisar de adubar passadas 18 semanas.
Se tem poucas roseiras e em vaso, o ideal é adubá-las com "BOSKFLORIDO ROSEIRAS", com uma formulação de 6% Azoto (N), 3% Fósforo (P) e 10% de Potássio (K), também com micronutrientes e enriquecido com extractos de algas marinhas. É um anti-stress e bio-estimulante de origem natural, que permite um auxílio precioso nas situações de stress, seja de falta de nutrição, de excesso de calor, ou de frio. Aplique uma vez por semana.
Camélias
As camélias são plantas muito bonitas, de origem asiática e com características muito próprias. Dão flores na época de Outono/Inverno. São flores que duram muito tempo e mantêm-se belas por um período longo, desde que não lhes toque nas folhas. Esta altura é a ideal para o seu cultivo, pois as temperaturas ainda não estão muito elevadas. Estas flores são muito exigentes no que respeita a matéria orgânica, por isso, precisa de solos ricos. Se assim não for, deve enterrar um composto rico em matéria orgânica, o Boskompost TPMC.
Quanto à adubação mineral, é imprescindível também a utilização do "BOSKOT PLANTAS ACIDÓFILAS", com 16% de Azoto, 9% Fósforo e 14% de Potássio, também com micronutrientes, com uma duração de 5 a 6 meses.
No caso de ter poucas camélias, quer no solo, quer em vaso, deve adubar com "BOSKFLORIDO PLANTAS ACIDÓFILAS", com uma formulação de 8% Azoto, 2% Fósforo e 2 % Potássio, aplicando uma vez por semana, durante todo o ano.
Lembramos que as Camélias precisam pouco de luz, bastando algumas horas do sol directo por dia. E quanto à rega, necessitam com mais frequência nos primeiros meses, podendo diminui-las ao longo do tempo. Como quase todas as plantas, para as camélias o excesso de água é muito prejudicial.
Roseiras
Esta é a altura ideal para a poda das roseiras, pois os rigores do Inverno estão a passar e a planta sofre menos com os cortes. Deve aproveitar esta altura, também, para fazer as fertilizações. Se as roseiras estiveram implantadas directamente no solo, ou se tiver muitas roseiras envasadas, deve utilizar o fertilizante inteligente de libertação controlada "BOSKOT ROSE", considerado o adubo da 3ª geração, cuja formulação é: 9% Azoto (N), 9% Fósforo (P) e 20% Potássio (K), contendo ainda micronutrientes, magnésio e enxofre. É um granulado de fácil aplicação, que fornece todos os nutrientes de que a roseira necessita, só voltando a precisar de adubar passadas 18 semanas.
Se tem poucas roseiras e em vaso, o ideal é adubá-las com "BOSKFLORIDO ROSEIRAS", com uma formulação de 6% Azoto (N), 3% Fósforo (P) e 10% de Potássio (K), também com micronutrientes e enriquecido com extractos de algas marinhas. É um anti-stress e bio-estimulante de origem natural, que permite um auxílio precioso nas situações de stress, seja de falta de nutrição, de excesso de calor, ou de frio. Aplique uma vez por semana.
Camélias
As camélias são plantas muito bonitas, de origem asiática e com características muito próprias. Dão flores na época de Outono/Inverno. São flores que duram muito tempo e mantêm-se belas por um período longo, desde que não lhes toque nas folhas. Esta altura é a ideal para o seu cultivo, pois as temperaturas ainda não estão muito elevadas. Estas flores são muito exigentes no que respeita a matéria orgânica, por isso, precisa de solos ricos. Se assim não for, deve enterrar um composto rico em matéria orgânica, o Boskompost TPMC.
Quanto à adubação mineral, é imprescindível também a utilização do "BOSKOT PLANTAS ACIDÓFILAS", com 16% de Azoto, 9% Fósforo e 14% de Potássio, também com micronutrientes, com uma duração de 5 a 6 meses.
No caso de ter poucas camélias, quer no solo, quer em vaso, deve adubar com "BOSKFLORIDO PLANTAS ACIDÓFILAS", com uma formulação de 8% Azoto, 2% Fósforo e 2 % Potássio, aplicando uma vez por semana, durante todo o ano.
Lembramos que as Camélias precisam pouco de luz, bastando algumas horas do sol directo por dia. E quanto à rega, necessitam com mais frequência nos primeiros meses, podendo diminui-las ao longo do tempo. Como quase todas as plantas, para as camélias o excesso de água é muito prejudicial.
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